Capítol 94 from Alquímia on Vimeo.
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Voce, que veio das estrelas...
Você, que veio das estrelas e deu o grande mergulho no mundo de matéria, você, que veio das estrelas e, com o sacrifício de sua própria origem cósmica, se abrigou num invólucro de carne.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Educar para a Paz

Mónica Bocaz y Lorena Herrera
Por que educar para a paz dentro de um contexto cada vez mais violento? Esta pergunta, sem dúvida, nós a fazemos na América Latina, muitos educadores. Cada dia há mais violência e cada dia mais é difundida pela Mídia, em um contexto, onde se incrementam as desigualdades entre países ricos e empobrecidos de um mundo globalizado. Sem dúvida, em um panorama tão complexo de violência, poderia dizer-se que estamos nadando contra a corrente.
Dentro deste panorama, o trabalho em educação para a paz implica um grande esforço e sua prática é um procedimento que tem a intenção de criar na criança uma consciência solidária responsável no individual e no coletivo. Para isso, é necessária a cooperação e implicação dos centros educativos, que guiem e complementem este trabalho junto à família desde a primeira infância, onde as crianças estão mais dispostas e receptivas a integrar conhecimentos e a aprender.
EDUCAÇÃO E CONTEXTO SOCIAL
É fundamental considerar que a educação para a paz permite trabalhar consigo conflitos de diferente índole: na escola, na comunidade, no companheiro, na família, etc e, devemos estar preparados para resolvê-los positivamente. Desde o mundo escolar, o ponto crítico é como a escola a partir de uma perspectiva transversal, Educapaz. O manual de atividades para uma educação em valores ensina os alunos a resolver estes conflitos; já que no futuro, dele dependerá grande parte de seus comportamentos
A escola é um lugar de aprendizagem e socialização importante na vida de uma criança. A boa orientação dos conflitos e da violência constitui um grande impulso para o potencial humano e pedagógico. Portanto, as ações que se empreendam nas aulas, destinadas a educação para a paz e a não violência, devem demonstrar que a paz é uma construção coletiva, que depende de cada um e que as atitudes tolerantes trazem benefícios a cada indivíduo em particular e em sua relação com os demais..
No caso da Latino América, a ascensão dos governos democráticos abre novos espaços que colocam a prova a capacidade dos educadores, para apropriarem-se deles, e para construir propostas alternativas. Na Espanha “
Desde nossa perspectiva, e coincidindo com outros educadores para a paz, pensamos que é importante promover nas crianças uma conduta crítica, e não passiva ante a violência que vemos dia a dia, seja física ou psicológica. Tipificá-lo como algo natural das vivencias e relações cotidianas, significa deixá-los vulneráveis ante uma realidade cada vez mais publicitária e invasiva.
Daqui, Solidariedade para o Desenvolvimento e a Paz, www.sodepaz.org, nascem nossas convicções de trabalhar pela paz de forma dinâmica, didática, motivando e criando esperança, entregando à criança a possibilidade de conhecer seu entorno e suas capacidades.
Em outro âmbito tomamos como referência o importante informe da UNESCO, da Comissão Internacional sobre educação para o século XXI (comissão criada em 1993), no qual participaram grandes personalidades do mundo social e político. Enviaram-se questionários a todas as sedes da UNESCO sobre a educação, com grande resposta das Organizações e ONG; se sustentaram reuniões e se formaram comissões de trabalho, concluindo depois de três anos, o seguinte:
A educação ao longo da vida se baseia em quatro pilares: aprender a conhecer, quer dizer, adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a viver juntos, para participar e cooperar com os demais em todas as atividades humanas; e por último aprender a ser, um processo fundamental que acopla os três elementos anteriores.
Para nosso trabalho em Educapaz, temos nos centrado no terceiro pilar que desenvolve esta Comissão: o aprender a viver juntos, que implica desenvolver a compreenção do outro e a percepção das formas de interdependência.
Neste mesmo informe, Roberto Carneiro[2], nos assinala em seu artigo A Revitalização da educação e as comunidades humanas: uma visão da escola socializadora do século XXI:
“Assim como o século que termina tem posto manifestas profundas feridas, o século XXI se inaugura como uma era carregada de esperança que, indubitavelmente, se caracterizará por novas exigências sociais, entre as quais a arte de conviver aparecerá como a forma de cicatrizar estas múltiplas feridas, fruto do ódio e da intolerância que com tanta freqüência tem imperado durante o século XX”.
Com a proposta do projeto Educapaz, se quer dar uma resposta de adesão a este chamado, contribuindo para motivar uma educação que integre e fortaleça a aprendizagem e os valores.
Educapaz, é o resultado de projetos comuns e uma forma de preparação para tratar conflitos, respeitando os valores de pluralismo, compreenção mútua e paz.
Fonte: Educapaz: Manual de actividades para una educación en valores
Tradução: sandraferris@globo.com
[1] Solidariedade para o Desenvolvimento da Paz, www.sodepaz.org.
[2] Filósofo y académico portugués. (UNESCO)
sexta-feira, 23 de julho de 2010
As Crianças Psíquicas da China

Durante o tempo que estive trabalhando com Inge Bardor, estive lendo acerca da investigação de Paul Dong e Tomas E. Rafill, que escreveram juntos o livro China's Super Psychics (As crianças super psíquicas de China). De acordo com eles, o governo chinês fez testes com mais de cem mil crianças que resultaram em super psíquicos, que podiam “ver” sem usar seus olhos.
O governo chinês estabeleceu escolas para receber estas crianças, quando os encontrava, para dar-lhes um treinamento especial. Na realidade estavam ao mesmo tempo ensinando as crianças e aprendendo deles para compreender este grande mistério que estava se abrindo frente a seus olhos. O senhor Dong reporta como estas crianças chinesas realizavam incríveis façanhas de habilidade psíquica enquanto os cientistas estudavam e controlavam cada experimento para estarem seguros de que não havia truque ou engano.
Este é um exemplo de um de seus experimentos: Colocava-se uma mesa sem nada em cima em uma área aberta; com câmeras de vídeo prontas para filmar o experimento. Um dos cientistas colocava uma garrafa fechada e lacrada cheia de pastilhas, como vitaminas, no centro da mesa e uma moeda ou algo do tamanho aproximado, às vezes uma pedra, na borda da mesa. Uma criança pequena se aproximava da mesa, mas sem chegar muito perto, para estarem seguros de que ele ou ela não pudesse tocar
Uma pequena menina chinesa de seis anos deu uma rara demonstração de suas habilidades psíquicas, com milhares de pessoas presentes. Antes de entrar no teatro, foi ofertado a cada pessoa um botão de rosa com talo e folhas. Depois, a criança entra em cena, move suas mãos e todos os botões de rosa no teatro se abrem convertendo-se em rosas completamente maduras e abertas em somente alguns minutos. Se isso for um truque, de verdade é muito bom.
Houve muitos gêneros diferentes de demonstrações de habilidades destas crianças, mas o verdadeiro sentido disto era fácil de entender: algo extraordinário estava tendo lugar na China e México. Agora eu tinha que saber se este fenômeno se estenderia a todo o planeta ou se estaria restrito a estes países.
Já que Mary Ann e Inge usavam a mesma tela interna para ver, teria que perguntar a Paul Dong, quem havia estudado extensivamente estas crianças. Os super psíquicos da China. (desde
Fiz contato com Paul na Califórnia, onde ele estava vivendo. Falamos aproximadamente duas horas, e quase ao final da conversação lhe perguntei o que estava tão ansioso por saber: “Paul, o que vêem as crianças super psíquicas da China quando lhes tapam os olhos? Quero dizer, o que vêem em suas mentes?”. Paul começou a atuar como Inge quando lhe perguntei sobre isto, dizendo que era um pouco estranho, mudando de assunto. Finalmente, depois de pelo menos dez minutos de insistência, Paul se atreveu a dizer: “Drunvalo, eu nunca vi o que eles vêem porem, as crianças dizem ver uma tela interna como se fosse uma televisão e que a partir daí as imagens vem para eles”. Imediatamente perguntei se havia pequenas telas ao redor da tela central. Respondeu-me que não sabia, as crianças nunca haviam dito.
Agora eu sabia que as crianças psíquicas da China também viam uma tela parecida a uma televisão, mas não estava seguro de que fosse igual ( Drunvalo já tinha conhecimento sobre as telas). Isto era muito interessante. Podia ser que havia tropeçado com um fenômeno universal, por isso estava ainda mais determinado a encontrar a verdade.
A Academia Internacional de Desenvolvimento Humano próxima de Moscou
Um dos repórteres russos que escreve na revista eletrônica espiritual The Spirit qfMa’at {O espírito de Ma’at [deusa egípcia da verdade]}, WWW.spiritofmaat.com, Kostya Kolavenko, havia lido um dos meus artigos sobre as crianças super psíquicas e sua tela interna, e me disse que havia uma escola para crianças psíquicas perto de Moscou onde se lhes era ensinado ver em sua tela interna e a partir daí seguir mais a frente. A escola estava fazendo poderosas declarações que, se fossem verdade, mudariam o mundo para sempre.
Não só podiam estas crianças olhar sua tela interna e “ver” sem usar os olhos; eles simplesmente tomavam em suas mãos um livro por alguns minutos e todo o livro era mostrado em sua tela interna. Uma vez ali, podiam mover-se através das páginas como um computador e ler e ver todo o texto e as fotografias que estavam no livro original. E mais, conheciam imediatamente o conteúdo de todo o livro.
O homem que deu início a esta escola, que se chama Academia Internacional de Desenvolvimento Humano, é Viacheslav Bronnikov. A fama e as conquistas da escola evidentemente chegaram a Washington, já que Hilari Clinton, durante a presidência de seu esposo, viajou a Moscou para observar esta escola de primeira mão. Aprendeu ela algo? Talvez isso a tenha ajudado a chegar ao senado por Nova York!
Nos meses seguintes, Kostya me falou sobre mais duas escolas na Rússia que ensinavam técnicas psíquicas similares, mas usando diferentes métodos de ensinamento. Foi quando então, comecei a dar-me conta de que estava dentro de algo muito maior do que originalmente havia pensado.
Em 1999 fui a Moscou e fui levado ao Kremlin para falar na Academia Russa de Ciências acerca do corpo de luz humano, a Mer-Ka-Ba. Estando ali perguntei sobre as crianças da Rússia e que muitos tinham agora trinta anos de idade. O governo russo sabia de sua existência, assim como a China, desde 1970. Que incrível despertar! A princípio acreditei que Mary Ann era um acidente fortuito.
Jimmy Twyman e as crianças super psíquicas da Bulgária.
A maioria de vocês conhece James Twyman, que frequentemente é chamado de “o Trovador da Paz”. Ele tem viajado ao redor do mundo cantando canções de paz. Muitas vezes, quando Jimmy canta estas canções,começam a surgir grandes movimentos a favor da paz entre os governos. Eu conheci James Twyman quando veio a minha casa com Greg Braden, um velho amigo, há aproximadamente dois anos.
Falamos sobre as crianças super psíquicas, mas naquele tempo Jimmy não havia tido conhecimento ou experiência com estas crianças, e o tempo passou. Então, um dia, Jimmy falou sobre as vidas das crianças psíquicas. Ele estava dando uma conferencia a um pequeno grupo de pessoas na casa de uma delas. Só adultos estavam presentes inicialmente, mas enquanto Jimmy falava, chegou uma criança de uns doze anos e se sentou justamente em frente a Jimmy escutando-o falar.
A criança atraiu a atenção de Jimmy, e depois de um tempo se deu conta de que sua fala estava se dirigindo diretamente para a criança. Ao terminar, começaram a conversar os dois, e durante esta conversa, Marcos, a criança, fez algo com Jimmy que então, passou a ver a sua tela interna. Nunca antes havia visto algo semelhante, porem Jimmy se lembrou do eu havia dito e me chamou depois, nessa mesma tarde, para falar deste extraordinário evento.
Este humilde começo levou Jimmy a uma extraordinária aventura, a qual descreve em seu livro chamado Emissary of Love (Emissário do Amor). Ele descreve como foi à Bulgária, de onde era Marcos, e que eventualmente encontrou um monastério no alto de uma montanha onde os monges estavam treinando crianças para ver sua tela interna e para “ver” com diferentes partes de seu corpo.
Estas crianças da Bulgária se comunicam agora com Jimmy de forma telepática, sobre como conseguir a paz neste nosso mundo. Sua principal mensagem é de que a paz vive dentro de cada um de nós e que na verdade somos emissários do amor. E, a partir desta perspectiva querem fazer-nos uma pergunta: “se nos vemos como emissários do amor, como viver nossas vidas sabendo desta verdade?” E eles dizem: “Comece Agora”.
Pouco a pouco se fez claro que ver na escuridão era um fato, não obstante não o compreendia totalmente. Estava aprendendo que podemos ver com luz usando nossos olhos e nossa mente ou, ver com outra parte de nosso corpo usando a escuridão; e mais, estava aprendendo que podemos ver e saber mais do que somente a superfície das coisas. Onde isto estava nos levando? Realmente não sabia, porem sempre confiei no Grande Espírito e sabia que tudo é completo e perfeito justamente como está. Sabia que só tinha que esperar e manter-me aberto ao conhecimento e que a verdade se revelaria sozinha.
Extrato do livro “A Flor da Vida” de Drunvalo Melchizedek
Tradução:sandraferris@globo.com
Obs: Vídeo de aproximadamente 10 minutos sobre As Crianças Psíquicas da China com legendas em inglês no link: https://www.kryon.com/quantumvideo.html
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Arte/Ciência: A Nova Educação

segunda-feira, 19 de julho de 2010
Despertar da Consciência
Precisamos despertar nossa consciência para resgatar a visão mais completa e verdadeira de quem somos. Necessitamos nos preparar muito para receber os jovens potenciais que nos cercam e que estão chegando, cada vez em maior número. Devemos adotar a visão holística que nos devolve a consciência de quem somos; seres humanos unidos uns aos outros e a todos os outros seres do planeta, de que nossa relação é de total interdependência. Essa visão aliada à visão da Psicologia Transpessoal poderá nos ajudar a resgatar nossas características humanas essenciais que estavam adormecidas. Entre as virtudes estão a espiritualidade, o amor, a bondade, a compaixão, a multissensorialidade a nossa transcendentalidade. Roberto Crema* propõe que devamos evoluir na direção de formar cidadãos conscientes dessa realidade, que, em vez de especialistas, possam se tornar "sintetistas", que se caracterizam por centrar-se no todo; pela intuição; coração (sentimentos e valores); sincronicidades; sonho e transe; espiritualidade; enfoque transpessoal, transcendência, entre outras,
Para isso, precisamos lembrar que educar é muito mais do que transmitir conhecimentos e habilidades por meio dos quais se atingem objetivos limitados, conforme enfatiza o líder espiritual tibetano Dalai Lama. Educar é também abrir os olhos das crianças para as necessidades e os direitos dos outros. Precisamos mostrar as crianças que suas ações têm uma dimensão universal. Precisamos encontrar uma forma de estimular seus sentimentos naturais de empatia para que venham a ter uma noção de responsabilidade em relação aos outros. De acordo com o Lama, se tivéssemos de escolher entre conhecimento e virtude, esta última seria, sem dúvida, a melhor opção, pois é mais valiosa. Ele chama a atenção, ainda, para o fato gravíssimo de que os sistemas educacionais modernos negligenciam a discussão das questões éticas. Os valores éticos e humanos eram e ainda são vistos como pertencentes ao plano religioso. O que é um erro com graves conseqüências.
Parece-me imperativo que passemos a pensar e a debater muito mais os aspectos éticos, morais e humanos em nosso dia-a-dia. Essas discussões precisão ser incluídas no cotidiano e em todos os currículos, desde a mais tenra idade. Pois, do contrário, os efeitos em um futuro próximo poderão ser ainda piores e mais desestabilizadores do que os efeitos sentidos hoje. Conforme a metáfora do jardineiro, utilizada por Crema para designar a excelência dos educadores e, por que não, dos pais, o bom profissional prepara o solo fértil com os nutrientes necessários, nem mais e nem menos, extermina as pragas, e poda, com o discernimento que cada planta requer, observando as estações e centrando-se na singularidade do organismo vegetal. E, acima de tudo, o bom jardineiro é o amante das flores. O bom jardineiro, afirma Crema, sabe que a planta só necessita de um bom solo, fecundo, para crescer por si mesma. Ela é dotada de um tropismo para ser o que é, buscando o que necessita no solo e direcionando-se para a luz do sol (2004. p. 383). Nas palavras do Dalai Lama, para ensinar qualquer coisa, especialmente conduta ética, é preciso praticar, dar antes o exemplo. Os professores e educadores têm uma responsabilidade especial. Seu próprio comportamento pode fazer as crianças lembrarem-se deles pelo resto da vida. Se a atitude é integra, disciplinada, bondosa, amorosa, honrada e respeitando seus alunos, seus valores ficarão gravados na mente dessas crianças, com reflexos em seu comportamento.
*Roberto Crema: Psicólogo, professor universitário e vice-reitor da Unipaz
Extrato do livro “Crianças índigo a evolução do ser humano”de Ingrid Cañete.
domingo, 18 de julho de 2010
Tudo Novo: Humanidade, Educação, Energia

segunda-feira, 12 de julho de 2010
SER PAIS HOJE
Por Pat Montgomery. Fundadora e Diretora do Clonlara School
Muitas pessoas me perguntam atualmente se cada vez mais, pais educam seus filhos em casa por causa da presença de crianças com armas nas escolas. A julgar pelas numerosas petições de informação que recebemos diariamente e pelos muitos visitantes de nossa pagina na web, a resposta deveria ser um sim redondo. Inclusive, com esses indicadores, é razoável que tanto pais como estudantes, cujas vidas podem correr perigo, pretendam encontrar alternativas as escolas massificadas.
O principal “trabalho” de serem pais é dar sustento e apoiar os filhos. Sua segurança física é o mais importante, naturalmente. Como podem atender um pai ou uma mãe, todos os demais aspectos da educação quando a segurança do próprio estudante é tão precária?
Na cultura dominante, com freqüência se confunde o apoio e a educação com o mais estrito materialismo – o game mais moderno, a roupa de marca, etc. – deixando de lado o crescimento do espírito e a ajuda aos jovens para que possam desenvolver o propósito de vida.
Assim como é mais fácil constatar como se cresce em altura, em peso, inclusive inteligência e maturidade, não é muito prestar atenção ao crescimento imperceptível a simples vista. Isto é, a força interior fazendo a razão de ser, o trabalho vital que ao longo de uma vida ajudará a que o mundo seja diferente. O crescimento interior é invisível; está inclusive oculto à criança. Por isso, todos nós ignoramos com demasiada freqüência esse fato, que é tão vital para um crescimento saudável como o é comer, correr ou aprender a escrever; talvez inclusive mais.
Os jovens que mataram seus companheiros e professores em várias escolas norte-americanas tinham, a maioria, pais que estavam atentos as suas necessidades. Lemos que um recebia ajuda terapêutica e tomava medicação. Seus pais tentaram conseguir ajuda de fora. O que não sabemos é se esses pais investiram desde a infância a mesma quantidade de tempo e atenção fazendo simplesmente o seu “trabalho”: dedicar tempo a criança, falar com ela, brincar, investigar seus interesses, fazer juntos pequenas excursões, conhecer os amigos da criança, ensinar-lhes, etc.
A tarefa de ser pai ou mãe não consiste em conseguir dinheiro suficiente para comprar para seus filhos todos os games que veja nem os últimos aparatos eletrônicos, ou pagar-lhes as melhores colônias ou melhores escolas. Na realidade, isso inclusive poderia considerar-se abandono de suas responsabilidades, porque isso impede que os pais se envolvam na formação de seus próprios filhos.
Quando se chegou a considerar que o mais importante na vida dos adultos era sua carreira profissional? Ou quando se entendeu o fato que trazer crianças ao mundo não originaria uma mudança importante em seus pais?
Essa mistura que chamamos sociedade norte-americana arrebatou aos jovens casais o modelo que proporcionava uma sociedade mais homogênea: o fácil acesso a família e aos parentes. Aqueles velhos filmes em que podemos ver a irlandeses, russos ou italianos em reuniões familiares de domingo nos parecem pitorescas. Lembram os tempos em que todos conheciam os assuntos de todo mundo, quando vizinhos, amigos e parentes sabiam o que uma pessoa pensava antes que ela mesma o soubesse. Alguns norte-americanos poderão estar agradecidos a esse individualismo pela substituição progressiva da família numerosa pela família nuclear. Porem, o que se perdeu no processo foi o objetivo; a importância de criar as crianças como um dos mais importantes fundamentos da vida para o adulto que escolhe ser pai e mãe.
Na sociedade atual, somos ensinados que para “produzir” jovens independentes temos de, literalmente, abandoná-los aos cuidados dos outros. Assim, crianças de três e quatro anos são enviadas ordinariamente a guarda do colégio inclusive quando nenhum, ou ambos os pais trabalham fora de casa.
Uma vez conheci uma mulher que estava em tramite para adotar um menino de três anos que havia nascido e vivido no Maine. A futura mãe vivia
As crianças de cinco anos são enviadas as escolas públicas ou privadas como se essa fosse a maneira adequada de educá-las. Estas decisões são tomadas sem nenhum questionamento; isto é o que se está habituado a fazer.
Nós adultos, estamos atrapalhados pelos assuntos que consideramos essenciais na vida: o trabalho, o ganhar bem a vida, nossa promoção profissional, comprar para nossos filhos as últimas novidades tecnológicas...
O fato é que deixamos aos profissionais e aos mestres que invistam tranquilamente seu tempo pintando com os dedos, olhando formigas, brincando, observando as plantas, etc. As tarefas mais importantes relacionadas aos pais são encomendadas a outros enquanto nos atendemos assuntos mais importantes. Neste mundo acelerado que construímos as pequenas coisas, tais como olhar um pôr-do-sol com nossos filhos parecem triviais quando, de fato, essas pequenas coisas são as mais vitais, a matéria com que é feita o amor.
Os psiquiatras e os psicólogos que ajudam as crianças investigam para aprender tudo sobre seus sentimentos e necessidades insatisfeitas. Essencialmente, se mantêm fora do processo os pais, que são os mesmos de quem os adolescentes requerem carinho e cuidados.
Falar com a criança – e não para a criança- abre linhas prematuras de comunicação. Os adolescentes me dizem que a razão porque querem estar todo o tempo com seus amigos (companheiros) é porque são escutados, e não julgados.
Uma criança aprende melhor imitando. No sistema atual, estamos lhes dando como modelos companheiros da mesma idade. A guia, o aprendizado e os cuidados, que uma criança precisa para amadurecer completamente não está à vista em lugar algum.
Os professores e educadores profissionais não podem servir como tal modelo no verdadeiro sentido da palavra, porque estão ocupados cuidando do grupo de crianças, estão atendendo a burocracia da escola. Não estão cozinhando, nem tocando violino, nem pescando ou construindo algo, ou fazendo alguma das coisas que um ávido aprendiz poderia imitar. Não estão calmas e lucidamente discutindo as conquistas diárias – as terríveis especialmente- com o filho ou a filha a quem querem.
A massificação das crianças nas escolas convencionais e os desastres que resultam dele fazem com que os pais se acerquem as alternativas como a educação em casa? Certamente, e eu rogo por isso.
http://www.clonlara.es/Ser%20Padres%20Hoy.htm
Clonlara School
Oficina na Espanha
tel./fax: 93 266 41 53
c/e: clonlara@clonlara.es
Web: www.clonlara.es
Tradução: sandraferris@globo.com
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
A HUMANIDADE EM MARCHA: OS JOVENS E AS CRIANÇAS NA VIDA
María Fernanda Domato
Somos a Humanidade em Marcha..... as crianças nos chamam…. mais…..
mais responsabilidade... mais amor na terra... mais compreensão nos pais... mais sabedoria nos mestres... mais formas novas... mais in-formação...formação interna desde o coração... mais criatividade na expressão plena em cada criança... mas paz na humanidade... mais pulsação...cristais...pulsação... cristais... belos raios do sol central… pulsam...pulsam...pulsam... edificam... edificam… edificam…
Enquanto caminhamos, em direção ao século XXI, sabemos, sentimos as vertiginosas mudanças que se estão produzindo em todos os âmbitos: climáticos, econômicos, familiares, mudanças na consciência. A vida se acelera e os tempos cronológicos estão desaparecendo.
Na cidade de Córdoba, Argentina, escuto as notícias; os meios de comunicação nos falam da agressão que há nos jovens, em todos os espaços em que se desenvolvem, agressões físicas entre eles, na escola, nos grupos, em seus bairros, em sua família.... Os mestres já não sabem como atuar, como fazer, como estabelecer uma ordem em suas salas de aula. Busco uma escola, falo com os jovens e comentam o sem sentido das coisas, há falta de objetivos claros em sua vida, não têm um propósito social nem comunitário, o sem sentido é geral.
Os jovens de hoje são a geração que traz a mudança na educação, na sociedade. O sem sentido dos jovens, a apatia, provocam mudanças nos pais e mestres, na forma como estes se relacionam com eles, pois sua rebeldia põe na tela de juízo de valores de toda sociedade, as mascaras dos adultos. A falta de honestidade interna de cada adulto é posta a prova pelos jovens que pedem coerência na atitude, no pensar, sentir e fazer.
Depois me encontro com os menores, as crianças; ali se encontra muito amor, alegria, compaixão, crianças que pensam nos seus amigos, sente o que se passa com seus companheiros, percebem que sua mãe às vezes está triste e que outras vezes compartilha suas brincadeiras.
As crianças de hoje são mestres, cada uma de diferentes linguagens. É importante reconhecê-lo em cada criança, e a tarefa do adulto é integrá-lo a sociedade, brindando-lhe com as ferramentas necessárias para que expressem sua mestria, seus dons, em harmonia com os demais.
No ano de 2003, por várias razões, quase em 20% dos docentes de Córdoba solicitaram a aposentadoria antecipada, o que nos faz observar a grande necessidade de uma mudança muito profunda, total e de raiz na educação. Mudanças nas bases do conceito de educar, na busca com que a criança se expresse seu ser tal qual é, sem criar neles estruturas de medo que limitem os dons criativos que cada um traz. A busca de novos conceitos, novos códigos para trabalhar com as crianças é uma necessidade urgente. A educação deverá ser repensada para desenvolver-se em grupos de afinidade, onde as crianças possam propor-se atividades que deveriam ser guiadas pelos docentes, integrando técnicas de aprendizagem, tanto do hemisfério esquerdo (desenvolvimento lógico), como do direito (desenvolvimento criativo).
Este é um tempo para que os adultos ordenem o emocional, com sinceridade, tomando consciência de suas necessidades e curando seus medos. Desta forma poderão trabalhar com as crianças, a partir de uma relação saudável, criativa, lúdica e alegre. A Era de Aquário pede uma educação individual, para indivíduos diferentes, uma educação diferente, a partir do amor e da compreensão dos novos códigos, com matérias de acordo com as atividades sociais que se perfilam para cada criança na sociedade que está nascendo.
Fonte: Crianças índigo: Futuro Presente
Tradução: sandraferris@globo.com
domingo, 4 de julho de 2010
CREÁTICA E ESTIMULAÇÃO INTEGRAL
Um novo estilo em Educação, para o Desenvolvimento da Inteligência.
Quando surgiu o Movimento para Desenvolvimento da Inteligência, hoje chamado Creática, ainda não se falava das crianças índigo. Porem existia um problema inquietante. Estavam aparecendo cada vez com mais freqüência, crianças surpreendentes que em nada se diferenciavam biologicamente das demais crianças, mas que psicologicamente eram anormais por excesso, comparadas com seus similares.
Destacavam-se por sua limpeza mental, sua maturidade precoce no campo ideativo, seu descontentamento com o sistema educativo, sua facilidade de lidar com os instrumentos eletrônicos, e, sobretudo, uma visão distinta da vida e um repúdio as tarefas rotineiras.
Para muitos educadores, havia uns sintomas alarmantes das crianças sobre ativadas, que eram, um problema na sala de aula e em família, com uma inteligência desperta, inquietas, sumamente inteligentes, incompreendidos, às vezes, com péssimas notas, mas com idéias brilhantes.
Durante sete anos trabalhamos, auxiliados por estudantes voluntários de Psicologia e Educação, isolando primeiro o problema e buscando depois uma forma de aliviar o problema destas crianças precoces, como as denominávamos.
A cada dia, os casos eram mais numerosos. Era impositivo criar novas formas de tratá-los e educá-los. Não se contentavam com o ensino. Estavam empenhados em serem pessoas humanas, e discutiam conosco seus programas, sempre diferentes e melhores do que estava proporcionando sua sociedade. Nunca tinham aparecido tantas e tais exceções juntas na história da psicologia.
Num dado momento, e quase paralelamente, apareceram casos estranhos na China e America do Norte. As universidades do mundo começaram a se preocupar com o problema. Em 1983, nosso Presidente, por ocasião de um curso de Desenvolvimento da Inteligência solicitado pelo Governo da China Popular, ouviu falar
Os chineses não nos disseram nada em Caracas, porem a razão de sua visita à Venezuela foi que haviam recebido a notícia de que na Venezuela havia um Ministério, para o Desenvolvimento da Inteligência. E vinham precisamente, segundo posterior confissão, primeiro três professores da Universidade de Bei Ying, e depois o próprio vice-ministro da Educação, para ver se tínhamos a solução, ou pelo menos uma explicação.
Ali começou nossa suspeita de que o fenômeno era algo mais que uma super- ativação devida aos meios de comunicação. Quando era regra geral que uma mutação humana, biológica ou psíquica levava muitos anos e até séculos.
Diante deste fato temos que prescindir de toda a regra e medida anterior, e lançar um grito entusiasta pela aparição de uma nova geração que pusera a funcionar o enorme capital que está depositado no cérebro humano, e que conceberá por fim, que comecemos a hominizar-nos e a viver como seres racionais.
A decisão dos estudiosos da Inteligência foi conseguir uns manuais que satisfizessem as exigências destas crianças, que ainda não eram denominadas como índigos. Para isso:
1. Adiantarmos um mínimo de quatro anos nas exigências quanto a Idéias, Condutas e Valores.
2. Dada a quantidade de crianças deste tipo, que neste momento está superando as crianças massivas e invalidadas, começamos a considerar que agora, os normais eram os que estavam sendo obrigados oficialmente a não pensar, a não decidir, a não ter mais personalidade, a não ser a que o sistema lhes permitia. Agora os normais eram os anormais, os fora da norma.
3. Chegamos à conclusão de que com estas crianças especiais, tínhamos que ir para o texto que não contivesse respostas, senão perguntas. Que ensinar-lhes é humilhá-los. Que dando-lhes os dados, um exemplo e uma pergunta, eles eram capazes de encontrar as leis e princípios de qualquer ciência.
4. Descobrimos que os manuais de Creática eram os melhores testes seletivos, detectores de crianças índigo, porque exigiam o que sem esforço podiam aceitar e assimilar, sobretudo pelo fato de que eram referentes à Vida, com as contínuas referencias das condutas sociais e pessoais, e aos valores por eles mesmos extraídos. Apareceram muito mais crianças índigos do que jamais pudéssemos suspeitar.
5. Logicamente, isto não se ajustava ao que nas elevações oficiais se entendia por Educação. Expusemos-nos conscientemente a ser considerados heterodoxos. Assim foi, e nos orgulhamos disso.
Gostaríamos que estas linhas fossem uma mensagem de esperança alegre e inquestionável, de que por fim deixemos de ser aqueles chimpanzés instruídos que ainda se odeiam, se invejam, se discriminam e fazem guerras.
Menos mal que os bisnetos destas crianças desenvolvidas, serão mais inteligentes, e não os humanóides de séculos passados, e não nos julgaram, senão que lerão nos livros de história antiga nossas matanças e nossos ódios, nossas proezas simiescas, com um sorriso sapiente em seus olhos e em seus lábios. Lastimo não estar nascendo neste momento…
Psic. Dr. Natalio Domínguez Rivera
do Instituto Internacional de Creática
e Estimulação Integral
VENEZUELA
Fonte: http://conates.ve.tripod.com/ninos_indigo/id34.html
Tradução: sandraferris@globo.com
