Namaste!

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ser ou não Ser Índigo:


O que posso fazer agora?


Sandra Ferris


Acredito que em todos nós humanos, exista um Índigo. Só que, a grande maioria ainda está inconsciente disso.


De acordo com vários pesquisadores, um maior numero de Índigos que despertaram e com potencial para despertar agora, neste grande momento de transição, começou a nascer após a 2ª Guerra Mundial, para preparar o caminho, para os que chegariam após os anos 70 - em menor numero -, numero este quantificado na data de hoje, muito provavelmente a 100%.


Baseado então, nestes investigadores, nas minhas próprias investigações e no contato com as pessoas, sejam elas, crianças, jovens ou adultos, a questão mais imediata está relacionada a: Qual é a "receita do bolo”? Ou seja, o que devo fazer para despertar estes potenciais, ou ainda, como devo conduzi-los?


A chave, ou melhor, os “ingredientes para isso, ainda fazem valer a “velha receita”: Conhece a ti mesmo e conhecerás o mundo. Só que ao contrário do que se fazia no passado, os mestres e iluminados não precisaram mais se recolher – se esta for a nossa escolha – aos monastérios, ou se isolarem nas montanhas do Tibet, investindo através da solidão e do sacrifício seus dias e suas noites, quando não, as suas próprias vidas, na intenção de encontrar o “Caminho do Meio”, simplesmente porque as exigências evolucionais, não só permitem como proporcionam as ferramentas cotidianas, para “Ser neste mundo, mas não pertencer a ele”.


Como neste blog, o foco tem sido a evolução da consciência, sua caracterização e condução, através da informação, da educação para o Terceiro Milênio e, da necessária integração da arte como um todo, sentia falta de um "fio condutor" de "simplicidade e graça” - assim como exige o momento - , de como frenquenciar esta abertura de consciência – pelo menos no que se refere aos primeiros e, portanto, os mais importantes passos -, de como educar esta expansão, ou ainda, como despertar estes potenciais.


Como foi dito anteriormente, as ferramentas estão disponíveis e uma, dentre muitas outras - possivelmente a mais simples e clara, de acordo com a minha percepção – pertence à Pedagooogia 3000.


Este método foi desenvolvido para atender as necessidades dos que realmente estão abertos as mudanças, mas não sabe muito bem como fazer. Tipo: Identifico-me ou tenho empatia com as características da Nova Humanidade, mas o que devo fazer agora?


“Quero Mudar... e agora sei como”, é o título dos 13 passos essenciais para criar as condições adequadas para fazermos as mudanças para nos conhecermos melhor. É um material extraordinário, escrito pela antropóloga francesa, Noemi Paymal, para facilitar a transição para a “Nova Consciência do Ser”.


Portanto se você se identifica, tem empatia, se considera, ou quer despertar este estado de Ser, poderá fazê-lo a partir do próximo post: “Quero mudar... e agora sei como”.


Como sabemos tudo na vida, inclusive as mudanças, exigem antes de tudo discernimento, intuição e criatividade. Portanto ligue estes canais, “confie em si mesmo e abra as suas asas”.


Até o próximo post e uma Doce e Suave Jornada.


Namaste!



terça-feira, 10 de novembro de 2009

As Duas Gerações

Natalio Domínguez Rivera
Acreditamos ser uma generosa geração de transição.

Estamos entrando em uma encruzilhada histórica. Talvez a mais significativa na história humana. Referimo-nos às crianças "estranhas" que estão aparecendo em todas as famílias e que podemos dar o nome de gênios ou excepcionais, e que, aparentemente, é superior a oitenta por cento das últimas três gerações. O quê? Qual é o problema? Por uma incoerência inexplicável, nossos métodos de ensino os estão travando.

Até muito recentemente, quase ninguém estava interessado em melhorar a mente humana, acreditando que, sem dúvida, a evolução tinha sido concluída, não se poderia ser mais esperto do que nós. Nada mais falso. Segundo biopsicologistas (Princeton University), é raro um ser humano que tenha utilizado em sua vida, dois por cento do seu potencial de inteligência. Ou seja, noventa e oito por cento do córtex cerebral desses privilegiados que usam o percentual máximo, vai para o cemitério servir como adubo para algum capim seco. Demasiada massa encefálica para os “gorilas ilustrados” que também invejamos; que fazem guerras ate a morte, e que criam exércitos e fronteiras, sobre uma bailarina bola de golf.

Mas o resgate desta geração para a solução da crise mundial está nas mãos dos adultos de hoje, infectados pelo vírus de uma sociedade cujos valores são predominantemente e quase únicos, o poder e o dinheiro. É necessário olhar para os seres humanos que atualmente está sendo lançados no milagre da vida, para o pré-natal e a primeira infância, para aqueles que vêm com uma mente fresca, limpa, sem rotinas, sem imposições, que ainda não são tribais ou estão massificados.

A mesma técnica que tem sido disparada para o infinito, acelerando a nossa compreensão do concreto e solucionando os principais problemas de nossas vidas, da mesma forma a educação e a formação integral do homem, pode, em algumas gerações, disparar para o pensamento abstrato, que é próprio e específico do ser humano. E isto vai fazer a criança que ainda é uma esperança, se os técnicos capacitarem os pais e professores para que facilitem os seus filhos e alunos no desenvolvimento desse ser humano consciente, responsável e amoroso. Isso acontecerá quando, a partir do pré-natal através da faculdade e alem dela, se busque uma nova sociedade em que há valores a serem salvos, os poucos que valem à pena, e apareça, sem revoluções e retórica, nem cataclismos, a nova geração de humanos que se comportem como seres humanos, não tendo vergonha de falar de amor, de civilidade, convivência, de limpeza mental, e fidelidade.

Estamos buscando, em cursos e oficinas da CREATICA, conquistar algumas crianças mais "hominizadas" como espécie, mais humanos como indivíduos, mais distante do início da vida de outros mamíferos "inferiores”. Estamos convencidos de que a deshumanização ou “deshominização", ulterior a nossa sociedade, sua complexidade e artificialidade, têm suas fundações e suas origens nas escaramuças iniciais do ensino acadêmico do ser humano: o pré-escolar. É precisamente aí que começa a deformar o mato*, se recebe influências negativas, ou não se ativa e tempera a personalidade.

É por isso que damos tanta importância na CREATICA ao programa Genius do Futuro, como o pilar e fundação da educação, pois para nós, a inteligência não é só pensamento, mas a vida, que é composta de idéias (argumentação e relações mentais), condutas (sociabilidade, convivência, a fraternidade universal) e valores (transcendência, espiritualidade). A forma ou programa Gênios Futuro inclui o pré-natal, neonatal I e II, Maternal, Pré-escolar e preparatório. Tudo isto de 0 a 7 anos de idade cronológica. Se essa fase está bem fundamentada, não há perigo de que o arbusto se deforme em sua verticalidade.

Temos de convidar a criança nesta idade a mais, é preciso desafiá-la a descobrir a quantidade e a qualidade da sua herança biopsíquica, com ênfase na inteligência, raciocínio abstrato e aplicado à vida. Temos de nos antecipar, para evitar preenchê-los, desde o início de "slogans" da atualidade, de dogmas sociais intranscedentes e artificiais, para poluir sua mente e personalidade atormentada pela insegurança e obrigações irritantes, em cuja formulação não fizeram intervenção. Nós os despertamos já nesta idade para mostrar os seus próprios e originais pensamentos, como verdades ou erros que caem, são "seus" erros e as "suas" verdades, sempre com liberdade absoluta de retratação e de mudança, não por medos irracionais, mas pela coragem, honestidade e amor à “verdade verdadeira”.

Temos de preparar a criança do século XXI, não tanto para que se acomode a realidade herdada, e como toda a realidade, mutante, sujeito a ciencidogmas de Niels Bohr e Albert Einstein, enquanto esteja aberto a um novo e continuo modo de conceber a existência, que como adultos de hoje, é difícil chegar a compreender.

Mais que para a informação devemos prepará-los para a informática; mais que para o serviço do homem para o homem, para a robótica; mais que para a eletricidade, a eletrônica, a biônica; mais que para uma única verdade, eles estejam preparados para a alternativa e a reconsideração. Mais do preenchê-los, temos de fazer maior seu vazio interior, seu espaço de idéias, para que eles possam ver e compreender as mudanças fundamentais que já estão à porta e acomodá-las com um sentimento de pertencimento. Não devemos tentar fazê-los iguais a nós - como poderia perdoar nossos pais e avós – que nos repitam, que sejam nossos clones, porque para muitas e válidas razões, nos suspeitamos inacabados, incompletos, mas precisamente para que um dia possam compadecer-se com ternura e maturidade pelo nosso imenso atraso evolutivo. Corresponde-nos ser uma generosa geração de transição para novas formas, tão diferente da nossa, como a espada de Júlio César e um moderno rifle a laser. Não tentemos adiar a inevitável evolução de sua inteligência.

Extraído do livro: A Consciência Índigo: Futuro Presente

Tradução: sandraferris@globo.com


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sobre a Pedagooogia 3000

Jorge Carvajal Posada

Diziam-me de minha filha na escola, que era uma criança bem especial, tanto que seu professor de alemão tirou-a da classe um dia por não suportá-la. Síndrome de Hiperatividade e Déficit de Atenção, diziam. E o psicólogo confirmou o diagnóstico apressado do professor. Mudamos de escola e do método, e tudo mudou. Da noite para o dia essa síndrome, tão temida como caluniada, desapareceu. O diagnóstico havia falhado e afortunadamente tambem seu prognóstico.

O doente era o sistema de educação, o que faltava era motivação, uma forma eufemística de dizer que essa escola não tinha mestres, só professores e técnicos. Um ensinamento sem amor não motiva e a motivação é o ingrediente essencial da atenção, da aprendizagem e da memória.

Se o que conheces não o sabes é porque não o saboreas; se suas palavras só repetem o que já dizem os livros, mas não tem o contexto significativo de tua própria alma, se o que dizes não ressoa em teu coração, possivelmente tua aula se converterá num lugar onde reinará o deficit de atenção. Certamente médicos e psicólogos te darão a razão quando avaliarem a situação. Porem, o que nos importa é a causa.
Estarão perdendo a motivação, se entendiando e sua atenção dispersa estará buscando o que na aula não encontram...

Liberar o potencial humano, educar para uma cultura onde se compartilha integrar todas as vertentes de nossa inteligência em uma inteligência adaptativa que nos permita a todos dar o que viemos dar de nossa vida... Não pode ser outro o proposito de uma nova Pedagogia, uma que convoque o melhor da cultura humana, representada nos recentes avanços da ciência e no suporte de culturas milenares.

É hora de unir as ciências humanas e as ciências da vida na dimensão de uma ciência espiritual que nos permita dar sentido à crise atual. Talvez necessitemos menos diagnósticos e prognósticos e mais compromisso com nossos filhos. Afinal de contas, eles são a sementes da terra, a colheita do futuro e a esperança de uma cultura de relações humanas em sintonia com a Pachamama.

Temos dado passos gigantes em termos de educação, é certo que a mudança quantitativa é inegável, melhoraram o salário, mas no processo não houve avanço qualitativo correspondente:

- Temos mais conhecimento, talvez tenhamos adiquirido novas técnicas e destrezas, mas no caminho temos renunciado a capacidade de criar nossas obras mais belas.

- Temos mais professores e menos mestres, mais doutores e menos sábios; sabemos mais de produção em série e muito menos de artezanatos, mais de peças renováveis concebidas para a competência e talvez mais ciência, mas muito menos da magia de fazer o que fazemos com consciência.

- Temos mais de todo o outro e muito menos de nós. Os sistemas massificados classificam de anormal a quem sai da curva da mediocridade. Educamos para a repetição, premiamos a memória e o automatismo, condenamos os estudantes a perder rapidamente sua vocação e os qualificamos para que somente aprendam a reproduzir modelos alheios. Quase todos os estudantes de medicina que um dia ingressaram em suas universidades cheios de vocação a terão perdido ao final de três anos de “Educação superior”.

As más notas, a deserção escolar e a violência, não são a enfermidade. São o sintoma inequívoco de um sistema de educação profundamente enfermo. Portanto, mais pressuposto, mais tecnologias, mais professores, mais coordenadores, mais aulas e mais classes de valores desvalorizados por um fundamentalismo do dogma, são como um curativo. A enfermidade de nosso sistema educativo é um profundo Déficit de Humanidade, uma perda da vocação pela vida. Educa-se para o êxito, para a competência, para o exame, mas não para o apaixonar-se pela vida.

E se a Pedagogia, mais que um acumulo de teorias e de técnicas, fosse uma estratégia humana para re-encantar a vida? E se pudesemos aprender ensinando, aprender aprendendo e assim ser, sendo único, o que somos e como somos, para experimentar a plenitude de ajudar-nos, de completar-nos? E se aprendêssemos a partir da humildade e da inocência do saber que não sabemos, para sabernos imersos finalmente em um conhecimento que nos envolva cheio de amor? E se assim, se unirem a cabeça e o coração em um projeto de viver, em que a compreenção no leve a um novo tipo de relação com a natureza em nós?

Nesse dia, o amor será nossa melhor medicina, e nossas medicinas levaram implícito o amor. Nesse dia, a pedagogia será também nossa terapêutica e a terapêutica será nossa melhor pedagogia. Nesse dia, não tão distante, a pedagogia convocará todas as nossas inteligências nessa via de sabedoria que vincula a Grande Cadeia da vida. Que esta Nova Pedagogia nos envolva na dimensão de uma nova cultura de relações humanas, em que a liberdade seja conseqüência da responsabilidade. Uma cultura no caminho da alma. Uma cultura da alma.

Estou convencido, querido leitor, que Pedagooogia 3000 de Noemi Palmal será parte deste caminho.

Jorge Carvajal Posada

Tradução: sandraferris@globo.com


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Índigo: Hipersensibilidade, Intuição e Raiva


Maria Dolores Paoli

Temos que lembrar que nossa missão como pais e docentes destas crianças é servir de ponte entre esta particular sensibilidade e inteligência para ajudá-los a canalizá-la para que possam ser úteis a humanidade.

A hipersensibilidade das crianças Índigo se manifesta física, emocional, psíquica e espiritual.


Sensibilidade física

Fisicamente, seus sentidos estão mais ativos, sua vista abarca um maior campo visual percebendo tonalidades de cores que os adultos, vibrando em terceira dimensão, não captam. Por isso, são hipersensíveis a luz fluorescente pelo que podem apresentar uma distorção de percepção ocular a qual acarretaria problemas de leitura e escrita. Podem, desde muito pequenos, perceber facilmente a aura das plantas, dos animais e das pessoas.

Utiliza sua intuição visual percebendo a energia, a freqüência de luz, que emana das pessoas ou objetos. Por exemplo, se chamarmos um bebê mentalmente, intuitivamente, o bebê olhará em direção a origem da emanação da energia, captada inicialmente por uma freqüência de onda mental e buscará de onde vem a luz que está percebendo. Seu alerta vai alem de seus sentidos físicos, utiliza os “supra-sentidas” (extensão dos sentidos físicos que vibram em um nível mais sutil, mas que se apóiam nos sentidos físicos para desenvolver suas antenas interdimensionais).

Auditivamente percebem decibéis de maior alcance pelo que são muito sensíveis a ruídos estridentes, os quais os deixam atordoados. Por outro lado, seu sentido olfativo está muito associado a identificação. Com grande facilidade captam a vibração olfativa que emana do odor da pessoa, lugares, objetos, igualmente detectam odores a distancia. São muito sensíveis a odores químicos que os irritam e desequilibram, assim como o odor ao tabaco, perfumes, pesticidas.


Quanto ao gosto vemos que tem preferências e inclinações muito definidas desde tenra idade no que diz respeito aos alimentos. Tendem mais a ser vegetarianos espontaneamente desde pequenos, com maior inclinação pelas frutas. Desenvolvem freqüentemente sensibilidade reativa ou tóxica por determinadas comidas, em especial aquelas que têm aditivos, conservantes e corantes. Quanto ao tato, é o órgão através do qual manifestam maior sensibilidade. Reagem a nível cutâneo com urticárias e alergias a tudo o que não é feito com materiais cem por cento naturais, vem daí seu incomodo a roupas íntimas engomadas, as etiquetas e as misturas de materiais sintéticos em contato com a pele.

Os Índigos dormem menos, podendo descansar plenamente em quatro horas, enquanto que nós os adultos, de terceira dimensão levamos oito horas para nos recuperarmos. Comem menos e tem mais energia podendo, como Índigos adultos, ser mais produtivos em menor tempo, pois tem a capacidade espontânea de comprimir o conceito de tempo cronológico. Para eles não há tempo linear, somente interdimensional.

Sensibilidade emocional

Quanto à parte emocional, sua sensibilidade se manifesta na habilidade de ler as “agendas” dos demais, pois, através de seus “supra-sentidos”, percebem a nível celular o que está acontecendo. Por isso não aceitam o jogo de poder, da autoridade. Eles captam que a autoridade é um mecanismo de controle baseado no medo e esta é uma energia própria da terceira dimensão que não tem cabida na quarta dimensão.

O medo é capitaneado pelo Ego, o que nos fez esquecer nossa origem divina, e que tem como pilar de sustentação a separação, a dúvida e se manifesta, entre muitas outras coisas, pela mentira, controle, manipulação, superioridade, inferioridade, impulsividade, violência. Estes são mecanismos através dos quais os Índigos não funcionam, se rebelam, confrontam, pois não é uma energia inerente a sua freqüência devido a que o medo é aprendido, quer dizer, não é intrínseca a nossa essência. Eles vêm para criar uma sociedade baseada no amor, na cooperação. Na mudança, o medo separa, compete, desqualifica, por isso não se alinham com a imposição ou em contrapartida, a submissão. Rebelam-se alegando o respeito a sua individualidade, fazendo alarde da realeza de sua essência. Para eles, a honestidade e a abertura são a base do respeito, a autenticidade e a visibilidade é seu mecanismo de vida, todos estes, atributos próprios da quarta dimensão. É daí que confrontam os adultos ao trabalho das emoções, do autoconhecimento, do discernimento de nossa abordagem em nos relacionarmos, revisando se é a partir do medo ou a partir do amor.

Sensibilidade psíquica e espiritual

Psiquicamente, ao estarem mais integrados com sua essência, manifestam dons e capacidades que nós, a partir da limitação da terceira dimensão, consideramos poderes psíquicos, mas, realmente, é a utilização de sua qualidade divina expansiva. Daí que venham com inerentes capacidades de cura, manejo de energias a distancia, conexão livre e direta com a supra-consciência, seu Eu Superior, manifestando-se em telepatia, clarividência, clariaudiência, intuição, sonhos premonitórios. Ao estar seu nível de consciência mais expandido podem antecipar com grande facilidade as vibrações das pessoas, objetos, situações, conhecendo de antemão o possível cenário.

Conecta-se espontaneamente com sua intuição, a voz da alma através do coração, a porta de entrada ao interdimensional. Daí sua grande sensibilidade. Nós, os pais e educadores, deverão preservar respeitar, não bloquear ou submeter essa habilidade, pois, lamentavelmente, é preciso somente um comentário ou invalidação insensível da parte do adulto para desconectar a criança de sua intuição.

Ela é seu bastão de proteção, a que o mantém a salvo, fora de perigo conectando-o com seu Eu Superior. No milênio passado se ofuscava a importância que tinha a intuição porque tudo o que não era concretamente comprovável se desdenhava. Com essa atitude afiançamos nosso distanciamento de nossa essência, nos desconectamos de nosso coração, substituindo nosso valor por elementos de aprovação externa. Então, mudamos a conexão do ser pelo ter como forma de nos sentirmos seguros e aceitos.

A intuição não é irracional, não requer que se lhe invalide ou ignore através da razão, nem através da desconexão de nossos sentidos. Os sentidos são para complementar e apoiar a intuição, para dar-lhe informação, para incentivar-nos a ter atenção no que acontece ao nosso redor e relacioná-lo. Ensinar as crianças que ouçam seu coração com a atitude de que honrem o que sentem, é a melhor forma de afiançar a intuição neles. Ao alimentar sua intuição se oferece a criança um mundo amistoso, cheio de aventuras, divertido, porque saberá retirar-se de pessoas e situações que não lhe são benéficas, seu coração lhe dirá e ele o implementará na medida que respeitemos e validemos sua intuição. A intuição é como um músculo que precisa ser exercitado para ser receptivo e nós, adultos estamos no papel que representa guiar nossos filhos a consolidar este sexto sentido.

Se os pais se inclinam a que os filhos se centrem no cumprimento de metas, a avaliar a vida somente pelo resultado, não tolerando equívocos, as crianças viverão somente para conseguir êxito, independentemente de como consigam fomentá-lo para obter a aprovação de seus pais. Estas condições ativam o medo nos filhos, tornando-lhes difícil alinharem-se com a intuição, já que o medo torna opaca a intuição e por isso crescemos ouvindo mais nossos medos que a nossos corações. Cada dia, as crianças carregam as expectativas e ambições dos pais sobre seus ombros, pois que o temor é sua força condutora. Por isso, a melhor forma de assegurar que as crianças cresçam seguras é que se sintam motivadas por um sentido de guia interior, em vez do temor.

As crianças Índigo já vêm com sua intuição ativada porque utilizam uma maior porcentagem do cérebro e uma maior relação entre o lóbulo esquerdo e direito. No entanto, se não nos tornamos solidários com suas capacidades, nós podemos bloqueá-las e ativar muita frustração e raiva neles. Para ajudar as crianças a nutrirem sua intuição, o mais importante que devem fazer os adultos é cultivar a presença na ação e escutá-los com atenção.

Índigo e raiva

A raiva é uma emoção que é considerada normal ao senti-la. Todos os seres humanos, tanto grandes quanto pequenos, vivem tem vivido esta emoção. No entanto, é normal porque a maioria das pessoas a tem experimentado, mas não é natural porque não é intrínseca a essência do ser humano, já que não nascemos com ela senão, que a vamos aprendendo no caminho da vida por modelagem, pelo que a conduta se imita depois que se a tenha visto ser executada no entorno.

À medida que as crianças Índigo vão crescendo vamos observando, com certa freqüência, que tendem a se por raivosos. Para entender esta manifestação possível se requer entender o processo da raiva. A raiva é uma emoção que se nutre de necessidades insatisfeitas cujos pilares estão fundamentados na injustiça, impotência, no pensamento de exigência e culpa.

As manifestações de raiva física, ventilada, se notam nos gestos de contração no corpo como punhos cerrados, em tensão muscular de cara refletida em cenho franzido, caretas com a boca, ranger de dentes, contração da mandíbula, olhos fora de orbita, tensão das cordas vocais, expressando-se ao subir o tom de voz, o grito, atropelo ou abuso verbal e um maior regar sanguíneo que aumenta a temperatura. Estas podem ter sido vistas inicialmente no círculo familiar primário como são os pais, irmãos; secundariamente, com avós, tios e demais familiares e/ou terciariamente, que é no meio ambiente, o colégio, a televisão e outros meios de comunicação. A influencia se minimiza a medida que o círculo se distancia do entorno imediato da criança.

Se reagirmos visceralmente aos estímulos, sem modelar a calma, as crianças aprendem que esta conduta é a adequada e a copiam acionando-a quando se sentem frustrados e as coisas não lhes saem como eles desejam e esperam. Nossa reação lhes dá um padrão, uma forma de perceber os fatos. Com ela lhes proporcionamos uma avaliação do estímulo, sejam com nossas palavras ou com nossos gestos, que logo vão imitar.

A raiva é um alerta de que não estamos sabendo manejar um aspecto emocional em nossas vidas. Por isso, se atuamos com calma ante uma situação de frustração lhes estaremos dando o melhor presente de modelo, a melhor ferramenta para usar nas tensões no futuro. As crianças aprendem mais pelo que vivem do que pelo que ouvem. Portanto, esta emoção se dá quando não se pode usar o contraste das emoções fortes entre o que se deseja e o que se consegue.

No Índigo, o contraste forma parte de sua cotidianidade. Vive emoções fortes entre o que sua inteligência espiritual lhe proporciona e o que capta de seu entorno material. Custa-lhe utilizá-lo, pois, por sua mesma condição de expansão, captam multidimensionalmente energias de outros planos mais sutis que o confrontam com a densidade da realidade da terceira dimensão, sentindo um embate energético. Este aspecto se dá majoritariamente no ser Índigo que está há muito tempo sem reencarnar e que vem assistir a humanidade na passagem de transição para outra dimensão.

A eles custa muito usar a densidade do corpo, o sentem como um freio a sua sutileza, seus pensamentos são mais velozes que sua articulação e sentem impotência com as ferramentas de comunicação, tais como; ler, escrever, repetir, pois são métodos muito lentos para a sua própria velocidade de vibração. Também lhes custa por em prática a paciência, pois em seus mundos sutis a manifestação do desejo ou da intenção é imediata, o tempo entre estímulo e resposta não se faz esperar.

Na mudança, na terceira dimensão o impulso se demora a que passe por todas as matrizes de criação e se consiga concretizar. Seus pensamentos de exigência que ativam a raiva são mais altruístas porque desejam nossa evolução, que tiremos a venda da ignorância de quem somos para que possamos perceber nossa essência e atuarmos de acordo com ela. Para isso, precisamos fazer um esforço de desembaraçar-nos das emoções que nos empacam, como o medo. Portanto, nos confrontam com ele na no cotidiano, não fazendo caso das ameaças, coerções, castigos que lhes tratamos de impor, fruto da necessidade do controle, produto da mesma emoção.

A impotência que sentem é por encontrar ainda muitas arestas para aparar no meio ambiente, muitas condições impostas lares e colégios, que o pretendem atar a exigências que para eles já são obsoletas, absurdas, como ter que aprender de memória as lições, perder tempo na repetição de detalhes quando sua visão é mais do todo. É holística. Seu sentido de urgência alimenta sua impotência. Por isso, observo com freqüência que em seu vocabulário a palavra injustiça é recorrente. A expressão “não é justo” se cola em seus pensamentos, pois choca com sua profunda necessidade de ser respeitado desde pequeno, de viver um sistema horizontal não vertical, de participação não de autoridade e de levar a cabo a mudança que já está presente nele.

Como ajudar-lhes?

Quando validamos estas necessidades observamos que as crianças fluem mais em função de sua missão de vida. Há menos confrontos com os adultos pois os sentem como aliados, assistentes, para levar ao fim seu propósito de vida. Por isso, é recomendável que o adulto articule a presença da emoção da raiva neles, por exemplo: “parece que você está muito bravo”, em vez de cortar a emoção e reprimí-la como: “Como pode pensar em ficar bravo?” Depois, permita a criança descarregar a tensão do músculo, correndo, pulando corda, jogando bola, de forma que o músculo libere a tensão através do movimento e possa relaxar.

No entanto, quando omitimos estas condições vamos cortando sua conexão com sua inteligência espiritual devido a nossa repetição, a imposição de nossos critérios, e ao fazê-lo os densificamos, os contaminamos e observamos, então, inteligências postas ao serviço da incoerência, crianças raivosas, frustradas, que se tornam violentas.

Há que se lembrar que nossa missão como pais e docentes destas crianças é servir de ponte entre esta particular sensibilidade e inteligência para ajudá-los a canalizá-la para que sejam úteis a humanidade e reconhecer que em sua experiência dentro da tridimensionalidade absorvem os modismos que nós temos modulado, ainda que sua intenção seja mais sutil. Assistindo-os, ajudamos a nós mesmos.


Fonte: Extraído do livro “Consciência Índigo: Futuro Presente”


Tradução:sandraferris@globo.com






segunda-feira, 12 de outubro de 2009

BORISKA: O menino que veio de Marte

Membros de uma expedição à zona anómala situada no norte da região Volgogrado, mais conhecido como "Medvedetskaya gryada", contaram-me uma história de um rapaz incomum, chamado Boriska …

“Você pode imaginar, enquanto todos estavam sentados à volta de uma fogueira à noite, uma criança (cerca de 7 anos de idade) de repente pediu a atenção de todos. Levantou, ele queria falar a todos a respeito da vida em Marte, sobre seus habitantes e suas viagens para a terra, " conta uma das testemunhas . Todo o mundo ficou em silêncio. Foi incrível!

O garotinho, com enormes olhos vivos estava prestes a revelar uma magnífica história a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre Lemuria, um país maravilhoso, cuja vida que ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, e fizera amigos lá …
As rachas de madeira estalando, a noite de nevoeiro cobria o território e o imenso céu escuro estava cheio de pequenas estrelas pareciam esconder algum tipo de mistério. Sua história durou cerca de uma hora e meia. Um dos membros da expedição foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa .

Muitos foram surpreendidos por dois fatores distintos. Em primeiro lugar, o garoto possuía excepcionalmente profundo conhecimento. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de 7 anos de idade . Nem todos os professores seriam capazes de narrar toda a história da Lemuria e seus habitantes em tais detalhes. Você não será capaz de encontrar qualquer menção deste país nos manuais escolares. A ciência moderna ainda não provou a existência de outras civilizações.

Em segundo lugar, fomos todos surpreendidos com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento da terminologia específica, detalhes e fatos de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.
"Porque é que ele começou a narração naquele lugar," disse o meu interlocutor. "Talvez, simplesmente foi tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta e capazes de o entender," continuou ele.
"Poderia ele ter inventado isso tudo?"

“Duvidoso”, disse o meu amigo”. "Para mim, isto parece como que o garoto estava a compartilhar suas recordações pessoais de vidas passadas. É praticamente impossível inventar tais histórias; alguém realmente teria de conhecê-las.”

Hoje, após encontrar com pais de Boris e conhecer melhor o menino, eu comecei a analisar cuidadosamente todas as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii num hospital suburbano, embora oficialmente, com base nos documentos oficias, a sua terra natal é a cidade de Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu aniversário é 11 de janeiro de 1996. (Talvez esta informação seja útil para os astrólogos).
Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é um dermatologista numa clínica pública. Ela foi graduada no instituto médico de Volgogrado, em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos eles ficariam felizes se alguém pudesse desvendar algum mistério com a ajuda do seu filho. Por enquanto, estão a observar o crescimento da criança.

- “Após Boriska nascer, em 15 dias notei que ele era capaz de manter a cabeça erecta”, diz a Nadezhda. Sua primeira palavra que pronunciou foi "baba", quando ele tinha 4 meses de idade e depois começou a falar muito em breve. Com 7 meses, ele construiu sua primeira frase, "eu quero um prego." Disse esta frase após ver um prego encravado na parede. Mais notável foi que, as suas habilidades intelectuais ultrapassavam habilidades físicas.

- Como é que essas habilidades se manifestavam?

- Quando Boris tinha apenas um ano de idade, comecei a lhe dar cartas, e adivinhem o que aconteceu, entre os 1 e 5 anos ele era capaz de ler o jornal. Não demorou muito para ele se familiarizar com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos.

Então, logo depois que completou 2 anos, o levamos para o centro de puericultura . Os professores ficaram todos surpresos com os seus talentos e sua maneira de incomum de pensar. O menino possui uma memória excepcional e uma incrível capacidade para captar novas informações. Contudo, os seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo essas informações inéditas, de algum outro lugar …

- Ninguém nunca he ensinou essas coisas, disse a Nadya. Mas, às vezes, ele sentava nessa posição de lótus e começava novamente a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes… não podíamos acreditar com nossos próprios olhos aquilo que ouvíamos.
Como pode uma criança saber tudo isso?
Cosmos, histórias sem fins de outros mundos e dos imensos céus, são como mantras diários para ele desde que ele completou 2 anos.
Foi então que Boriska nos disse sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta foi, de fato, habitada, mas como resultado das mais poderosas e destrutivas catástrofe, perdera sua atmosfera e que hoje todos os seus habitantes tiveram de viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele viajava para a terra muitas vezes em negócios e outros fins de investigação. Parecia que Boriska propriamente pilotava sua nave. Isso aconteceu durante os tempos das civilizações Lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu na sua presença …

- Houve uma grande catástrofe na terra. Um gigantesco continente foi consumido pelas águas tormentosas. Então, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção… o meu amigo estava lá…, diz Boriska. Eu não pude salva-lo. Estamos destinados a nos encontrar as vezes nesta encarnação.

O rapaz contou tudo sobre o incidente, como se isso tivesse acontecido ontem. Ele sente um desgosto pela morte de seu melhor amigo como se ele fosse culpado.

Um dia, ele encontrou um livro no saco da sua mãe intitulada "De Onde Viemos?", de Ernst Muldashev. Você deveria ter visto a felicidade e fascinação que esta descoberta desencadeou no rapaz. Ele alistou as páginas durante horas, olhando para esboços de Lemuria, fotos do Tibet. Ele então começou a falar alto sobre o intelecto dos Lemurianos…

- Mas Lemuria deixou de existir no mínimo… 800 000 anos atrás, eu afirmei. Lemurianos tinham 9 metros de altura! Estou certo? Como você pode lembrar tudo isso?
- Eu lembro, respondeu o rapaz.


Mais tarde, ele começou a recordar doutro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é essencialmente dedicado aos antigos túmulos e pirâmides. Boriska firmemente declarou que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a pirâmide de Quéops ). E isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida irá mudar quando a Esfinge for aberta" disse ele e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum lugar atrás da sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. Segundo ele, sabemos muito pouco sobre esta grande civilização e seu povo.

Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos."
- Como é que você sabe sobre essas crianças dotadas e porque isso ira acontecer? Tem consciência de que eles são chamados de miúdos "índigo"?

Eu sei que elas estão a nascer. No entanto, eu não conheço ninguém em minha cidade ainda. Talvez possa ser esta menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única pessoa que acredita em mim . Outros simplesmente riem das minhas histórias. Algo vai acontecer na terra, é por isso que estas crianças serão importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter . A primeira grande catástrofe com um dos continentes acontecerá em 2009. Próxima acontecerá em 2013 e será ainda mais devastadora.


- Não sente medo que a sua vida também possa terminar como resultado dessa catástrofe?
- Não. Não receio nem um pouco. Tenho vivido uma catástrofe em Marte uma vez. Ainda vivem ali pessoas como nós. Porém, após a guerra nuclear, tudo se queimou. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, e novos armamentos. Ocorreu também um deslocamento de continentes lá, embora o continente não era tão grande. Os Marcianos respiram gás. Em caso deles regressarem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça .
- Você prefere respirar oxigénio?

- Uma vez possuindo este corpo, tem-se que respirar oxigênio. No entanto, marcianos não gostam deste ar, o ar da terra, porque causa envelhecimento. Marcianos são relativamente jovens, com cerca de 30-35 anos. A quantidade dos bebes marcianos aumentará anualmente.
"Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte?" "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contem radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?)

"Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. E absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, "Fobos 1" e "Fobos 2". Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a serio então."
"O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional?"

Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo o momento!" O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar а borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo."
Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio.

“Ele afirma que pode prever”- diz sua mãe. “Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro.”
"Boris, como você sabe de tudo isso?" "Está dentro de mim."


"Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes."

"A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se em bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos." (essas são exatamente as palavras que ele usou) “Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem por que os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia!”

"Como você sabe disso tudo?"

"Eu sei. Kailis".

"O que você disse?"

"Eu disse ora. Essa é a linguagem do meu planeta."










quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Educação Evolutiva 4: O Som na Educação

Por que o som?
Sempre falamos do som, se buscarmos em livros ou meios de comunicação encontraremos como definição aquilo que podemos medir, dar suas características, formas físicas de como se move se expressa, classificá-lo, etc. Mas em si mesmo, quando nos perguntamos; o que é? Mais alem de como é, o que é?.... E entramos nesta pergunta uma e outra vez, aprofundando e abrindo esse espaço de curiosidade nos permitimos chegar a uma aproximação para a resposta... Nós a encontraremos com a compreensão de que “O som impulsiona a criação”; “Primeiro foi o verbo”; “Tudo se inicia com um grande som (Big Bang)” e outras muitas afirmações que estão presentes em nossas vidas, porem nem sempre nos detemos para compreendê-las.
Sugerimos que se dê permissão para abrir essa pergunta em você.

O que é o Som?

Para nós o som é uma energia que permite veicular a consciência, que se expande e viaja a diferentes níveis.

O universo todo vibra, todo soa, pois cada partícula emite um som ainda que este não seja detectável por nossa capacidade auditiva. Ao unir-se uma partícula com outra e inter-relacionar-se, vão criando uma musica; uma organização de sons que sustentam sua harmonia. Em cada musica há um tom fundamental sobre o qual se constrói as outras notas. Nosso desafio é poder voltar a harmonizar-nos (como quando se afina um instrumento musical), com o tom original de nosso SER Divino.

O sentido de trabalhar com o som na educação é que o som permite integrar consciência de forma natural, simples e profunda. Enquanto, vai se produzindo está harmonização e processo de afinamento do SER.

No âmbito educativo encontramos várias formas para expressar e explorar dentro da manifestação do som; neste artigo repassaremos algumas delas e esclareceremos que cada uma é um capítulo completo por descobrir e aprofundar.

1. Som puro: exploração sonora:

Trabalho com o reconhecimento do som interior inicia-se sempre com uma conexão interna, um momento de silenciamento. O silêncio nos conduz ao encontro do SER verdadeiro. Na uma realidade o silencio é um estado de consciência sonora.

“Se silencias o barulho da cidade, escutarás a natureza...
Se silencias o canto das aves, escutaras o canto da brisa,
Si silencias a brisa, escutarás sons mais sutis...
Se silencias teus pensamentos, escutarás teus sentimentos,
Se os silencias, talvez escutes teu SER”...

O trabalho com o som puro está vinculado a sons vocálicos e mantras específicos que a criança ou pessoa ao reproduzi-los vai ingressando em novos estados de consciência sonora, ate que se conecta com a realidade musical de seu ser interno e é capaz de começar a reproduzi-la, assim vai se harmonizando os sons ao tom principal.

2. Sons executados e cantos:

Trabalho com a criação de cantos, ativando-se a capacidade de ser co-criadores, excedendo o potencial criador de cada um.

Trabalha-se com o canto interior em suas múltiplas formas de expressão, a partir do cantarolar, do assovio, do acalanto, do canto mental (sem som externo), e o canto meditativo.
Ativa-se o descobrir os sons de instrumentos musicais, desde tigelas de quartzo, de alinhamento de 7 metais, sinos tibetanos, harpa, instrumentos de cordas, de sopro e percussão. Criando a partir do código da harmonia.

3.Interatuar conscientemente com musicas já criadas:
de escutar conscientemente uma obra musical criada por compositores. É um trabalho em que se realiza uma técnica de escuta consciente (criada originalmente por George Balan, musicólogo Romeno, radicado na Alemanha). Na qual se integra o movimento das mãos e braços ao processo da escuta. Ativa-se a capacidade de ser CRIADOR enquanto escuto, de tal forma que o processo de ouvir musica seja um ato criador e não um “passatempo”.

No trabalho realizado na Educação Evolutiva, tem-se feito uma investigação profunda (de mais de 12 anos); onde acessamos certas musicas específicas que potenciam habilidades particulares, segundo seja a musica. Favorecendo as inteligências múltiplas, (denominação de Howard Gardner).

Interatuar com a musica não só nos conecta com o poder do som, como também nos permite integrar vibração sonora, mais alem do que entendemos ou não, e ela vai realizando em nós o trabalho de harmonização interna. Algumas musicas permitem transportar o conhecimento e integrá-lo como consciência.

4. Incorporação de canções:

Os conteúdos educativos vão sendo dados através de canções criadas que potenciam o processo evolutivo. Trabalha-se ao tomar consciência das letras, o sentido e poder criar canções que não entorpecem o desenvolvimento evolutivo normal, sem dificuldades projetadas na experiência.
Na criação de canções se realiza o trabalho de que cada um ao criar suas canções, canta seu nome e busca o movimento – dança que nos permite expandir a realidade de quem somos.

5. Musicas que permitem liberar:

Em certos momentos, é necessário poder apoiar-se com musicas mais rítmicas que permitem soltar e aflorar as tensões e conectar-se com a capacidade de rir-se das dificuldades...
Ter em conta que sejam musicas que permitam movimento espontâneo, o jogo, o soltar. Atentos com o tipo de letras.

6. Sons que harmonizam as emoções:

Trabalha-se com os sons da natureza. Dos elementos e vai se reconhecendo esses elementos dentro do corpo. Conexão com o som da água ou brisas, o som do fogo... Que permitem entrar na tranqüilidade fazendo com que nos sintamos estar contidos pela Mãe Natureza.

7. Sons de conexão com a Terra:

Aprofunda-se nos sons de percussão. Ativando o ESTAR. O sentir-nos firmes na terra.



Documento pertencente a Rede de Educação Evolutiva.
Autoriza-se a reprodução, respeitando-se a fonte original:
Irdinave, Educación Evolutiva.
http://www.educacionevolutiva.org/

Tradução do original em espanhol: sandraferris@globo.com


terça-feira, 6 de outubro de 2009

“JAMAIS ESCONDA A SUA LUZ”

Sandra Ferris


Nesta linda manhã de Outubro recebi uma mensagem de um querido amigo e companheiro de jornada que me fez refletir sobre os potenciais, dons e sincronicidades que tem estado comigo e que na maioria das vezes tenho dificuldades de reconhecer.

A mensagem de Gustavo fala dos potenciais de 2012, de como eles realmente são e de como essas mensagens são exploradas por aqueles que ainda se encontram inconscientes dos verdadeiros dons que possuem e de sua participação como co-criadores desta Nova Vida.

Esta Nova Vida que se forma dentro de nós traz a semente do amor que esteve dormindo por Eons e agora desperta docemente através da nossa intenção em expressar aquilo que temos de melhor.

Está Nova Vida, que tantos de nós sonharam é uma realidade "Agora", e se faz “presente” através da consciência de um coletivo que está irmanado na certeza de que o amor está sendo derramado sobre nós e para recebê-lo basta nos mantermos receptivos abrindo nossos corações e nossas mentes.

Muitas vezes ficamos apegados ao fazer e nos esquecemos de ser tudo que somos e para o que fomos criados e, se nos apegamos demasiadamente ao fazer nos distraímos deixando de lado nossa verdadeira essência.

No entanto, tudo o que buscamos com intenção pura, de repente se apresenta diante de nós através de sonhos, filmes, símbolos e como mensagens como esta que acabo de ler do meu querido amigo, para nós lembrar que “só se vê bem com o coração, pois o essencial é invisível aos olhos”.

Hoje, de manhã quando acordei uma frase se repetia na minha mente e eu desejei colocá-la aqui no blog, onde falo sobre ìndigos: “Jamais esconda a sua Luz”.

Fica então, aqui esta frase, como um alerta ou chamamento para os que visitam, mas principalmente para mim mesma, já que esta foi a forma que encontrei para expressar a minha Luz ao difundir informações que considero importantes neste grande momento de transição para uma nova humanidade. Esta frase é o slogan do site do Gustavo, que devo considerar, depois que li o texto que ele me enviou, da conexão existente entre aqueles que desejam, sonham e trabalham para que esta Nova Vida se manifeste e se expanda para todos.

O momento então é de Re-lembrar e Re-ativar a Conexão de Amor que existe em nós. Vendo e Ouvindo a partir do nosso próprio coração. É essa essência que vibra na Consciência Índigo e que temos que permitir brilhar: A essência do Amor Incondicional.

Caso se sinta desejoso(a) de ler a mensagem que recebi hoje de um farol de luz ela está disponível em:http://www.faroldeluz.com.br/conec/Text%2016.html


Até breve, Namaste!