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sábado, 9 de março de 2013

Escola britânica incentiva jovens a se descobrirem






O dia começa diferente na Brockwood Park School, escola internacional localizada na pacata Hampshire, a 100 quilômetros ao sudoeste de Londres, na Inglaterra. Os estudantes, cerca de 70 jovens com idades entre 14 e 19 anos, fazem 10 minutos de silêncio para refletir sobre suas vidas e o aprendizado. Em seguida, tomam café da manhã e partem para as tarefas diárias de manutenção ­– cuidam da cozinha, limpeza da casa e da horta de alimentos orgânicos (a alimentação é totalmente vegetariana). Antes de começar as aulas, alunos, professores e funcionários realizam uma Assembleia para debater os problemas da escola.


Refletir é uma das principais atividades em Brockwood, que se propõe a ser um espaço para os alunos se autoexplorarem e descobrirem suas paixões. Para ajudá-los nessa busca, o currículo é montado com base em conversas com os estudantes que visam revelar as necessidades particulares de cada um e discutir o que eles desejam fazer de suas vidas.

No primeiro ano, quando os estudantes têm entre 14 e 15 anos, um programa de estudos amplo e flexível é montado junto com os tutores para que o estudante tenha contato com diversas áreas. Nesta etapa, eles não são avaliados. A partir dos 16 anos, os estudantes têm liberdade para escolher seu programa individual de estudos. Novas disciplinas e cursos podem ser criados de acordo com as necessidades específicas dos alunos. Eles podem ser avaliados de forma convencional ou criar e desenvolver seus próprios projetos com o auxílio de um tutor.


“Tentamos criar um ambiente livre de medo, que opera no máximo possível sem punição e premiação, e que não institucionaliza a competição. Os jovens são encorajados a cooperar. Em uma atmosfera como esta, você desperta o melhor em todos”, diz Bill Taylor, co-diretor da Brockwood, no vídeo “A Unique Education” (Uma educação única), produzido em 2012, por um ex-professor da instituição.


Fundada pelo educador e filósofo indiano J. Krishnamurti, em 1969, Brockwood oferece uma educação holística baseada nos preceitos: excelência acadêmica, autocompreensão, criatividade e integridade em um ambiente seguro e não-competitivo. As salas de aula recebem no máximo oito alunos, para que o professor-tutor possa dar atenção personalizada para cada um deles.


Gopal Krishnamurthy, um dos responsáveis pelo currículo da escola, afirma em uma palestra sobre a metodologia de ensino que classes pequenas são fundamentais para o professor se relacionar com um por um de seus alunos, entender o raciocínio deles e para que os estudantes possam aprender um com os outros. “Em geral, acredita-se que a aprendizagem é um caminho linear, que vai do ponto A ao B. Mas a aprendizagem não tem um caminho, ela pode envolver ir para frente, para trás, dar voltas, parar, observar. O professor precisa entender em que ponto o aluno está deste percurso”, afirma em um vídeo no canal da escola no YouTube.


O currículo é divido em cinco áreas principais: habilidades e interesses (culinária, dança, teatro, cinema, fitness, música, astronomia, horticultura, fotografia, piano, violino, cerâmica, canto, composição de letras de música, engenharia musical), crescimento pessoal e contato com a natureza (cuidado com a terra, desenvolvimento humano, yoga), Núcleo da abordagem Brockwood (o despertar da inteligência, encontrar o que você ama fazer, relacionamentos, a importância da natureza e do silêncio), serviço comunitário/pensando no próximo (limpeza, manutenção e planejamento de atividades na escola) e exames acadêmicos, que contempla grande parte das disciplinas tradicionais do currículo (artes, biologia, business, química, criminologia, drama, economia, geografia, estatística, comunicação gráfica, história, matemática e mecânica, teoria musical, filosofia, psicologia, estudos de religiões, inglês, francês, alemão, espanhol).


A escola prepara e inclusive aplica testes para os exames tradicionais das universidades britânicas, como o IELTS (International English Language Testing System). A instituição acredita que sua abordagem educacional ajuda a minimizar a ansiedade e o medo que a pressão do exame desperta.


O corpo docente tem uma bagagem acadêmica bastante variada e a maioria dos professores tem mestrado ou especialização em diferentes áreas – religião, gestão Ambiental, direito, criminologia, engenharia, artes, design, educação, filosofia, entre outras.


Com estudantes de cerca de 25 países diferentes, a escola inicia desde cedo a internacionalização de seus alunos “Devido a Brockwood ter me colocado junto com pessoas de todo o mundo, eu aprendi a ser curiosa sobre o planeta onde vivo e as pessoas que eu encontro”, relata Maryam, francesa e ex-aluna no site da escola.



Fonte:http://porvir.org/porfazer/escola-britanica-incentiva-jovens-se-descobrirem/20130226

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Crianças Cristal


Cristal é o nome dado às almas avançadas que vêm para a encarnação a fim de transmutar a feiura em beleza. Elas reconhecem sua própria divindade e demonstram as qualidades de um novo ser. O termo “novo ser” indica que existe uma diferença, ou seja, há uma mudança de um estado competitivo para um estado de cooperação. Essas almas avançadas escolheram vir em missão voluntária para aquelas áreas em que há confusão e separação no intuito de trazer de volta qualidades que foram perdidas; tal missão pode causar experiências extremas para elas, tudo para ajudar a integrar o material e o espiritual em um estilo de vida perfeito.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Putz... acho que sou Índigo!

Muita gente acha que esse papo de Índigo é coisa de maluco, de alienado, de gente esquisita. Por isso, na maioria das vezes, quando nos perguntamos; será que sou Índigo? levamos um grande susto porque apesar de nos encantarmos com as descrições características, reconhecemos seu cunho futurista. Quando me perguntei isso rolou um monte de questionamento e de medo de estar assimilando coisas que eu no fundo do meu coração estaria desejando, respondendo assim a minha falta de talento de me encaixar no mundo. Foram muitas noites sem dormir até que as coisas ficassem mais claras dentro de mim e então, a aceitação aconteceu: Sou Índigo, Pronto falei! Mas, e agora? Meu ímpeto foi de buscar uma forma de ajudar outros a se descobrirem. É aí, que geralmente agarramos e, ficamos rodando igual a cachorro atrás do rabo, sem saber que a maioria de nós (Índigo) não nasce pronto. Mesmo àqueles que vieram conscientes de sua condição, passam por processos de adaptação, compreensão e até mesmo de ajustes em termos energéticos, quando chega aqui na Terceira Dimensão. Na minha percepção o maior desafio que a maioria dos Índigo encontra está relacionado com a autoestima. Este é um ponto que deve ser tratado com o maior carinho e compaixão, porque em geral a educação que recebemos e a que vemos aqui até a data de hoje, salvo raríssimas exceções, é um sistema que destrói a autoestima de qualquer cidadão, sem contar a nossa bagagem de vidas passadas. Portanto, nosso coração chora quando vê uma criança sendo maltratada, incompreendida, ofendida. Enfim, desrespeitada em sua integridade, pois sabemos que isso pode gerar bloqueios que impedirão a plena manifestação daquela consciência que está aqui porque se ofereceu para prestar serviços em benefício da humanidade como um todo. Por isso, vemos hoje muitas mães abandonando carreiras promissoras, ou buscando alguma alternativa, quando não podem deixar o trabalho remunerado, porque percebeu de alguma forma a importância da sua presença diante desta Nova Humanidade. Felizmente, o trabalho a ser realizado não depende da compreensão de todos os pais e da sociedade como um todo, pois a evolução segue o seu curso, mas se houver um pouco mais de respeito, gentileza e compreensão, a jornada pode se tornar mais suave, mais leve e não um grande fardo a ser carregado. Portanto, a vocês que se consideram Índigo, que se sentem incompreendidos, não aceitos, desajustados ou doentes, tomem consciência de que vocês estão aqui para ser um farol para a humanidade e não para ser escravos dela. Vocês vieram basicamente, para elevar a vibração do Planeta Terra para a Quinta Dimensão através da elevação de si mesmo. Então, ame-se, eleve-se, celebre e divirta-se neste grande Jogo ,pois você merece, nunca está sozinho e é amado ternamente por nós outros e pelas Esferas de Luz. Com todo meu amor e honra, Sandra Ferris