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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Entrevista: Noemi Paymal, antropóloga francesa


Estilo Próprio conversou com a especialista na educação das crianças do Terceiro Milênio

Fernanda Zaffari
É voz corrente que as crianças de hoje são mais espertas. Na defesa desse argumento, muitos listam características apontando que os pequenos são hiperativos, autodidatas principalmente no que se refere à tecnologia, não aceitam ordens sem justificativas, mas enfrentam dificuldade em se concentrar, distraindo-se facilmente.
A antropóloga francesa Noemi Paymal, que esteve recentemente em Porto Alegre participando do Seminário Internacional Pare e Pense, dedica-se desde 2001 a estudar as crianças do Terceiro Milênio. Da lista acima, ela questiona a dificuldade de concentração:
– É uma criança mais madura, mais precoce, muito rápida e multilateral, que pode aprender várias coisas ao mesmo tempo – diz.
Com a experiência de mais de duas décadas de trabalho em países da América Latina, Noemi concluiu que as escolas nos moldes atuais não estão capacitadas para atender a uma geração com essas habilidades e comportamentos. Não é a única educadora de ofício a partilhar dessa visão, mas tem sua própria proposta de sistema para enfrentar a questão: a Pedagogia 3000.
Para definir as crianças alvo de sua filosofia de ensino, Noemi usa o termo Geração Índigo (termo utilizado pela primeira vez pela pesquisadora e metafísica americana Nancy Ann Tappe e apresentado internacionalmente por Lee Carroll e Jan Tober, americanos que escreveram o livro Crianças Índigo, já traduzido para o português). As "crianças índigo" teriam características físicas, psicológicas e espirituais diferentes das gerações anteriores.
Ingrid Cañete, psicóloga gaúcha especializada no tema e que trouxe Noemi pela primeira vez ao Estado, acrescenta:
– São crianças com capacidade para captar informações de diferentes dimensões de consciência, ao mesmo tempo e capacidade de fazer coisas diferentes, ao mesmo tempo, o que não pode ser confundido com distração ou déficit de atenção.
O termo "índigo" é uma referência à cor da aura (ou campo energético que circunda o corpo humano) dessas crianças. E é sobre esses elementos espirituais que recaem as mais duras críticas ao conceito. A espiritualidade implicaria em religiosidade, parte da forte polêmica entre educadores que questionam a falta de comprovação científica da teoria.
Noemi, antropóloga francesa que vive na Bolívia, não concorda. Diz não querer se limitar a rótulos e afirma que sua Pedagogia 3000 não é dirigida somente aos índigos, e que a discussão deveria centrar-se na necessidade, real, de mudanças na educação.
– É um falso problema para não entender a mudança que está acontecendo agora.
Estilo Próprio – O que esta geração de crianças tem de especial em relação às anteriores?
Noemi Paymal – As crianças nascidas depois dos anos 2000 têm uma nova maneira de aprender, de atuar, têm até uma nova estrutura cerebral que a educação atual já não satisfaz. É uma aceleração evolutiva rápida que surpreende não só educadores, mas médicos, psicólogos, pediatras. As crianças pequenas, numa proporção de 80%, não estão nos padrões pediátricos, psicológicos e educativos. Já existem luzes de alerta, como as crianças agressivas, o bullying, a depressão, as drogas, e os suicídios.
EP – Qual é a influência da grande quantidade de informação e da tecnologia nelas?
Paymal – Já são crianças digitais. A criança de agora, por natureza, pode projetar facilmente o futuro, o bem comum. É capaz de ver muitas soluções ao mesmo tempo, o que se chama de multiatenção e não déficit de atenção. O que é difícil para as crianças pequenas é ordenar. Elas possuem uma percepção muito mais ampla, por isso sofrem na escola.
EP – Qual é o papel dos pais na orientação dessas crianças?
Paymal – As crianças mudaram mais rápido dos que os pais, os professores e o sistema educacional. Um sociólogo no Equador comparou essas mudanças à descoberta do fogo e às grandes mudanças industriais. É obvio que os pais não tem culpa. Eles precisam entender que não se trata de uma criança louca, hiperativa. É apenas inquieta, que quer mais, necessitando trabalhar o corpo, o emocional, o cognitivo, o intuitivo, o ético, o espiritual, o estético criador, o social, o multicultural e o ecológico. A escola te dá o cognitivo. Se tens sorte, dá educação física e música.
EP – A Pedagogia 3000 foi estruturada para as crianças índigo?
Paymal - É para todas as crianças, caso contrário apenas seguiria uma moda. Se o meu filho é índigo e o teu não, começa uma divisão.
EP -–A crítica ao conceito de crianças índigo é que não existe comprovação científica, que envolve espiritualidade. Você concorda?
Paymal – Não. É científico. Basta ver qualquer estudo com crianças pequenas com um pediatra e um psicólogo e eles vão apontar as mudanças reais e atuais. Com este pretexto não vamos mudar a educação. Isso não é fé, é necessidade.
EP - Mas não é preciso acreditar que você vê a aura de uma pessoa, o seu campo energético, para entender os índigos?
Paymal – Não importa, é uma parte pequena do processo educativo. Se não quer aprender a parte intuitiva, existem outros níveis. É um falso problema para não entender a mudança de agora. Não vejo aura e trabalho dia e noite para mudar a educação.
EP – Qual a maior dificuldade que você enfrenta para a aplicação do sistema?
Paymal – Implica numa mudança de nós mesmos e isso dá medo. Requer uma mudança pessoal, íntima, de atitude de vida e de mais amor. Uma criança certa vez me disse: "Nós estaremos felizes, quando vocês, os adultos, estiverem felizes". Em outras palavras, esqueçam de nós e façam o seu trabalho.
EP – De que maneira prática pais e educadores podem modificar sua atuação?
Paymal – Há recomendações simples, como trabalhar a inteligência emocional, a autoestima. É preciso estimular o trabalho na terra, para não limitar as crianças à informática. Nada de castigo ou recompensa, porque isso é adestrar. Deve ser um processo com consciência, para que a criança entenda e seja corresponsável. Isso é a diferença entre adestrar e educar - gosto mais de usar o termo coaprender. A grande recomendação é que pais e professores relaxem, respirem fundo.
EP – No Brasil, um país com imensas diferenças sociais, a sua proposta de sistema de ensino poderia ajudar de que maneira?
Paymal – Isso é a cultura de paz e da pedagogia social, que no Brasil é avançada. É o único país que conheço com tamanha consciência.
EP – Como as novas configurações de família, pais divorciados, mães solteiras, pais do mesmo sexo, afetam as crianças de hoje?
Paymal – Há a família ampliada, que vem da noção da comunidade indígena. Se morre a mãe biológica, quem ajuda é uma tia, uma amiga, uma professora. As crianças estão atentas aos demais. A criança de agora tem uma grande capacidade de perceber quem é quem.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/19,206,2926560,Entrevista-Noemi-Paymal-antropologa-francesa.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O ÍNDIGO E O ADD/ADHD

María Dolores Paoli

A cada dia aumenta o numero de crianças diagnosticadas com Déficit de Atenção (ADD) e Hiperatividade (ADHD) chegando a proporções quase epidêmicas. Parece ter-se convertido em moda. Não há dúvida que há casos que reúnem as características neurofisiológicas para dito diagnóstico. No entanto, por que em determinados métodos de educação, como é o caso do Método Waldorf, há uma substancial diminuição da incidência deste diagnóstico? Será que este método baseado no respeito da individualidade, na Integração do indivíduo com o meio, está mais centrado na essência do ser humano que no acumulo de conhecimentos sobre a família, a sociedade, as nações, o mundo que oferece nosso sistema educativo tradicional e por isso tem outro resultado?
Tem-se forjado toda uma sub-cultura ao redor deste diagnóstico, deixando somente os tratamentos aceitáveis para a comunidade científica: o medicamento e a modificação de conduta, chegando a substituir o diálogo em casa pela pergunta, “você tomou o seu remédio?”
Com esta abordagem tratamos de simplificar os problemas da vida e outorgamos à química o poder de solucionar tudo, colocamos o foco dentro da criança, não fora, contraindo-nos ante a presença da situação “problemática” em nosso entorno familiar, porem nós não calçamos “seus sapatos”, não nos inteiramos de como se sentem, o que está fornecendo esta situação, em como podemos abordá-la de uma forma mais integral para saber a questão para a qual estamos sendo alertados.
Uma criança pode ter inconvenientes em colocar e sustentar a atenção, refletindo-se no seu comportamento por muitas outras razões que uma desordem de Déficit de Atenção. Pode ser que as atividades escolares lhe pareçam aborrecidas porque são monótonas, repetitivas, impositivas, não deixando espaço para a novidade. Ou talvez sua forma de aprender não se encaixe a do colégio ou porque, nesse momento, sua família está passando por uma crise econômica, emocional, ou porque é alérgico a leite ou hipersensível a determinados alimentos que contenham corantes, sabor artificial, açúcar, ou porque seu nível de consciência está mais expandido que o deles e percebe a realidade do ponto de vista mais holístico, menos fracionado. Portanto, há milhares de crianças em que a sua individualidade esta sendo reduzida a um diagnóstico de desordem, controladas por uma droga, etiquetadas como “crianças problema” porque não se adaptam as normas escolares vigentes, nem a disciplina autoritária de certos pais.
A criança Índigo é muito frequentemente, dentro do meio escolar, diagnosticada como uma criança com ADD/ADHD (Deficit de Atenção e Hiperatividade). Este diagnóstico compreende as características de hiperatividade, impulsividade e falta de atenção. Do ponto de vista da freqüência Índigo em vez de impulsividade se apresenta uma criança dinâmica, energética; em vez de impulsividade se valoriza a criatividade e espontaneidade; o rótulo de falta de atenção se considera como uma intenção de diminuir sua individualidade, pois o Índigo tem sim a capacidade de concentrar e sustentar  a atenção, mas somente naquilo que é de seu interesse e como sua capacidade cognitiva geralmente pontua acima da norma, (com freqüência, manifestada em coeficientes intelectuais  que estão acima  de 120) se chateia com facilidade, se aborrece com o que é repetitivo se não tem estímulo, com a monotonia de um só tema, pois sua percepção multidimensional o capacita para captar, processar, interiorizar, informação de diferentes fontes ao mesmo tempo e responde melhor em ambientes onde possa participar em projetos ou em lugares onde possa manejar múltiplas informações, por exemplo, pode fazer o dever, ouvir música e ver televisão simultaneamente.
O elemento novidade e criatividade é seu aliado para prestar atenção, não a rotina, a monotonia, pois parte de seu cérebro é ativado pelo novo estímulo. Se lhe permitimos ambientes que tenham centros de atividade, onde possam tocar, montar, desenhar coisas, colecionar, entrevistar pessoas, atuar e vivenciar as variedades, encontraremos crianças que não mostraram diferenças diminuídas em relação a crianças “normais”, mas que em vez disso as superarão. A questão está no ambiente e na abordagem do entorno, não na criança.
A hiperatividade da criança Índigo é, muitas vezes, devida a uma sobrecarga energética que é precisa ser liberada movendo-se, por isso estas crianças aprendem fácil e rapidamente em movimento, por exemplo, em casa, aprendem dançando, repassando lições  montadas em bicicletas ergométricas, lendo em cadeiras de balanço. Na aula, é sugerido ensinar com movimento, por exemplo, sentando-se sobre as vogais e parando em consoantes.
Este aspecto é totalmente o oposto ao tradicional acadêmico, onde se exige ficar quieto para ouvir a aula, onde a fonte de informação é primordialmente o professor, onde há uma sequência cronológica para fazer as coisas (mente linear), quando eles precisam de multiplicidade; quer dizer, estímulo tátil, auditivo e visual simultaneamente, com o sentido do tato como predominante dos três, pois ao ser o órgão maior do nosso corpo é através do qual eles descarregam maior condensação de energia e pela qual captam como antenas táteis, daí sua hipersensibilidade espacial e sua necessidade de movimento.
Sua impulsividade muitas vezes é produto da capacidade que tem de captar a informação que se articula como a que se pensa simultaneamente e intervêm atropeladamente, custando-lhes muito esperar seu entorno para falar, pois já perceberam o conteúdo energético e somente lhes falta reafirmá-lo articulando-o.
Estas crianças têm uma forma diferente de pensar, de processar a informação, de ter atenção, de comportar, mas em sua essência estão intactos, completos, saudáveis e mais desenvolvidos em sua capacidade, pelo que não são crianças que sofrem de desordens médicas. As crianças Índigo rotuladas com ADD/ADHD tem problemas para se encaixar no sistema tradicional de educação e por isso os medicam para adaptá-los. Mas essa não é sua missão. Não é adaptar-se ao sistema educativo vigente, mas sim mudá-lo. Eles nos alertam de que nosso sistema de educação não oferece as condições necessárias a uma verdadeira educação que demandamos, preparando-nos para operar em uma oitava superior de consciência, em outra dimensão.
 Poderíamos fazer semelhante aos canários que mantinham dentro das minas. Quando o nível de oxigênio baixava, os canários caiam mortos em suas jaulas, alertando os mineiros do perigo. É possível que estas crianças que estão sendo diagnosticadas massivamente com ADD/ADHD, rotuladas como crianças problemas, sejam os “canários dos mineiros” em nosso tempo, que estão nos alertando para que transformemos nossas aulas, nosso sistema educativo em um ambiente dinâmico, inovador, excitante, participativo.
O que verdadeiramente estas crianças precisam é de adultos a seu redor que os faça lembrar seu poder, não que os minimize; os respeitem, não  os rotulem; não os diminuam e lhes ensinem estratégias que validem sua contribuição, para solucionar problemas de múltiplas formas, mas que essas estratégias possam ser conectadas de seu coração, de acordo com o seu modo de percepção. Recordemos que a verdadeira educação não é acumulação de conhecimentos, mas a sabedoria aplicada. O conhecimento com o tempo se perde, mas a sabedoria nunca se esquece. Permitamos que estas crianças nos forneçam sua sabedoria!

Fonte: Crianças Índigo: Futuro Presente
Traduzido e revisado por sandraferris@globo.com

Trailer 2 - The Forbidden Education (La Educación Prohibida)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A HIPER COMUNICAÇÃO DO DNA: A “INTERNET VIVA” DENTRO DE NÓS


O DNA humano é uma Internet biológica e superior em contraste com a artificial em muitos aspectos.

As últimas pesquisas científicas na Rússia explicam direta ou indiretamente o fenômeno como por exemplo a clarividência, a intuição, os atos de cura espontâneos ou à distancia, a auto-cura, as técnicas de afirmação, a luz de auras extraordinárias em volta das pessoas (especialmente de mestres espirituais), influência da mente nos padrões do clima e muito mais. Além disto, há evidência de um tipo de medicina totalmente novo no qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM remover e sem substituir um único gene.

Somente 10% de nosso DNA estão sendo usados para formar proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% do DNA são considerados “DNA lixo”. Os pesquisadores Russos, entretanto, convenceram-se de que a natureza não era estúpida, juntando-se lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar estes 90% de “DNA lixo”.

Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não somente é responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas Russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis segue as mesmas regras como todas as nossas linguagens humanas.

Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma nas quais as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles perceberam que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm conjuntos de regras como as nossas linguagens. Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, sendo um reflexo do nosso DNA inerente.

Pjotr Gargajev, biofísico e biólogo molecular Russo e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. (Para se breve, eu darei somente aqui um resumo. Para uma maior investigação, queiram recorrer ao apêndice no final deste artigo.) A linha básica era: “Cromossomos vivos funcionam como computadores solitônico-holográficos que usam a irradiação a Laser do DNA endógeno”.

Isto significa que eles orientaram, por exemplo, para modular determinados padrões de freqüência sobre um raio Laser e com isto influenciaram a freqüência do DNA e assim, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente), é da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A substância do DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas. Isto explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, a hipnose e a vontade podem ter efeitos tão fortes nos humanos e em seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e as inserem em outra parte, os Russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das freqüências de rádio moduladas apropriadas e das freqüências de luz e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com este método, os cromossomos danificados por raios-X, por exemplo, podem ser reparados. Eles até capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões da rã em embriões da salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma revolução e uma sensação inacreditável e uma transformação mundial! Tudo isto simplesmente pela aplicação da vibração e da linguagem, ao invés do procedimento de corte arcaico! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação dos organismos do que nos processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

Os professores esotéricos e espirituais conheceram por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, pelas palavras e pelo pensamento. Isto foi agora provado e explicado cientificamente. Naturalmente a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou que possam fazer isto sempre com o mesmo poder. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta. Mas quanto mais desenvolvida for a consciência de um indivíduo, menos necessidade haverá para qualquer tipo de artifício! Pode-se conquistar estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente deixará de desprezar tais idéias, confirmará e explicará os resultados.

E isto não termina aí. Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! Os buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estes são conexões subterrâneas entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais a informação pode ser transmitida fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impede que a hipercomunicação seja bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil. Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O organizado fluxo de vida nos reinos dos insetos prova isto dramaticamente.

 
O homem moderno conhece isto somente a um nível um pouco mais sutil, como “intuição”. Mas nós, também, podemos reconquistar o uso pleno disto. Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a formação ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia se interrompe. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de formação” também por via distante da consciência de grupo de seus assuntos. Ela poderá estar tão afastada quanto queira, contanto que esteja viva. No homem, a hipercomunicação é mais freqüentemente encontrada quando subitamente se conquista o acesso à informação que está fora da base do seu conhecimento. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição.


O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou em uma noite que um demônio sentou-se ao lado da cama tocando o violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, a qual ele chamou de Sonata do Trino do Demônio.

Durante anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou com uma situação na qual ele estava conectado com um tipo de CD-Rom de conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis foi então transmitido a ele que era capaz de se lembrar de tudo pela manhã. Houve tal fluxo de informação que parecia que toda uma enciclopédia era transmitida à noite. A maioria dos fatos eram exteriores ao seu conhecimento básico pessoal e alcançou detalhes técnicos dos quais ele não conhecia absolutamente nada.

Quando ocorre a hipercomunicação, pode-se observar no DNA, tanto quanto no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas Russos irradiaram amostras do DNA com raio laser. Era formado na tela um padrão de onda típica. Quando eles removeram a amostra do DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitos experimentos controlados mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é chamado agora de efeito ilusório do DNA. Supõe-se que a energia de fora do tempo e espaço flui ainda através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido.

O efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação também nos seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis na adjacência das pessoas interessadas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ser estimulados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético se dissipa vagarosamente, os aparelhos funcionam normalmente novamente. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor for a atmosfera e a energia, mais difícil será para o aparelho de gravação parar de funcionar e de gravar exatamente neste momento. E o ligar e desligar contínuo após a sessão não restaura ainda a função, mas na manhã seguinte tudo volta ao normal. Talvez isto seja tranqüilizador para muitos que lêem, como se isto não tivesse nada a ver com eles, sendo tecnicamente absurdo, o que significa que eles são bons na hipercomunicação.
 
Em seu livro Vernetzte Intelligenz (Transmissão de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que a humanidade tenha estado, nos tempos primitivos, como os animais, intensamente conectada com a consciência de grupo, agindo como um grupo. Para desenvolvermos e experienciarmos a individualidade, nós humanos, entretanto, tínhamos que esquecer a hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, na qual chegamos a acessar toda a informação por meio de nosso DNA, sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com esta informação. Sabemos agora que assim como na Internet, o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, podemos instruir dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de parentes, etc., pode assim ser explicada. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isto pode ser interpretado recentemente e explicado por meio de conceitos da consciência de grupo e da hipercomunicação.

Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. De outro modo, reverteríamos a um instinto de grupo primitivo que é facilmente manipulado. A hipercomunicação no novo milênio significa algo muito diferente.

Os pesquisadores acham que se os humanos com plena individualidade reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino para criar, alterar e formar coisas na Terra! (Eu estou muito satisfeito. Finalmente as normas do Universo são cientificamente explicadas!!!) E a humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que forem para a escola. O sistema trata a todos globalmente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que elas se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias na maior parte dos modos diversos. Ao mesmo tempo nascem mais e mais crianças clarividentes (vejam o livro “Crianças Índigo da China”, por Paul Dong ou o capítulo sobre os Índigos em meu livro “Nutze die täglichen Wunder” (Façam Uso dos Milagres Diários - Baerbel Mohr).

Algo nestas crianças está se esforçando mais e mais em direção à consciência de grupo de um novo tipo, e isto não mais será eliminado. Como regra, o tempo, por exemplo, é mais difícil de influenciar por um simples indivíduo. Mas ele pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O tempo é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, as assim chamadas freqüências Schumann. Mas estas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento, ou os indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo), focalizam os seus pensamentos de um modo como o laser, então cientificamente falando, não é nada surpreendente que eles possam influenciar o tempo desta maneira.

Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria das civilizações do Tipo 1. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo de um novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência de energia. Pois se ela fosse usar o seu poder mental como uma civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isto inclui todas as catástrofes naturais!!! Uma civilização teórica do Tipo 1 seria até capaz de controlar todas as energias de sua galáxia natal. Em meu livro “Nutze die täglichen Wunder”, eu descrevi um exemplo disto: Sempre que muitas pessoas focalizam a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como a época do Natal, o campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Di na Inglaterra, então determinados geradores de números ao acaso nos computadores começam a liberar números ordenados ao invés de números ao acaso. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em todas as suas adjacências!!!

Quando um grande número de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. Parece também, como se aqui fosse criado um tipo de consciência humanitária. Na Parada do Amor, por exemplo, onde a cada ano cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais, como eles ocorrem, por exemplo, nos eventos esportivos. Só o nome do evento não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas era MUITO GRANDE para permitir uma indicação para a violência.

Retornando ao DNA: Aparentemente ele é também um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem extremamente temperaturas abaixo entre 200 e 140° C para funcionar. Como recentemente se aprendeu, todos os supercondutores são capazes de armazenar luz e assim, informação. Esta é uma informação adicional de como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos. Normalmente estes buracos mínimos são intensamente instáveis e são mantidos somente por frações mínimas de um segundo. Sob certas condições (leiam sobre isto no livro citado de Fosar/Bludorf), buracos estáveis podem se organizar, os quais formam então domínios distintos do vácuo, nos quais, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade. Os domínios do vácuo são bolas com brilho próprio de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os Russos começaram os programas maciços de pesquisa, que conduziram finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu. Com o olhar atento nelas eles imaginam e se perguntam o que elas poderiam ser. Eu pensei uma vez: “Olá, aí em cima. Se acontecer de vocês serem discos voadores, voem em um triângulo”.E subitamente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Oh, elas se projetaram pelo céu como discos de hóquei sobre o gelo. Isto foi feito simploriamente e eu tenho, como muitos outros, também, pensado neles como discos voadores. Amistosos, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar.

Agora os Russos acharam nas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente e que algumas vezes voam como bolas de luz do chão para o céu acima, que estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento. Descobriu-se desde então, que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência enquanto eles são também produzidos em nossos cérebros. E devido a esta similaridade de ondas, eles são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Entrar ansiosamente em um que esteja ao nível do solo poderia não ser uma grande idéia, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e serem capazes de produzir mutações em nossos genes. Elas podem, e não necessariamente têm que, tem que se dizer. Pois muitos professores espirituais produzem também tais bolas ou colunas de luz visíveis na meditação profunda ou durante o trabalho de energia que estimulam decididamente sentimentos agradáveis e não causam qualquer prejuízo. Aparentemente isto depende também de algum comando interno e da qualidade e da origem do domínio do vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo), com quem nada é visto primeiro, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto ele se senta, fala ou medita na hipercomunicação, se consegue somente uma foto de uma névoa branca em uma cadeira. Em alguns projetos de cura na Terra, tais efeitos de luz aparecem também nas fotografias. Simplesmente exposto, estes fenômenos têm a ver com as forças da gravidade e da antigravidade que estão também exatamente descritas no livro, e com os sempre estáveis buracos e a hipercomunicação, e assim com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço.

As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e com os domínios visíveis do vácuo estavam convencidas de que um anjo tinha aparecido diante delas. E não podemos estar muito seguros a que formas de consciência nós podemos conseguir o acesso quando usamos a hipercomunicação.

Não ter provas científicas para a sua verdadeira existência (as pessoas que têm tido tais experiências, NÂO são todas que sofrem de alucinações), não significa que não haja uma base metafísica para isto. Nós temos simplesmente dado outro passo gigantesco em direção à compreensão de nossa realidade. A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação dos domínios do vácuo), mas somente daqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três a quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, sul de Roma (local exato no livro Vernetzte Intelligenz mais vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas até ônibus lotados rolam em direção acima. Mas o alcance em Rocca di Papa é um tanto pequeno, e se opondo abertamente a isto os céticos lógicos ainda escapam para a teoria da ilusão ótica (a qual não pode ser, por causa das várias características do local).

Todas as informações são do livro “Vernetzte Intelligenz” von Grazyna Fosar und Franz Bludorf ISBN 3930243237, resumidos e comentados aqui por Baerbel Mohr.

O livro infelizmente somente está disponível em Alemão até agora.

Podem se conectar com os autores aqui:
mail@fosar-bludorf.com http://www.fosar-bludorf.com/  ; Leia também A Grade e o DNA – KryonTradução: Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br Revisão: Silvia Tognato Magini silvia.tm@uol.com.br Fonte: http://www.novasenergias.net/artigos/baerbelmohr1