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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Comunicação no Espaço Tempo: Ressonância Mórfica




Em 1981, quando ainda não tinha 40 anos, Rupert Sheldrake publicou seu primeiro livro, intitulado A New Science of Life (Uma Nova Ciência da Vida), apresentando ao mundo científico o fundamento teórico para uma visão nova e revolucionária da gênese morfológica, ou seja, para o surgimento das formas no mundo orgânico e inorgânico.

Este jovem biólogo levantou uma teoria, altamente questionável, sobre a capacidade de aprendizagem da “criação” e a interação entre o espírito e a matéria. Tal tese – a qual ele mesmo sabe ser difícil comprovar definitivamente – é tão inacreditável quanto simples: além dos campos energéticos conhecidos pela ciência, como o gravitacional e o electromagnético, a natureza possui campos morfogenéticos, os quais são definidos por Sheldrake como “invisíveis estruturas organizadoras, capazes de formar e organizar cristais, plantas e animais, determinando até o seu comportamento”. Estes campos morfogenéticos contêm a soma de toda a história e de toda a evolução; seria algo semelhante ao conceito de Akasha dos antigos hindus ou ao inconsciente coletivo de C.G. Jung.

O conceito que Sheldrake desenvolve, a respeito da “ressonância mórfica”, supõe que estruturas similares podem estar em comunicação, no espaço e no tempo, através de seus campos morfogenéticos. O que está em jogo na “bomba” lançada por Sheldrake é nada mais nada menos do que uma hipótese científica, que, caso fosse comprovada, derrubaria toda a concepção materialista do universo.


A hipótese de Sheldrake considera que tudo que acontecer, num determinado momento, terá sua consequência, no futuro, em processos similares. No processo de aprendizagem,
por exemplo, o fato de alguma coisa ser aprendida por alguém implica no fato de ela vir a ser aprendida por outrem mais facilmente, onde quer que ele esteja. Para esta teoria, Sheldrake encontrou comprovação numa série de experiências, em que ratos eram treinados para encontrar o caminho ao comedor por um labirinto de passagens. Quando os animais haviam realizado tal aprendizagem, num laboratório qualquer, outros ratos, nas partes mais distantes do globo, realizavam a mesma tarefa num tempo menor.
Mas Sheldrake, biólogo por formação, de maneira alguma restringe a ação dos campos morfogenéticos ao reino orgânico. Não fala apenas em ratos,e no homem, mas fala com igual dedicação, por exemplo, de cristais: assim que, em algum laboratório, se tenha constituído determinado cristal, será mais fácil e mais rápido produzir cristais do mesmo tipo em outros laboratórios. A explicação convencional para tal fenômeno pressupõe o transporte de moléculas de um laboratório a outro, através das roupas e dos cabelos dos químicos viajantes. E Sheldrake considera seu campo morfogenético bem mais plausível do que todos os hipotéticos cientistas transeuntes.

 
Todo neurologista que se sente comprometido com o rigor da ciência  sabe que a memória deve estar alojada, “de alguma forma”, dentro da massa cerebral, talvez em forma de código. “Todos conhecem” a relação que existe entre a memória e o conjunto das funções nervosas, como a sinapse, o neurônio, os dutos neurais, etc. Falta “apenas” descobrir a prova, mas esta já é “iminente”. Em todo o caso, esta questão não está de forma alguma em aberto. Pelo contrário: a memória não seria possível, se não estivesse alojada materialmente no cérebro.
Porém, a disputa pelo assento da memória não passa de uma questão secundária, e o papel do cérebro, uma questão paliativa. A questão radicalmente central é a concepção que Sheldrake apresenta sobre conceitos e leis: estes não são vistos como atemporais, imutáveis, mas em constante evolução e transformação. Todo sistema filosófico ou científico conhecido pressupõe algo imutável, básico, uma lei constante e primordial. Sheldrake, porém, baseia a  sua concepção num cosmos em constante transformação e evolução. O que chamamos de forma comum de “leis naturais” talvez não passem de costumes da criação.

O cerne mais radical de suas ideias, pondera ele mesmo, consiste em refutar a existência de algo que possa estar determinado por leis atemporais, eternas. Infelizmente, a influência que a cosmo-visão pitagórica e platônica exerce sobre nosso pensamento científico ainda é tão grande, que a maioria dos cientistas naturais estranha a imagem de um cosmos em constante evolução.

Sheldrake não concorda que seu posicionamento seja radicalmente novo. A concepção de uma realidade em constante transformação e evolução há muito existe no Budismo, assim como também nas correntes filosóficas do Ocidente, de Heráclito a Bergson: há a ideia de um universo criativo no “vitalismo” de Hans Driesch e no esboço que Whitehead fez de um organismo cósmico vivo, capaz de manter estruturas vivas em todos os níveis.Do outro lado, o materialismo pressupõe as leis platónicas imutáveis, que não passam, segundo Sheldrake, de uma suposição extraordinariamente metafísica e carente deprovas. Aliás, estas leis foram compreendidas originalmente como “ideias ocorridas no espírito de Deus”. O materialista coloca-se no lugar de Deus e acaba  a sós comsuas ideias; portanto, suas bases não são tão pragmáticas e sólidas como se pretende.

Os campos morfogenéticos de Sheldrake, por sua vez, não são fixos. Para ele, há uma conexão constante entre a realidade e a ideia: novos campos modificam os anteriores e vice-versa. O que ocorre é um processo constante e dinâmico: o universo e suas leis – “costumes” – estão submetidos a uma constante evolução.
Desde o lançamento de seu primeiro livro, há experiência a ocorrer por toda parte para testar sua teoria. O centro de conferências Tarrytown, de Nova Iorque , ofereceu US$ 10.000 para o melhor experiência que comprovasse ou desmentisse a teoria de Sheldrake. Uma fundação holandesa acrescentou mais US$ 5.000. Não faltaram boas ideias e, há pouco tempo, iniciou-se algo parecido a um jogo aberto ao público, do qual participavam institutos universitários, revistas científicas, a mídia e também muitos leigos, uma configuração nada aceitável ao tradicional mundo das ciências.

Um exemplo dessa situação ocorreu quando a renomeada revista americana “Boletim do Cérebro e da Mente” desenvolveu um experiência, em que os leitores da revista tinham que decorar três versos em japonês, sendo um verso tradicional; outro de um poeta contemporâneo, e o terceiro, uma sequência aleatória de ideogramas. Segundo a teoria do campo morfogenético, o verso tradicional – que foi praticado por milhões e milhões de Japoneses, ao longo de séculos – deveria causar uma ressonância morfogenética, ou seja, ser mais fácil de decorar. E, de fato, o resultado final do experiência foi este.

Depois de experiências semelhantes um pouco por todo o Mundo, mesmo assim, a ciência tradicional permaneceu céptica: sentenciou que os resultados experimentais eram poucos e os métodos experimentais, de uma maneira geral, fracos. Somente um experiência grande, delineado segundo os mais rigorosos preceitos científicos e realizado no espaço controlável de um instituto de pesquisa, poderia avaliar a existência e eficácia da ressonância morfogenética.

Foi exatamente o que ocorreu, recentemente, no Instituto de Psicologia, da Universidade Georg-August, em Göttingen, na Alemanha. O presidente dessa instituição, Suitbert Ertel, apesar de assumir que achava a hipótese de Sheldrake absurda, admitia que ela continha previsões quantificáveis acerca da memória humana, motivo pelo qual se sentiu tentado, como cético inveterado, a fazer uma experiência que a desmascarasse.
Numa dos vários experiências realizados, alguns alunos tinham que decorar ideogramas japoneses. Uma parte deles estava escrito de forma certa; outra parte, de forma errada, porém, indistinguíveis aos olhos alemães. Contrariando todas as expectativas locais, a experiência resultou numa diferença altamente significativa entre a taxa de memorização do “japonês correto” e o “japonês errado”, como se os alunos alemães possuíssem algum conhecimento prévio da língua japonesa, a qual, no entanto, lhes era totalmente estranha. Tal foi a confusão gerada pelo resultado inesperado, e inexplicável pelas teorias mais alternativas, que se repetiu a experiência, agora no sistema “double blind”, ou seja, os organizadores  não sabiam os objetivos da mesma. O resultado foi igual.

Após o experimento de Göttingen, outros foram iniciados, em Bielefeld (Alemanha) e em Göteborg (Suécia), mantendo acesa a chama do debate. Sheldrake está confiante de que, em alguns anos, a cosmovisão holística terá imperado frente à mecanicista, assim como as teorias dos campos energéticos e a mecânica quântica acabarãp impondo-se  à física tradicional.

Fonte:
http://lugardaalma.com/terapias/a-ressonancia-morfica/#more-3559




sábado, 2 de julho de 2011

Uma Viagem ao Coração

Por Robert P. Ocker

Estamos a atravessar um momento crucial na educação e na forma de criar as crianças.Um momento de mudança de paradigma. Há um sentir geral de que a pergunta de como criar e educar aos nossos filhos é a pergunta mais profunda com que nos enfrentamos hoje. A educação requer uma nova visão para as crianças do séc. XXI, oferecendo esperança e inspiração a todas as crianças do mundo. Esta visão pode ser encontrada nos sonhos das crianças. Precisamos de um entendimento profundo da vida humana para pôr em prática uma pedagogia compreensiva que sirva a Humanidade do novo milênio, esta Humanidade que, evidentemente, são as crianças de hoje. As crianças são o mais valioso tesouro, e nosso futuro depende do quão profundamente poderemos compreender esta vida humana.
Os educadores devem admitir que, assim como se exige uma transformação da atual estrutura social, também devemos exigir a transformação da arte da educação, a qual deve passar a brotar de uma fonte diferente. Decerto podemos fazer esta transformação uma vez que a arte da educação depende dos educadores.
Os educadores devem desenvolver um novo entendimento da natureza humana e oferecer orientação com base nele. Devemos dar às nossas crianças e estudantes a dádiva da nossa orientação, através de uma disciplina interna e de paz. Devemos perceber a verdadeira natureza das crianças, à medida que elas se desenvolvem e permitir-lhes o seu desenvolvimento como seres humanos. São eles quem deve escolher como a sua natureza e essência mudará na idade adulta. Os educadores do século XXI guiarão o desenvolvimento dos seres humanos oferecendo a dádiva da disciplina interior. Com sabedoria e conhecimento guiaremos as crianças de carácter para que se convertam em indivíduos responsáveis, engenhosos e amáveis.


Portanto, como educadores, devemos converter-nos nos pioneiros do paradigma – devemos rever os nossos conceitos sobre o significado, propósito e função da educação e apresentar uma nova forma de pensamento. Devemos ensinar as nossas crianças a como pensar e no que devem pensar. O nosso papel não é transmitir conhecimento, mas transmitir sabedoria. A sabedoria é o conhecimento aplicado.
Quando damos às crianças somente conhecimento, estamos a dizer-lhes o que devem pensar, o que supostamente devem conhecer e o que queremos que acreditem como verdade. Quando, porém, transmitimos sabedoria, não estamos a dizer o que elas devem saber ou o que é certo; estamos a guiá-las para que sejam elas próprias a procurar a sua verdade.
Certamente não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, pois sem conhecimento não há sabedoria. Certa quantidade de conhecimento deve passar de uma geração a outra, mas devemos permitir que as crianças o descubram por si próprias. O conhecimento, com frequência, perde-se, mas asabedoria nunca se esquece.
Eu imagino um sistema de educação baseado no desenvolvimento das capacidades e capacidades da criança, em lugar de desenvolver apenas a sua memória. As crianças são nossos guias; devemos dar-lhes a oportunidade de descobrir e criar as suas próprias verdades. O pensamento critico, a solução de problemas,a imaginação, a honestidade e a responsabilidade deverão ser o ponto de partida da educação das crianças do século XXI.
A minha visão do futuro da educação esta baseada no amor incondicional. Esta é a essência do novo ser humano. Nós, os educadores, devemos ter o cuidado de nos cercarmos de colegas que tenham o coração e a alma para educar as crianças de hoje, que serão os adultos de amanhã. A verdadeira educação deve preocupar-se com dar vida às pessoas. Nós, os educadores, prestaremos um extraordinário serviço à Humanidade se formos os pioneiros desta mudança. Devemos renovar o sistema educativo para o melhoramento da Humanidade. Se você, como educador, toma parte desta viagem ao coração, as crianças serão abençoadas e, com elas, o futuro de toda a Humanidade.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

CUIDANDO DOS NEGÓCIOS DA FAMÍLIA


(As Crianças das Estrelas e as Curas por Empatia)

por Daniel Jacob




À medida que avançamos como Humanidade, para novos níveis de transformação global, nos parece agora apropriado que nós, os Baby Boomers[1], conheçamos um “segredo sagrado” que ocultamos de nós mesmos desde que éramos pequenos. Na realidade, alguns de nós, ainda estamos resguardando este segredo até de nós mesmos! Falo aqui do Dom e o serviço da Cura por Empatia.

Uma definição básica de “Empatia” é a seguinte: “a capacidade de compreender, estar consciente de, ser sensível a, e experimentar indiretamente os sentimentos, pensamentos e experiências de outros sem estar plenamente conectados com eles de alguma forma específica.” Eu simplesmente chamo “A Arte do Saber”. Exploramos esse dom em profundidade cada vez que dou minhas Oficinas de Canalização Consciente e Compreensão do Eu Multidimensional.

Intimamente relacionada com este dom está a pratica da “Empatia Telepática”, que é a arte de poder projetar uma emoção para outros, infundindo-os com sentimentos e poderes que normalmente não teriam. Um adepto desta arte realmente tem a capacidade de extrair emoções de alguém que esteja próximo, mesclá-las e combiná-las com as próprias e depois devolver-lhe todo o pacote para sua reintegração e cura.

Nos dias de hoje, muitas pessoas do planeta compreendem que são “empáticas”. Para alguns, é um dom que trazem de nascimento. Para outros, foi uma ferramenta de sobrevivência que se desenvolveu a medida que cresciam. Quando é mal empregado, O Dom da Empatia pode converter um ser humano normal em um vampiro emocional. Mas, quando é aplicada a todas as outras formas de vida, unida e sob a guia da Consciência Espiritual Expandida, pode ser uma poderosa ferramenta de cura e transformação.

Muitos empáticos começam a usar seu dom espontaneamente quando são muito jovens. Atualmente, a sociedade exige que as crianças permaneçam cativas de suas famílias de origem até completar os 18 anos ou até que escapem e sejam considerados como “menores emancipados”. Possivelmente, a muitas dessas famílias elas seriam consideradas altamente disfuncionais se avaliadas segundo as definições de saúde mental estabelecidas pela psicologia moderna. Devido à insegurança galopante presente nestes sistemas familiares, o Empático utilizará seus poderes para homogeneizar e harmonizar as emoções que o rodeiam, para que as coisas funcionem com maior fluidez. De certa forma, podem ser “tranqüilizadores energéticos” em meio ao caos.

Muitas crianças das Estrelas funcionam sob o domínio e capricho dos pais, cujo intelecto e capacidade de compreensão parecem ínfimos, se comparados com os seus próprios. Aprendem rapidamente que não é seguro exercitar abertamente certas habilidades se ao fazê-lo percebem que seus pais ou irmãos se sentem atemorizados ou estúpidos. Portanto, muitas das nossas Crianças da Nova Terra se retraem aos Planos Internos de Consciência e começam a construir um mundo próprio. Poucos deles compreendem, de inicio, que seus mundos internos logo se converteram em diagramas de desenho para Criar um Novo Céu e uma Nova Terra, justamente aqui na 3D! Tudo o que sabem é que isso faz com que a família funcione melhor, e sentem que seu entorno começa a ser mais seguro.

COMO FUNCIONA A EMPATÍA

 Denominei a este artigo “Cuidando dos Negócios da Família” porque essa frase encapsula muito bem o papel que as Crianças das Estrelas e os Jovens das Estrelas jogam nos ambientes em que vivem. O “negócio” a que me refiro é a transação de emoções humanas e desejos enquanto as pessoas vivem juntas no mesmo espaço físico. Muitas vezes, as Crianças Empáticas fazem pelos adultos o que aparentemente nós não podemos fazer por nós mesmos.

Os psicólogos e Conselheiros utilizam a expressão “cuidar dos negócios sem fim” quando trabalham com as pessoas buscando alcançar a saúde mental. Buscam os sentimentos reprimidos, os arrependimentos e os desejos secretos que foram trasladados da juventude a vida adulta sem serem reconhecidos ou expressados.

As Crianças das Estrelas tem uma habilidade especial para perceber dessas vibrações ou desejos encobertos (como um abrigo)- e representam o que aqueles que o rodeiam foram incapazes ou não desejam enfrentar.

Nos escritos extensos sobre o tema, o psiquiatra Carl Gustavo Jung falou extensamente dos desejos humanos secretos e dos negócios sem fim, referindo-se a eles como “o aspecto da sombra” da psique humana. Escreveu volumes sobre o tópico da “projeção” como um meio para encobrir a própria sombra ao amontoar julgamentos e culpas em alguém. Esses trabalhos ainda são exaustivamente estudados hoje em dia. O que não podemos ou não queremos enfrentar em nós mesmos, tendemos a projetá-lo em outras pessoas ou coisas.

Jung disse: “Todos levamos uma Sombra e quanto menos encarnada na vida consciente da pessoa, mais negra e densa é. De todas as maneiras, forma uma obstrução inconsciente, frustrando a maioria de nossas melhores intenções.”

As Crianças das Estrelas sentem isto profundamente, e não vacilarão mergulhar diretamente na sombra, se isso significar que os adultos que os rodeiam terão uma oportunidade de solucionar seu passado doloroso e eliminar o que já não lhes serve mais.

A.i Allenby, em um de seus comentários sobre os escritos de Jung, escreveu: “(Jung) me disse que uma vez conheceu um homem distinto, cuáquero[2], que não se podia imaginar haver feito alguma maldade alguma vez em sua vida. “Sabe o que aconteceu a seus filhos?”perguntou Jung. “O filho se converteu num ladrão e a filha numa prostituta. Como o pai não queria cuidar de sua sombra, de sua parte na imperfeição da natureza humana, seus filhos se viram compelidos a representar o lado escuro que ele havia ignorado.

Os que vêm em busca de ajuda acerca da conduta de uma Criança das Estrelas, muitas vezes se concentrarão em como podem fazer para que a criança deixe de se comportar desta o daquela maneira na escola ou em publico, ou possa dormir, ou encontrar alívio a certos sonhos e sentimentos destrutivos. Falam de medicação, ou programas de modificação da conduta que seguiram sem obter resultado. Esses pais são sinceros, e muitos deles tem um amor óbvio por seu filho, e um profundo desejo de ser-lhe de toda a ajuda possível. No entanto, poucos deles compreendem que é a criança quem está ajudando através dos temas da sombra que está processando para os que o rodeiam.

Àqueles que desejarem compreender plenamente que parte atua O Dom da Empatia na vida de nossas Crianças das Estrelas seria bom assistir o filme “Powder” e estudá-la com atenção. Ainda que o argumento pareça demasiado fantástico em sua premissa, todos os filmes de ficção científica tendem a sê-lo – os temas emocionais que são abrangidos e as afirmações que se faz acerca da vida do personagem principal, trazem uma compreensão considerável do mundo privado desses dotados que agora compartilham o planeta conosco.

TRASTORNO DE DÉFICIT DE ATENCIÓN HIPERACTIVA, ENFERMIDADE BIPOLAR E OUTROS ESPELHOS SOCIAIS

No artigo introdutório As Crianças das Estrelas (CNE, primavera, 2004) afirmei que as condições nas quais a ciência médica se refere como transtornos de conduta, tais como o Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, a Enfermidade Bipolar e a Esquizofrenia – bem que poderiam não ser consideradas DESordens, se a examinarmos a partir de uma perspectiva metafórica, em vez de uma meramente empírica. Realmente, se retrocedemos e olhamos com atenção – considerando o Dom da Cura Empática – poderia haver um método para que esta loucura que está aparecendo nas famílias de todo o país

É possível que esteja nascendo na sociedade uma nova geração de humanos (aos que agora chamamos Homo Noéticus Mutandis), que literalmente tenham a habilidade e força interior para personificar para nós (como sociedade) as mudanças básicas de consciência que estão ocorrendo-nos? Embora, em certo grau, estas mudanças estejam ocorrendo a todos, estas crianças (e muitos adultos transformados) aprenderam a reverter-se com tal intensidade que será difícil continuarmos negando por muito tempo mais.

O artigo acima mencionado faz a seguinte afirmação, que indica o componente empático na manifestação do Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, como se vê em nossas queridas Crianças das Estrelas. Repetirei aqui de novo:
Com os “sintomas de Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, as crianças simplesmente estão se correspondendo eles mesmos com as energias de seus pais, a rápida mudança, a seu entorno social imediato, ou a seus tutores primários. Eles são o reflexo do lado sombra (temas internos reprimidos) de quem tem que lidar com eles, ou da sociedade como um todo.

Focar-se unicamente no mais jovem é não ver o quadro maior. Uma sociedade que domina as crianças, que atua em tudo o que vem a mente é uma sociedade que está fracassando ao agir em temas chaves que gritam dentro de suas próprias mentes. ESSE é, na realidade, o verdadeiro déficit de atenção. Medicar simplesmente a criança anula uma importante lição de imagem. Compra tempo, mas estamos nós, os adultos utilizando esse tempo convenientemente? Está piscando uma luz vermelha no painel de nosso veículo social. Paramos o carro e olhamos sob o capô, ou simplesmente quebramos a luz vermelha e seguimos dirigindo?

Há uma similitude definida entre sintomas que se notam em pacientes que sofrem da Enfermidade Bipolar e as marcas emocionais e de conduta que se manifestam nos chamados “Xamãs” nas culturas indígenas do mundo. Um Xamã, nessas culturas, é visto como um ser bendito e sagrado. Sua função é conectar-se com o “Grande Espírito” em nome do povo e trazer-lhes lições e orientação que tenha para oferecer a divindade.

As mudanças que tem lugar nos corpos dos Xamãs, ao serem chamados ao serviço, são componentes necessários para quem está pro conectar-se com algo ou alguém que está mais alem do alcance da experiência humana normal. Moises certamente mudou quando descendeu do Monte Sinai trazendo as tabelas de pedra. À medida que continuava se transformando, logo se fez necessário que falasse as pessoas por meio de seu irmão Aarão.

O pensamento indígena a respeito do outro Mundo, o Reino dos Deuses, é que é um reino de UNIDADE. Os Deuses ou espíritos são masculinos e femininos em um. Ainda que um espírito determinado possa se manifestar diante de um humano, seja em caráter masculino ou feminino, em ultima instancia é de AMBOS os gêneros. Fazer a transição da Consciência 3D para a Consciência Multidimensional requer um re-acomodamento intensivo dos sentidos, e uma fusão da polaridade dentro da mesma consciência. Um Xamã deve converter-se em Bipolar durante períodos de sua vida, inclusive enquanto continua funcionando num mundo dual.  Isto pode causar um aumento de energia em sua mente e corpo. As pessoas nesses tipos de culturas aprendem a manter isto sob controle. Mais que vê-lo como algo negativo aprenderam a honrá-lo como um sinal de que a divindade está funcionando em suas vidas cotidianas.

A duração de uma “Enfermidade Xamãnica” que se sabe recair sobre um novo candidato para o serviço, pode durar, em alguns casos até 7 anos. Durante este tempo, a tribo assumira a responsabilidade de cuidar dessa pessoa sagrada (geralmente alguém jovem), até que o processo de transmutação esteja completo. A Esquizofrenia e a Desordem de Personalidade Múltipla, se estudada desta perspectiva, poderiam ser vistas também como uma manifestação normal da Natureza Multidimensional que está crescendo dentro de nós.

CAVALGANDO AS ONDAS DA MUDANÇA

Os deslocamentos e mudanças  comuns que só ocorriam aos Xamãs e Profetas agora estão começando a ocorrer por todo o planeta. A medida que a energia aumenta e nos aproximamos mais de nosso Núcleo Espiritual e Emocional, como humanos, estamos também começando a experimentar muitos “sintomas” da Aceleração Global de Energia. Entre elas está a desorientação, a fadiga, o letargo, a perda de memória à curto prazo, dores musculares, adormecimento passageiro e formigamento no corpo, habilidades intuitivas aumentadas, sonhos intensos, visões, telepatia e muito mais. O que os adultos não aceitam em sua consciência é recolhido rapidamente pela descendência empática que trazem para o mundo.

Meu trabalho com As Crianças das Estrelas facilita meu próprio redescobrimento da Criança Mágica que vive em mim. É um processo lento, e muitas vezes me sinto bastante lerdo para recolher minhas reflexões. No entanto, não estou sozinho nisto. A integração da Tecnologia da Unidade (a crença de tudo e todos estão conectados, e que todos somos parte do mesmo Ser Uno) causa comoção ao ego o qual combatemos furiosamente durante quanto tempo pudermos. Entretanto, nossos filhos estão sempre dispostos a “cuidar dos negócios da família” no caso de acovardarmos ou vacilarmos demasiado tempo.

Como escrevi em minha biografia, sou um Canal Espiritual. Muitas vezes, as coisas que escrevo vêm de fontes que existem “fora da caixa” da experiência humana normal. Se as pessoas acreditam no que é dito aqui, geralmente é porque estão em contato com algumas destas mesmas fontes. Na verdade, está se compartilhando um TOM comum por todo o mundo – nos que estão explorando e escrevendo sobre a Unidade Universal e a Conexão Multidimensional com Tudo O Que É.

Nossas Crianças das Estrelas vivem, se movem e respiram dentro da influencia constante desse tom. Muitos deles não compreendem o quê estão fazendo ou por quê. Simplesmente o fazem porque é tudo o que sabem. Talvez algum dia a maioria do mundo siga seu exemplo. Até então, teremos abundantes oportunidades de coçarmos a cabeça e expandir nosso intelecto, tratando de entender a forma incrível com que estas crianças dirigem os negócios.
 
Meus próprios Guias Espirituais, As Reconexões, disseram uma vez: “A única cura necessária, em qualquer situação, é a consciência total”. Se a vida parece confusa, é porque temos fracassado em pensar mais além de nossa pequena história para ver a vida de um ponto de vista expandido. Podemos medicar, meditar e complicarmos a vida com tentativas ridículas de controlar o destino – ou podemos permanecer assombrados, observando atentamente os espelhos que estão diante de nós, aceitando o que está aí – e ser transformados.


Copyright, 2004, Daniel Jacob.  Reservados Todos os Direitos. Pode ser copiado e compartilhado com o propósito de crescimento pessoal e/ou de investigação, desde que se mencione a fonte e este direito do autor se inclua inteiramente. Toda reprodução com fins de lucro, por qualquer meio, requer a permissão por escrito de Reconnections, Inc.

Tradução do original em espanhol: sandraferris@globo.com



[1] As numerosíssimas crianças que nasceram durante e depois da Segunda Guerra Mundial

  1. [2] m. y f. Individuo pertencente a uma seita religiosa protestante fundada na Inglaterra em 1648 por George Fox, que carece de culto e hierarquía eclesiástica e defende a simplicidade, o igualitarismo e a honradez.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Você é espiritualmente inteligente?

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".

Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.
É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record).

Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 300 Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo. Eis os principais trechos da entrevista:

O que é inteligência espiritual?

É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

Há quanto tempo a senhora trabalha com inteligência espiritual?
Toda a minha vida, praticamente, já que perdi a fé na religião (cristianismo) aos 11 anos de idade e sempre procurei um meio de encontrar realização espiritual fora dos domínios da religião. Meu trabalho mais recente sobre QS tem quatro anos e foi produzido ao mesmo tempo em que cientistas começaram a divulgar pesquisas que mostram uma base neurológica para as experiências espirituais e místicas.

De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual.

Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.

Qual a diferença entre QE e QS?

É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade.

Por que somente agora o mundo corporativo se preocupa com isso?

O mundo dos negócios atravessa uma crise de sustentabilidade. Suas atitudes e práticas atuais, centradas apenas em dinheiro, estão devastando o meio ambiente, consumindo recursos finitos, criando desigualdade global, conduzindo a uma crise de liderança nas empresas e destruindo a saúde e o moral das pessoas que trabalham ou cujas vidas são afetadas por elas. Espiritualidade nos negócios significa simplesmente trabalhar com um sentido mais profundo de significado e propósito na comunidade e no mundo, tendo uma perspectiva mais ampla, inspirando seus funcionários. Nós não sabemos mais o que é realmente a vida. Não sabemos qual é o jogo que jogamos nem quais são as regras. Falta-nos um sentido profundo de objetivos e valores fundamentais. Essa crise de significado é a causa principal do estresse na vida moderna e também das doenças. A busca de sentido é a principal motivação do homem. Quando essa necessidade deixa de ser satisfeita, a vida nos parece vazia. No mundo moderno, a maioria das pessoas não está atendendo a essa necessidade.

Como se pode detectar os sintomas dessa crise na vida corporativa?

Desde o surgimento do capitalismo, há 200 anos, tudo que importa no mundo dos negócios é o lucro imediato. Isso criou uma cultura corporativa destituída de significado e de valores mais profundos. Nós apenas queremos mais dinheiro. Mas para quê? Para quem? Trabalhamos para consumir. É uma vida sem sentido. Isso afeta o moral, tanto dos dirigentes quanto dos empregados, sua produtividade e criatividade. E também afasta dos negócios preocupações mais amplas com o meio ambiente, a comunidade, o planeta e a sustentabilidade. O mundo corporativo é um monstro que se autodestrói porque lhe falta uma estrutura mais ampla de significado, valores e propósitos fundamentais. Há uma profunda relação entre a crise da sociedade moderna e o baixo desenvolvimento da nossa inteligência espiritual.

Quais companhias a têm chamado para desenvolver trabalhos que busquem elevar o quociente espiritual de dirigentes e empregados?

Não posso citar seus nomes, mas tenho atendido a bancos, financeiras, empresas de telecomunicações, de petróleo e montadoras de automóveis. Trabalhamos juntos para adquirir a compreensão de que as atitudes e práticas existentes são insustentáveis e como as empresas podem desenvolver tanto a sustentabilidade como os serviços cultivando as dez qualidades do quociente espiritual.

A senhora poderia citar exemplos de companhias ou empresários que estejam buscando mais sentido em seu trabalho?

Há muitos exemplos. Mats Lederhausen, o vice-presidente de estratégia global do McDonald's, é um deles. Sua função na empresa é ser a voz de protesto e consciência, sacudindo as pessoas, agitando o barco. Ele iniciou projetos como a distribuição gratuita de vacinas antipólio na África, a luta contra plantações geneticamente modificadas, o uso de gaiolas maiores para galinhas e um trabalho para restaurar ecossistemas danificados.

Outro exemplo é a Amul, empresa da Índia que distribui para o Estado de Gujarat o leite de 10 000 cooperativas. A Amul compra todos os dias o leite de camponeses que possuem apenas uma vaca, permitindo que indivíduos pobres possam competir com grandes fazendeiros. O Banco de Desenvolvimento da Ásia se dedica à erradicação da pobreza com programas de micro-crédito para pessoas muito pobres.

A British Petroleum adotou um novo slogan, "Além do Petróleo", e está colocando o grosso de seus fundos de pesquisa no desenvolvimento de tecnologias energéticas alternativas, menos agressivas ao meio ambiente. John Browne, o CEO da companhia, conseguiu aumentar o valor das ações enfatizando relações de longo prazo entre sua empresa e a sociedade.

Como é o líder espiritualmente inteligente?

É um líder inspirado pelo desejo de servir, uma pessoa responsável por trazer visão e valores mais altos aos demais e por lhes mostrar como usá-los. É uma pessoa que inspira as outras. Gente como o Dalai Lama, Nelson Mandela, Mahatma Gandhi. No mundo dos negócios, Richard Branson, da Virgin, é um líder espiritualmente inteligente. Ele está muito preocupado com o meio ambiente e a comunidade. É muito espontâneo, tem visão e valores, tem perspectivas amplas.

Como se pode desenvolver a inteligência espiritual?

Tomando consciência das dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes e trabalhando para desenvolvê-las. Procurando mais o porquê e as conexões entre as coisas, trazendo para a superfície as suposições que fazemos sobre o sentido delas, tornando-nos mais reflexivos, assumindo responsabilidades, sendo honestos conosco mesmos e mais corajosos. Tornado-nos conscientes de onde estamos, quais são nossas motivações mais profundas. Identificando e eliminando obstáculos. Examinando as numerosas possibilidades, comprometendo-nos com um caminho e permanecendo conscientes de que são muitos os caminhos.

De que forma as pessoas espiritualmente inteligentes podem beneficiar as corporações?

As pessoas com QS elevado querem sempre fazer mais do que se espera delas. Algo para além da empresa. Quem trabalha unicamente por dinheiro não faz o melhor que pode. Nas empresas em que se busca desenvolver espiritualmente os funcionários, a produtividade aumenta porque eles ficam mais motivados, mais criativos e menos estressados. As pessoas dão tudo de si quando se procura um objetivo mais elevado. Se as organizações derem espaço para as pessoas fazerem algo mais, se souberem desenvolver em cada indivíduo sua inteligência espiritual, terão mais resultados e mais rapidamente.

A senhora diz que o capitalismo como se conhece hoje está com os dias contados, mas que um novo capitalismo está nascendo. Como ficam as empresas com essa nova perspectiva?

Está surgindo um novo tipo de empresa. É uma empresa responsável. No novo capitalismo sobreviverão as companhias que têm visão de longo prazo, que se preocupam com o planeta, em desenvolver as pessoas que nelas trabalham. Que se preocupam, sim, com o lucro, mas que querem ganhar dinheiro para desenvolver as comunidades em que atuam, proteger o meio ambiente, propagar educação e saúde.

Você é espiritualmente Inteligente?

Conheça as dez qualidades essenciais de quem chegou lá:

No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios. Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:

1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo.

2. São levadas por valores. São idealistas.

3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade.

4. São holísticas.

5. Celebram a diversidade.

6. Têm independência.

7. Perguntam sempre "por quê?"

8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo.

9. Têm espontaneidade.

10. Têm compaixão.




Fonte: http://portaldosanjos.ning.com/group/ondasdozuvuyaaondacsmicadeevoluo/forum/topic/show?id=3406316%3ATopic%3A106152&xgs=1&xg_source=msg_share_topic


segunda-feira, 13 de junho de 2011

DNA e GNA Cósmicos

DNA CÓSMICO SUPER NOVA 1987 A


Em novembro de 1999. uma descoberta estava deixando nossos cientistas espantados. Tudo começou na madrugada de 23 de janeiro de 1987, quando foi detectada, pelo observatório astronômico de Mont Blanc, em Dakota do Sul, a presença de uma supernova.
Chamaram-na de 1987A. Supernovas são estrelas gigantes que tendo extinto seu combustível nuclear explodem espetacularmente.
A media de produção de supernovas na galáxia é de uma a cada cinquenta anos, porém, já faziam 300 anos desde a última ocorrência.
Anos mais tarde a Nasa colocou no espaço o satélite observatório Hublle. Depois de exaustiva pesquisa pelo espaço sideral, terminou por fotografar os restos da supernova 1987 e espantados os cientistas puderam ver a presença de dois misteriosos anéis, não concêntricos, formados pelos escombros e gases da gigantesca estrela.

Mas, o mais impressionante é que na intersecção dos anéis a estrela havia se transformado num olho ardente, de espectro verde.


Essa supernova está a uma distância de 160.000 anos luz da Terra. Isto quer dizer que esta imagem, agora captada pela Hublle, iniciou sua viagem ao nosso planeta muito antes do que qualquer civilização humana conhecida tenha existido.
Na mesma época a Nasa estava preocupada com o DNA humano, inúmeras pesquisas estavam se desenvolvendo em seus laboratórios. Na internet, em seu site, podiamos ler uma longa série deles, com informações inacreditáveis vindas de mentes supostamente cépticas dos cientistas ocidentais.
Muitos estudiosos achavam que esta luz que agora nos visitava, proveniente da estrela implodida, estavam, de alguma forma, interferindo nos padrões de comportamento do DNA humano.
As pesquisas apontavam para o fato de que esta luz, portadora de todos os códigos e memórias daquela estrela, faziam vibrar a glândula pineal de muitas pessoas que, por um processo ainda desconhecido na época, acabavam interferindo de forma contundente o DNA delas.


Entretanto, de um dia para o outro, estas páginas desapareceram da Internet e o silêncio habitual das pesquisas que podem alterar o sistema dominante estabelecido se abateu implacável.
Foi quando recentemente nós nos deparamos com os resultados de outra pesquisa, desta vez de origem russa.
Diz esta pesquisa que o DNA humano funciona como uma grande rede de comunicação, é uma espécie de Internet biológica.


Estas pesquisas se basearam no fato de que apenas 10% do DNA é usado para produzir proteinas, o restante era considerado como excepiente, isto é, veículo, aquilo que se coloca nos remédios para dar volume e consitência. Entretanto a natureza não tem por hábito desperdiçar energia ou material, tudo tem uma razão específica e bem determinada. Foi assim pensando que foram reunidos aos geneticistas pesquisadores, estudiosos de outras áreas, muitas delas que aparentemente não tinham nada a ver com genética e começaram uma pesquisa séria nos 90% descartáveis.
Os primeiros resultados vieram dos linguistas que, baseados nos resultados das pesquisas dos geneticistas, perceberam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, segue as mesmas regras de todas as linguagens humanas!
Para chegar a esta conclusão eles colocaram lado a lado a sintaxe, a semântica, as regras gramaticais com os dados fornecidos pelos geneticistas e perceberam que os elementos que compõe o DNA respondem às mesmas leis básicas de formação de nossas linguagens. Com isto concluíram que o nascimento de nossa linguagem não foi um ato aleatório, nascido de uma casualidade, mas sim como um reflexo impulsivo do DNA humano.
E é então que nos reportamos à Doutrina da Tradição que diz que todos os idiomas são oriundos de uma língua mãe que deu origem a todas as outras. Encontramos referências a este respeito na nossa mitologia judaico-cristã na passagem bíblica da Torre de Babel.
Existem certas palavras que estão presentes em muitos idiomas e usada por povos sem a menor possibilidade de contato. Palavras havaianas similares a encontradas em povos do centro da África. A palavra Manu, por exemplo no judaísmo é o maná que cai do céu e alimenta o povo faminto (energia).
No Havaí encontramos Mana, uma forma de energia mental. Manú é também um lendário sumo legislador indú…Pjotr Gargajev biofísico e biólogo molecular Russo, concluiu que: “Os cromossomos vivos funcionam como computadores solitônico-holográficos que usam a irradiação a Laser do DNA endógeno”.


Solitônico é uma onda solitária que se propaga sem deformar-se num meio não linear [imagine que você joga uma pedra numa lagoa muito tranquila, ao tocar a água ela fará uma série de ondas concêntricas que irão avançar a até a margem.]
Pense agora na mesma pedra sendo atirada num rio turbulento, imagine que ela cria uma única onda que se propaga da mesma forma imperturbável da sua onda irmã do lago sereno, só que está em meio da turbulência e agitação das águas do rio - isso é uma onda solitônica.


Isto quer dizer que os cromossomos se comunicam através de determinados padrões de frequência. De posse deste conhecimento eles modularam raios lazer em certos padrões de frequência e assim influenciaram a freqüência do DNA e a própria informação genética contida nele.





O problema seria como descobrir estas freqüências consideradas certas. Mas, como a estrutura básica do DNA e da linguagem são as mesmas não há a necessidade da decodificação do DNA para conhecê-las.



Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Foi isto que eles provaram experimentalmente. O DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá não só aos raios laser modulados em padrões de linguagem, mas até às ondas do rádio, isto se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas. Desta maneira puderam explicar cientificamente por que o treinamento autógeno, as afirmações, as sugestões, a hipnose e a vontade, podem ter efeitos tão fortes nos seres humanos e em seus corpos.
Isto tudo que estes notáveis pesquisadores descobriram é a comprovação daquilo que sempre apregoou a Doutrina da Tradição e seus mestres através de várias escolas de conhecimento, de que o corpo humano é programável pela linguagem, por palavras e pelo pensamento. A única coisa é que não existe é um padrão absolutamente definido de resultado, cada indivíduo tem o seu, de acordo com fatores como fé (intensidade de crença), maturidade espiritual, aplicação... Já no caso das experiências se a freqüência é a certa os resultados são previsíveis.


Os pesquisadores russos, ao contrário dos ocidentais que cortam genes simples da estrutura do DNA e os inserem em outra parte, podem influenciar o metabolismo celular através das freqüências de rádio e das freqüências de luz, moduladas apropriadamente, e assim reparar defeitos genéticos. Gargajajev fez ainda a seguinte experiência, danificou alguns cromossomos com raio X e através de padrões de freqüências obtidos em um DNA sadio, conseguiu, usando lazer, reparar as danificadas.
Através do mesmo método conseguiu transformar embriões de rã em embriões de salamandras. Tudo isto com uma vantagem, toda a reprogramação foi efetuada sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se re-implanta genes simples do DNA.


Mas existem outras coisas interessantes que nos são apresentadas pelos cientistas Russos. Eles descobriram que o nosso DNA também pode causar perturbações no vácuo, produzindo aquilo que é conhecido como buraco de minhoca!
Os buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen existentes na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Eles são conexões entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. Assim, informações podem ser enviadas de um universo para outro sem nenhum ponto de contato físico ou temporal.


 
As informações ao atravessar esta ponte inter-espacial são atraídas pelo DNA que, dependendo das condições, as passa para a nossa consciência. Este processo é chamado de hipercomunicação e é mais eficaz quando o indivíduo está em estado de relaxamento. Estresse, ansiedade, preocupações ou uma mente muito agitada impede que a hipercomunicação seja bem sucedida e fará que a informação seja totalmente distorcida e inútil.

 
De forma resumida podemos dizer que a hipercomunicação acontece quando se tem acesso a uma informação que está fora da base de conhecimento do indivíduo. A informação chega sem que haja qualquer inteiração dentro dos padrões normais de espaço e tempo. Por exemplo, o Chico Xavier tinha a capacidade de falar qualquer idioma (vivo ou morto) quando tinha necessidade. A hipercomunicação vem sendo usada pela natureza, com sucesso, por milhões de anos. Um exemplo disto é o organizado fluxo de vida nos reinos dos insetos.

Quer ver um exemplo da utilização da hipercomunicação pela natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a formação ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia se interrompe. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de formação” também por via distante da consciência de grupo de seus assuntos. Ela poderá estar tão afastada quanto queira, contanto que esteja viva.
Os animais, em geral, agem como grupo. Os mestres da Doutrina da Tradição, há centenas de séculos, nos falam das almas grupo, as mônadas, que funcionariam como uma consciência grupal e para a qual todas as experiências dos indivíduos são reportadas.
Baseados nestes conhecimentos, Grazyna Gosar e Franz Bludorf, dois pesquisadores russos, nos dizem que nos tempos primitivos os homens se comportavam como os animais, todos intensamente conectados com a consciência do grupo e mais que isto, agindo como um grupo, usando a hipercomunicação.
Porém, chegou um momento em que, para desenvolvermos e experienciarmos a individualidade, nós humanos, necessitávamos abandonar o uso da hipercomunicação quase que completamente.
Agora que estamos absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, na qual chegaremos a acessar toda a informação por meio de nosso DNA, sem sermos forçados ou mesmo remotamente controlados sobre o que fazer com esta informação.

 
Como na Internet podemos, através do nosso DNA, alimentar com nossos dados a rede e estabelecer contato com outros participantes, trocando informações.
A cura à distância, telepatia ou captação à distância de informações sobre o estado de parentes, e muitos outros fenômenos paranormais, podem assim ser explicados.
Alguns animais sabem quando os seus donos planejam voltar para casa, mesmo que estes estejam muito distantes. Este tipo de captação pode ser interpretado por meio de conceitos da hipercomunicação e da consciência grupal.
Os pesquisadores acham que se os humanos, com plena individualidade, reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino para criar, alterar e formar coisas na Terra! E a humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de um novo tipo. As mudanças crescem em expressão geométrica.
Cinqüenta por cento das crianças que estão nascendo neste momento serão crianças problema quando forem para a escola, pois o sistema trata a todos de forma global, como massa. Em sua grande maioria elas estão sendo massacradas para se enquadrarem no sistema vigente. Porém, a individualidade das crianças de hoje é tão forte que elas se recusam a este ajuste forçado e se rebelam. A cada dia nascem mais e mais crianças clarividentes, clariaudientes, cognitivas... são as tais crianças chamadas índigo.
Algo nestas crianças está pressionando mais e mais em direção à uma consciência de grupo de um novo tipo, e isto não tem volta.
Só para você ter uma idéia o tempo é difícil de ser influenciado por um simples indivíduo, mas pode ser influenciado por uma consciência grupal. Lembre-se das tribos que praticam a dança da chuva.
Quando ocorre a hipercomunicação, pode-se observar tanto no DNA, como no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas Russos irradiaram amostras do DNA com raio laser. Estes formaram na tela de um computador um padrão de onda típica.
Quando eles removeram a amostra do DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu ali, como antes. Muitos experimentos controlados mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si só. Este efeito é chamado de efeito fantasma do DNA. Supõe-se que a energia de fora do tempo e espaço flui ainda através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido.


 
Um efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação é o surgimento de certos campos eletromagnéticos inexplicáveis nas adjacências das pessoas envolvidas no processo.
Aparelhos eletrônicos como computadores, reprodutores de Cds, relógios digitais e similares podem ser contaminados e param de funcionar. Mais tarde, quando o campo eletromagnético se dissipa, os aparelhos voltam a funcionar normalmente. Alguns são tão fortemente atingidos que nunca mais voltam a funcionar. Muitos curadores e sensitivos conhecem bem este efeito à sua volta. Talvez este parágrafo seja tranqüilizador para muitos deles que são constantemente importunados por estas ocorrências, pois isto significa que eles são bons na hipercomunicação.
Cientificamente falando, o tempo é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, as chamadas freqüências Schumann. Mas estas mesmas freqüências são produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento, ele passa a funcionar como um laser, então, não será surpresa alguma que eles possam influenciar o tempo.
Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria das civilizações do Tipo 1. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo de um novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência de energia. Pois se ela fosse usar o seu poder mental como uma civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isto inclui todas as catástrofes naturais!!! Uma civilização teórica do Tipo 1 seria até capaz de controlar todas as energias de sua galáxia natal.
Verificou-se em laboratório que um fenômeno estranho ocorre sempre que uma grande quantidade de pessoas focaliza a sua atenção numa mesma coisa, seja o Natal, o campeonato mundial de futebol, a morte do Airton Sena, a visita do Papa. Nestas ocasiões, programas geradores de números aleatórios nos computadores começam a liberar números ordenados!.. Os pesquisadores provaram com isto que uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em todas as suas adjacências.
Mas vamos retornar ao DNA. Os pesquisadores russos concluíram que, aparentemente, ele se comporta como um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente abaixas, entre 200 e 140° C abaixo de zero para funcionar.
Todos os supercondutores são capazes de armazenar luz e assim, informação. Este é um dado adicional de como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos seus buracos de minhoca. Normalmente estes buracos são intensamente instáveis e se mantém somente por frações mínimas de segundo. Porém, sob certas condições podem-se organizar buracos estáveis, que formarão domínios distintos do vácuo, nos quais, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade.

 
Os domínios do vácuo são bolas com brilho próprio de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de energia. Há regiões onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Os Russos descobriram que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência e que podem também serem produzidos por nossos cérebros. Por causa desta similaridade de ondas, eles reagem segundo os nossos pensamentos.
Muitos mestres espirituais produzem também tais bolas energéticas ou colunas de luz, muitas vezes visíveis durante uma meditação profunda ou no meio de um trabalho de energia.
As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e com os domínios do vácuo visíveis estavam convencidas de que um anjo tinha aparecido diante delas.

GNA É UMA CÉLULA TRANSFORMADA EM ENERGIA

 
Nós temos o DNA, que é nosso código genético. O GNA é o complemento desse código, como se fosse o nosso DNA transmutado para energia. Então, o GNA é uma célula transformada em energia. Algumas pessoas têm o GNA ativo, outras não. Quem nasceu a partir de 1971 já tem o GNA ativo. Quem nasceu antes, tem que ativá-lo.
Quando o GNA está em atividade, essa célula energética se desenvolve, ao ser desenvolvida, projeta-se ao oposto dela: ela estando à direita projeta energeticamente a sua correspondente à esquerda, na mesma posição. Por exemplo: se ela está a um centímetro da face, no pescoço, exatamente um centímetro do mesmo ponto ela vai transmutar outra célula, com a mesma energia. E o processo continua. Ela vai se projetando para cima, para baixo e assim sucessivamente, transmutando células-matéria em células-energia, até que todas sejam energia
Todos os seres humanos têm um certo grau de paranormalidade, mas nem todos sabem usar essa energia psíquica. Manifestações paranormais de efeitos físicos (entortar, quebrar objetos) significam que você conseguiu desprender energia na matéria. E essa energia é desprendida com a ativação e o desenvolvimento do GNA.
Para ativar o GNA existem técnicas especiais, utilizando essas técnicas, qualquer pessoa pode ativá-lo, desenvolvendo a seu poder mental.
O GNA é necessário para acelerar nosso processo de evolução. Transmutar nosso metabolismo para energia, despertar nossa consciência, fazer com que acessemos o conhecimento cósmico. Nós estamos aquém de nossas reais capacidades mentais. A Espiritualidade nos diz que o ser humano existe nessa realidade com a intenção de redescobrir o seu Dharma (missão de vida) e assim cumpri-lo.
O mundo tridimensional bloqueia o nosso conhecimento, então é difícil desenvolvermos algumas capacidades psíquicas (vidência, a percepção, a premonição, a telepatia, a clarividência, tudo o que abrange o grupo psigama, a região livre do cérebro). Devemos trabalhar para favorecer esse "despertar".
Alguns estudos nos dizem que até o DNA se transformar em energia, ele terá doze hélices (e não apenas duas como atualmente). Doze filamentos que representarão os seis estágios evolutivos da alma.
As sensações de quem tem o GNA ativo normalmente são: enxaqueca constante, dor na região cervical, tensão na musculatura, o pescoço estala muito, zumbido nos ouvidos (uma pressão que não é arterial, nem é labirintite). Se a pessoa tem essas sensações, vai ao médico e não descobre nada, isso pode ser excesso de energia, pode ser o GNA em atividade.


GNA É O NOVO DNA DE 12 BANDAS


 
Desde que o DNA foi definido como uma helix de duas bandas antiparalelas de nucleótidos complementares (A,T,C,G) todo um novo mundo se abriu para a Ciência. O Genoma Humano já foi todo sequênciado, provas de ADN são usadas em medicina forense, testes de paternidade, doenças genéticas, medicamentos DNA-específicos.. etc.
Esta sequência de aminoácidos presente em quase todas as nossas células diz-se conter toda a nossa informação genética: traços físicos, psiquicos e provavelmente morais, embora não se consiga encontrar o onde de cada uma dessas coisas...Após um certo limite é tudo somente expeculação.
No mundo da Espiritualidade, as coisas vão bem mais além, visto que não há barreiras ao pensamento.
Um tema muito atual no mundo espiritual é o GNA (AGN), que é o que se chama do nosso verdadeiro código espiritual! Este não é composto por duas cadeias, mas sim 12! sendo 2 delas físicas (as que a nossa ciência acredita) e as demais 10 etéricas.
Os Lemurianos falavam já de 32 bandas deste código, mas vou deixar esse tópico para outra altura.
O GNA, é um tema que já circula também os meios científicos, sendo que muitos investigadores lutam para provar a existência destas bandas não tão visiveis.
O nosso DNA (do qual 97% é considerado lixo sem qualquer valor e somente os restantes 3% é que codificam informação válida). Evidentemente esses 97% não são lixo... contém é informação sobre as nossas vidas passadas (registos akashicos) que a nossa ciencia ainda n sabe interpretar.
As demais 10 bandas (que já foram vistas pelos miscroscópios!!!) são chamadas pelos cientistas de DNA sombra. Alguns métodos recorrem á seguinte caracterização de bandas:
  • 1º par (físico)
    Responsáveis por aspectos do corpo físico. Mostram a predisposição duma pessoa em relação a algumas condições de saúde, envelhecimento, metabolismo, etc..
  • 2º par (etérico)
    Tratam dos aspectos emocionais, bem como inclinações para padrões emocionais.
  • 3º par (psíquico)
    Contem o perfil genético mental. Traduzem se a energia mental vai ser usada em pensamento directo, linear, lógico ou intuitivo, artistico, etc. Contem tambem informação sobre se a pessoa é optimista ou pessimista.
  • 4º par (alma)
    Contém o chamado Karma(ou Dharma para os que preferem). Predisposições para padrões karmicos trazidos para esta vida, feridas karmicas... energia inacabada simplesmente. Se os comandos correctos forem empregues, é possível terminar estes projectos abertos a qualquer altura.
  • 5º par (astral)
    Influencia electromagnética do sistema solar, integrado com a força da gravidade de onde a pessoa nasceu. Contem os códigos que podem ser lidos numa carta astrológica.
  • 6º par (transformação)
    Habilidade de criar e re-criar. A parte mais espiritual do nosso ADN. Connectada a todas as criações, está ligada com o Universo.
Uma teoria é que no passado, todas estas bandas estavam conectadas entre si e o ser humano no ápice da sua vertente espiritual em permanente conecção com os outros mundos, mas estas ligações foram-se perdendo e os trabalhadores da luz focam em re-daquirir estas ligações perdidas... este GNA pode ser activado através de frequências, decretos, ou normalmente através de atitudes ao longo da vida. As frequências de Solfeggio são um exemplo disso:

O que são ?



Fonte: http://portaldosanjos.ning.com/group/ondasdozuvuyaaondacsmicadeevoluo/forum/topic/show?id=3406316%3ATopic%3A688527&xgs=1&xg_source=msg_share_topic