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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Série Educando os Educadores - Parte 1


por Daniel Jacob

Hoje estou pensando na expressão que usam mais frequentemente os alienigenas espaciais quando encontram com os humanos normais nesses filmes de ficção-cientifica dos anos de 1950 aos 1960. Eles diziam: “Viemos em paz”. No entanto, para vender filmes, os extraterrestres eventualmente tinham que fazer voar algunas cidades nossas para destruir algo. Desse modo, podiamos estabelecer que os alienigenas eram maus, combatê-los e repudia-los e terminar pensando que os humanos são bons meninos. Outra Vitoria para o status quo.

A afirmação precedente é verdadeira e a maioria das Crianças das Estrelas gostaria de dizer isso aos diretores e aos mestres, enquanto começam a misturar e fundir seus rostos e habilidades meta-humanos com nossos protocolos estabelecidos para a vida. Eles vem em paz. Na verdade são Crianças Índigo que questionam abertamente a autoridade, e fazem algumas afirmações claras sobre o que estas Novas Crianças aceitarão ou não – no entanto, a intensão geral da maioria de nossa juventude é construir pontes e abrir portas para o intercambio mutuo e para expandir a cooperação entre gerações de modo que possam levar a cabo o que vieram fazer aquí.

De muitas formas, as Crianças das Estrelas são alienigenas, que vivem entre nós em sociedade. Muitas delas admitirão abertamente que se sentem assim. Suas mentes e corações se originam de um lugar da consciencia que está muito longe da mente massiva que prolifera hoje no mundo. Porem, são parte de nós, assim como nós somos parte deles. Vem para ajudar. Nós precisamos de sua ajuda. E o proposito desta série é encontrar formas de poder melhorar o que está sem ter que fazer voar nossas cidades no processo.

Instintivamente, os humanos são resistentes a qualquer pessoa ou coisa que sintam ser divergente do “normal”. É nossa natureza básica. De fato, me encanta uma citação em particular do filósofo Arthur Schopenhauer, que viveu e morreu em meados de 1800s. Disse:
“Toda verdade passa por três etapas. Primeiro a ridicularizam. Segundo, se opõem a ela violentamente. E terceiro, aceitam-na como óbvia.”

As Crianças das Estrelas querem encontrar-se conosco em nosso proprio terreno e negociar novos termos a partir daí. Sabem que tem “poderes” para penetrar nossas barreiras adultas inatas, porem, querem aprender a forma de modular esse poder, para não terminar destruindo-se a sí mesmo ou a nós no processo.

Gostaria de começar os diálogos acerca de cómo podem as Crianças da Nova Terra começar a conectar-se com nossa escola atual e sistemas comunitários, onde seus lugares “assinados” foram prolixamente estabelecido para eles – ainda que haja pouca evidencia de que tal sistema tenha sequer a mínima pista do que eles necessitarão da sociedade e o que podem oferecer-nos potencialmente por sua vez, se estamos dispostos a prestar atenção.

Gostaria de discutir os problemas comuns e os escolho do atual sistema educativo, especialmente desses lugares onde dificultam seriamente as vidas das crianças. Gostaria de alguma coisa brainstorming acerca de cómo pode uma pessoa jovem, respeitosa, porem firmemente, mudar-se de lugar de poder e influencia que é seu direito de nascimento durante este tempo potente de transformação global.
Estamos prontos para isso? Se estamos, vamos ter que deixar para tras nossos insignificantes medos e suspeitas – especialmente quando promovem a discriminação pela idade, o abuso emocional e/ou fisico, e outros problemas parecidos que se estão sentindo atualmente em todo mundo.

UNIFICAÇÃO, NÃO POLARIZAÇÃO

Enquanto começamos, parece ser muito importante que nenhum de nós se coloque em uma posição onde sejamos “Nós vs. O Sistema”. Essa seria uma posição sem esperança, e não faria avançar a causa de nossas queridas Crianças das Estrelas. Nós somos o sistema. Nós somos um. Nós somos o mundo. A comunidade e o governó não são uma conspiração formulada contra nós. É um sonho que estamos invocando sobre nós mesmos, de dentro de nós, para aprendermos algo.

Seguramente, nosso sistema educativo está se desmoronando seriamente no meio de nós. Ainda assim, atualmente, cobre algunas necessidades muito básicas de nossas crianças. Pessoalmente me relaciono com muitos indivíduos potentes e diligentes que trabalham com afinco para manter as coisas andando e fazer com que o sistema educativo existente seja muito melhor. Realmente querem que derrubemos a nós mesmos ao fazer colapsar prematuramente o sistema, ou teria mais sentido construir sobre o impeto existente, e somar ao que já está aí?

Quando falo de “educar aos educadores”, não estou sugerindo que os pais e a faculdade comecem um novo round de enfrentamentos, ou que substituamos a outro grupo de políticos (sem importar seu orientação) para que se lhe outorgue mais atenção legislativa a problemas que possam ser tão variados como a quantidade de crianças que participam no processo.

Os verdadeiros “educadores” do futuro são estas mesmas crianças. E elas nos ensinarão fazendo, não discutindo ou legislando.

Para mim, a verdadeira lição dos anos “60s” foi… “Não mudas a sociedade mudando a sociedade. Só podes mudar a ti mesmo. A sociedade está formada e refletida para fora , a partir do interior de cada pessoa. Se mudas a ti mesmo, a sociedade em que vives finalmente refletirá essa mudança.”

Se tratamos de fazê-lo de qualquer outro modo, terminamos fazendo mais “Guerras” sociais – (Guerra as Drogas, Guerra a Ignorancia, Guerra ao Terrorismo) – e aquilo ao que nós resistimos, sempre persistirá. As estatisticas o provam. Quanto mais lutam contra algo negativo, mais negatividade obtem. Devemos nos concentrar calmamente no que queremos, no lugar de lutar contra o que não queremos.
Qualquer “movimento” organizado na sociedade tem distintas forças motivadoras que o energizam e sustentam. Estas forças eventualmente se tornarão “grupos de interesse especial”, tanto como qualquer grupo de pressão em Washington hoje em dia. Tudo parece cheio de objetivos, não é assim? Ainda que os corações dos criadores originais de um “movimento” possam ser muito puros, seus predecesores eventualmente atropelarão as coisas. O Manifesto Anarquista diz assim: “Toda estrutura é má. A estrutura requer liderança. A liderança confere poder… e o poder sempre corrompe.” Poderá levar um tempo, mas sempre o faz.

O PESO DE SER UM “ESPECIALISTA”

Vejo os livros que escrevem hoje em dia a respeito dos Índigos, os Cristais, as Crianças das Estrelas e demais. Muitos autores tem uma “Mestria em Artes” ou um “Doutorado” por tras de seus nomes. E isso esta bem e é bom. O profissionalismo e a experiencia tem valor. Porem, nada foi antes para onde está se dirigindo agora a sociedade. Os recursos e protocolos para vê-la com a nova energia estão se confeccionando AGORA, inclusive enquanto esta energia está fluindo. Sacudir nossos títulos por aí na cara dos demais implica dizer que; o que a humanidade necessita saber a respeito da vida já está nos livros, ou nas escolas, e que já há alguns que o aprenderam.

Meus amigos só raspamos a superfície destas Novas Crianças e esta Nova Vibração em que vivemos! Não há “especialistas” para onde a humanidade está indo. E estas pessoas que estiveram vegetando em nosso sistema educativo durante 20, 30, 40 anos pode ter um montão de “histórias de guerra” para contar, porém vão seus “títulos” ou “treinamento” abrir suas mentes a nova informação e as formas de enfrentar a vida, ou vão ser cordas ao redor de seu pescoço enquanto a sociedade entra neste estranho novo mundo? Só o tempo dirá.

Proponho que busquemos um novo título para conferir-nos a nós mesmos e aos demais, enquanto nos dirigimos para a Sociedade do Futuro. Que tal se puséssemos as siglas “D.A.E” ou “P.P.A” por tras de nossos nomes? Poderiam significar “Dispostos a Escutar” ou “Prontos para Aprender”. Agora há um título que pode ser-nos útil, enquanto os paradigmas humanos seguem voando em pedaços sob nossos pés.

Não levem a mal. Tudo o que temos aprendido pode servir-nos sob as circunstância adequadas. Porem, uma Criança das Estrelas desperta pode ultrapassar de longe nossos diplomas, e olhar direto em nossos corações e vidas. Colocá-los de frente a sua cara não vai impresiona-los e é possível que tambem nos impeça ver a nós mesmos.

Tradução: sandraferris@globo.com

Fonte: http://www.manantialcaduceo.com.ar/daniel_jacob/ninos_estrellas.htm

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ritalina não resolve

Aumenta em São Paulo a demanda de Ritalina (nome comercial do metilfenidato), medicamento utilizado para controlar as crianças: um milhão de caixas foram consumidas no Brasil em 2005.


“A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como só acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um espírito mais adiantado e propenso ao bem.”

“A Gênese” (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira), de Allan Kardec, 18o capítulo, item 27.

A marcha do progresso tem sido acelerada. Como falta ao homem o equilíbrio necessário para incorporar tantas transformações ao seu modo de viver, observamos, em paralelo a esse crescimento da tecnologia, o desrespeito à natureza e ao próximo. No Ocidente, onde o conhecimento da vida espiritual ainda não é disseminado, isso aconteceu de forma mais acentuada, provocando tantos desequilíbrios sociais. Neste início de século, estamos diante de grandes transformações que se fazem sentir e que abalam convicções solidamente arraigadas. Não obstante a largueza de recursos tecnológicos, a farta disponibilidade de dados e de informações e a vasta bibliografia científica, o preconceito muitas vezes ainda fala mais alto. Cada vez que ocorre um determinado fenômeno que desafia os padrões estabelecidos, exigindo pesquisa e análise criteriosa, na maioria das vezes, a questão se não descamba para o terreno do maravilhoso, do sobrenatural, ao sabor de multidões de místicos que se alimentam de fantasias, é rechaçada por quem se apresta a tirar conclusões apressadas, desconsiderando a necessidade de aprofundar sua apreciação. Existem aqueles que, de outra forma, recusam-se mesmo a considerar a realidade que está a um palmo dos seus olhos. Fazem vista grossa àquilo que não se enquadra nos seus conhecimentos acadêmicos ou está fora do alcance de sua cultura. Esse é, justamente, o caso das crianças índigo.

As notícias que a mídia estampa, além de confirmar essas colocações, causam-nos grande preocupação e estão, aos poucos, mobilizando pais, professores e profissionais da área da saúde conscientes da importância de entendermos o que está, de fato, acontecendo. O jornal O Estado de S.Paulo em sua edição de 2 de outubro último lançou uma denúncia: “Desafio: controlar a droga antiagitação” (veja o boxe). Segundo a reportagem, que ouviu o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney, 70% dessas crianças não precisariam tomar o remédio. A mãe [M. T. F.] de um garoto acusa as autoridades médicas: “Estão usando esse medicamento como se fosse água”. Seu filho, depois de um mês de “tratamento” com Ritalina parou de tomar a medicação, vítima de fortes dores de cabeça e náusea. Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), são na verdade crianças índigo, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos. À parte considerações religiosas e místicas, o chamado índigo não é um ser “iluminado”. Possui inteligência e sensibilidade aguçada. São espíritos em evolução, ainda em débito com a contabilidade divina, mas apresentam características próprias de seres que avançaram mais do que nós. Como qualquer um de nós, estão à mercê do meio ambiente onde reencarnam. Sendo assim, não prescindem do amor de seus pais, do aconchego do lar, do equilíbrio familiar. Sua adaptação entre nós, seu aprimoramento moral depende desse ponto de partida: um lar equilibrado. É claro que todas as crianças necessitam viver bem em família para se desenvolver e progredir. No caso dos índigos essa necessidade é ainda mais acentuada: para desenvolverem suas qualidades, os recursos psíquicos de que dispõem, necessitam de aceitação, apoio e disciplina.

Em nosso trabalho clínico observamos o comportamento, as características e necessidades dessas criaturas que pudemos identificar como índigos. O livro “Crianças índigo”, de Lee Carroll e Jan Tober, e “Educando crianças índigo”, de Egidio Vecchio, ambos editados pela Butterfly Editora, são de grande utilidade prática em nosso trabalho. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egidio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los. Seu livro também apresenta questionários e pré-avaliações que facilitam a assistência aos índigos, o que não podemos deixar de destacar. Se a incidência de nascimento de índigos é maior hoje do que em outros tempos, por contingência das necessidades planetárias de transformação, sua presença foi notada há décadas. Um desses casos, que passou por nosso consultório, foi o de M. V., 34 anos. Em busca de uma terapia que o ajudasse a superar problemas de ordem afetiva, procurou-nos por indicação. Em seus relatos, afirmou que sempre foi capaz de perceber o que as pessoas verdadeiramente sentiam, mas não recebeu nenhum estímulo a desenvolver essa percepção. Seu pai, já desencarnado, não enxergou o valor do filho, seu empenho em sentir-se amado. Em virtude dessa rejeição e de outros problemas paralelos, derrapou para o mundo das drogas. Passou por muitas dificuldades, mas despertou, em si mesmo, a vontade de recuperar-se. Internou-se numa clínica e venceu a dependência química.

Descreveu esse período com extremo bom humor e humildade. Lá conheceu muitas pessoas que o ajudaram e que se tornaram seus bons amigos. Desempenhou muitas tarefas e, em razão de sua facilidade para se expressar, foi convidado a falar de suas experiências, sua luta contra o vício. Hoje, distante dessa época, trabalha por conta própria, fala inglês fluentemente. Faz suas próprias regras e horários, não suporta a rotina. Sua maior dificuldade é justamente trabalhar, mentalmente, com as informações de que dispõe sobre os sentimentos de outras pessoas. Involuntariamente, sente o que está por trás das aparências e das atitudes daqueles que o cercam. Essa é uma das características marcantes dos índigos. No caso de M. V., nota-se que não foi preparado para viver suas potencialidades, que nem sequer foram explicadas ou mesmo reconhecidas por aqueles que o educaram. Esse descompasso, do qual esse exemplo é uma amostra, se amplia sobremaneira em outros casos, os quais tivemos a oportunidade de registrar. Generalizando, muitas pessoas rebatem: “Isso pode acontecer com qualquer um” ou “É mais um caso de mediunidade que não foi desenvolvida”.

Dependendo delas, se forem profissionais da área da saúde, tratarão desses pacientes com medicamentos paliativos do tipo da Ritalina. Esse é o erro que muitos estão cometendo. E quanto aos efeitos colaterais? O diferencial observável no índigo é que muito cedo se percebe sua dinâmica de personalidade: seu senso de bondade, igualdade, fraternidade, cooperativismo, caridade, e, acima de tudo, a consciência de que é ele mesmo quem deve corrigir seus erros. É muito comum notar que adolescentes índigos, solicitados a escrever histórias, revelam no conteúdo de seus relatos a preocupação com esses valores – intrínsecos à sua personalidade – sem maior importância para os jovens nessa faixa etária. Estamos apenas no começo. Muito há ainda por fazer. Poderíamos relatar inúmeros outros exemplos se tivéssemos espaço para tanto. O que é mais importante nesse momento, no entanto, é entendermos que estamos vivendo uma nova era, um novo momento da nossa consciência planetária. Precisamos dar suporte a esses espíritos que estão reencarnando porque faz parte do nosso aprendizado comum. Aqueles que afirmam que os índigos são fruto da nossa imaginação não sabem o que dizem. No crescer dessa realidade, no avançar dos tempos, mudarão de opinião diante das constatações que estamos à beira de alcançar. Preocupam-nos apenas essas crianças que se apagam, melancólicas, entorpecidas por medicamentos, para se incorporar à triste sociedade de consumo que têm nos shopping centers o altar de sua adoração. Os tempos são chegados. Façamos o nosso papel de pais, de educadores. Vamos nos dedicar de corpo e alma a esses pequeninos, lembrando-nos das palavras de Jesus: “Todo aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”. Educar com amor é entender a diversidade e conviver com ela, talvez o maior desafio do nosso século.

Valdeniza Sire Savino (para a revista espírita Além da Vida)
valdenizasavino@terra.com.br


Estão usando a Ritalina como se fosse água

Mais de 1 milhão de caixas de Ritalina foram consumidas no Brasil em 2005. Um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A quantidade assusta a psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney. Para ela, em muitos casos as crianças são apenas reflexo da família. “Temos de nos preocupar se a criança tem os sintomas ou é uma criança sintoma”, diz. Ela conta que 70% das crianças com diagnóstico de TDAH que atende não precisariam tomar o remédio. Com M.F., de 14 anos, não foi diferente. Após ter o problema identificado na escola e com um mês de tratamento, parou de tomar o remédio por conta dos efeitos colaterais que causou. Nesse período, o garoto teve dores de cabeça diárias e seguidos casos de náusea.


A solução veio com uma consulta a uma psicopedagoga e com a mudança de escola. “Estão usando esse medicamento como se fosse água”, diz a mãe do garoto, M.T.F.

(Trecho transcrito da reportagem “Desafio: controlar a droga antiagitação”, publicada na edição de 2 de outubro de 2006 no jornal O Estado de S.Paulo).


VALDENIZA SIRE SAVINO é psicóloga clínica licenciada em pedagogia, palestrante do 1o Seminário de Educação e Orientação ao Índigo realizado em São Paulo em 15/11/2006.

Fonte: http://www.flyed.com.br/novo/site/portalindigo_pg5.asp


sábado, 9 de maio de 2009

As Crianças das Estrelas

Eles têm recebido o nome de “Geração X” e os comentaristas de TV os chamaram de “difíceis de decifrar, ainda mais difíceis de compreender”. São a descendência dessa incrível explosão de angustia e admiração. Eles são os Baby Boomers.

Seus irmãos mais jovens são as Gerações Y e Z, que formarão a equipe da terra que pilotará a Nave Espacial Terra através do fim do tempo tal como o conhecemos e para o Corredor Quadridimensional.

Foi predito que por volta de 22 de Dezembro de 2012 nosso enfoque sobre o tempo e nossa preocupação sobre ele cessarão, pois o calendário Maya estará completo e algo completamente novo começará. Alguns estão convencidos de que será a eternidade e que os últimos 11 anos (tempo linear) antes de 2012 será um tempo de preparação da nossa gente e do nosso planeta para o Dia da Graduação. Porem, todos estão convidados para então, estarmos todos seguramente aqui.

Segundo Daniel Jacob, não há mais almas novas que nasçam neste universo. As que aqui retornam em ondas gigantescas são almas velhas. É tempo, portanto, de desvelamento histórico, pois desde 1973 já não há mais crianças, mas gente pequena. São almas muito velhas disfarçadas de bebê.

Está é uma pequena introdução retirada do livro “As Crianças das Estrelas” de Daniel Jacob, disponível para download ou para leitura online no Site Luz de Gaia. O livro conta de maneira encantadora a jornada das ultimas gerações a partir de 1947. Para quem estiver interessado em saber como surgiram os Baby Boomers, os Índigos e as Crianças Cristais é só clicar no link, procurar pelo título na lista que se abrirá e Boa Viagem pelo “Universo Índigo Cristal”.

Sandra Ferris

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Crianças Índigo Cristal, Pioneiros da Evolução da Consciência

Muito temos ouvido, nos últimos anos, Sobre as Crianças Índigo, Crianças das Estrela, Crianças Psíquicas e, mais recentemente, Crianças Cristal. Independentemente da aceitação ou negação dessas categorias, a maioria de nós está de acordo em que, a actual geração de crianças é muito diferente das suas predecessoras.
Estas crianças parecem, de alguma forma mais inteligentes, mais brilhantes e mais sábias. São atraídas pela tecnologia e facilmente a dominam, por mais complexas ou difíceis que sejam. Eles são impetuosos, concentram-se no que fazem e são honestos com relação aos seus próprios sentimentos. As relações humanas são importantes para eles. Estas crianças têm uma forte vontade, um forte sentido de auto-estima e, com frequência recusam completamente serem dominados por sistemas autoritários, seja na escola ou na família. Eles têm problemas com o sistema educacional actual e, com frequência são etiquetados com ADD (déficit de atenção) ou ADHD (hiperatividade) e, se são adolescentes tendem a envolver-se com drogas, álcool e outras formas de comportamento “extremo” disfuncional. Mas, quem são estas crianças e porque o seu comportamento é tão radical e tão difícil para os pais e para a sociedade.

Uma Crise Global

Para entender porque estas crianças vêm á terra, neste tempo, nós temos que entender a razão da necessidade dos seus talentos especiais. O nosso planeta Terra chegou a um momento de crise na sua trajectória evolutiva. Como filhos da Terra, encontramo-nos num ponto morto, ou, de outra maneira, estacionamos no nosso crescimento. Nós próprios nos encerramos dentro de sistemas que se tornaram impessoais e que já não funcionam para o bem-estar da raça humana. Criamos sistemas econômicos, educativos e de saúde que estiveram enfocados na assistência das comunidades, mas que, agora parecem interessados na avareza e ganância. As pessoas foram empobrecendo, mais e mais, tanto material como espiritualmente, enquanto uma minoria foi acumulando mais e mais riqueza e poder.
Como seres humanos, esquecemo-nos que somos toda uma família e que compartilhamos um lugar comum: o nosso planeta. Nós continuamos a degradar o nosso planeta em nome do desenvolvimento e matamo-nos uns aos outros em guerras sem sentido, que dizemos, com frequência, ser em nome da religião e da “liberdade” .
É nesta situação que as Crianças Índigo e Cristal, as “crianças das estrelas”, foram enviadas. Elas são guerreiros espirituais que vieram para mudar a nossa consciência. Elas estão aqui para nos tornar conscientes do que estamos a fazer a nós próprios e de como necessitamos na nossa vida comunitária, de criar situações mais vigorosas, pacíficas e amorosas que fomentarão o nosso crescimento contínuo como espécie humana.

Chegam as Crianças Índigo

Primeiro chegaram as crianças índigo. Eles são guerreiros espirituais cuja função é destroçar os velhos sistemas para que algo de novo possa ser criado. São os “rompedores de sistemas”, que nos libertarão das “prisões” dos nossos sistemas de crença e fazem isso ao encarnar nas nossas famílias e comunidades. Trazem consigo, talentos de alto desenvolvimento espiritual – a sua alma de luz “índigo”, indica um alto nível de consciência e sabedoria – e, devido ao fato de serem tão “conscientes e despertos” eles não permitem, a si próprios, serem forçados ou escravizados pelos nossos impessoais sistemas terrenos.
Eles mostram-nos que seres gentis, sábios e de alto nível não podem florescer e prosperar nos sistemas que criamos. O alto nível de disfunção dos adolescentes (jovens e maduros) entre os filhos Índigo é um sinal de que a nossa sociedade é disfuncional e que necessitamos de mudar para situar estes seres de faculdades superiores.

Chegam as Crianças Cristal

As Crianças Índigos são as pioneiras, que nos chamam a consciência e estimulam a mudança. Depois delas chega um grupo ainda mais poderoso, as Crianças Cristal. Estes são os “guerreiros do coração”, estão aqui para nos ensinar o caminho do amor e da paz.
As crianças Cristal são considerados “mestres” totalmente desenvolvidos que trazem consigo a “consciência cristica (Cristo)” semeada em seu interior. Este termo designa a um ser que é consciente da sua conexão com a fonte divina e decide viver em harmonia com este conhecimento. Uma vez que eles funcionam com tão grande nível de consciência, estas crianças são extremamente sensíveis tanto ao meio ambiente como ás emoções e sentimentos dos outros. Eles vieram instruir-nos sobre a tolerância para com os outros e para com o nosso lar, o planeta Terra.

Instrutores da Percepção Consciente

Pode ser verdade dizer que as religiões e filosofia avançadas vêm ensinando estas verdades por séculos e que a raça humana como um todo, ainda não foi capaz de aprender essas lições. Isto deve-se, provavelmente, a que os conceitos foram entendidos como ideias mentais, mas não para serem vividos como uma realidade.
Os filhos Índigo e Cristal estão aqui para nos confrontar com essas realidades no âmbito familiar e comunitário. Eles obrigam-nos, por meio da sua própria presença, a dar-nos conta do que estamos a fazer ao nosso planeta e a nós próprios. Fazem-no na forma de um guerreiro espiritual, isto é, vivendo a sua verdade e fazendo-nos conscientes da nossa verdade.

A Aventura dos Índigo Cristal

Para estes seres de Maior Consciência, a encarnação no planeta Terra é uma aventura. É um “projecto grupal” no qual milhares destas almas estão a chegar como mestres e curadores da raça humana. Eles estão aqui para nos despertar e farão todo o possível para nos impulsionar para a percepção consciente. Mas eles também estão aqui para se divertirem. Nestes anos que levo, trabalhando com os Índigo, venho observando que o desejo de divertirem-se é uma constante nas suas vidas.
Normalmente eles não vêem a sua missão de uma forma pesada e “responsável”, por isso, com frequência, não estão adequadamente preparados e metem-se em problemas com os sistemas e crenças da Terra. É nosso papel ajudá-los a entender a natureza da vida na Terra, ajudando-os a criar mais da diversão e alegria que eles buscam. Necessitamos de confirmar-lhes que os escutamos e que estamos dispostos a ajudá-los na sua “missão” de evolução da consciência.

Criando a “Nova Terra”

O propósito da evolução da consciência para a Raça Humana como um todo, é a criação de uma “Nova Terra”. Com a assistência das Crianças Índigo Cristal, nós, como espécie, redescobriremos nossa Unidade, a nossa unidade comum. E nós usaremos este conhecimento para elevar a nossa consciência e começar a criar uma “Nova Terra”, que será um lugar onde cada ser vivo poderá prosperar e ser respeitados por aquilo que é. Onde os humanos aprenderão a respeitar as igualdades e as diferenças entre eles, vivendo com amorosa tolerância essas diferenças. Afinal é para celebrar esta incrível diversidade que caracteriza a nossa “Unidade” que faz da vida uma “aventura” no conhecimento.


Celia Fenn


Este artigo foi extraido da E- Revista Amerika nº 14
www.chamanaurbana.com/amerikaindigo


quinta-feira, 30 de abril de 2009

Elise Tan Roberts, QI de 156

Elise Tan Roberts dá "bom dia" para as plantas e adora brincar com suas bonecas, como muitas outras crianças da sua idade. Mas a "normalidade" para por aí. A menina inglesa de 2 anos tem um QI de 156, apenas quatro pontos abaixo do gênio Albert Einstein!!!


A menina junta as pontas dos dedos indicadores e dos dedões e a mãe, Louise, pergunta o que é:

"Um triângulo equilátero", responde Elise.

A mãe reconhece que não tem nada a ver com a genialidade da pequena notável:

"Não tem nada a ver comigo. Ela simplesmente diz coisas e você não tem ideia de onde aquilo veio. Eu não paro para ficar ensinando um monte de coisas. Ela apenas adora aprender. Ela nunca para".

Joan Freeman, especialista em Psicologia da Educação ouvido pelo "Mirror" e que realizou o teste de QI com Elise, disse que a memória da menina é um grande dom.

"Ela é muito mais que brilhante", declarou.

O que Elise consegue fazer:

Soletra em alto e bom som o próprio nome

Lê algumas palavras, como 'mamãe' e 'papai'

Reconhece letras feitas a mão

Dá os nomes dos três tipos de triângulo

Cita 35 capitais do mundo

Desenha círculos

Recita o alfabeto fonético

Tem o alfabeto normal na ponta da língua

Conta até 10 em espanhol

Conta até 20 em inglês

Faz operações matemáticas elementares

Conhece todas as cores, e sabe distinguir rosa de violeta, preto de marrom

Conhece várias formas geométricas, incluindo hexágono, estrela, círculo, quadrado e retângulo

Dá os nomes de vários animais e conhece os sons que eles emitem
Uma vez, olhando um livro com amiguinhos, ela repreendeu um deles: "Isso não é um rinoceronte, é um triceratope".

Fonte: www.globo.com

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Indigo e Educação, uma Grande Responsabilidade

Estas crianças têm uma maior capacidade para perceber e processar informação, o que implica que seus mestres (tanto pais como educadores), devem aprender a manejar e canalizar estas habilidades. Como comenta Ivette Carrión, da Associação Índigo Universal (AIU) do Perú, é muito importante regressar aos valores mais amplos e mais elevados do ser humano, transmitir (essencialmente com o exemplo) altos princípios desde a tenra idade, em casa e na escola, oferecendo-lhes ambientes de desenvolvimento integral, não somente físico e intelectual, como também emocional, social e espiritual.

Trata-se de crianças e jovens que requerem em seu entorno a presença de adultos estáveis e seguros. Não podem aceitar um sistema de sociedade que não esta baseada no amor. Estas crianças acreditam em si mesmas. Representam um desafio para seus pais e educadores. Exige de nós uma atenção especial e nos pedem para sair dos esquemas tradicionais de educação. Vieram para abrir caminhos, e nos escolheram para que lhes ajudemos a ser entendidos e escutados. Como pais, devemos aplicar alguns princípios básicos, caso nosso filho/a apresente ou não características índigo.

Alguns princípios para desfrutar de sua companhia

A lista seguinte provê alguns parâmetros para conviver harmoniosamente com seus filhos/as. Como temos dito, sejam eles índigo ou não, é irrelevante. Todas as crianças são extraordinárias, todas estão em treinamento –nós também- e todos, absolutamente todos, precisamos uma sociabilidade especial baseada no amor[1].

Estimule a criança e fortaleza sempre sua auto-estima.
Deixe que faça coisas por si mesmo (ainda que isso tome mais tempo, por exemplo, vestir-se…) deixe que explore sozinha (dentro dos parâmetros de segurança necessários). Em geral são excelentes autoditadas.
Evite tanto os castigos como as recompensas… nunca recorra aos castigos físicos nem os gritos. Exija que a escola não utilize castigos físicos e/ou emocionais (alem do mais é ilegal). Os castigos e humilhações podem desencadear graves bloqueios de aprendizagem, traumas emocionais, perda de auto-estima e depressão. Deixe que vejam por eles mesmos as conseqüências naturais de seus atos (novamente dentro dos parâmetros de segurança necessários).
Não entre na luta de poder. Há conflitos? Então, não insista. Dar lições é absolutamente perda de tempo, atue com o exemplo.
Seja firme, mas não dominador. Construa com eles uma relação de amigos e acompanhantes no caminho da vida, não de chefes.
Respeite-lhe, seja muito honesto/a com ele ou ela. Aceite suas próprias limitações[2].
Com o seu exemplo, ensine-lhe o respeito pelos demais.
Dedique um tempo para estarem juntos, escute-o[3].
Todas as coisas feitas com ele ou ela devem ser em cooperação, não por obrigação. Respeite os momentos em que ele/ela queira ficar só, respeite sua privacidade.
Não o superproteja.
Não ceda ante aquele primeiro impulso agressivo, tranqüilize e conceda-se um minuto para pensá-lo. Se não pode lidar com uma situação, não hesite em pedir ajuda a um Professional de sua confiança. Pedir ajuda mesmo a criança ou jovem tem um resultado muito positivo.
Estimule a independência e a responsabilidade, não tema que eles fiquem independentes de você (ao contrario, vão lhe agradecer e valorizá-los por isso).
Tente manter a calma, a tranqüilidade e a segurança interior. Seus filhos/as percebem tudo.
Não exija sempre, e quando exigir algo, que seja razoável e fundamentado. Não se trata de limites, trata-se de padrões de vida mais elevados.
Nada de favoritismo
Cuide você do seu tom de voz. O grito lhe faz perder a autoridade e o respeito.
Não dramatize a situação, seja natural e espontâneo.
Divirtam-se juntos. Afinal estamos aqui um pelo outro para desfrutar e crescer juntos.
Não “lhe fale”, “fale com eles”.
A doçura atrai doçura; o mal gênio atrai mal gênio.
Educar com o exemplo. “Façam um acordo: a criança sempre fará o que você faça, ainda que não diga nada; a crianças não fará necessariamente o que você lhe diga, mas sim o que você faz”

Compilación de Children, the Challenge, Rudolf Dreikur, 1964,
Fundación INDI-GO, 2001 y de la psicóloga Maria Renée Molina, Bolívia, 2003.

Em sintese:

- Dê-lhes tarefas lúdicas.
- Ofereça-lhes a possibilidade de escolha.
- Proporcione-lhes responsabilidades.
- Explique-lhes tudo, com muita honestidade.
- Brinde-lhes sempre com cortesia e respeito. Vocês receberão cortesia e respeito; eles lhe entenderão e aprovarão.
- Lembrar que o caminho começa consigo mesmo.

Deve-se lhes proporcionar ambientes que tenham centros de atividades (por exemplo, o recanto da pintura, do computador, dos disfarces,…) onde possam tocar, amar, projetar, colecionar. Quer dizer, criar espaços que ajudem a ordem tanto interior como exterior, e a autodisciplina. A questão está no ambiente, no entorno, na abordagem das relações e em nós mesmos (os adultos), mais que na criança.

Parte da sinopse, Os Indigos Do livro, “A Consciência Índigo: Futuro Presente”
Fundação Indi-go Equador
Tradução para o português: sandraferris@globo.com

[1] Em outras palabras, o que faz bem a um indigo faz bem a todas as crianças, quer dizer que o Índigo “marca a pauta”para todos.
[2] Tanto da criança, como do pai ou mãe.
[3] NT grifo do tradutor para o português

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Meditação Para Crianças

Um pequeno estudo publicado na revista "Current Issues in Education" refere que a prática de meditação transcendental pode ajudar a controlar os sintomas decorrentes do défice de atenção e hiperactividade nas crianças.

No estudo piloto participaram dez crianças, com idades entre os 11 e os 14 anos, diagnosticadas com a doença. Após três meses de prática de meditação, duas vezes por dia, durante dez minutos, os pacientes apresentavam menores níveis de stress e ansiedade, assim como melhorias no comportamento e na capacidade de concentração.

A prática da meditação consistia em sentar as crianças confortavelmente, permanecendo 10 minutos de olhos fechados, enquanto repetiam um mantra (um som ou palavra).

O estudo, coordenado por William Stixrud e Fred Travis, da Maharishi University of Management, nos EUA, teve por base a análise de questionários feitos a participantes e professores no final dos três meses de prática de meditação. Por isso, os autores reforçam o papel positivo desta prática, mas referem ser necessário elaborar mais estudos de larga escala e com grupo de controlo.


ALERT Life Sciences Computing, S.A.


http://www.alert-online.com/index.cfm?event=newsDetail&id=264229

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Reiki para crianças e jovens


por Isabel Leal


Reiki para crianças e jovens é praticado regularmente e em complementaridade com a escola em muitos países a dezenas de anos porque admite a criança como Ser espiritual, apoia a que esse desenvolvimento continue, entende que a alma desce a matéria para crescer e aprender. É uma técnica que oferece maior conhecimento do que somos realmente e que capacidades temos.

Crianças e jovens que estudam Reiki dominam a técnica, praticam regularmente e sentem crescer os factores base como segurança, saúde, amor e consistência nas suas vidas.

http://astrologia.sapo.pt/espiritualidades/outras/reiki-para-criancas-e-jovens-908679.html

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O que é Pedagooogia 3000?

Pedagooogia 3000 é uma sinergia pedagógica que prioriza a criança de hoje e de amanhã, com suas mudanças, suas necessidades específicas e sua nova maneira de aprender e de ser. Estão constantemente desenvolvendo ferramentas pedagógicas para o bem-estar e desenvolvimento harmonioso integral-afetivo dos bebês, meninos, meninas, jovens, pais e docentes. É flexível e está baseada nos novos paradigmas do Terceiro Milênio.

Pedagooogia 3000 se adapta de acordo com o ambiente social, cultural, econômico e ecológico.

Pedagooogia 3000 é uma pedagogia de expansão que evolui à medida que entramos no Terceiro Milênio. Mais do que uma nova teoria ou um novo procedimento pedagógico ou qualquer modelo fixo de aprendizagem, é uma constante abertura para entender e atender às necessidades dos alunos do Terceiro Milênio, que são bastante diferentes das gerações anteriores e continuarão mudando, ao que parece, rapidamente. Em outras palavras, Pedagooogia 3000 é uma atitude que se traduz em um entendimento-ação em constante movimento e crescimento.

Inclusivo por natureza, Pedagooogia 3000 propõe reunir e potencializar o melhor das metodologias, procedimentos e técnicas pedagógicas passadas (inclusive as ancestrais), atuais e

em formação.

Por que?

As crianças de hoje mudaram, sua forma de aprender mudou. Nós mesmos, o papai, a mamãe e o professor, estão mudando. Então? A educação deve mudar também, e rapidamente.

Os paradigmas do Terceiro Milênio, a energia e a consciência estão dando saltos quânticos no planeta. E eu? Como me coloco? O que devo fazer, e o que não devo?

A educação é hoje o primeiro setor que deve mudar.

O que priorizamos é o bebê, o menino, a menina, o jovem, aquele que vai nascer o que virá nas próximas décadas, em uma constante escuta e instrumentalização do aprendido, com amor, humildade, consciência e respeito. Nosso princípio-mestre é o Amor universal e incondicional. Na medida em que as crianças estão mudando, na medida em que possamos entendê-las melhor, na medida em que se expanda a consciência, nosso entendimento também irá mudando.

Fonte: http://br.geocities.com/noeticus/pedagooogia3000.html