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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

As Crianças Cristal e suas Características


As crianças CRISTAL são recém-chegadas ao planeta (cada vez em maior número). No entanto, sempre existiram, ainda que em pouca quantidade (Jesus Cristo foi uma delas). As crianças cristal são os chamados pacificadores, pois trazem atributos de paz e equilibrio para poder continuar o trabalho começado pelas crianças índigo. Ambas as crianças representam um desafio para a sociedade, especialmente para os pais. A forma de tratá-las vai ter de mudar, os pais e os educadores têm de adotar novas formas de ser, para lidar corretamente com as crianças da nova vibração.
Segue-se um texto sobre os atributos de uma criança cristal - de Sharyl Jackson - traduzido para o castelhano por J. M. Piedrafita Moreno e para o português pela autora: 

"Que sabemos das crianças da vibração de cristal? Por um lado, sabemos bastante. Por outro, nada sabemos de muito concreto. Como as próprias crianças, a informação, neste momento, é muito etérica, muito sutil e pouca óbvia. A diferença dos seus irmãos e irmãs 'confrontadores' Índigo, as crianças cristal não modificaram as coisas ... ainda. O 11 de setembro de 2001 foi um ponto decisivo, um sinal e uma porta de acesso para a próxima onda de crianças. A era das crianças cristal já chegou. 

As crianças CRISTAL são provavelmente, em grande medida, as crianças (filhos) dos Índigo. Podem até ser índigo. Em uma conversa muito recente com Lee Carrol sobre os cristais, este declarou que são Índigo artistas. Ele pode ter razão realmente é o mesmo. O que realmente importa é que cada grupo ou subgrupo de crianças inspiradas pela unidade seja apoiado, e lhes seja permitido realizar seus trabalhos, seus propósitos divinos. Steven Rother (proprietário de Planetlightworker.com) e o seu grupo chamam essas crianças de os pacificadores, enquanto que os Índigo foram chamados de confrontadores de sistemas. As crianças indigo foram assim chamadas pela diferente cor de suas auras, o Índigo, que é a cor do terceiro olho, ou seja, do chacra frontal. Como são muito intuitivas, mentais, rápidas e se aborrecem facilmente, as crianças cristal, ao contrário, são chamadas assim não pela cor da sua aura, mas pela sua alta vibração. Talvez com o tempo se saiba que as crianças cristal são mais dominantes no chacra da coroa, o spectrum de cor violeta, e que sua aura é branca ou transparente.

Quando começaram a chegar as crianças cristal? 

Elas sempre existiram no planeta, porém era uma minoria que atuava como exploradores, apalpando o terreno, e a qual a humanidade não tratou muito bem. Como, por exemplo, aquele que ficou conhecido como Jesus, o Cristo. Com muita freqüência, esses exploradores eram assassinados, mas serviam o propósito de deixar sementes. Freqüentemente, diz-se que "cristal" e "Cristo" são palavras muito similares e, por esse motivo, têm uma definição parecida. Recordando o que foi dito, o leitor pode fazer uma boa imagem ou sentimento do que são as crianças cristal e para que vieram. Use suas habilidades intuitivas para sintonizar com a energia dessas crianças, criando uma unidade com elas, e o resultado no planeta será espantoso !

Com a cbegada das crianças índigo, vimos um incremento dramático no número de crianças diagnosticadas como hiperativas ou com ADD peja comunidade médica. Já se escreveu muito sobre esse fenômeno, por isso, deixo essas explicações para os mais entendidos. No entanto, perguntavam-me como as crianças cristal seriam classificadas. 

Observando, que comecei a ouvir foi a palavra "autista". Agora estou bastante convencida de que veremos um crescimento dramático no número de crianças autistas. Estas são realmente as crianças cristal (ou índigo artisticos), tão sensíveis e vulneráveis ao mundo que as rodeia, que se escondem dentro de si mesmas, desconectando-se o mais que podem, até mesmo dos humanos, para sobreviverem em um mundo em que ainda não se encaixam. Voltando à pergunta sobre quando as crianças crístal começaram a cbegar aqui, podemos dizer que desde as últimas quatro décadas, mais ou menos. Uns quantos mais do que o normal começaram a encarnar para ancorar a energia. Pelo que tenho observado, foi um dos trabalhos mais duros do planeta, mas alguém tinha de fazê-lo, pois apenas alguns dos "grandes" se encarregaram do trabalho. Até então, não era garantido que o planeta pudesse estar preparado para as crianças de vibração cristal, mas o espaço tinha de ser criado, o caminho tinha de fazer-se, sementes tinham de brotar, de qualquer forma. E aqui estamos. no século XXI, tendo passado por todas as nossas provas, dando as boas-vindas a uma grande quantidade dessas crianças, de forma que, aparentemente, estamos preparados. Como reconhecer essas novas crianças ou poucos adultos cristal que, como precursores, ancoraram as energias necessárias? Não andam por aí causando estragos, vivem tranqüilamente em uma obscuridade relativa. Fazendo o melhor que podem para ficar no planeta. Tive o prazer e a honra, assim como também a frustração, de criar um desses pioneiros, uma das primeiras crianças cristal, que agora já é adulta. 

Minha experiência pessoal, minha intuição e os conselhos dados pelo grupo foram usados para recompilar uma lista de atributos das crianças da vibração cristal. Por favor, considerem que esses atributos não são todos inclusivos, nem toda a criança cristal exibe necessariamente todas essas qualidades. Extremamente sensíveis a tudo no seu meio ambiente: sons, cores, emoções negativas dos outros, cheiros, comida, produtos quimicos, a sensação de "estar vestido", violência, a dor de outros, consciência de grupo, freqüências eletromagnéticas, radiações solares. 

Tão sensíveis que são profundamente vulneráveis, com muita intensidade e grande vulnerabilidade. 

Devem passar um tempo sozinhas, não vivem bem em grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão. 

Devem entrar em comunhão com a Natureza e os elementos diariamente. O Espírito da Natureza os ajudará a equilibrar e a limpar todas as energias não harmoniosas que os afetam tão profundamente.

Simplesmente não entendem "a desumanidade do homem contra o homem", a guerra, a avareza, etc .. e podem sentir-se facilmente sufocadas com tudo isso. 

Retrair-se, desconectar-se, proteger-se se a vida é demasiado intensa, se eles se traumatizam ou vêem ou sentem outros traumatizados. 

Normalmente são tranqüilos, os outros os admiram e se sentem atraídos por eles como um imã. 
Terão profundas e longas relações com humanos que lhes ofereçam o amor incondicional que os cristal sabem que é o único amor verdadeiro. 

Quando um cristal olha para você, é como se tivesse penetrado dentro da sua alma. 

Raramente necessitam ser tratados como uma criança tradicional pois são gentis, prudentes e capazes de dizer o que necessitam, o que é bom ou o que não é bom para eles.

Quando o meu filho era muito pequeno, disse um dia: "Eu não posso beber álcool ou tomar drogas", e ele jamais tomou nada disso. 

Com freqüência evitarão multidões ou centros comerciais. Demasiadas energias diferentes os incomodam.

Sentem um amor profundo pelas crianças e pelos animais. Têm uma forma extraordinária de conectar-se com todas as criaturas.

A água é muito benéfica para limpá-los e acalmá-los: banhos freqüentes, duchas diárias, cascatas, fontes, brincar com a água e a areia.

Requerem roupas confortáveis, à sua escolha, em cores e fibras naturais. 

Precisam de muita água pura e com freqüência preferem alimentos orgânicos frescos.

Antes de nascer, com freqüência, disseram a seus pais seu nome, como se o ouvissem em pessoa.

Milagres e magia ocorrem à sua volta: aparece dinheiro, os animais o procuram, os bebês lhes sorriem, curas ocorrem naturalmente. 

São extremamente empáticos, ao ponto de saber o que um desconhecido está sentindo.

Sentem medo de intimidar porque se sentem invadidos, e não respeitados muito facilmente. 

Preferem ficar sozinhos a ter o seu "espaço pessoal corporal" descuidado. Também evitam relações românticas por medo de ferir o outro se a relação terminar.

Há uma inocência, uma falta de malicia, uma pureza, graças à ausência de ego nos cristal.

Podem necessitar de ajuda para aprender a conectar sua energia. Pode ser feito por meio de atividade fisica. Natureza, esportes, artes marciais, ioga ou dança.

Podem estragar aparelhos elétricos, rádios, televisões, computadores. 

Abstêm-se de mostrar emoções por medo da sua amplificação e perda de controle, pois podem parecer passivos ou sem sentimentos.

Podem sentir-se responsáveis porque alguém morreu, ou está ferido, ou, ainda, discutindo.

Podem ter, e provavelmente tiveram, periodos de depressão profunda. 

Respondem bem ao trabalho corporal à massagem ou ao trabalho energético realizado por alguém que está equilibrado. Massagens craneo-sacrais podem ser cruciais para manter seus corpos saudáveis e sem dor.

Com freqüência têm um metabolismo alto e são naturalmente vegetarianos. 

Inteligentes, vêem todas as possibilidades com um entendimento instintivo das leis espirituais, de como funciona tudo.

Têm uma conexão limpa com o seu eu superior, ascedendo naturalmente ao seu guia superior. É por isso que sabem a verdade da unidade espiritual. 

Curadores e pacificadores natos, com muitas habilidades, são capazes de regenerar os ossos e a pele.

Quando muitos de nós formos, gradualmente, renovados, ascenderemos à energia cristal que já está no DNA.

Podem ser pessoas de muito poucas palavras, mas todos os escutam, quando tranqüilamente expressam sua sabedoria com humildade. No entanto, não darão conselhos sem que lhes tenham sido pedidos e nunca interferirão."

Apresentamos, agora, de uma forma mais esquematizada e sintética, as diferenças significativas identificadas entre as crianças índigo e as cristal. Essas últimas têm revelado uma sensibilidade muito acentuada e, portanto, é necessário observar atentamente para, no futuro, não virem a sofrer danos psicológicos e emocionais, já que se assustam e, às vezes, até se atemorizam com a violência fisica: são também propensos a contrair alergias, "sensiveis a campos eletromagnéticos, entre outras coisas"...
CRIANÇAS ÍNDIGO
CRIANÇAS CRISTAL
Espírito guerreiro, que rompe com os sistemas estabelecidos.
Espírito pacificador.
Pacificadores.
META:
- Abrir caminhos
- Denunciar
- Não aceitam o que já não serve agora
- Aversão à mentira, falsidade e manipulação.

META:
- Continuar o caminho começado pela geração índigo
- Construir com energias mais sutis
- Têm uma força interior extraordinária para conseguir elevar o nívelde frequência energética da sociedade


ESPECIALIDADE:
- Denunciar
- Provar os limites físicos
ESPECIALIDADE:
- Liberdade por meio do exemplo
- Provar os limites psíquicos
PERSONALIDADE:
- Em geral são extrovertidos
- Pioneiros, originais, auto-suficientes, criativos, bastante autônomos
- Determinação, tenacidade
- Muita energia, e não demonstram medo de enfrentar as coisas ou as pessoas
PERSONALIDADE:
- Mais calmos, pacíficos e gentis. No geral, um pouco introvertidos.
- Ainda mais espirituais
- Ainda mais telepáticos
- Ainda mais sensíveis

FORMAS DE CONDUTA:
- São crianças exigentes que não se cansam de pedir coisas
- Não têm medo da confrontação
- Rebeldes


FORMAS DE CONDUTA:
- Dizem o que precisam em poucas palavras, mas com profundidade, e só quando lhes pedem
- Irradiam paz e tranquilidade
-Harmonizam naturalmente a energia que os rodeia
- São muito afetuosos com as pessoas e percebem suas necessidade
- Calam-se e retiram-se se há conflitos, evitam as confrontações
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E OUTRAS:
- Robustos (fisicamente)
- Fortes (mentalmente)


CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E OUTRAS:
- Menos robustos física e mentalmente
- Vulneráveis emocionalmente
- Habilidades psíquicas "ativadas desde o nascimento"
- Às vezes sofrem com alergias, são mais delicados.

PODEM DIAGNOSTICAR-LHES ERRADAMENTE:
- ADD (DÉFICIT DE ATENÇÃO)
- ADHD (Déficit de atenção com hiperatividade)

PODEM DIAGNOSTICAR-LHES ERRADAMENTE:
- A doença de Aspergers, uma forma ligeira de autismo, comum na profissão de programadores, informáticos e engenheiros de sistemas
- Autismo
- Ser considerado uma criança desconectada, desligada
São precoces em começar a falar.
Pode ser que comecem a falar tardiamente, em geral quando começam a entender que os adultos não compreendem a linguagem telepática.
NECESSIDADES EM GERAL:
- Alimentar seus talentos de pioneiros e líderes
- Ferramentas de organização do trabalho
- Aprender a diplomacia e a cortesia
NECESSIDADES EM GERAL:
- Utilizar e nutrir suas habilidades e seus talentos de pacificadores
- Ténicas de limpeza energética e psíquica sensível
- Intercâmbio de energia com a Natureza

Outros autores salientam que as crianças e os adolescentes de vibração cristal, em geral, podem apresentar ainda algumas das seguintes características: 

* São tranqüilos, pacíficos (têm mesmo uma função pacíficadora), gentis, construtores.
* Apresentam,às vezes, capacidades telepáticas. Possuem uma força interior extraordináría.
* Lideram por meio do exemplo, são construtivos, e não têm o hábito de denunciar o que está errado, como os índigo.
* Testam seus limites psíquícos.
* Calam-se e afastam-se quando há conflítos. Têm tendêncía a evitar confrontações e arrelias.
* Falam com poucas palavras, mas o que dizem tem profundídade, e só dízem o que pensam se lhes pedem.
* Irradiam paz e tranqüilidade.
* São bastante afetuosos com os outros e percebem suas necessidades, embora geralmente não gostem de ser abraçados.

* Harmonizam naturalmente a energia que os rodeia.
* São menos robustos do que os índigo e são mais vulneráveis emocionalmente. Com eles não se pode brigar.
*Suas características podem ser confundidas com o autismo, por serem, às vezes, muito introvertidos e pouco sociáveis, sobretudo se percebem que não são compreendidos.
* Revelam possuir habilidades psíquicas desde que nascem.
* São extremamente sensíveis a tudo o que é o seu meio ambiente: sons, ruídos desagradáveis, cores, emoções negativas nos outros, cheiros, comida, produtos químicos, violência, a dor dos outros, consciência de grupo, freqüências eletromagnéticas, raíos solares. Podem ligar ou desligar aparelhos elétricos, rádios, televisores, computadores, alguns aparelhos até podem ser queimados com a sua presença.
* Procuram passar bastante tempo sozinhos, não se sentem bem vivendo em grupo, pois poucos entendem a sua necessidade de solidão. Gostam de se comunicar com a Natureza.
* Não compreendem nem aceitam a falta de humanidade do homem para com o homem: guerra, avareza, perseguíção.
* Retraem-se, desligam-se ou desconectam-se para se proteger quando à sua volta o ambiente é demasiado violento, podendo ficar traumatizados.
* Ainda que normalmente sejam tranqüilos, as pessoas sentem-se atraídas por eles como se fossem um imã. Têm grandes e profundas relações de amízade com pessoas que lhes oferecem amor incondiicional, o único amor verdadeiro.
* São gentis e prudentes, serão capazes de dizer aos outros o que eles necessitam, o que é bom para eles e do que precisam.
* Com freqüência evitam aglomerações de pessoas: centros comerciais, feiras, por haver demasiada concentração de energias diferentes. Antes de elas nascerem, os pais tiveram algum tipo de experiência psíquica com essas crianças.
* Milagres e magias acontecem ao seu redor. Até curas podem acontecer à sua volta, com naturalidade, porque são extremamente empáticos, até conseguem saber o que um desconhecido está pensando.
* Têm uma inocência e uma falta de malícia, uma pureza, graças à ausência de ego.
* Preferem abstrair-se a mostrar suas emoções, por receio de perderem o controle, podendo parecer passivos e sem sentimentos.
* Têm capacidade e facilidade para se ligar, ou conectar, com o seu eu superior e com o todo, ascendendo naturalmente ao seu guia interior; por ísso, sabem da existêncía da unidade espiritual.
* Possuem um bom equilíbrio dos dois hemisférios cerebrais, integrando as duas energias, a feminina e a masculina. 

Segundo alguns autores há pessoas que integram, na mesma pessoa, as duas energias: 

Índigo e cristal. Elas podem ter uma mescla das duas energias, o que as faz mudar de comportamento conforme as situações. Não aceitam as regras culturais e só aprendem o que acham que é necessário. Têm, portanto, sua atenção centrada naquilo que para elas é essencial.

O silêncio é a melhor forma de se comunicar com uma criança ou um jovem cristal. O cristal é muito mais autônomo do que o Índigo, porque sua energia (se está equilibrada) lhe basta, e só aceita sua visão das coisas, porque sabe muito bem o que quer e o que é melhor para ele.

A solidão é muito apreciada pelos seres cristal, por isso, eles se afastam sem dar explicações, por necessitarem desses momentos de silêncio e solidão para se equilibrar e se centrar interiormente. Quando percebem que os outros querem usufruir de sua energia, limitam-se a desaparecer sem qualquer explicação.

Eles nada fazem para mudar as situações e muito menos as pessoas, respeitam os outros, mas exigem que os respeitem também. Por isso têm, às vezes, uma raiva contida que lhes pode trazer muitos problemas na relação com os outros, já que não perdem tempo com explicações do que pensam ou do que acham que está mal, mas sentem tudo muito intensamente, no seu intimo e na sua sensibilidade.

Entre irmãos (ou entre amigos), se um tem mais características Índigo e o outro, cristal: 

o Índigo tem tendência natural para proteger o cristal. Os Índigo vivem para o exterior, para fora, enquanto que os cristais são naturalmente espirituaís, já que vivem para o seu interior, para dentro de si. Têm percepções, intuições e captam muito mais questões relacionadas com a espiritualidade.

É verdade que não existem características ou padrões definitivos, muito menos rígidos, e nesse amálgama que é, neste momento, a evolução humaana, podem existir pessoas com algumas características Índigo e outras cristal e, no entanto, não se considerarem ainda um Índigo puro ou um cristal puro. Essas características surgem cada vez mais e, em pouco tempo, poderemos ser todos habitantes de um planeta Índigo. Os cristal têm uma aura transparente que não se vê nesta dimensão, há quem lhes chame cristal exatamente por isso. Dai que a dominância será certamente a cor Índigo, já que a cor do cristal não predomina.

Para concluir o tema das crianças cristal (embora a informação surja constantemente, por ser um assunto bastante recente), deixamos a vocês a experiência de J. Piedrafita Moreno e o seu primeiro encontro com uma criança cristal: 

"Já tinha ouvido falar das crianças de vibração cristal, que eram o nosso passo seguinte na escala evolutiva humana, e que os indigo preparavam o terreno para a sua chegada.
A informação que eu tinha se referia a 2012. A minha intuição ultimamente me dizia que tudo acontecia mais rapidamente e uns dias atrás encontrei um artigo sobre eles. Deixei correr sem investigar muito.

Ontem, por 'casualidade', depois de dar uma pequena palestra sobre crianças índigo e sua educação, fomos a um café. Estávamos tomando algo quando um bebe de mais ou menos 1 ano de idade entrou, sentado em um carrinho empurrado por sua mãe. Foi como se tivesse entrado um Buda: puro e cheio de felicidade, irradiava paz.

Sendo eu um indigo, não o reconheci como tal, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: 'criança cristal'. Sua vibração não era como a dos indigo, que rompe e muda sistemas. Era uma vibração que equilibrava e harmonizava tudo à sua volta. Sua aura tinha uma densidade especial, etérea.

Pude passar com ele um bom tempo, e a sua vibração impregnou todo o meu ser, de uma forma que eu nunca tinha sentido antes: a sensação de felicidade perdurou durante um longo tempo.

Foi uma das experiencias mais bonitas de minha vida.
A vibração cristal está abrindo caminho, já se faz presente, trazendo a quinta dimensão até nós". 

Tereza Guerra


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar

Por Isadora Díaz
A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma ideia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.

Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é "enterrado" pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana.
Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino têm se saído muitíssimo bem. O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/08/cientista-de-13-anos-revoluciona-forma-de-captar-energia-solar.html



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Entrevista: Noemi Paymal, antropóloga francesa


Estilo Próprio conversou com a especialista na educação das crianças do Terceiro Milênio

Fernanda Zaffari
É voz corrente que as crianças de hoje são mais espertas. Na defesa desse argumento, muitos listam características apontando que os pequenos são hiperativos, autodidatas principalmente no que se refere à tecnologia, não aceitam ordens sem justificativas, mas enfrentam dificuldade em se concentrar, distraindo-se facilmente.
A antropóloga francesa Noemi Paymal, que esteve recentemente em Porto Alegre participando do Seminário Internacional Pare e Pense, dedica-se desde 2001 a estudar as crianças do Terceiro Milênio. Da lista acima, ela questiona a dificuldade de concentração:
– É uma criança mais madura, mais precoce, muito rápida e multilateral, que pode aprender várias coisas ao mesmo tempo – diz.
Com a experiência de mais de duas décadas de trabalho em países da América Latina, Noemi concluiu que as escolas nos moldes atuais não estão capacitadas para atender a uma geração com essas habilidades e comportamentos. Não é a única educadora de ofício a partilhar dessa visão, mas tem sua própria proposta de sistema para enfrentar a questão: a Pedagogia 3000.
Para definir as crianças alvo de sua filosofia de ensino, Noemi usa o termo Geração Índigo (termo utilizado pela primeira vez pela pesquisadora e metafísica americana Nancy Ann Tappe e apresentado internacionalmente por Lee Carroll e Jan Tober, americanos que escreveram o livro Crianças Índigo, já traduzido para o português). As "crianças índigo" teriam características físicas, psicológicas e espirituais diferentes das gerações anteriores.
Ingrid Cañete, psicóloga gaúcha especializada no tema e que trouxe Noemi pela primeira vez ao Estado, acrescenta:
– São crianças com capacidade para captar informações de diferentes dimensões de consciência, ao mesmo tempo e capacidade de fazer coisas diferentes, ao mesmo tempo, o que não pode ser confundido com distração ou déficit de atenção.
O termo "índigo" é uma referência à cor da aura (ou campo energético que circunda o corpo humano) dessas crianças. E é sobre esses elementos espirituais que recaem as mais duras críticas ao conceito. A espiritualidade implicaria em religiosidade, parte da forte polêmica entre educadores que questionam a falta de comprovação científica da teoria.
Noemi, antropóloga francesa que vive na Bolívia, não concorda. Diz não querer se limitar a rótulos e afirma que sua Pedagogia 3000 não é dirigida somente aos índigos, e que a discussão deveria centrar-se na necessidade, real, de mudanças na educação.
– É um falso problema para não entender a mudança que está acontecendo agora.
Estilo Próprio – O que esta geração de crianças tem de especial em relação às anteriores?
Noemi Paymal – As crianças nascidas depois dos anos 2000 têm uma nova maneira de aprender, de atuar, têm até uma nova estrutura cerebral que a educação atual já não satisfaz. É uma aceleração evolutiva rápida que surpreende não só educadores, mas médicos, psicólogos, pediatras. As crianças pequenas, numa proporção de 80%, não estão nos padrões pediátricos, psicológicos e educativos. Já existem luzes de alerta, como as crianças agressivas, o bullying, a depressão, as drogas, e os suicídios.
EP – Qual é a influência da grande quantidade de informação e da tecnologia nelas?
Paymal – Já são crianças digitais. A criança de agora, por natureza, pode projetar facilmente o futuro, o bem comum. É capaz de ver muitas soluções ao mesmo tempo, o que se chama de multiatenção e não déficit de atenção. O que é difícil para as crianças pequenas é ordenar. Elas possuem uma percepção muito mais ampla, por isso sofrem na escola.
EP – Qual é o papel dos pais na orientação dessas crianças?
Paymal – As crianças mudaram mais rápido dos que os pais, os professores e o sistema educacional. Um sociólogo no Equador comparou essas mudanças à descoberta do fogo e às grandes mudanças industriais. É obvio que os pais não tem culpa. Eles precisam entender que não se trata de uma criança louca, hiperativa. É apenas inquieta, que quer mais, necessitando trabalhar o corpo, o emocional, o cognitivo, o intuitivo, o ético, o espiritual, o estético criador, o social, o multicultural e o ecológico. A escola te dá o cognitivo. Se tens sorte, dá educação física e música.
EP – A Pedagogia 3000 foi estruturada para as crianças índigo?
Paymal - É para todas as crianças, caso contrário apenas seguiria uma moda. Se o meu filho é índigo e o teu não, começa uma divisão.
EP -–A crítica ao conceito de crianças índigo é que não existe comprovação científica, que envolve espiritualidade. Você concorda?
Paymal – Não. É científico. Basta ver qualquer estudo com crianças pequenas com um pediatra e um psicólogo e eles vão apontar as mudanças reais e atuais. Com este pretexto não vamos mudar a educação. Isso não é fé, é necessidade.
EP - Mas não é preciso acreditar que você vê a aura de uma pessoa, o seu campo energético, para entender os índigos?
Paymal – Não importa, é uma parte pequena do processo educativo. Se não quer aprender a parte intuitiva, existem outros níveis. É um falso problema para não entender a mudança de agora. Não vejo aura e trabalho dia e noite para mudar a educação.
EP – Qual a maior dificuldade que você enfrenta para a aplicação do sistema?
Paymal – Implica numa mudança de nós mesmos e isso dá medo. Requer uma mudança pessoal, íntima, de atitude de vida e de mais amor. Uma criança certa vez me disse: "Nós estaremos felizes, quando vocês, os adultos, estiverem felizes". Em outras palavras, esqueçam de nós e façam o seu trabalho.
EP – De que maneira prática pais e educadores podem modificar sua atuação?
Paymal – Há recomendações simples, como trabalhar a inteligência emocional, a autoestima. É preciso estimular o trabalho na terra, para não limitar as crianças à informática. Nada de castigo ou recompensa, porque isso é adestrar. Deve ser um processo com consciência, para que a criança entenda e seja corresponsável. Isso é a diferença entre adestrar e educar - gosto mais de usar o termo coaprender. A grande recomendação é que pais e professores relaxem, respirem fundo.
EP – No Brasil, um país com imensas diferenças sociais, a sua proposta de sistema de ensino poderia ajudar de que maneira?
Paymal – Isso é a cultura de paz e da pedagogia social, que no Brasil é avançada. É o único país que conheço com tamanha consciência.
EP – Como as novas configurações de família, pais divorciados, mães solteiras, pais do mesmo sexo, afetam as crianças de hoje?
Paymal – Há a família ampliada, que vem da noção da comunidade indígena. Se morre a mãe biológica, quem ajuda é uma tia, uma amiga, uma professora. As crianças estão atentas aos demais. A criança de agora tem uma grande capacidade de perceber quem é quem.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/19,206,2926560,Entrevista-Noemi-Paymal-antropologa-francesa.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O ÍNDIGO E O ADD/ADHD

María Dolores Paoli

A cada dia aumenta o numero de crianças diagnosticadas com Déficit de Atenção (ADD) e Hiperatividade (ADHD) chegando a proporções quase epidêmicas. Parece ter-se convertido em moda. Não há dúvida que há casos que reúnem as características neurofisiológicas para dito diagnóstico. No entanto, por que em determinados métodos de educação, como é o caso do Método Waldorf, há uma substancial diminuição da incidência deste diagnóstico? Será que este método baseado no respeito da individualidade, na Integração do indivíduo com o meio, está mais centrado na essência do ser humano que no acumulo de conhecimentos sobre a família, a sociedade, as nações, o mundo que oferece nosso sistema educativo tradicional e por isso tem outro resultado?
Tem-se forjado toda uma sub-cultura ao redor deste diagnóstico, deixando somente os tratamentos aceitáveis para a comunidade científica: o medicamento e a modificação de conduta, chegando a substituir o diálogo em casa pela pergunta, “você tomou o seu remédio?”
Com esta abordagem tratamos de simplificar os problemas da vida e outorgamos à química o poder de solucionar tudo, colocamos o foco dentro da criança, não fora, contraindo-nos ante a presença da situação “problemática” em nosso entorno familiar, porem nós não calçamos “seus sapatos”, não nos inteiramos de como se sentem, o que está fornecendo esta situação, em como podemos abordá-la de uma forma mais integral para saber a questão para a qual estamos sendo alertados.
Uma criança pode ter inconvenientes em colocar e sustentar a atenção, refletindo-se no seu comportamento por muitas outras razões que uma desordem de Déficit de Atenção. Pode ser que as atividades escolares lhe pareçam aborrecidas porque são monótonas, repetitivas, impositivas, não deixando espaço para a novidade. Ou talvez sua forma de aprender não se encaixe a do colégio ou porque, nesse momento, sua família está passando por uma crise econômica, emocional, ou porque é alérgico a leite ou hipersensível a determinados alimentos que contenham corantes, sabor artificial, açúcar, ou porque seu nível de consciência está mais expandido que o deles e percebe a realidade do ponto de vista mais holístico, menos fracionado. Portanto, há milhares de crianças em que a sua individualidade esta sendo reduzida a um diagnóstico de desordem, controladas por uma droga, etiquetadas como “crianças problema” porque não se adaptam as normas escolares vigentes, nem a disciplina autoritária de certos pais.
A criança Índigo é muito frequentemente, dentro do meio escolar, diagnosticada como uma criança com ADD/ADHD (Deficit de Atenção e Hiperatividade). Este diagnóstico compreende as características de hiperatividade, impulsividade e falta de atenção. Do ponto de vista da freqüência Índigo em vez de impulsividade se apresenta uma criança dinâmica, energética; em vez de impulsividade se valoriza a criatividade e espontaneidade; o rótulo de falta de atenção se considera como uma intenção de diminuir sua individualidade, pois o Índigo tem sim a capacidade de concentrar e sustentar  a atenção, mas somente naquilo que é de seu interesse e como sua capacidade cognitiva geralmente pontua acima da norma, (com freqüência, manifestada em coeficientes intelectuais  que estão acima  de 120) se chateia com facilidade, se aborrece com o que é repetitivo se não tem estímulo, com a monotonia de um só tema, pois sua percepção multidimensional o capacita para captar, processar, interiorizar, informação de diferentes fontes ao mesmo tempo e responde melhor em ambientes onde possa participar em projetos ou em lugares onde possa manejar múltiplas informações, por exemplo, pode fazer o dever, ouvir música e ver televisão simultaneamente.
O elemento novidade e criatividade é seu aliado para prestar atenção, não a rotina, a monotonia, pois parte de seu cérebro é ativado pelo novo estímulo. Se lhe permitimos ambientes que tenham centros de atividade, onde possam tocar, montar, desenhar coisas, colecionar, entrevistar pessoas, atuar e vivenciar as variedades, encontraremos crianças que não mostraram diferenças diminuídas em relação a crianças “normais”, mas que em vez disso as superarão. A questão está no ambiente e na abordagem do entorno, não na criança.
A hiperatividade da criança Índigo é, muitas vezes, devida a uma sobrecarga energética que é precisa ser liberada movendo-se, por isso estas crianças aprendem fácil e rapidamente em movimento, por exemplo, em casa, aprendem dançando, repassando lições  montadas em bicicletas ergométricas, lendo em cadeiras de balanço. Na aula, é sugerido ensinar com movimento, por exemplo, sentando-se sobre as vogais e parando em consoantes.
Este aspecto é totalmente o oposto ao tradicional acadêmico, onde se exige ficar quieto para ouvir a aula, onde a fonte de informação é primordialmente o professor, onde há uma sequência cronológica para fazer as coisas (mente linear), quando eles precisam de multiplicidade; quer dizer, estímulo tátil, auditivo e visual simultaneamente, com o sentido do tato como predominante dos três, pois ao ser o órgão maior do nosso corpo é através do qual eles descarregam maior condensação de energia e pela qual captam como antenas táteis, daí sua hipersensibilidade espacial e sua necessidade de movimento.
Sua impulsividade muitas vezes é produto da capacidade que tem de captar a informação que se articula como a que se pensa simultaneamente e intervêm atropeladamente, custando-lhes muito esperar seu entorno para falar, pois já perceberam o conteúdo energético e somente lhes falta reafirmá-lo articulando-o.
Estas crianças têm uma forma diferente de pensar, de processar a informação, de ter atenção, de comportar, mas em sua essência estão intactos, completos, saudáveis e mais desenvolvidos em sua capacidade, pelo que não são crianças que sofrem de desordens médicas. As crianças Índigo rotuladas com ADD/ADHD tem problemas para se encaixar no sistema tradicional de educação e por isso os medicam para adaptá-los. Mas essa não é sua missão. Não é adaptar-se ao sistema educativo vigente, mas sim mudá-lo. Eles nos alertam de que nosso sistema de educação não oferece as condições necessárias a uma verdadeira educação que demandamos, preparando-nos para operar em uma oitava superior de consciência, em outra dimensão.
 Poderíamos fazer semelhante aos canários que mantinham dentro das minas. Quando o nível de oxigênio baixava, os canários caiam mortos em suas jaulas, alertando os mineiros do perigo. É possível que estas crianças que estão sendo diagnosticadas massivamente com ADD/ADHD, rotuladas como crianças problemas, sejam os “canários dos mineiros” em nosso tempo, que estão nos alertando para que transformemos nossas aulas, nosso sistema educativo em um ambiente dinâmico, inovador, excitante, participativo.
O que verdadeiramente estas crianças precisam é de adultos a seu redor que os faça lembrar seu poder, não que os minimize; os respeitem, não  os rotulem; não os diminuam e lhes ensinem estratégias que validem sua contribuição, para solucionar problemas de múltiplas formas, mas que essas estratégias possam ser conectadas de seu coração, de acordo com o seu modo de percepção. Recordemos que a verdadeira educação não é acumulação de conhecimentos, mas a sabedoria aplicada. O conhecimento com o tempo se perde, mas a sabedoria nunca se esquece. Permitamos que estas crianças nos forneçam sua sabedoria!

Fonte: Crianças Índigo: Futuro Presente
Traduzido e revisado por sandraferris@globo.com

Trailer 2 - The Forbidden Education (La Educación Prohibida)