A vida me ensinou que não existe nada mais inútil que projeções futurológicas: o final é sempre outro… Mas pediram que eu me aventurasse… Assim, o que vou fazer é indicar algumas das tendências “escolares” que vejo no presente e imaginar seu destino futuro.
Em primeiro lugar há “escola tradicional”. A “escola tradicional” se caracteriza por ser baseada em “programas” em que os saberes, organizados numa determinada ordem, são estabelecidos por autoridades burocráticas superiores ausentes. Os professores sabem o programa e o ensinam. Os alunos não sabem e devem aprender.
Os alunos são agrupados em turmas independentes que não se comunicam umas com as outras. A atividade de pensar é fragmentada em unidades de tempo chamadas aulas, que também não se relacionam umas com as outras. Livros-texto garantem a uniformidade do ensino. A aprendizagem é avaliada numericamente por meio de testes.
As “escolas tradicionais”, como todas as instituições, são dotadas de mecanismos para impedir as mudanças. Muitas das “escolas tradicionais” são estatais, o que significa garantia de segurança, por meio de um emprego vitalício. Mas, como se sabe, a segurança põe a inteligência a dormir.
Prevejo que, daqui a 25 anos, essas escolas estarão do mesmo jeito, talvez pintadas com cores mais alegres.
Mas, de repente, os saberes começaram a pulular fora dos limites da “escola tradicional”. Circulam livres no ar - sem depender de turmas, salas, aulas, programas, professores, livros-texto -, dotados do poder divino da onipresença: o aprendiz aperta um botão e viaja instantaneamente pelo espaço.
O aprendiz se descobre diante de um mundo imenso, onde não há caminhos predeterminados por autoridades exteriores. Viaja ao sabor da sua curiosidade, quer explorar, experimenta a surpresa, o inesperado, a possibilidade de comunicação com outros aprendizes companheiros de viagem.
Mas o fato é que ele se encontra diante de uma tela de computador. É um mundo virtual. Trata-se apenas de um meio. E é somente isso, essa alienação da realidade vital, que torna possível a sua imensidão potencialmente infinita. Mas, como disse McLuhan, “o meio é a mensagem”. E a “massagem”…
Há o perigo de que os fins, a vida, sejam trocados pelo fascínio dos meios - mais seguros e mais extensos. Fascinante esse novo espaço educativo. Não é preciso ser profeta para prever que ele irá se expandir além daquilo que podemos imaginar, especialmente em se considerando a sua ligação com interesses econômicos gigantescos. Mas é preciso perguntar: “Qual é o sentido desses meios para os milhões de pobres que não têm o que comer? E quais serão as consequências do seu fascínio virtual?”.
Há, finalmente, um florescimento de experimentos educacionais alternativos.
Por oposição ao conhecimento virtual, essas experiências de aprendizagem se constroem a partir dos problemas vitais com que os alunos se defrontam no seu cotidiano, no seu lugar, na sua particularidade. Não há programas universais definidos por uma burocracia ausente porque a vida não é programável.
Os desafios que enfrentam as crianças nas praias de Alagoas, nas favelas do Rio, nas matas da Amazônia e nas montanhas de Minas não são os mesmos. Além dos saberes que porventura venham a ser aprendidos, esses experimentos buscam o desenvolvimento da capacidade de ver, de maravilhar-se diante do mundo, de fazer perguntas e de pensar.
Tenho a esperança de que esses experimentos continuarão a pipocar, porque é neles que o meu coração se sente esperançoso.
Mágica oportunidade de recriar a experiência divina de sermos DEUSES… criadores, gestores da vida…
União de seres humanos que selam uma grande aliança de vida, cheia de ensinamento e aprendizagens dispostos para ser compartilhados…
Uma Experiência na qual é AMOR a ENTREGA e a MANIFESTAÇÃO.
Apóia a vida que nutre a cada integrante da FAMÍLIA...
Ser pai e mãe é um grande presente…
Uma oportunidade de brindar-se desde o amor à contenção da vida do filho ou filha… No qual cada integrante da família descobre a magia do lugar que ocupa, no qual é sustentado e por sua vez sustenta aos demais. Assim cada um encontra seu espaço de pertinência na totalidade, a partir do qual vão se criando relações de harmonia e vínculos de paz.
Uma família é um grande ser... em que cada parte está representada por sua vez na totalidade; se conseguimos SENTIR esta consciência, então compreendemos que a dificuldade na qual transita um dos integrantes, sejao filho(a), a mãe ou o pai, está finalmente mostrando algo que desde o núcleo completo é preciso conectar e aprofundar. Desta mesma forma, quando uma parte dá um passo de realização em qualquer aspecto de sua experiência, a família inteira cresce com esse passo. Cada experiência é sempre uma oportunidade de crescimento e expressão de alegria e amor... expressão de vida.
A família é a base da educação, a fonte da qual se nutre e prospera a evolução da sociedade. A partir desta consciência é que reconhecemos que é a família a que realiza a transformação concreta, desde o aplicar as mudanças de consciência na experiência cotidiana que realiza. Pois na família a educação transcende a umas horas, ou a forma, a educação é permanente, em variadas atividades e meio ambiente, se dá a partir do vínculo, do exemplo, da vida mesma.
Certamente sempre escutamos dos mais velhos, “se quer que seu filho ou filha faça algo, primeiro faça você”. Isto é o que na educação evolutiva chamamos “ser um exemplo vivo em ação”.
E sempre somos um exemplo, mas nem sempre somos conscientes do TIPO DE EXEMPLO que somos. Diante dos meninos ou meninas, os adultos são uma referencia, e cada vez que queremos contribuir na educação dos meninos e meninas, necessitamos assumir essa mesma consciência educativa em nós mesmos.
Temos consciência de que todos os adultos são referencias educativas para os meninos e meninas, especialmente os pais, mães e os formadores. A educação dos meninos/as é algo que estamos fazendo permanentemente em cada ato que realizamos, é por isso que consideramos de vital importância que todos os implicados trabalhemos juntos.
Desde o núcleo que conformamos os educadores, pais e mães da educação evolutiva, trabalhamos profundamente em nosso processo interno para retificar em nós o padrão educativo que cada um sustenta.
O padrão educativo é uma forma de comportamento, como um hábito, desde o qual se estabelecem os vínculos com as demais pessoas que mantemos um processo formativo. Sua origem é por um lado o condicionamento social, genético, ancestral, cultural, político, que vai modelando o comportamento, e por outro lado a reação interna – inconsciente do ser ante as dificuldades da experiência.A soma de ambas as linhas (o próprio do entorno mais o interno que traz do ser), gera um novo “produto”: o padrão educativo: um molde desde o qual de forma inconsciente estabeleces as relações vinculadas ao educativo.
No caso das famílias, este padrão que sustentas como mãe ou pai, começa a impregnar a relação com seu filho ou filha, condicionando-lhes no vínculo que se estabelece. Posso ter a tendência de impor, a tendência de reprimir, a de deixar ser, a de desconectar-me, a de sobreproteger, ou de qualquer forma que ela se mostre, cada uma destas tendências vai-nos limitando no processo criativo de aprofundar o vinculo, pois nos mantêm com que na “periferia” da relação. E estamos falando de uma das relações mais profundas e decisivas no ser humano como o é a relação com nossos filhos e filhas.
Ser pai e mãe se aprende como tudo na vida, através da própria experiência... No entanto não é novidade de que precisamos de alguma ajuda para poder limpar esta relação, e não quer dizer que o estejamos fazendo “mal”... ou “bem”... Simplesmente que é possível, e muito possível, que o vínculo que estejas estabelecendo com teu filho ou filha, não tenha como resultado, ser um vínculo autêntico... Entendendo por autenticidade a expressão direta de teu ser, sem a carga própria da experiência vivida... Permitindo-nos transformar este grande condicionamento, não só é um enorme bem, mas talvez, venha a ser o maior presente e demonstração de amor aos nossos filhos e filhas, (posto que implique que possamos vir a ser guiados desde o coração, o qual lhes produz uma expansão de seu potencial de forma espontânea e criativa), alem do mais é para nós uma grande liberação de impedimentos e cargas de nossos antepassados, escolhendo realizar a função de ser pai ou mãe a partir da manifestação de nosso SER INTERNO, sem julgamentos, a partir da inocência e pureza do amor que se expressa.
Precisamos limpar-nos, Para poder nos relacionarmos mais facilmente e dessa maneira desfrutar da GOSTOSA EXPERIENCIA DE SER PAIS
Cada vez mais, o ritmo de vida que nos imprime a cidadenos distancia do ritmo natural do sol, das estações, da conexão com a natureza, e também, de sentir-nos educadores de nossos filhos, relegando esta função a escola. É assim, que em muitos casos se nota uma falta de coerência entre o que as crianças estão recebendo na escola e o que recebem em suas casas, descuidando ambos, docentes e pais ou mães a comunicação e a complementaridade para uma educação saudável, dando as crianças, uma educação integradora, no lugar da polaridade que muitas crianças estão vivendo atualmente.
É geralmente em casa que as crianças assistem a programas televisivos; filmes, Internet…, que os impregnam através do poder da imagem, de mensagens que em muitos casos vão contra a vida, produzindo cada vez mais a desconexão de si mesmo, dificultando-lhes reconhecer os dons que trazem, ficando vulneráveis e facilmente manipuláveis. É assim, quase sem dar-nos conta, que soltamos a educação de nossos filhos. Ocupamo-nos de que não lhes falte alimento, a melhor roupa, jogos, computador, celular e, todas as coisas materiais que a partir da desconexão temos acreditado imprescindíveis, esquecendo-nos do mais belo; desfrutar da função de ser pai e mãe, semelhante a um tempo atrás quando desfrutamos de ser filho ou filha.
Se nos trasladamos no tempo e nos vemos como meninos/as, podemos conectar-nos e dar-nos contado que realmente foi importante para nós, tanto do que recebemos, como do que carecemos e ansiamos de nosso papai e mamãe, de que o mais importante para nós era senti-los presentes e sentir-nos olhados.
As crianças sabem que existem graças a seus pais e que deles depende seu sustento na vida, por isso é fiel a seus progenitores absorvendo tudo deles, assegurando-se assim do direito de pertencimento à família. Isto é algo que atua em um nível inconsciente e sempre pelo profundo amor que os filhos e filhas têm por seu pai e mãe. Isto rapidamente vai repercutindo em nossas relações e construções de vínculos em nossa vida, na qual vamos armando desde o compensar os vazios sentidos, ou o rebelar (o que não implica que estou acionando desde a consciência, mas sim desde um impulso inconsciente do ser). Tudo isso vai limitando a vontade e o propósito que sentimos em nosso interior como um pulsar que ativa o processo criativo na evolução de nossa vida.
Por tudo isso, a partir da consciência da educação evolutiva, faz-se um chamado as mães e pais, para que juntos eduquemos os meninos e meninas do novo tempo, recuperando os valores de nossos ancestrais, que sentiam a conexão com a terra, a grande mãe que nos acolhe, nos nutre, respeitando-a e cuidando-a. aqueles homens e mulheres sábias que observavam profundamente a cada criança descobrindo os dons em cada um, acompanhando-os e vivendo-os na totalidade do ser, entregando-lhes olhares de reconhecimento que nutram a confiança em si, podendo assim desenvolver-se livremente, experimentar a complementaridade entre as diferentes contribuições dos demais meninos/as, podendo assim, facilmente e de forma natural, evoluir desde o permitir-se Ser, sentindo-se valiosos e parte única e complementária de todas as peças que conformam a Unidade.
Sugestões de exercícios:
Nota: Ter água por perto para ir tomando (somente água). Se te surge uma emoção, observa-a e sinta-a, vê o que acontece com ela, e segue adiante. Não reprimas, permita que saia o que possa estar estancado.
* Procure um lugar cômodo e tranqüilo, onde saibas que não será interrompido/a e começa a respirar, a dar-se conta com ingressa o ar pelo nariz e como sai. Respires normalmente, mas dando-te conta de como acontece a respiração. Assim que te SINTAS tranquilo/a, olha para tua infância como se fosse um filme; com imagens, cenas, mas vá passando e observa a teu pai ou referente paterno (ou figura masculina que tiveste), sua atitude, a forma de comportamento que tinha contigo, como o vias… SEM JULGAR, simplesmente vendo e observando. Em seguida faça o mesmo com a figura materna.
Uma vez que tenhas observado a ambos, vê agora a si mesmo, como mãe ou pai e observa-te, sem julgar, simplesmente observa.
Em seguida, veja nessa tela uma luz dourada que invade todas as imagens e respiras essa luz pouco a pouco permitindo que ingresse em ti, preenchendo-te totalmente, até mais alem de si mesmo/a. Enchendo sua casa ou o espaço em que te encontras.
Ao terminar; dialoga com sua mente:
Aceita que a tua experiência tenha sido assim porque necessitavas assim, sem culpados nem culpadores, mas cheia de oportunidades de transformação para quando decidires transformá-la. E sempre está a tempo!!!
Se quiseres transformar e iniciar um caminho de consciência quanto ao padrão educativo, podes começar por dar-te conta que de forma inconsciente tens a “necessidade” de repetir a experiência de teus pais, seja qual for. Somente quando aceitares que em ti habita essa necessidade poderá aceitar então, que a podes transformar e soltar. Começa a dar-te conta dos hábitos que tenhas adquirido e quanto estás repetindo, e começa a aceitar que esses hábitos são passíveis de mudança. A cada dia, a cada instante com teu filho/a, é uma bela oportunidade de transformar esses hábitos.
*Olha nos olhos do seu filho/a, e fala-lhe por um momento expressando o que sentes no coração, sem pensar no que vai dizer... Permita-se conectar com seu coração e em seguida com o coração de seu filho/a através do olhar e SUSTENTANDO o olhar, deixe expressar o TEU SENTIR... Será um belo presente para ambos/as.
*Observa-te antes de decidir a “corrigir” algo em teu filho/a, se isso é uma necessidade tua ou pela conexão dele. Muitas vezes corrigimos a nossos filhos por uma necessidade nossa, que de forma precisa vemos neles.
*Caso seu filho/a esteja com alguma dificuldade, permita-se olhar em teu interior, quanto dessa dificuldade você tem também, quanto dele está expresso em ti, mas de outra forma. O que quer dizer a seu filho/a, através da sua atitude? Permita-se perguntar-te. É muito interessante as respostas que começam a EMERGIR de teu interior.
Estamos abertos para qualquer comentário para poder aprofundar.
Documento pertencente a Rede de Educação Evolutiva. A reprodução é permitida se respeitando a fonte original: Irdinave, Educação Evolutiva. www.educacionevolutiva.org
Já tinha dito antes - e esta é, provavelmente, a declaração mais importante deste livro - que o ESPÍRITO é a vossa verdadeira natureza. Aquilo que tu crês ser é, apenas, um dos muitos «tu» projetados ao longo do tempo e em vários lugares deste e de outros planetas, em universos que vocês ainda não descobriram.
No entanto, nada disto minimiza aquilo que percebes como «tu»; pelo contrário, tu és um ser imenso, multidimensional, uma magnífica expressão da Fonte, a qual, brilhante e amorosamente, trabalhou, juntamente com outros, para que realizasse a função do ESPÍRITO.
Em nenhum outro lugar, em nenhum planeta de qualquer universo, existiu uma criação como a vossa!
O simples fato de saberes que és parte integrante dessa façanha tão grandiosa dever ia incrementar, incomensuravelmente, o significado da tua vida. Na tua qualidade deste verdadeiro e surpreendente ser, decidiste que, devido a um propósito muito especial, encarnarias neste planeta e neste emocionante momento da história. O resultado de tal decisão é, evidentemente, o «tu» do qual estás consciente. Porém, não dês muita credibilidade a esse maravilhoso ponto singular de consciência, focalizado no aqui e agora que é esse «tu». Se tivesses a mais simples noção do processo através do qual existes, ficarias assombrado do poder que deténs. Portanto, trata de te veres a ti mesmo como o ESPÍRITO gozando de uma experiência humana, e não o contrário.
Assim sendo, podes perguntar:
- Se, realmente, sou esse imenso ser, por que não sei que o sou nem o sinto de nenhuma forma?
Bom, deixa de ler por um momento e trata de sentir o teu Ser maior como uma força suprema e incomparável, que a si mesma se infiltrou dentro da realidade da 3ª dimensão como uma gigantesca cunha de energia, da qual, cada ser humano é a própria ponta dela. Aí, exatamente onde te encontras sentado neste momento, procura sentir a intensa força energética que está por detrás de ti – uma coisa algo confusa para a tua mente, é certo, mas que está cristalizada, com nitidez, no conjunto corpo/emoção/mente.
Se fores incapaz de senti-la, imagina-a; o teu eu-espirito completará essa imaginação com esquemas, sentimentos ou, somente, com o simples saber que assim é. . . Tal como faz a cada momento, aliás!
E, por favor, se crês nisto, não te fiques por aqui. A crença é a morte súbita da tua pesquisa da verdade: a partir do momento em que crês, deixas de procurar. Se não crês. . . Não há problema! Mantém-te na procura por outros caminhos até te encontrares com o teu verdadeiro Ser.
Tu estás lá, à tua espera! Mas retomemos a pergunta: Por que não conheço o eu - espírito que se supõe que eu seja?
Isto requer que façamos um pouco de História. Há muitíssimo tempo, antes da existência da História tal como a entendes agora, certo número de seres não-físicos - cada um dos quais é uma entidade imensa por natureza própria - decidiu colonizar um planeta para realizar uma investigação em nome da Fonte. Um deles concordou em oferecer-se como voluntário para representar a consciência do planeta e alguns outros o ajudaram a densificar a sua energia de forma a que fosse descendo através das dimensões.
Entretanto, outros seres desse grupo dedicaram- se a conceber as matrizes das prováveis e distintas formas de vida que povoariam o planeta, ou seja, as matrizes que permanecer iam codificadas, quimicamente, naquilo a que chamas DNA.
E, mediante sucessivos abaixamentos de frequência, durante milhões de milhões de anos, a consciência planetária foi progressivamente rompendo através da barreira de energia, na forma sólida que agora se chama Planeta Terra.
Ao longo de enormes períodos do teu tempo linear, estes seres criaram projeções de si mesmos com energia de baixa frequência, ainda que nessa altura em nada se parecessem com algo físico. Gradualmente experimentaram formas de frequência cada vez mais baixa, até produzirem o que aqueles que possuem visão psíquica denominam formas astrais da 5º e da 4ª dimensões.
Milhões de anos se passaram e vocês, na qualidade de um desses seres, levaram ainda mais longe as experiências com o DNA, fazendo com que a energia se tornasse ainda mais densa dentro de ondas estacionárias de energia, até conformar corpos quase-visíveis.
Por fim, num extraordinário ato de criatividade, irromperam através da barreira dimensional e criaram estruturas físicas de partículas subatômicas, os átomos e as moléculas, cobertas pelas ondas estacionárias que também tinham concebido. Nessa altura, ainda podiam dissolver essas formas livremente, bem como criar outras novas.
Assim se divertiram durante períodos incomensuráveis, sem que em qualquer momento se identificassem com essas projeções físicas, cujo número ia aumentando. Vocês sabiam que esses corpos etéricos eram os campos de energia que tinham criado e para dentro dos quais irradiavam energia. . . Somente para se divertirem!
À medida que pretendiam ir mais longe, estas formas projetadas tornaram-se mais visíveis (no sentido que hoje daríamos a este termo), mas ainda não havia consenso sobre a sua forma definitiva. Uma pausa para apreciar convenientemente a natureza brincalhona da Fonte, tratando sempre de ser mais criativa e, assim, autoconhecer-se através do que pode fazer!
A fim de desenvolver a experiência, decidiram então dar um passo muito atrevido: projetaram as consciências para dentro dessas formas! Isto proporcionou as condições para que pudessem interagir convosco mesmo de uma forma totalmente nova - uma forma impossível de alcançar dentro das frequências mais elevadas donde provinham e nas quaisse reconheciam como sendo parte da Unidade.
De seguida, permitiram que as consciências não só se projetassem, mas também passassem a residir dentro dessas formas físicas, que cada vez se tornavam mais densas, durante lapsos de tempo cada vez maiores. A consciência, agora, gozava de duas vantagens: a da 5ª dimensão (donde provinha) e a da 3ª dimensão, a do físico.
Embora tivessem a capacidade de vibrar em cada uma destas formas, vocês mantinham-se totalmente ao corrente da vossa origem, pelo que não existia qualquer percepção de separatividade entre elas. Esta grandiosa festa de auto-exploração era muito divertida!
E novos campos de energia foram tentados. Por exemplo: vocês estabeleceram campos distintos para explorar separadamente os pensamentos das emoções. E mais importante ainda, proporcionaram às vossas projeções uma autonomia quase total, dando-lhes a liberdade para serem entidades por si mesmas, por direito próprio.
Esta divisão em dois «planos» proveitosos e simultâneos converteu-se num ponto crucial da História – o que equivale a cerca de uns cem mil anos atrás. O estado de consciência de cada uma destas formas autônomas ainda tinha conhecimento da sua natureza espiritual, pelo que a separatividade não era, sequer, uma forma de pensamento conceptível. Tal construção mental não existia nesse tempo, (o planeta era, então, o bíblico Jardim do Éden), nem sequer era possível porque se vocês se aborreciam de estar em determinada forma física na 3ª dimensão, limitavam-se a desmantelá-la, faziam regressar as vossas consciências à 5ª dimensão e projetavam outra forma nova!
Então, em determinado momento da experiência, trocaram a projeção de energia pelo processo do nascimento físico e determinaram uma forma básica do corpo para a espécie. . . a qual estava a densificar rapidamente rumo à sua forma física. As vossas lendas estão repletas de memórias antigas de algumas das variedades de formas que precederam esta estandardização.
Durante milhares de anos, vocês, como ESPÍRITO, gradualmente foram ficando cada vez mais fascinados com a intensidade das sensações possíveis nestas formas físicas, pelo que os campos emocionais e mentais se foram centrando progressivamente nos planos mais baixos, em vez de no plano do espírito!
A intensidade e a riqueza da experiência emocional foi totalmente avassaladora. E as sensações, que derivavam do fato de vocês estarem numa forma densa, passaram a ser extremamente sedutoras. A partir daqui, já conhecem a história: o nascimento do ego!
Inicialmente, ainda tentaram que o eu-ego exterior atuasse como uma interface coletora de informação entre o plano físico e o plano dos eu-espírito. . . os quais continuariam a tomar as decisões sobre o que era real e do que tinha de ser feito a cada momento. Mas, à medida que a experiência foi prosseguindo ao longo dos milhares de anos, o eu-ego, orientado para fora, começou a ter as suas próprias idéias acerca da real idade e a recorrer cada vez menos... cada vez menos... ao eu-espírito, orientado para o interior.
O eu-ego exterior foi se fortalecendo e, a sua identidade começou a mudar desde os estados interiores do ser para os estados exteriores. Como resultado desta mudança, o eu-ego começou a «colorir» o que ia apercebendo e a julgá-lo como bom ou mau, de acordo com a sensação física. E, foi assim que o eu-espírito, orientado para o interior, começou a ser alimentado com informação «pré-digerida» pelo eu-ego!
A sensibilidade emocional e mental do eu-ego, dirigida para o campo do eu-espírito, começou a murchar à medida que a energia do campo físico se convertia, cada vez mais, no ponto focal .
Aqueles dois «pontos de vantagem» de estarem simultaneamente na 5ª e na 3ª dimensões, converteram-se em pontos separados de consciência e o «ponto de vantagem» da frequência mais baixa, orientado para o físico, perdeu de vista o «ponto de vantagem» espiritual.
Durante alguns milhares de anos, esta brecha de percepção foi - se ampliando até que a forma do plano mais baixo começou a duvidar da existência do plano mais elevado, ou a projetá-lo como se estivesse fora de si mesmo, como se fosse um ser externo. Ou seja, vocês fracionaram a percepção acerca de quem eram e, em decorrência, surgiu o conceito de deuses, uma vez que os seres que agora compunham a humanidade se haviam tornado incapazes de se relacionarem com os imensos e multidimensionais seres. . . que eram eles mesmos na dimensão superior !
A única maneira de se reconciliarem com a voz interior, isto é, com os impulsos do ESPÍRITO e com a memória de serem muito mais do que um simples ser humano limitado, foi projetarem as vossas naturezas imensas, poderosas e plenamente amorosas sobre uns seres que, enquanto espécie, tinham criado para tais fins. De fato, continuavam a receber mensagens e a sentir amor a partir do eu-espírito internos. . . Mas, interpretavam-nas como se isso viesse dos deuses externos!
Por fim, para cravar de vez a cunha da separação entre o Espírito e a personalidade, conceberam um brilhante véu: a vergonha. Construíram as vibrações da vergonha dentro das células dos vossos corpos e assim, finalmente, conseguiram o total sentimento de separação!
O ESPÍRITO que sabiam ser converteu-se, pois, numa memória fantasma, facilmente apagada pela luz rude das novas realidades. Então, passaram a reconhecer - se como uma personalidade, sem se aperceberem que se tinham «amputado» do ESPÍRITO por terem perdido a consciência que faziam parte Dele.
Assim, pegaram nessa parte heróica e grandiosa de vós mesmos e, através das deidades fabricadas, converteram-na em algo externo. E a vergonha tratou de assegurar que, aos olhos dessa deidade fabricada, todos se vissem a si mesmos como seres «não merecedores».
E, assim, ao longo do tempo, converteram- se em algo separado, exilados num invólucro de pele, procurando externamente por um Universo que não podiam entender, presos no tempo e no espaço, e com uma só saída: a morte.
Toda a ajuda de que podiam dispor para resolver a questão limitava-se a um conjunto de respostas aprendidas, denominado «personalidade»!
Por favor, lembrem-se de que planejaram tudo isto desde o início!
Vocês, sendo um dos grupos de seres que empreenderam esta experiência, tinham decidido ver quão longe poderiam chegar à capacidade de separar as percepções da vossa natureza, do ESPÍRITO puro. Foi preciso uma enorme engenhosidade para conceber e criar os véus que haveriam de separar as duas dimensões, de tal maneira que encarnariam sem qualquer memória de quem eram. Um destes véus surgiu quando o vosso espírito coletivo tomou uma decisão que haveria de afetar cada uma das encarnações ao longo dos seguintes duzentos mil anos, e que alterou completamente a natureza, o propósito e o conteúdo da vida humana neste planeta: vocês inventaram o karma!
Extraído do livro: Um Manual Para Ascensão, por Serapis, canalizado por Tony Stubbs (Denver , Colorado, USA) .
Este livro está disponível para download no endereço: http://www.luzdegaia.org/downloads/livros04.htm
Parece estar ocorrendo uma contínua intervenção da consciência superior atualmente aqui na Terra não apenas por parte de ETs do espaço, como também de níveis superiores de consciência, dimensões superiores de luz que decidiram tornar sua presença mais pessoal. Não estão vindo em naves, e sim em forma de espírito. Estão entrando em nosso caminho evolutivo, não por medo, e sim por amor. Estão aqui simplesmente para ajudar, pois sabem a verdade. “São criancinhas!”
Silenciosamente, a Mãe Terra está dando à luz crianças de um novo sonho. Ou é o contrário — as crianças estão mudando o sonho da Terra Mãe?
No mundo todo as pessoas estão descobrindo que existe agora uma cura verdadeira para a AIDS. Mas, o que seja talvez até mesmo mais importante, o mundo está mudando de uma maneira jamais vista por causa da AIDS. Há uma magia na atmosfera. A ciência com cautela anunciou que, neste momento, aparentemente está nascendo das cinzas da AIDS uma nova "super" raça humana na Terra, e ao mesmo tempo manifestou-se agora uma nova esperança para nosso mundo ameaçado. É real. E é, em minha opinião, o fenômeno humano mais importante jamais ocorrido nesta Terra.
Em primeiro lugar, antes de contar a história e mostrar as provas, vamos tratar de nosso dilema da consciência humana, pois no dilema está a compreensão. Por um lado, não parece haver esperança para o mundo, e por outro, oculta da atenção da maior parte do mundo, existe uma grande e crescente luz brilhante.
Somos sonhadores, e estamos sonhando um novo mundo a cada respiração. O resultado deste drama terrestre cabe inteiramente a nós. Sempre tive fé em vocês e em "nós," e agora, talvez, tenha chegado a hora de realmente viver nosso sonho. Vocês sabem o caminho; está bem no fundo de vocês, enterrado nas profundezas de seu coração. É uma luz eterna que nunca se extinguirá, nunca morrerá. É uma luz que é sua verdadeira unidade com o Grande Espírito, a Fonte.
Este artigo contém informações que estou honrado em lhes transmitir. Descrevem algo relativo a vocês, algo belo e pleno de poder, algo, que quando for compreendido e vivido, poderia levar seus sonhos até a vida e sua vida à consciência superior.
Para lhes mostrar esta beleza e força, devo primeiro tecer uma história ao redor de certos eventos e revelações que estão acontecendo agora na Terra. Uma vez vistos, eles poderão ser-lhes de grande utilidade em seu despertar. A história envolve a conseqüência sombria, trágica da AIDS sobre as vidas de milhões de pessoas e acaba com uma nova luz brilhante de esperança para toda a humanidade.
Todos lemos e escutamos certos professores, inclusive eu, sugerindo que a nova evolução incluiria mudanças no ADN humano. As pessoas imaginam mudanças futuras como o aumento do número de faixas de ADN, que chegaria a 12, ou o aumento do número de cromossomos. Isto, claro, poderia acontecer, mas ainda não foi observado pela comunidade científica mundial. Contudo, há mudanças reais no ADN humano descobertas recentemente pela ciência. Essas mudanças poderiam facilmente alterar todo o caminho evolutivo humano e, muito provavelmente, seu caminho pessoal. Para contar esta história moderna, começarei num lugar improvável — o Tora, um dos livros sagrados do mundo. Ousam escutar? É uma história sobre vocês.
Como a maioria de vocês sabe a esta altura, o Código da Bíblia, como está sendo chamado, muito provavelmente é verdadeiro. O livro de Michael Drosnin, The Bible Code (O Código da Bíblia) apareceu na lista de mais vendidos do New York Times (prestigioso jornal diário norte-americano, impresso em Nova Iorque e que circula praticamente em todos os Estados Unidos, sendo em todo o mundo um parâmetro da opinião des Código da Bíblia) do Dr. Jeffrey Satinover provavelmente lhe seguirá os passos. O livro de Jeffrey é muito bem escrito, apresentando informações mais detalhadas. O que dizem eles?
Parece que no Tora, que consiste nos primeiros cinco livros da Bíblia, afirma-se seis vezes existir um livro secreto escondido nele e que esse livro secreto não será aberto "até o final dos tempos." Se acreditarmos nos maias, estamos atingindo o final dos tempos nesta época exata, restando-nos menos de 14 anos. Quatorze anos para a Terra é como um único sopro para nós.
Há aproximadamente 50 anos um rabino chamado H.M.D. Weissmandel acreditou ter descoberto o livro escondido no Tora num código. Rabino Weissmandel descobriu que ao se pular cada grupo de 50 letras no princípio do Livro do Gênese, obtinha-se a palavra "Tora." Também descobriu que ao se pular 50 letras no Livro do Êxodo, no Livro dos Números e no Livro do Deuteronômio da mesma maneira, obtinha-se novamente a palavra "Tora."
O próprio código era um código simples composto apenas do espaçamento das letras do Tora. Há um exemplo nesta frase: "We ate an oily redia and hid."(Comemos uma larva gordurosa e nos escondemos). A palavra Torah (em inglês) pode ser encontrada pulando-se cada terceira letra na frase em inglês: "We aTe an Oily RediA and Hid." Este sistema de código é usado desde tempos antigos. Porém, até mesmo este código simples foi muito difícil para o rabino Weissmandel decifrar. Teve de esperar até o surgimento do computador.
Recentemente, o Dr. Eli Rips, da Universidade Hebraica criou um programa de software que tem por base este sistema de espaçamento de letras. Ou seja, este programa de software reorganizaria as 304.805 letras do Tora em matrizes diferentes, dependendo da palavra que estivesse sendo procurada e de seu número de letras. Os resultados foram incríveis, até mesmo impressionantes e, se verdadeiros, representariam um dos maiores progressos jamais feitos pela humanidade. E se verdadeiros, todo nosso mundo mudaria muito mais do que quando Copérnico deu-se conta de que a Terra girava ao redor do Sol.
A Universidade Hebraica colocou os nomes de mais de 60 rabinos conhecidos no programa de computador. Esses rabinos tinham morrido, e sabia-se muito sobre suas vidas. Em cada caso o Tora revelou seus nomes exatos, a data e local de nascimento, data e local de sua morte e dados pertinentes sobre as principais realizações de suas vidas. Além disso, eles pesquisaram muitos, muitos outros assuntos com o software do Código da Bíblia, tais como acontecimentos conhecidos do passado. Descobriram que todas as coisas imagináveis tinham sido escritas nos primeiros cinco livros da Bíblia. Começou a dar a impressão de que o futuro é totalmente conhecido na Bíblia, tendo sido escrito no Livro Sagrado mesmo antes de acontecer.
Uma pergunta importante a se fazer é: Quais as probabilidades de isso ocorrer no Tora? Na verdade, são estatísticas ou probabilidades que estão sendo usadas para provar que o Código da Bíblia é verdadeiro, que realmente existe um livro secreto no Tora. As universidades de Harvard e Yale foram as primeiras a se apresentar para pôr à prova se este fenômeno do Tora era realmente verdade ou apenas uma fraude. A universidade criou programas de software na verdade para provar que o Código da Bíblia não era verdadeiro, mas os resultados verificaram que realmente era verdade. Então o Pentágono, nos Estados Unidos, envolveu-se na história. O poderoso departamento de código e todos os seus recursos concentraram-se em provar a validade ou falsidade do "livro secreto" do Tora. Seus esforços também provaram que o Código da Bíblia era verdadeiro.
Entendam que em estatística, se um acontecimento apresentar probabilidades de um para mil, não é considerado apenas um acidente. Muitas das probabilidades surgidas no Tora são de uma em um milhão e de até uma em dez milhões. Não se trata de um acidente. Estas informações sobre o passado/presente/futuro foram colocadas nos primeiros cinco livros da Bíblia com consciência, aliás, um nível muito elevado de consciência. Muitos acreditam, claro, que foi Deus, considerando o livro secreto uma prova da existência de Deus.
Parece haver certeza agora de que cada pessoa do mundo tem seu nome escrito no Tora, juntamente com a data e local de nascimento e morte. O que significa isto? Em primeiro lugar, indica que estamos atingindo ou atingimos um ponto especial chamado o final dos tempos; caso contrário não poderíamos ter desvendado o código, de acordo com o próprio Tora. O livro secreto indica que o que todos os profetas têm sugerido acerca desta época em que todos vivemos é provavelmente verdade.
Por ora deixarei o Código da Bíblia e falarei sobre outro fenômeno incrível de nosso tempo. Atualmente estão nascendo crianças que desafiam a compreensão lógica. Parecem estar surgindo três grupos separados de crianças, mas de fato pode ser o mesmo fenômeno se expressando de maneira diferente. Estão sendo chamadas supervidentes das crianças da China, crianças Índigo e os filhos da AIDS.
A relação exata entre esses três grupos de crianças neste momento não me é clara. Suponho quando nos dermos conta de sua presença, entenderemos.
Aparentemente estão surgindo na Terra hoje crianças que não são normais segundo os padrões humanos. De fato, de acordo com padrões científicos, os "filhos da AIDS" sequer são humanos. Não possuem ADN humano. O ADN humano é muito específico, e o ADN dessas crianças é diferente o bastante para receber um novo nome.
Comecemos pelo começo. Por volta de 1984, o governo chinês pela primeira vez descobriu uma criança, um menino, que era vidente além de tudo que já se vira. Quando suas habilidades psíquicas foram testadas pelo governo, constatou-se que eram 100% exatas. Então o governo encontrou outra dessas crianças, a seguir muitas, depois centenas e milhares.
A revista Omni foi investigar esse fenômeno a convite do governo chinês. Quando o pessoal da Omni chegou, supôs que pudesse estar havendo fraude, então procederam com grande cautela. O governo lhes deu cerca de 100 crianças para trabalhar. A Omni criou testes, tais como pegar um livro ao acaso, arrancar aleatoriamente uma página, amassar a página, colocando-a sob à axila do pesquisador. As crianças leram perfeitamente cada palavra da página! Depois de muitos tipos diferentes de testes, a Omni acreditou que essas crianças eram incríveis, mas não entendeu como, nem por quê, estava ocorrendo este fenômeno. Vocês podem ler sobre isto no exemplar de janeiro de 1985 da Omni.
Desde então, essas crianças foram descobertas em muitos outros países, como Rússia, Japão, Canadá, Europa e Estados Unidos. Creio que essas crianças estão vindo de um nível muito mais elevado de vida, e estão aqui para nos ajudar com nossa transição evolutiva para um novo mundo. Elas nos ajudam com sua simples presença.
Não tenho certeza do que estou prestes a dizer, mas acredito que seja verdade. Quando essas crianças começaram a nascer em países que não a China, receberam rótulos diferentes. Nos Estados Unidos, Kryon, através do canal Lee Carroll, as chamou crianças Índigo. Kryon as vê vindo da profunda luz púrpura-azul. Os pais dessas crianças estão sendo transformados simplesmente por estar na presença delas.
Atualmente está acontecendo um novo fenômeno na Terra que ultrapassa o das crianças supervidentes. Aproximadamente dez ou onze anos atrás nasceu uma criança com AIDS. Fizeram exames e descobriram que realmente estava com AIDS. Fizeram exames novamente quando o menino estava com seis meses e depois um ano, ele ainda tinha AIDS. Só fizeram novos exames quando ele estava com cerca de cinco anos, e não acharam nenhum indício de AIDS ou do HIV em seu corpo. Era como se ele nunca tivesse tido a doença.
Foi então que a UCLA (Universidade da Califórnia, campus de Los Angeles) entrou na história. Querendo saber por que esta criança estava livre de todos os indícios de AIDS, começaram a fazer exames. Um exame foi feito no ADN dele. Encontraram um novo resultado chocante: aquela criança não tinha ADN humano. Parecia humana, mas não era.
Como sabem, no ADN humano há quatro ácidos nucléicos que se reúnem em 64 combinações possíveis chamadas códons. Os seres humanos têm 20 desses códons em funcionamento, sem incluir os três que funcionam como os códigos de desligar e iniciar de um computador. Esse garoto tinha 24 códons funcionando! Para mim, o códon é como programa de software de computador, e esse menino tinha quatro a mais que nós.
Quando a UCLA fez exames no sistema imunológico dele, descobriram algo ainda mais espetacular. Pegaram uma dose letal de HIV, muitas vezes mais alta que a necessária para infectar um ser humano normal, e a colocaram numa placa de petri (recipiente raso, de vidro, com tampa frouxa, usado para o desenvolvimento de microorganismos animais e vegetais em laboratório), acrescentaram então algumas células dessa criança. Elas não foram afetadas. Aumentaram a quantidade de HIV a níveis incríveis, mesmo assim nada aconteceu. Depois de aumentar várias vezes o nível de HIV, chegando afinal a uma quantidade três mil vezes maior que a dose infectante, as células da criança permaneceram inalteradas. Passaram, então, a realizar experimentos nas células dessa criança com outras doenças, obtendo o mesmo resultado: parecia imune a todas as doenças.
Então acharam outra dessas crianças, então cem, depois mil. A UCLA agora estima, a partir da observação dos testes de ADN realizados no mundo, que 1% da população tem esse novo ADN não humano. Isso se traduz em mais de 60 milhões de pessoas (não apenas crianças agora) que de alguma maneira passaram por uma mutação e alteração de seu ADN, que se transformou, produzindo este novo padrão não humano. Existe tanta gente agora com esse novo ADN que os cientistas acreditam que neste momento está nascendo uma nova raça humana na Terra. Será que a verdadeira razão de a AIDS ter diminuído em 47% em 1998, a maior queda na história de qualquer doença num período de um ano, tem relação com esses "filhos da AIDS?" Vocês podem ler mais sobre isto no livro de Gregg Braden, Walking between the Worlds (Caminhando entre os Mundos).
Voltemos agora ao Tora. Quando a Universidade Hebraica pesquisou a palavra AIDS no Código da Bíblia, encontraram exatamente o que vocês esperariam: as palavras HIV, no sangue, sistema imunológico, morte e muitas outras palavras relacionadas que se espera encontrar associadas à palavra AIDS. Mas também acharam outra frase que na ocasião não fazia sentido para eles: o fim de todas as doenças. Acho muito interessante que a AIDS, a doença que tinha a possibilidade de eliminar a raça humana, tenha se tornado o catalisador capaz de, talvez, agora nos tornar imunes a todas as doenças. (Vocês podem ler sobre isto no livro de Jeffrey Satinover, Cracking the Bible Code, página 164.)
Então agora parece que na Terra existem pelo menos 60 milhões de pessoas (e esse número está aumentando muito rápido, acredito eu, já que parece ter começado com uma única criança há apenas alguns anos) que não ficam doentes e estão vivendo "o fim de todas as doenças." O que é ainda mais importante é que talvez haja outro fenômeno associado com essas crianças e adultos, que pode realmente surpreender o mundo e do qual ainda não temos consciência. Poderiam essas pessoas estar interligadas de um modo com o qual podemos apenas sonhar? Elas têm um propósito coletivo na Terra? Poderiam mesmo ser imortais? O tempo e a história dirão.
Embora todos os três grupos de crianças sejam quase inteiramente desconhecidos do mundo, provavelmente logo passarão a imprimir sua marca na história. Estão aqui na Terra por amor. E estão aqui agora.
É aqui que vocês entram, se ainda não entraram. A UCLA registrou que os pesquisadores acreditam que a mutação no ADN está ocorrendo por meio de uma resposta emocional/mental/corporal específica das crianças. O ADN apresenta um padrão de forma de onda muito específico, assim como todas as emoções, pensamentos e respostas corporais humanos. Observou-se que uma resposta emocional/mental/corporal em particular apresenta um padrão de forma de onda (assinatura de onda senoidal) quase idêntico ao do ADN. Alguns, inclusive Gregg Braden, agora acreditam que é dessa forma que as pessoa alteram o ADN ou realizam mutações. A resposta emocional/mental/corporal une-se ao ADN, ou entra em ressonância com ele, permitindo que ocorra uma mutação — neste caso, no número de códons. Claro que as informações exatas sobre como isto é feito estão nas malhas e no inconsciente de todos, à disposição de quem pedir com coração.
Gregg Braden acredita (e eu também) que esta resposta emocional/mental/corporal pode ser identificada em três partes. Primeiro, existe uma parte mental na qual a mente vê a Realidade na qual vivemos como um todo, completo e perfeito e que todas as coisas estão interligadas. A idéia de separação (a forma como a maioria dos seres humanos experienciam a vida) é considerada uma ilusão. Ou seja, a experiência de estar dentro de um corpo e de tudo o mais estar fora do corpo, separado da pessoa, já não é vivida. Em vez disso, a pessoa sabe, vê e experiencia que o mundo interior — pensamentos, sentimentos, sonhos, visões e assim por diante — e o mundo exterior da Realidade são o mesmo, estando totalmente interligados.
Quando a pessoa vive este estado de ser, ela então vê, a cada respiração, todas as outras pessoas como sagradas e divinas. O que às vezes é chamado amor incondicional surge então como uma verdade, sendo vivido.
Finalmente, depois dos dois passos acima, a pessoa não julga a Realidade nem as pessoas que são parte dela. Quando julgamos, ainda estamos na consciência de bem-e-mal, e enquanto julgarmos, permaneceremos neste estado de declínio. Não foi isto o que o Jesus nos pediu:"Não julgueis, para não serdes julgados?"
Com estes três possíveis aspectos da experiência humana combinados ao mesmo tempo: unicidade, amor divino e não-julgamento, a experiência total poderia ser chamada compaixão. A forma de onda deste tipo específico de compaixão vai se unir ao ADN, provocando sua mutação no ADN das crianças da nova raça. Qualquer um pode fazer isto com a permissão do Grande Espírito. Vocês podem fazer isto. E agora que tudo se encontra nas malhas da Terra, não faz diferença se vocês têm AIDS ou o HIV. Vocês podem seguir as crianças. Vocês escolhem.
Todos sabemos lá no fundo que as crianças mostrarão o caminho. E aqui na Terra isto está realmente acontecendo agora. Elas são a inocência do mundo. Existe uma cura verdadeira para os que têm AIDS, e não está num vidro de remédio. Sigam as crianças. Qualquer doença que tiverem, sigam as crianças. Acredito que elas nos conduzirão diretamente ao Cristo, direto de volta a Deus, para fora deste estado de declínio. Claro que esta é minha convicção. Vocês devem conferir o que eu disse para ver se é verdade. Lembrem-se também do que Jesus disse: "Se não fordes como crianças, não entrareis no reino do Céu." Como sempre, a escolha é sua.
Vocês ainda estão aqui? Estão realmente prontos para aceitar uma mudança rápida em sua vida? Creio que estão prontos. Mudança é o que faz a vida subsistir. Vocês têm poder de mudar o que precisa ser mudado. Seu poder vem de suas emoções e seus pensamentos e da maneira como vivem suas vidas. Eles são seu joystick.
O que está acontecendo? Nós estamos. Tenham fé em si mesmos e confiem na Fonte.
Esta é uma grande época para se estar vivo. Sintam a onda do Mistério. Sintam o amor que toda a vida por toda parte tem apenas por vocês.
As crianças da nova raça estão aqui. A antiga raça azul chegou. O "final dos tempos’ chegou. Vocês estão finalmente indo para Casa.
Vocês tinham razão! Não existem acidentes, e o Espírito é perfeito. É o fim de todas as doenças, o início de um novo caminho.
Transmutem as profecias por meio da inocência, compaixão e luz. As crianças mostrarão o caminho.