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sexta-feira, 19 de março de 2010

Dificuldade de Aprendizagem - Parte 1

Um chamado a partir de vários planos a mudança profunda do sistema em geral.

Para falar de dificuldades de aprendizagem, precisamos antes de qualquer coisa aprofundar no que entendemos por dificuldade e por aprendizagem.


A partir da concepção da Educação Evolutiva, uma dificuldade é uma experiência na qual se encontra o indivíduo, com um nível de desafio que permite ensaiar, e por em manifestação as capacidades da pessoa diante circunstancias, na qual por alguma razão interna do ser, não consegue ver o desafio, ou melhor, se sente diante de uma barreira que limita sua experiência, da qual não encontra as ferramentas para seguir adiante.


Esta limitação pode ser proveniente de uma desarmonia interna, na qual precisamos ver o ser humano como uma totalidade de manifestações que são multidimensionais e multifuncionais. Encontrando uma parte física orgânica, uma parte emocional, uma mental, uma da alma (envoltura energética que registra a experiência que tem realizado o ser – inconsciente), e uma parte mais global ou espiritual na qual o ser contata com sua realidade cósmica.


A manifestação do bloqueio pode estar se dando no físico, mas é proveniente do mental, por exemplo; muitas vezes temos um pensamento ou hábito reiterado, que ativa as emoções que nos levam a dor ou a somatização no físico. Ou mais ainda, pode ser proveniente da alma ou de sua realidade cósmica.


Nestes casos, optamos por ir à origem da dificuldade, pois se trabalhamos sobre a expressão física, estamos sobre um sintoma sem contatar com a causa profunda. O sintoma ou manifestação da dificuldade é SEMPRE um AVISO que há algo em alguma parte do ser que está em desarmonia e a partir da qual não pode veicular tudo o que está disposto para ser entregue através de seu canal (como se fossemos uma vara de bambu, sobre a qual quanto mais alinhada está, mais facilmente circula a energia).


Agora, voltando ao tema da APRENDIZAGEM... É um belo processo e cheio de vida. Aprender implica integrar consciência para poder aplicar nas experiências que se vão apresentando... Aprender é um jogo que se dá a partir da abertura do ser diante da vida mesma, na qual a base é a ATITUDE de querer receber consciência e integrá-la na vivencia do ser.


Para poder integrar consciência, ou APRENDER, precisa-se estar permeável a consciência. Quer dizer, permeável a aprofundar na compreensão da experiência.

Com esta base, quando falamos então de dificuldade de aprendizagem, somos levados a um contexto muito mais amplo.


Considere diferenciar os seguintes casos:


1. Problemas de comportamento na sala de aula: O qual obviamente leva a não integrar bem os conteúdos que se entregam a partir da formação docente. Neste caso a situação nos leva a perguntar-nos: como teria que comportar-se uma criança? O que acontece com a forma com que entregamos os conceitos? O que acontece com o SISTEMA que luta no processo de aprendizagem escolar?... Enfim, isto abre muitas portas oponentes para uma solução que implica uma transformação social mais global. Pois, não basta só tratar de “modelar” a criança a um comportamento desejado pelo sistema social, para que aprenda o que consideramos que precisa integrar para seguir sustentando este sistema.


É um círculo vicioso, nós acreditamos que as crianças que não se adaptam ao sistema, são crianças que estão pedindo uma mudança, não encontrando a forma de pedi-la, nem de se fazerem entendidas. Isso as leva a uma situação de stress interior que acabam colapsando e causando “dificuldades” neste caso, evidentemente a causa da dificuldade está contida no sistema em geral, do qual a criança passa a ser simplesmente um ressoante que merece ser reconhecido.


Que fazer?

Em nossa experiência, muitas vezes, quando esta é a situação, escutamos a criança. Se for atendida, se lhe abrimos um espaço no qual se sinta compreendido, onde possa expressar o que acontece e que não esteja de acordo, com muita conexão por parte de quem está sustentando-lhe (que devem estar dispostos a revisar sua forma e abertos a QUERER MUDAR), vamos analisando as dificuldades que encontramos entre nós. Para isso, é necessário ter a habilidade de discernir o quanto do que se expressa é uma contribuição para mudar e quanto é parte da dificuldade própria da criança: lembrar que é uma criança que já tem um índice de stress ante a experiência que está vivendo e que precisa soltar a pressão para ver a situação com mais objetividade.


Ao trabalhar com uma criança com dificuldade de comportamento, SEMPRE SE INCLUI O GRUPO FAMILIAR. É preciso reconhecer a totalidade da qual faz parte. O sistema é formado sempre por crianças, (ou jovens), família e docentes (o sistema escolar).


Elaborar um plano de ação para todos, (representante dos docentes, da família e a criança), e colocar prazos, pautas e objetivos. Fazê-lo em CONJUNTO, no qual se assume o compromisso por todas as partes para ir-se caminhando por essas “mudanças” que vão se delineando.


Às vezes, este exercício simplesmente (que parece simples, mas na realidade é um exercício de profundo compromisso com a mudança de consciência) soluciona o problema de comportamento.


É preciso entender, obviamente, que quando se está em um ponto de stress, é porque internamente se tem a certeza que a educação deveria ser de outra forma, então se choca com a família, a escola, etc. Vai-se perdendo o interesse de aprender. Quando se destrava o fator de stress, a conduta que estava estabelecida para chamar a atenção como indicador de que algo não andava bem, já não é necessária e sozinha se transforma. Não é preciso prestar atenção à conduta, mas sim escutar bem “o ataque” que, às vezes, possui muita consciência para entregar, mas, não se sabe como.


2. Problemas de adaptação ao sistema escolar: Seguindo o mesmo que no caso anterior, mas só que neste caso, o conflito não está apenas no aviso que a criança está dando do sistema em geral, senão e para alem do mais, que há um fator de frustração, ou negação a abrir-se a experiência que se vive. Este é mais profundo. Aqui é onde precisamos contatar com a origem do conflito, o qual pode ser muito diferente e, portanto podemos supor que a solução depende da origem do conflito. Trabalhar sobre isto é mais específico, pois se necessita terapia específica para ele. No entanto, se pode ajudar de diferentes formas. Pode ser uma negação inconsciente a integrar consciência. Neste caso, se pode detectar que alem de apresentar problemas de aprendizagem, cada vez que se quer prestar uma contribuição ao que a criança está fazendo, a atitude dela é fechar-se, não ouvindo (seja desviando a atenção, se tornando dispersa ou através da agressão). Uma atitude de “não querer dar-se conta do que acontece”. Sendo a origem do bloqueio, normalmente, de um nível muito inconsciente do ser.


Que Fazer?


Estabelecer dinâmicas de jogos que permitam que a criança possa ir descobrindo diferentes exemplos. Aprender através do jogo pode ser uma forma muito divertida e funcional para ajudar a destravar os bloqueios obtidos. Jogar por exemplo:


Fazer-se dois grupos:


Um que é o observador e outro que é representante. O grupo representante se organiza de forma diferente: Cada um escolhe um animal para representar e começa a mover-se como ele… e de espaço em espaço o Mestre ou Mestra vai dando pequenos papeis, nos quais estão descritas as diferentes funções e exemplos de comportamentos dos animais, segundo o que cada um tenha escolhido. Desta forma vão se aperfeiçoando em sua apresentação e completando assim sua função. (as descrições eles a lêem em voz baixa). O grupo que os observa deve ir adivinhando que animais são. Fazendo com que cada vez mais, se torne mais complexo o exemplo do comportamento do animal. Este é um exemplo, que pode ser melhorado ou mudado, seguindo o jogo a integrar consciência. Outra forma de ajudar é falar a nível individual com a criança que apresenta o conflito, permitindo que possa ir dando conta do que acontece. Sobretudo, das conseqüências que suas atitudes podem gerar.


A partir da Educação Evolutiva alem de nos apoiarmos no trabalho terapêutico holístico, sustentamos o processo da criança com terapia floral ou homeopata, caso seja necessário. Para isso, trabalhamos com uma equipe profissional multidisciplinar.


3. Problemas de aprendizagem por causas funcionais:

Neste caso, se trabalha de forma multidisciplinar. Sempre aprofundando na origem do problema. Ver o corpo como uma totalidade, é a chave. Não tomar os sintomas como algo separado, de outra forma, de como tudo que repercute em tudo.


As terapias holísticas de tratamentos complementares na medicina ajudam e nós o integramos SEMPRE com a família e a Escola. O corpo docente responsável.


A partir da Educação, se pode ajudar a melhorar ou neutralizar as dificuldades com a ferramenta da ARTE. Recomendamos ver nossos artigos de arte e educação, movimento, plástica e som. Pois, a Arte permite harmonizar a experiência e ajuda a sustentar o processo de aprendizagem.


Geralmente, quando estamos frente às crianças com dificuldades de aprendizagem, o AMOR, CARINHO e COMPREENÇÃO, são as chaves que permitem caminhar e acompanhar esta aventura de ensinar e aprender de forma mais saudável.


Consideramos as dificuldades de aprendizagem como uma CHAMADA AO SISTEMA EDUCATIVO A MUDANÇA...


Essas mudanças, não podem ser melhoradas a partir de uma visão tradicional e unilateral, muito menos seríamos coerentes ao querermos ajudar sem estar dispostos a mudar. Precisamos como sociedade abrir-nos a mudança, forjá-la em nós mesmos. Por que esperar que outro a gere? Se já me dei conta que é preciso mudar... Posso começar neste momento a mudança...


Como pais, temos o DIREITO DE DESFRUTAR DE NOSSOS FILHOS... O que pode ser mais importante que ESTAR COM TEU FILHO?... Ainda que seja por pouco tempo, dedicar-lhe um momento exclusivo, de aventura, de jogo, em que ele lhe permita IR AO SEU MUNDO, e não levá-lo ao mundo da sociedade adulta, da qual estão cheios por todas as partes...


Que tal soltarmos um pouco os meios de comunicação ou distrações externas, e nos dedicarmos a comunicar-nos diretamente, a estar, a acariciar, desfrutar, sorrir...?


As dificuldades de aprendizagem, SEJA QUAL FOR A SUA ORIGEM, sempre nos leva a dar conta do seguinte:


“Este menino ou menina, não está podendo com o sistema... e quando são MUITAS CRIANÇAS (e realmente são. Hoje em dia em todas as salas de aula se apresenta este fato, cada vez mais comum). Então, já não está se falando mais da “pobre criança que não se adapta”. Mas sim, do “pobre sistema que não consegue seguir em frente”.


Cada um de nós é parte deste sistema, portanto ajudá-lo a AMADURECER, depende de TODOS NÓS!!!


Sugestões de suporte:

Recomendamos ajudar as crianças com exercícios de Gimnasia cerebral, exercícios de integração de hemisférios, ingestão de água pura (pouca e freqüente, essências florais, digito puntura, osteopatia, etc.


Trabalhar com a Escuta Consciente de musica clássica. Quer dizer escutar a musica, ao mesmo tempo em que move as mãos como se estivesse regendo, em atitude de respeito e diálogo profundo com a música. Recomendamos obras musicais de Mozart (rondó, minuetos, concertos para flauta, oboé, clarinete). Como também Haendel (“fogos de artifício”).


Trabalhar com a expressão livre em desenho, pois, está é uma ferramenta que permite deixar sair o mundo interno. Descarrega e ajuda a veicular o que está inconsciente e a fazê-lo consciente.


Trabalhar com movimentos livres, permitir o contato com a natureza, o jogo fora de sala... Ensinar ao ar livre, buscar áreas verdes, pois permitem liberar e relaxar a pressão.


Sempre que nos encontramos ante niños con problemas o dificultades
de aprendizaje, es UNA OPORTUNIDAD
para asumir un cambio y renovación profunda en el sistema escolar, familiar... y por ello BIENVENIDO...
pues el cambio es VIDA, es EVOLUCIÓN....


Sempre que nos encontramos frente às crianças com problemas ou dificuldades de aprendizagem, é UMA OPORTUNIDADE para assumir a mudança e renovação profunda no sistema escolar, familiar... e por isso SEJA BEM VINDO... Pois a mudança é VIDA, é EVOLUÇÃO...


Fonte: Documento pertencente a Rede de Educação Evolutiva.
Autoriza-se a reprodução, respeitando-se a fonte original:
Irdinave, Educación Evolutiva.
www.educacionevolutiva.org

Imagem: http://www.top30.com.br/news/dislexia

Tradução para o português: sandraferris@globo.com


segunda-feira, 15 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Mandalas, Educação e Autoconsciência

A mandala é um desenho de origem sagrada que tem um ponto central e ao seu redor um desenvolvimento, em geral mais ou menos simétrico. São, portanto, desenhos ordenados ao redor de um centro e estão ligados a um estado interior. Mandala é uma palavra que vem do sânscrito e significa circulo, coroa, rotação, circulação, coro, balé e oferenda. Esta palavra é também conhecida como roda e totalidade. Mais alem de sua definição como palavra, do ponto de vista espiritual é um centro energético de equilíbrio e purificação que ajuda a transformar o entorno e a mente. Define-se como um sistema ideográfico possuidor de um espaço sagrado.

A mandala é também chamada psico-cosmograma e permite a quem utiliza reintegrar-se ao universo e em consciência absoluta. É uma forma de arte-terapia.

As mandalas são utilizadas desde tempos remotos em todos os países do mundo: Índia, China, Tibete, povos originários da America, Austrália...

O psicólogo Carl Jung disse que colorir/pintar mandalas era tão poderoso que lhe salvou da loucura. As utilizou em terapias com o objetivo de alcançar a busca de individualidade nos seres humanos. Jung costumava interpretar seus sonhos desenhando uma mandala diariamente. Nesta atividade descobriu a relação que estas tinham com seu centro interior e a partir daí elaborou uma teoria sobre a estrutura da psique humana. Segundo Carl Jung, as mandalas representam a totalidade da mente, abarcando tanto o consciente como o inconsciente. Afirmou que o arquétipo destes desenhos se encontra firmemente ancorado no subconsciente coletivo.

A mandala representa o ser humano. Interatuar com ela nos ajuda a curar a fragmentação psíquica e espiritual, a manifestar nossa criatividade e a re-conectar-nos com nosso ser essencial. É como começar uma viagem para nossa essência, nos abre portas até agora desconhecidas e faz com que brote nossa sabedoria interior.


Como fazer uma mandala?


Pode-se colorir, completar ou inventar. O colorido da mandala pode ser realizado por todo mundo, crianças ou adultos que saibam ou não desenhar. Colorir é fácil, basta preencher com cores os diferentes elementos geométricos. Cada um escolhe as cores, a intensidade da cor e seu material de pintura (aquarela, tintas, ceras, lápis de cor, etc.) em função do seu estado de animo. Deixem seus filhos ou alunos pintar como quiserem. Ponha musica de fundo suave se assim o desejar.

Ao desenhar a partir do centro para o exterior podemos abrir o coração e expandir-nos.

Ao desenhar do exterior para o centro, nos concentramos, interiorizamos e evitamos a dispersão


Deixar que a criança, ou o adulto pinte como quiser, sem intervir, sem induzir a nada. Que sigam seu coração. Em oficinas vivenciais se pode fazer mandalas grupais. Também se pode trabalhar uma mandala com intenção, pensando no Amor, na Paz ou no que desejamos aprofundar ou adquirir. Para as futuras mamães, colocar toda a nossa amorosa atenção no bebê que está para nascer enquanto colorimos a mandala, é um excelente exercício.

Ao colocar uma mandala na parede, automaticamente se harmoniza a casa ou a sala de aula.

Toda a atividade com mandala corresponde a um trabalho interior. É meditação e oferenda. O efeito, ao trabalhar com a mandala, ao percorrê-la, contemplá-la, colori-la é também iniciar uma vigem para seu próprio centro, seu coração. Permite conectar com seu próprio ser interior divino. Da mesma forma podemos trabalhar os labirintos, os padrões universais, a geometria sagrada ou simplesmente o desenho livre.

As rodas e danças circulares são mandalas vivenciais que nos conectam com muita força ao nosso interior, ajudando-nos de maneira muito eficaz a conhecer-nos melhor, ao mesmo tempo em que criamos uma energia de grupo harmônica, prazerosa e solidária. Os benefícios de desenhar ou pintar mandalas são múltiplos:


- Permite um trabalho de meditação ativa.

- Nos conecta com nossa essência.

- Proporciona fluidez com o mundo exterior.

- Ajuda a expandir nossa consciência.

- Desenvolve a paciência.

- Aumenta a intuição.

- da Auto-estima e auto-aceitação.

- Cura física, emocional e psiquicamente.

- Recobra o equilíbrio e permite recentrar-se.

- Nos provê de intuição criativa, sossego, harmonia e calma interna.


As formas e seus significados


As mandalas não são simples desenhos de cores. Todos os elementos que neles se integram têm um significado. Por exemplo:

- Os círculos representam o movimento, o absoluto, a síntese, o verdadeiro eu.

- Os corações representam o sol, o amor, a felicidade, a alegria, o sentimento de união.

- As cruzes representam a união do céu com a terra, a vida e a morte, o consciente e inconsciente.

- Os quadrados representam os processos da natureza, a terra, a estabilidade, o equilíbrio.

- As estrelas representam os símbolos do espiritual, a liberdade, a elevação.

- As espirais representam vitalidade, as energias curativas, a busca constante da totalidade.

- Os hexágonos representam união dos contrários.

- O labirinto representa a busca do próprio centro.

- As borboletas representam a auto-renovação da alma, morte e transformação.

- Os pentágonos representam a silhueta do corpo humano, terra, água, fogo.

- Os retângulos representam a estabilidade, o rendimento do intelecto e a vida terrena.

- Os triângulos representam a água, o inconsciente (quando a ponta esta para baixo, vitalidade, transformação (para cima), agressão para consigo mesmo (para o centro).


O que transmitem as cores?


- Branco: o nada, o Tao, pureza, iluminação, perfeição.

- Negro: Morte, limitação pessoal, mistério, renascimento, consciência galáctica, coragem.

- Cinza: neutralidade, indecisão, renovação.

- Vermelho: masculino, sensualidade, amor, enraizamento, paixão.

- Azul: tranqüilidade, paz, felicidade, satisfação, fluidez.

- Amarelo: sol, luz, jovialidade, simpatia, receptividade.

- Laranja: energia, dinamismo, ambição, valor.

- Rosa: aspectos femininos e infantis, doçura, altruísmo.

- Lilás: amor ao próximo, idealismo e sabedoria, transformação.

- Verde: natureza, equilíbrio, crescimento, esperança, cura.

- Violeta: música, magia, espiritualidade, transformação, inspiração.

- Dourado: sabedoria, claridade, lucidez, vitalidade.

- Prateado: capacidades extra-sensórias, emoções flutuantes, bem estar.


Páginas web recomendadas:


http://www.idejo.edu.uy/,http://www.sanatansociety.com/free_stuff/free_wallpaper_shri_yantra_mandala

http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/mandala.htm

http://www.kidsweb.de/basteln/mandala/mandalas.htm, mandalas muy alegres, muy bonitos para los niños

http://www.nicoles-funworld.de/windowcolor/malvorlagen-mandala-8.php


(Dana Tir, IDEJO, Energias e Forças através das Mándalas e Mandala, Teoria e prática). Assim como na página Web:http://www.mipunto.com/temas/3er_trimestre02/mandala.html


Extrato do livro: Pedagooogia 3000 de Noemi Paymal


Tradução para o português: sandraferris@globo.com



quarta-feira, 3 de março de 2010

Pegando o Touro Pelos Chifres


por Teresa Sánchez Taborda


Nova raça?

Desde que o advento de uma nova raça de seres para a evolução da humanidade foi anunciada e pedida, uma esperança de mudança alentou as pessoas dedicadas ao serviço de Luz. Finalmente, chegamos ao tempo em que esses seres encontraram as condições para encarnar e produzir o salto de consciência na Terra. Mas, o que sabemos deles? Como são? Que qualidades trazem? Por que parecem ser mais evoluídos? São todos iguais? Como é a transição que eles promovem? Como afetam aos que não é Índigo? Parece que há suficientes incógnitas para não levar as coisas com ingenuidade, já que o que estamos falando está relacionado a pessoas que vão modificar substancialmente a vida tal como a conhecemos.


Como para entender algo, é necessário conhecê-lo, e é evidente que não só não se conhece ao Índigo, como também em muitos casos, nem sequer são reconhecidos, podemos dizer que estamos de frente a uma situação inédita. Não se trata aqui de saber quem é o novo vizinho, mas de conectar com familiares, amigos, companheiros de trabalho, inclusive governantes, que não são iguais no pensamento nem no sentimento e cujas ações parecem inexplicáveis. Reconhecendo a diferença, se diz que o Índigo traz em sua programação genética capacidades intelectuais e físicas que lhes permitem adaptarem-se facilmente as mudanças e regenerarem seu corpo para permanecerem saudáveis. São muito criativos e usam a tecnologia com grande facilidade. São altamente sensíveis e perceptivos, capazes de desenvolver-se bem em ambientes afetivos e equilibrados. Tem uma consciência clara de si mesmos, uma poderosa auto-estima, facilidade para objetivar os problemas e resolvê-los sem cair em estados de culpa, ansiedade ou vergonha.


Reconhecendo a diferença


Também se diz que, ao verem-se afetados em seu meio ambiente com uma disfunção afetiva ou uma educação limitante, se alteram ao ponto de adoecerem, encerrando-se em si mesmos ou tornando-se rebeldes incontroláveis, que só podem ser tratados com psicofármacos. A pergunta aqui seria: por que ocorrem estas alterações? Independentemente do meio no qual o Índigo nasce e cresce que lhe daria as melhores ou piores condições para seu desenvolvimento, se supõe que está capacitado para lidar com energias desarmônicas. Todo Índigo sabe que veio a este planeta – que não é um lugar de férias - com a tarefa de modificar o que está decididamente imperfeito. Sabe-o a partir de si mesmo, porque geralmente lembra quem é, e sabe-o porquê há uma condição planetária e coletiva que dá lugar a sua chegada a esta encarnação. Então, por que encontra tantas dificuldades para expressar sua personalidade?


Olhando as diferenças, talvez uma resposta aproximada seja um dado sobre a condição Índigo pouco conhecido. A raça Índigo já “é” evoluída porque é proveniente de uma dimensão onde a experiência da polarização na dualidade é menos intensa. Os Índigos são um coletivo, que tem consciência de que está unida ao resto de sua gente, produzindo uma sinergia que permite ter a experiência individual a disposição de todos. Cada indivíduo sabe que, o melhor para ele é o melhor para todos e todos sabem que necessitam que os componentes individuais, respondam a um padrão de vivencias adequado para que haja estabilidade no grupo.


É um princípio lógico de equilíbrio que os Índigos como raça já tem assimilado, pelo que, cada pessoa busca modificar aquilo que pode ser prejudicial, para si e para o coletivo, para conseguir alcançar o máximo de suas expressões individuais. Este princípio não depende do contato físico porque o Índigo pode manter-se conectado enquanto se move distante de sua origem em busca de experiência. Por suas habilidades telepáticas e intuitivas absorvem a informação em níveis paranormais e a transmitem fora do espaço-tempo, criando canais de comunicação em diferentes dimensões. Todas as suas qualidades são o produto do uso depurado dos chakras superiores. Em condições favoráveis podem expressar amor incondicional e manter o equilíbrio perfeito no fluir da energia do Criador. No entanto, os Índigos têm uma debilidade: não sabem integrar eficientemente a energia dos três chakras inferiores.

Pegando o touro pelos chifres

Pegando o touro pelos chifres, a raça Índigo é plenamente consciente de suas limitações. Sabe dos riscos de entrar em uma dimensão com grandes flutuações de energia. Está aqui a resposta do porque espera estabilizar a energia o suficiente como que para permitir uni-la com uma dimensão superior e estabelecer um corredor que permita mantê-las em contato. Neste aspecto tem experiência porque é sua forma habitual de expressão. Isso não impede que, por melhores navegantes que sejam não se encontrem em uma situação onde não possam controlar a nave e terminem se espatifando. De fato, a maioria dos Índigos adultos que chegaram antes e que tem explorado a energia da Terra, tem tido que adaptar-se a uma densidade a que não estavam acostumados tendo que contar com a consequente diminuição e, em alguns casos, a perda de suas capacidades para atuar permanentemente centrados em sua tarefa.


Não são poucas as pessoas que tem experimentado andar na contramão da sociedade, da época, das relações familiares, perguntando-se porque sua vida se transcorre numa constante frustração por não ser correspondidos quando, em seu interior, suas vivencias lhe parecem tão lógicas e naturais. Para aqueles que alguma vez tenham tido a oportunidade de escutar o Dr. Waldo Vieira, descrevendo as pessoas com “síndrome de estrangeiro”, podem entender as dificuldades de adaptação que pode ter um Índigo. Para a maioria dos Índigos é muito difícil transitar por um mundo com grandes desequilíbrios econômicos, sociais e políticos, sabendo que estes desequilíbrios não são a expressão da energia universal, mas sim distorções produzidas com um propósito criado intencionalmente.


Frente a esta realidade, um Índigo pode adotar duas posições: converter-se em um reflexo de seu entorno, compartilhando condutas e crenças, muitas vezes por não sentir um vazio afetivo que fere, ou tornar-se um cínico aproveitando as condições de corrupção para manter sua subsistência.


Não é de se estranhar então que, sem o freio inibitório da culpa ou da vergonha que rege a sociedade de terceira dimensão, possa envolver-se em situações de degradação física ou social, sem nenhum remorso nem controle. Desta perspectiva, um “mafioso” não é mais que um cuidadoso responsável pelo bem estar de seu grupo; um narcotraficante, um eficiente mercador que só pensa em “manter o cliente satisfeito” e um mercenário não é mais que um servidor do “melhor preço que se possa pagar”. Estas condutas não são mais que um reflexo de um grave desajuste do chacra raiz – controlador da supervivência -, com o apoio da criatividade perversa do chacra sexual e o uso de poder desmedido do plexo solar.


Sem cair neste extremo, o Índigo sobre adaptado pode terminar sem ter uma companheira, após muitas tentativas de conciliação, por sua aparente “falta de interesse” nas relações românticas; sem amizades, porque o consideram demasiadamente “extravagante” para compartilhar algo com ele; sem um trabalho permanente por sua incapacidade para permanecer em um mesmo lugar e fazer tarefas rotineiras; e sem um título acadêmico formal porque sua forma de adquirir o conhecimento não se encaixa nos parâmetros tradicionais para valorar o conhecimento. O índigo sabe que por alguma razão é diferente e não reúne os requisitos que a sociedade tem e para na metade do caminho entre a frustração e o desanimo, sem encontrar o lugar e o momento para expressar sua verdadeira natureza.


Fortalecendo o Calcanhar de Aquiles


É inegável que há Índigos exitosos. Se o buscamos entre os ecologistas, os artistas plásticos e os músicos visionários, os assistentes sociais, os mestres, os curadores alternativos, os cineastas e escritores de ficção, e até entre os técnicos de computação, os engenheiros e arquitetos; os capazes de criar a beleza, de pensar no futuro e construí-lo, ainda que seja no fundo de uma garagem, ali estarão os que ganharão a saída da terceira dimensão. Os que dão uma olhada nos robôs, na inteligência artificial e na internet como parte de suas vidas, que lhes desembaraça de fazer o trabalho duro e lhes facilita o contato com outras pessoas e a expressão de sua criatividade, são os exitosos.


Eles sustentam a energia para todos, alentando a mudança e recuperando aos que se perderam no caminho. A qualidade de interconexão que todos têm surte seu efeito cedo ou tarde e, os Índigos recebem o chamado ao seu interior. O mais importante é advertir que não se está só, que os obstáculos que poderiam aparecer e interromper o propósito da sua vida pode ser superado. E que os que vêm atrás (agora crianças e adolescentes submetidos a condições piores) precisam da experiência e o apoio dos adultos para continuar o processo de ascensão da Terra.


Pretender que por si mesmos possam suportar as dificuldades atuais, num mundo cheio de experiências negativas, pode ser uma crença onipresente. Uma criança Índigo que se nega e sem experiência espiritual, não vai muito mais longe que qualquer outra pessoa sem experiência espiritual. Submetido a viver na pobreza, lutando por um lugar na rua, sem educação e sem um projeto de uma vida melhor, pode converter-se em um delinquente muito criativo. Exposto a uma vida consumista, sem valores éticos, pode conduzi-lo a autodestruição por adições. Um Índigo não valorizado também pode ser um fracassado auto-suficiente.


Criando a Red


A primeira tarefa que um Índigo ativo teria que empreender é reconectar-se com os demais Índigos. Nesta conexão reside a possibilidade de saber como enfrentar as debilidades circunstanciais e recuperar seu potencial. Saber o que se passa a outros Índigos e buscar respostas entre todos facilita e acelera a cura. O passo seguinte seria criar lugares físicos de reunião ou convivência. É certo que existem “comunidades virtuais” criadoras de Luz, mas para materializar na Terra as qualidades da abundancia permanente e a criação divina, ainda falta construir as comunidades concretas.


Se tivermos esperança de viver numa Terra sem poluição, aproveitando a energia alternativa, com pessoas saudáveis e educadas, capazes de realizar seus talentos em sua máxima expressão, há que se fazer algo que na Terra é difícil: por o corpo. Isto deve ficar bem claro para os Índigos porque, diferentemente do que se pensa – que são emocionais – são mentais. No mundo Índigo se move pouca energia física e muita energia mental, com o resultado paradoxo de que com pouca energia mental, se constroem muitas coisas físicas. Por o corpo, arregaçar as mangas e trabalhar parece ser um esforço mais que considerável. Por conseguinte existe o desafio de vencer a inércia da matéria e fazer “magia”, ou por as mãos na pá para cavar. Ambas são válidas, ainda que seja preferível chegar rápido a “magia”, para não se cansar. Constituindo um grupo, a energia se condensa com maior rapidez e não vai tardar muito em materializar espaços físicos de aprendizagem, recuperação e entretenimento, de acordo com a mentalidade Índigo.


O importante é que os Índigos não se vejam só como casos de psiquiatria ou como sábios “escolhidos” para salvar o planeta, porque nenhuma das duas coisas é certa. Um Índigo tem necessidades diferentes porque pensa e sente diferente, porem não é mais que o reflexo do que a sociedade da Terra vai se tornar em um futuro próximo. Suas expressões adequadas podem conduzir a uma vida realizada para todos, porem seus atos de rebelião podem agregar muito mais lenha ao fogo, do que já existe. Ninguém é tão tonto para não distinguir entre o bem e o mal que o mundo atual oferece, portanto, mais alem do medo que a mudança produz nas pessoas, o mundo dos Índigos é um lugar de graça e equilíbrio, se os Índigos estão em graça e equilíbrio.


Fonte: A Consciencia Índigo, futuro Presente - Fundação Índigo Equador e Noemy Palmal

Tradução: sandraferris@globo.com



segunda-feira, 1 de março de 2010

ENTRAR EM RESSONÂNCIA

por Isolina Romero


O genoma humano contém uma quantidade aproximada de 50.000 genes, que são as unidades básicas de herança que determinam o desenvolvimento biológico e as características de um organismo. Alguns deles são passivos, outros dominantes, outros são ativos e outros são recessivos. Existe também outra classe de ADN, este é o acido desoxirribonucléico mitocondrial ou ADNm, que contem a informação sobre a síntese direta das proteínas. Este ADNm, se aloja nas mitocôndrias. E é aí precisamente onde as crianças Índigo têm apresentado importantes mudanças no comportamento celular. A Mitocôndria, diminuta estrutura celular de dupla membrana, é responsável pela conversão de nutrientes ,no composto rico em energia trifosfato de adenosina (ATP), que atua como combustível celular. Por esta função que desempenham, chamada respiração, se diz que as mitocôndrias são o motor da célula.


A genética nas crianças Índigo tem mudado com relação a genética dos demais seres humanos. Neles, os genes de alguns neurotransmissores especiais produzem ativação de maiores zonas do sistema nervoso central. Ao existir maiores zonas ativas se produz a magia: o “modem de comunicação” se reativa.


Mas, isto não quer dizer que se uma criança adoece não é Índigo; todas as enfermidades têm uma origem mental, e a saúde física do ser humano tem uma relação direta com sua saúde mental. Se uma pessoa tem problemas relacionados com sua energia álmica, mais cedo ou mais tarde manifestará uma enfermidade na índole que esta exista.


O anterior inclui as crianças Índigo. É por isso que devemos apoiar muito aos pais de crianças Índigo, sobretudo ensinando-lhes a não adoecer seus filhos com seus próprios medos, com seus próprios erros, que quase sempre manifestam nas crianças como se estes fossem um espelho.


As crianças Índigo estão aqui para mudar os antigos conceitos religiosos. A partir de sua chegada devemos começar a pensar que não são necessários para ninguém o sofrimento, a enfermidade e a morte. Já não é necessário o karma, nem pagar com sofrimento nossos erros cometidos no passado. A energia Índigo, com sua capacidade curadora, chegou para ajudar-nos a curar a todos. Se nossa corrente de pensamento entra em ressonância com a frequência Índigo, e ainda que, não se tenha nascido com caracterizas Índigo, é completamente possível que nossa frequência vibracional e nosso ADN mudem, sobretudo se temos a oportunidade de mudar nossa alimentação, nossa forma de pensamento, tornando-a menos linear e mais multidimensional e fazendo terapias alternativas adequadas.


Provavelmente cabe ressaltar que não seres primitivos e que são curadores natos: se algo doer em alguém, eles serão os primeiros a por suas mãos sobre a área dolorida, porque intuem ou sabem que são transmissores da saúde e se preocupam em transmiti-las através de suas mãos ou de suas palavras.


Algumas pessoas comentam que as crianças Índigo são desse ou daquele tipo e os classificam como artistas e matemáticos, outros dizem que são mestres Índigo ou Índigo comum, mais Índigo ou menos Índigo. Todo o anterior se chama classificação e insisto no comentário porque é muito importante que as pessoas saibam que a frequência Índigo não é classificável. Minha experiência me indica que não há um nível exato, não existe um instrumento medidor de mestrias, possibilidades e talentos de cada um, muito menos podemos saber quanto tempo levam reencarnando ou se chegaram aqui sendo mestres. Por isso prefiro permitir-me amplitude no critério e assim posso evitar catalogá-los. Sigo considerando que se as crianças Índigo chegaram a Terra para romper com as estruturas, as normas e as classificações, o mínimo que podemos fazer é deixar de classificá-los.


Por exemplo, com relação às crianças orientais, se nos baseamos dentro de um perfil absoluto na teoria que fala dos traços físicos das crianças Índigo, estaremos discriminando a milhões de seres. Não podemos criar grupos e converter a energia Índigo numa religião a mais (que não é). Muito menos estou nem estarei de acordo com essa “separatividade” criada pelos que dizem que sabem como é fisicamente uma criança Índigo ou pior ainda, por aqueles que os classificam entre “Índigo mestres ou Índigo comum”.


Unificar diretrizes, pensamentos e obras é a única coisa que nos resta fazer. E evidentemente, evitar a todo custo nos deixar levar por todos aqueles que já começam a manipular ao nosso redor a energia Índigo (como fizeram com a energia violeta). Falo de tudo isto, porque sinto que poderia estar acontecendo algo similar com o tema Índigo e nós, junto com muitos outros que estão também conscientes da importância de não mitificar e de evitar “hierarquizar” as crianças Índigo, podemos evitar que aconteça.


Temos em comum a força, a energia, a coragem e a consciência de saber que está em nossas mãos o futuro de nossas crianças.


Fonte: A Consciência Índigo, Futuro Presente Livro da Fundação Índigo do Equador


Tradução: sandraferris@globo.com



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O Artista Interno e a Intenção Pura


Desde sempre uma frase tem me acompanhado: “A alma do mundo é a alma do artista”.

Não sei exatamente como ela surgiu e gostaria muito de saber. Talvez a tenha lido em algum lugar, mas realmente não me lembro.

O tempo passou e posso dizer que tenho hoje uma maior compreensão do seu significado graças á Educação Evolutiva.


O principal objetivo da Educação Evolutiva é despertar o “artista interno”. Aquele que vive dentro de nós, cria a nossa realidade e nos mostra o verdadeiro sentido da vida. O nosso propósito. O motivo por estarmos aqui e agora.


Vivemos criando e recriando nossa realidade, mas totalmente inconscientes do nosso verdadeiro potencial e muitas vezes ou na maior parte do tempo, usamos nossa arte sem saber exatamente o porquê de sua importância em nossas vidas ou, da alquimia existente em sua prática. Sem saber que todos, absolutamente todos nós, somos um artista em potencial.

Na minha percepção um artista é aqueles que através de suas criações plasma seus sonhos e anseios nesta 3ª dimensão para equilibrar e harmonizar através da beleza, das cores e das formas, se permitindo ser o que se é em sua integralidade para alçar vôos em direção à dimensões superiores.


A educação através da arte, certamente é o que permite ser exatamente o que somos: Criadores. Posso afirmar tambem que a inconsciência destes potenciais é o que nos mantém hipnotizados na 3D, na Consciência de Massa, apoiada pelos diversos “Sistemas” que nos envolvem (políticos, sociais, educacionais, crenças, etc.).


O EducArte em Formação – Guiar e O Coração na Educação, curso de formação em Educação Evolutiva, parte do principio de que precisamos nos educar primeiramente para sermos um exemplo vivo. Mais que isso, de que é possível esta nova educação. Mostra-nos, a partir da nossa própria evolução ou expansão da consciência, que somos capazes de transformar nossa realidade, nosso entorno, nossas relações, nosso planeta.

Através de ferramentas simples e acessíveis a todos - como colorir mandalas, desenhar, pintar e esculpir, sem qualquer necessidade de técnica - nos mostra que podemos nos tornar seres conscientes de nosso propósito. Apenas seguindo o nosso sentimento, permitindo o fluir do nosso amor.

Podemos cantar e dançar, ouvir musica consciente[1] e, através desta prática fazer “download” das chaves de consciência que necessitamos para seguirmos nossa jornada sem tantos tropeços, sem tanta escuridão.


Quando acionamos o artista interior, tudo se torna possível, integrado. E para que isso aconteça não precisamos ser um Leonardo Da Vinci, um Beethoven, muito menos uma bailarina (o) de qualquer tipo de dança, pois o artista em nós, através do sentir encontrará o ritmo, o movimento e a forma de se expressar. O que precisamos é apenas permitir.


Podemos escrever nosso próprio livro, nossa própria história. Podemos fazer poemas ou criar canções apenas ouvindo o que expressa nosso ser, a partir dos sentimentos que vão brotando com a escuta consciente de nós mesmos.


São inumeráveis os benefícios e depende apenas da nossa disponibilidade, da nossa abertura para uma vida mais plena, expressando a Intenção Pura que vem do nosso coração.

Buscar este artista em nós por si só é uma experiência rica, verdadeira e, portanto repleta de plenitude.

E esse grande artista está aqui e agora, pacientemente esperando somente pela nossa permissão para atuar, dançar, cantar em nossa vida. Mostrando-nos a verdadeira alegria, o amor, a paz e completude.


O artista que a educação através da arte pretende despertar é aquele que vive e exercita a sua arte, seja ela qual for e qualquer que seja o seu propósito na vida, a partir da Consciência de Sua Essência Criadora. Tornando-o consciente de sua importância para o conjunto da Grande Obra que é a Vida em todas as suas dimensões.


Namaste!


sandraferris@globo.com



[1] George Balan. Criador da Metodologia de Escuta Consciente