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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Inteligencia Emocional

DANIEL GOLEMAN

“O conceito de inteligência emocional descreve as competências das pessoas que precisam lidar e se adaptar às extraordinárias mudanças que ocorrerão nas próximas décadas.”

A inteligência emocional caracteriza a maneira como as pessoas lidam com suas emoções e com as das pessoas ao seu redor. Isto implica autoconsciência, motivação, persistência, empatia e entendimento e características sociais como persuasão, cooperação, negociações e liderança. Esta é uma maneira alternativa de ser esperto, não em termos de QI, mas em termos de qualidades humanas do coração.

Inteligência emocional não é genética: estas habilidades são aprendidas mais do que inseridas. De certa forma, podemos dizer que possuímos duas mentes, consequentemente, dois tipos diferentes de inteligência: racional e emocional. Nosso desempenho na vida é determinado não apenas pelo QI, mas principalmente pela inteligência emocional. Na verdade, o intelecto não pode dar o melhor de si sem a inteligência emocional – ambos são parceiros integrais na vida mental. Quando esses parceiros interagem bem, a inteligência emocional aumenta – e também a capacidade intelectual. Isso derruba o mito de que devemos sobrepor a razão à emoção, mas ao contrário, devemos buscar um equilíbrio entre ambas.

Conseguir esse objetivo implica primeiro, entender com exatidão o que significa usar inteligentemente a emoção. A formação acadêmica não oferece praticamente nenhum preparo para as tempestades ou oportunidades que a vida impõe. Apesar de um alto QI não ser garantia de prosperidade, prestígio ou felicidade, nossas escolas e cultura concentram-se na capacidade acadêmica, ignorando o desenvolvimento da inteligência emocional. As emoções são um campo com o qual podemos lidar da mesma forma como matemática ou física, com maior ou menor talento, e exige seu conjunto exclusivo de aptidões. Essas aptidões são decisivas para a compreensão do por que um indivíduo prospera na vida, enquanto outro, de igual capacidade intelectual, não passa da estaca zero.

A inteligência emocional pode ser alcançada por meio de treino e esforço, mas isso requer persistência. As pessoas têm de identificar exatamente o que querem alcançar – sendo um melhor ouvinte ou controlando seu temperamento nervoso. Então deve se tornar diligente a ponto de identificar mais situações nas quais costuma cair em velhos hábitos e associá-las a uma reação produtiva. Ao realizar esse tipo de exercício analítico firmemente por algumas semanas ou meses, a pessoa poderá substituir os hábitos que deseja eliminar por outros que acabam se tornando automáticos.

Para performances profissionais, a competência da inteligência emocional deve ser utilizada desde o início da carreira. Muitos indícios atestam que as pessoas emocionalmente competentes – que conhecem e lidam bem com os próprios sentimentos e com o de outras pessoas – levam vantagem em qualquer campo da vida, assimilando as regras tácitas que governam o sucesso na política organizacional. As pessoas com prática emocional bem desenvolvida têm mais probabilidade de sentirem-se satisfeitas e serem eficientes, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade. As que não conseguem exercer controle sobre a vida emocional travam batalhas internas que sabotam sua capacidade de se concentrar no trabalho e pensar com clareza.

Ao contrário dos testes conhecidos de QI, não há ainda nenhum questionário eficiente que produza uma contagem de inteligência emocional e talvez jamais venha a haver. Por isso, os profissionais de Recursos Humanos devem usar sua própria inteligência emocional para realizar bem seus trabalhos.

Em termos de Reengenharia, que devastou moralmente algumas empresas como a AT&T americana, desenvolver a inteligência emocional a partir dos destroços é mais importante do que reconstruir a confiança, lealdade e harmonia dentro do ambiente de trabalho.

O que faz uma equipe ser sincronizada é a harmonia entre os próprios membros. Tarefas como escutar, cooperar, negociar e trabalhar positivamente são cruciais para alcançar sinergia. A inteligência emocional enfatiza a contribuição dos melhores talentos de cada membro da equipe para alcançar os resultados esperados.

Pessoas com QI alto, mas modesto ou baixo QE, tendem a ser altamente efetivas em domínios racionais, mas em suas próprias vidas e na vida social são insensíveis, arrogantes e inaptos em seus relacionamentos. Pessoas com alto QE, mas QI regular, tendem a ser leais e confiáveis, com integridade e empatia, persistentes, conscientes e queridas pelas pessoas. O melhor seria ter QE e QI altos. Jack Block, psicólogo na Universidade da Califórnia, fez uma comparação de dois tipos teóricos puros: pessoas de alto QI e pessoas de altas aptidões emocionais. As diferenças são bastante reveladoras e os perfis diferem ligeiramente para homens e mulheres.

O homem de alto QI é ambicioso e produtivo, previsível, inibido e pouco à vontade com a sua sexualidade, ou seja, emocionalmente frio. Em contraste, os homens de alta inteligência emocional são socialmente equilibrados, comunicativos e animados, não alimentam receios ou preocupações. Têm uma notável capacidade de assumir responsabilidades e ter uma visão ética; são solidários e atenciosos em seus relacionamentos.

As mulheres de alto QI são fluentes na expressão de suas idéias, valorizam o intelecto e o senso estético, mas tendem a ser introspectivas, inclinadas à ansiedade e à culpa, e raramente têm explosões de raiva. São comedidas nesse aspecto. As mulheres emocionalmente inteligentes, ao contrário, sentem-se positivas em relação a si mesmas. Como os homens, são comunicativos e gregários; adaptam-se bem à tensão. Sentem-se suficientemente à vontade consigo mesmas para serem espontâneas e raramente sentem ansiedade ou culpa. É óbvio que esses perfis são extremos, pois todos os indivíduos possuem QI e inteligência emocional em graus variados.

A chave para a liderança está nos domínios da QE, não do QI. Liderança requer habilidades para persuadir e inspirar, enfatizar e articular sentimentos.

Em seleções de profissionais que serão altamente exigidos em seus cargos e funções, as pessoas responsáveis devem, antes de tudo, ter a certeza de que os selecionadores possuem esperado nível de QE para lidar com a complexidade da função. A partir daí, é possível reconhecer aspectos bem desenvolvidos da inteligência emocional.

Esses aspectos integram a definição básica de inteligência emocional, expandindo aptidões em cinco domínios principais. O primeiro é conhecer as próprias aptidões, isto é, ter autoconsciência para reconhecer um sentimento quando ele ocorre. A capacidade de controlar os sentimentos a cada momento é crucial para o discernimento emocional e a autocompreensão. Consequentemente, o segundo aspecto é saber lidar com esses sentimentos e desenvolver a capacidade de confortar-se, livrar-se da ansiedade, da tristeza ou da irritabilidade. A partir de então, é necessário saber motivar-se, colocar as emoções a serviço de uma meta. Outro ponto imprescindível é reconhecer as emoções dos outros. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais sociais, com os indicativos de que os outros precisam ou o que querem. A arte de relacionar-se passa, em grande parte, pela aptidão em lidar com as emoções dos outros. É essa aptidão que reforça a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal.

O QI e a inteligência emocional não são capacidades opostas, mas distintas. Todos os seres humanos compatibilizam perspicácia intelectual e emocional. Pessoas de alto QI e baixa inteligência emocional, e vice-versa, são relativamente raras. Na verdade, há uma ligeira correlação entre intelecto e aspectos da inteligência emocional. Embora essa correlação seja bastante pequena para deixar claro que se tratam de duas capacidades bastante independentes.

Componentes básicos, segundo Daniel Goleman e baseados em estudos de especialistas norte-americanos:

· Autoconsciência : observar-se e reconhecer os próprios sentimentos; formar um vocabulário para os sentimentos; saber a relação entre pensamentos, sentimentos e reações.

· Tomada de decisão pessoal : examinar suas ações e conhecer as consequências delas; saber se uma decisão está sendo governada por pensamento ou sentimento.

· Lidar com sentimentos : monitorar a "conversa consigo mesmo" para surpreender mensagens negativas como repreensões internas; compreender o que está por trás de um sentimento; encontrar meios de lidar com medos e ansiedades, ira e tristeza.

· Lidar com tensão : aprender o valor de exercícios e métodos de relaxamento.

· Empatia: compreender os sentimentos e preocupações dos outros e adotar a perspectiva deles; reconhecer as diferenças no modo como as pessoas se sentem em relação a fatos e comportamentos.

· Comunicações: falar efetivamente de sentimentos; tornar-se um bom ouvinte e perguntador; distinguir entre o que alguém faz ou diz e suas próprias reações ou julgamento a respeito; enviar mensagens do "Eu" em vez de culpar.

· Auto-revelação: valorizar a franqueza e construir confiança num relacionamento; saber quando é seguro arriscar-se a falar de seus sentimentos.

· Intuição: identificar padrões em sua vida e reações emocionais; reconhecer padrões semelhantes nos outros.

· Auto-aceitação: sentir orgulho e ver-se numa luz positiva; reconhecer suas forças e fraquezas; ser capaz de rir de si mesmo.

· Responsabilidade pessoal: assumir responsabilidade; reconhecer as consequências de suas decisões e ações; aceitar seus sentimentos e estados de espírito; ir até o fim nos compromissos.

· Assertividade: declarar suas preocupações e sentimentos sem ira nem passividade.

· Dinâmica de grupo: cooperação; saber quando e como conduzir e ser conduzido.

· Solução de conflitos: saber lutar limpo com outras pessoas; adotar o modelo vencer/vencer para negociar acordos.

Para ler na integra click: http://www.abrae.com.br/entrevistas/entr_gol.htm


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Mensageiro

Então, vamos falar por um momento sobre o que conversamos, sobre nossas mensagens. Nossas mensagens são velhas. São antigas, é bem verdade. Não teve uma coisa aqui – ainda – que seja nova. Tudo que Tobias disse, tudo que eu disse já foi dito antes. Só que foi dito de um modo um pouco diferente, talvez pra chamar a atenção, talvez pra ficar mais contemporâneo, mas tudo já foi dito. As mensagens são antigas.

As mensagens são antigas, e vocês são os mensageiros. Isso mesmo. É por isso que vocês estão aqui. Vocês estão aí escutando (ou lendo), porque vocês são os mensageiros.

Agora, sim, teoricamente, todos são mensageiros, mas alguns estão mais bem preparados e têm mais chance de serem mensageiros. Então, de certo modo, sim, vocês são especiais. Vocês têm sido os mensageiros desde o início – talvez seja difícil de aceitar? Vocês dizem: “Quem, eu? Adamus não está olhando pra mim.” Mas ele está. Vocês têm sido mensageiros desde o início, os primeiros a passar pela Ordem do Arco, a entrada ou o portal pra vir para a Terra assumir esta forma. Vocês foram sábios o suficiente pra sempre carregarem a mensagem dentro de vocês.

A mensagem é simples: Vocês são Deus também. Agora, ajam como ele. [Algumas risadas]

Ah, a mensagem pode ser transmitida de muitas maneiras diferentes. Pode ficar muito esotérica e muito filosófica. Ah, a filosofia – é outra coisa que vem direto da mente. Fica faltando... é muito chata. Já viram alguma filosofia que fosse agradável? Eu não. Não estudei nenhuma que fosse. Filosofia é mental, é chata. Permite que a mente fique perseguindo ela mesma o tempo inteiro, girando, girando, girando e, quando se cansa, inventa outra filosofia nova.

Basta olharem suas próprias vidas – em quantos grupos espirituais, aventuras esotéricas, empreitadas filosóficas diferentes vocês se meteram? Pra onde isso tudo os levou? Bem, pra um bom lugar... pra cá, mas... mas... bem, há muito mais.

Assim, queridos Shaumbra, onde estávamos? Estávamos falando de... ah, eu vou bem fundo em seu sentimento.

Então, vocês são os mensageiros. Vocês sempre foram. Vocês carregam dentro de si, pode-se dizer, uma partícula de consciência um pouquinho diferente do que a maioria das pessoas carrega. Elas têm o potencial de carregá-la, mas a maioria não carrega por várias razões. Elas não querem a responsabilidade de ser mensageiras, porque, entendam, vocês sabem o que acontece com os mensageiros! [Adamus dá uma risadinha e a plateia também ri.] Ficam ricos e famosos! Muitas pessoas não sentem a mensagem, bem, não é essa a paixão de suas almas. Muitas não querem assumir a responsabilidade de ser mensageiras. Mas todos vocês aqui e cada um que sente, que é tocado por esta mensagem, de um jeito ou de outro é um mensageiro.

Vocês trouxeram todas essas informações de tempos passados para este momento agora. Vocês tiveram vidas e vidas, Joyce, em que compartilharam a mensagem de uma forma ou de outra. Colocando a mensagem em outras palavras, talvez, colocando-a em palavras sagradas, cerimônias sagradas, mas vocês carregaram a mensagem no passado.

Então, vocês dizem pra si mesmos: “Mas a mensagem não é realmente nova.” Está correto. É isso mesmo, porque os humanos e, bem, vocês, não a assimilaram ainda – e isso não é uma crítica de modo algum. Vocês querem vivenciar o que é assimilá-la. Vocês também querem, enquanto mensageiros... [Adamus ri quando sirenes são ouvidas à distância.] Cauldre me perguntou outro dia: “Por que sempre há sirenes quando você fala, Adamus?” [Risadas] Você não devia fazer uma pergunta dessa, Cauldre, porque veja o que você ganha com isso.

Então, parte de vocês realmente entende a mensagem e parte de vocês escolheu não assimilá-la na íntegra, porque vocês querem voltar, de tempos em tempos, de novo, pra este planeta a fim de serem os mensageiros. Para serem os mensageiros. Mas, ao longo do caminho, às vezes, vocês se esquecem de que são os mensageiros. É um jogo interessante.

Vocês se esquecem. Daí, o que fazem os sábios mensageiros? Chamam fantasmas pra lembrá-los [risadas] de que vocês são os mensageiros, bem lá no seu DNA, Pete, no fundo de seu DNA. Seu DNA é diferente – de diversas maneiras – do DNA de muitas pessoas de fora deste grupo. Isso não o torna um DNA melhor ou pior; simplesmente, é assim, porque no fundo de seu DNA está uma paixão ou um desejo de ser mensageiro.

Os mensageiros, constantemente, levam um lembrete para todos os humanos. E o lembrete, novamente, é muito, muito simples: Vocês vieram do um; vocês são Deus também; vocês sempre são amados; não há necessidade de perdoar – essa foi uma estranha mensagem trazida. Não há necessidade de perdoar nem de ser perdoado. Isso é muito Velha Energia. Tem a ver realmente com aceitação e compaixão. Uma outra palestra que darei.

Assim, queridos, vocês são os mensageiros. Vocês vêm de tempos antigos, todos vocês – todos vocês, de um jeito ou de outro – para trazer essa mensagem para a Terra.

E eis o dilema, a razão pela qual levantei essa questão. Vocês estão um pouco confusos no momento. Qual é a mensagem agora? Será que vamos repassar a mesma mensagem indefinidamente? Desde os tempos de Lemúria e de Atlântida, a mensagem é a mesma. Foi apresentada de maneira diferente, dita de um jeito diferente.

Vocês dizem: “Será que vamos passar a mesma mensagem novamente?” E parte de vocês está muito cansada disso. Parte de vocês diz: “Mas já fizemos isso antes. Estivemos diante de grupos. Nós já... Adamus, já escrevemos os livros, já criamos as igrejas, já tentamos difundir a mensagem e ela não foi ouvida.” Em parte, é verdade. Alguns não estão escutando, mas muitos estão. E muitos precisam ouvi-la de você, Mary, acredite ou não, muitos precisam ouvi-la de vocês. Eles precisam ouvir a mensagem dita com suas próprias palavras, do seu próprio jeito, e é por isso que estou falando de voz, falando de expressão, porque eles precisam ouvir.

Agora, aqui está a diferença... pausa dramática enquanto bebemos água. A mensagem dos tempos antigos ainda é a mesma como sempre foi. De que maneiras diferentes vocês podem dizê-la, cantá-la ou pintá-la? No entanto, parte da frustração que vocês têm num nível profundo é de que não é correto. Não parece mais correto dar essa mesma mensagem, porque algo mudou. Alguma coisa está diferente, e vocês estão absolutamente certos. Por isso, muitos de vocês relutam em trazer o que têm pra compartilhar.

Não estou falando de uma grande mensagem filosófica ou religiosa; o mundo já tem o suficiente disso. Estou falando de... é difícil descrever... uma mensagem que vem do coração. Uma mensagem do Eu Sou. Uma mensagem de amor de si mesmo, colocando de maneira bem simples. O amor do eu.

Assim, parte de vocês está dizendo: “Mas como? Não parece certo continuar a ser um mensageiro. Não tenho certeza do que esperam que eu faça.”

Mentalmente – aqui está o que vocês fazem... mentalmente, vocês dizem: “Mas preciso perder peso. Preciso parar de fumar. Preciso estudar mais. Preciso...” O que quer que seja. Vocês têm todas essas desculpas. Esse é um processo mental. O que está realmente acontecendo é um processo do coração. Vocês sabem que existe algo diferente. E – é muito simples – é a Nova Energia. Porque a mensagem muda com a Nova Energia, não é mais a mesma mensagem. Não é mais a mesma.

Vocês precisam ouvir algo diferente de dentro de si mesmos. As outras pessoas precisam ouvir algo diferente de vocês agora, e é sobre isso que vamos falar hoje e ao longo dos próximos encontros.

Assim, respirem fundo e sintam dentro de vocês que vocês são os mensageiros. Vocês são. Por isso, estão aqui.

[Pausa]

Vocês vão ficar perplexos. “O que isso significa? O que esperam que eu faça? Se eu fosse um mensageiro, eu não teria uma mensagem brilhante a compartilhar com as pessoas?” Ela está vindo.

Respirem fundo.


Extrato da canalização de Adamus

Para ler na integra clic:

http://www.novasenergias.net/circulocarmesim/textos/SeriedosMestres5.html



segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Os Detonadores de Sistemas: O Índigo Infeliz - Final

por Célia Fenn

Se derem a oportunidade aos Índigos para expressarem quem eles são, se eles forem honrados e respeitados, eles podem se tornar pessoas altamente sensíveis, amorosas e dotadas. Se não forem, eles tendem a autodestruir-se e a tornarem-se disfuncionais.

As incidências elevadas de abuso de droga, distúrbios alimentares, e comportamento disfuncional entre Índigos é um indicador que a maneira como estamos vivendo é disfuncional.

Por Favor, Nunca lhes Digam que eles Não São Suficientemente Bons...

Índigos nascem com um senso forte de "missão". Eles são os guerreiros espirituais do Raio Índigo. Eles sabem que têm algo muito especial a fazer neste planeta.

Todavia, desde o momento que chegam, eles são bombardeados com mensagens negativas que afetam o seu autovalor. Desde quando eles começam a andar, existe um constante "não faças isto/não faças aquilo", até mensagens que diz; "tu és estúpido". Eu já vi uma criança de quatro anos que me informou que ela infelizmente era estúpida. Quão prejudicial isto é, especialmente para um (a) Índigo.

Se fizerem um (a) Índigo sentir-se inútil e sem se sentir suficientemente bom, eles tendem a sentir que são falhos. Eles falharam na sua missão, e isto os torna depressivos, furiosos, neuróticos e auto-destruidores.

Por isso, por favor, se é um pai ou mãe ou se toma conta de um Índigo, tenha a certeza que lhes afirma o seu valor e mérito. Respeitem-nos pelo que eles são, não interessa o quão diferentes eles são de vocês. Crianças não estão destinadas a serem clones dos seus pais, ou de carregar as suas aspirações. Deixem-nos serem eles próprios, e eles irão florescer e prosperar.

Histórias de Índigos

Eu já trabalhei com muitos Índigos, para os ajudar a equilibrar as suas vidas e para terem sucesso.

A Sonya com nove anos veio ter comigo com um eczema intenso por todo o corpo. Ela estava a dormir mal e estava ansiosa e depressiva. Eu referi-lhe um homeopata para tratar do eczema. O homeopata usou tratamentos homeopáticos e naturopáticos em conjunto com um regime alimentar. Quanto eu trabalhei com a Sonya, eu usei Equilíbrio de Energia, cristais e técnicas de visualização para ajudá-la. Depois de vários meses, a mãe dela contou-me que o eczema tinha quase desaparecido por completo, e que ela estava feliz e a gozar da sua vida.

A Lara de vinte e quatro anos veio ter comigo num estado profundo de depressão. Estava desempregada, apesar de ser uma artista qualificada. Fartou-se de chorar durante as nossas primeiras sessões. Eu trabalhei intensivamente com ela por um período de aproximadamente 18 meses, vendo-a uma vez por mês. Nós usamos técnicas de Desobstrução Emocional e Regressão, em conjunto com Equilíbrio de Energia e terapia Cristal.

A Lara encontrou um emprego a condizer com os seus talentos, e eventualmente mudou-se para outro que incluía viajar. Ela estava emocionada com as mudanças na sua vida como resultado do seu trabalho espiritual. Além disso, a sua vida social melhorou e ela deixou a casa da sua mãe e começou a partilhar uma casa com uma amiga.

Fonte: http://www.starchildglobal.com/portuguesa/

Os Detonadores de Sistemas: Índigos e o Sistema Médico - 4

por Célia Fenn


Outra área onde a presença dos Índigos está a ser notada é no sistema médico. Isto resulta dos diagnósticos médicos de TDA e Hiperatividade, ou "disfunção mínima do cérebro". A resposta da ciência médica é uma droga - geralmente Ritalina, e ás vezes Prozac.

Eu já vi uma criança de sete anos tomar um antidepressivo receitado por um médico. Eu também ouvi falar de um estimado pediatra a recomendar Ritalina a crianças com três anos.

Existe muito debate entre os positivos e os negativos da Ritalina, e eu não vou falar disso agora. Chega-me dizer que a Ritalina é uma droga da classe estimulante de anfetamina. Tem efeitos secundários e síndrome de abstinência, e é também viciante se for empregada incorretamente.

O significado deste debate em relação aos Índigos, é que bastantes pessoas estão a começar a interrogar-se sobre um sistema médico que droga crianças pequenas com drogas estimulantes que alteram a química do cérebro como maneira de enfrentar um comportamento que não está conforme com a "norma" de uma "criança típica".

No meu trabalho com crianças eu tenho me defrontado com crianças que variam desde dotadas e "brilhantes" àquelas que são autistas e têm deficiências de aprendizagem. Nesta jornada, eu tenho vindo a acreditar que não existem "crianças típicas". Cada criança é como um floco de neve - única e individual, com as suas necessidades e desejos.

Todavia o sistema médico está virado para a "criança típica", e se uma criança não se conforma a este modelo, ela é drogada até entrar em conformidade. O doutor Peter Breggin, um psiquiatra Americano que é anti ao uso de Ritalina, realça que o que é definido como TDA e TDAH é apenas a manifestação de uma criança que funciona numa "extremidade da gama de energia" - a extremidade superior!

Pessoas que trabalham com as crianças Índigos preferem chamar-lhes "alunos quinestéticos", que sugere que elas necessitam de métodos de aprendizagem adaptados aos seus níveis de energia, em vez de Ritalina.

Regime alimentar também tem mostrado ter um efeito grande nas crianças. Os estimulantes na cafeína, açúcares refinados e aditivos alimentares, têm todo um efeito negativo nas crianças que já estão cheias de energia. É notório que eliminar estas comidas e concentrar-se em comidas frescas e orgânicas, ajuda a equilibrar o excesso de estimulação dos Índigos. De fato, muitos Índigos, preferem este tipo de dieta se lhes dão acesso para tal. Mas, pais ocupados freqüentemente agravam a situação alimentando-os com comidas processadas e de conveniência que irritam os seus sistemas sensíveis.

Os Índigos estão a nos ensinar mais uma vez a importância de viver holisticamente, de terapias naturais e de cura, e de comida natural sem ser processada. Também estão a desafiar um sistema médico que vê drogas farmacêuticas como "balas mágicas", sem olhar as conseqüências e efeitos secundários.

Continua...

Fonte: http://www.starchildglobal.com/portuguesa/