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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Índigo: Hipersensibilidade, Intuição e Raiva


Maria Dolores Paoli

Temos que lembrar que nossa missão como pais e docentes destas crianças é servir de ponte entre esta particular sensibilidade e inteligência para ajudá-los a canalizá-la para que possam ser úteis a humanidade.

A hipersensibilidade das crianças Índigo se manifesta física, emocional, psíquica e espiritual.


Sensibilidade física

Fisicamente, seus sentidos estão mais ativos, sua vista abarca um maior campo visual percebendo tonalidades de cores que os adultos, vibrando em terceira dimensão, não captam. Por isso, são hipersensíveis a luz fluorescente pelo que podem apresentar uma distorção de percepção ocular a qual acarretaria problemas de leitura e escrita. Podem, desde muito pequenos, perceber facilmente a aura das plantas, dos animais e das pessoas.

Utiliza sua intuição visual percebendo a energia, a freqüência de luz, que emana das pessoas ou objetos. Por exemplo, se chamarmos um bebê mentalmente, intuitivamente, o bebê olhará em direção a origem da emanação da energia, captada inicialmente por uma freqüência de onda mental e buscará de onde vem a luz que está percebendo. Seu alerta vai alem de seus sentidos físicos, utiliza os “supra-sentidas” (extensão dos sentidos físicos que vibram em um nível mais sutil, mas que se apóiam nos sentidos físicos para desenvolver suas antenas interdimensionais).

Auditivamente percebem decibéis de maior alcance pelo que são muito sensíveis a ruídos estridentes, os quais os deixam atordoados. Por outro lado, seu sentido olfativo está muito associado a identificação. Com grande facilidade captam a vibração olfativa que emana do odor da pessoa, lugares, objetos, igualmente detectam odores a distancia. São muito sensíveis a odores químicos que os irritam e desequilibram, assim como o odor ao tabaco, perfumes, pesticidas.


Quanto ao gosto vemos que tem preferências e inclinações muito definidas desde tenra idade no que diz respeito aos alimentos. Tendem mais a ser vegetarianos espontaneamente desde pequenos, com maior inclinação pelas frutas. Desenvolvem freqüentemente sensibilidade reativa ou tóxica por determinadas comidas, em especial aquelas que têm aditivos, conservantes e corantes. Quanto ao tato, é o órgão através do qual manifestam maior sensibilidade. Reagem a nível cutâneo com urticárias e alergias a tudo o que não é feito com materiais cem por cento naturais, vem daí seu incomodo a roupas íntimas engomadas, as etiquetas e as misturas de materiais sintéticos em contato com a pele.

Os Índigos dormem menos, podendo descansar plenamente em quatro horas, enquanto que nós os adultos, de terceira dimensão levamos oito horas para nos recuperarmos. Comem menos e tem mais energia podendo, como Índigos adultos, ser mais produtivos em menor tempo, pois tem a capacidade espontânea de comprimir o conceito de tempo cronológico. Para eles não há tempo linear, somente interdimensional.

Sensibilidade emocional

Quanto à parte emocional, sua sensibilidade se manifesta na habilidade de ler as “agendas” dos demais, pois, através de seus “supra-sentidos”, percebem a nível celular o que está acontecendo. Por isso não aceitam o jogo de poder, da autoridade. Eles captam que a autoridade é um mecanismo de controle baseado no medo e esta é uma energia própria da terceira dimensão que não tem cabida na quarta dimensão.

O medo é capitaneado pelo Ego, o que nos fez esquecer nossa origem divina, e que tem como pilar de sustentação a separação, a dúvida e se manifesta, entre muitas outras coisas, pela mentira, controle, manipulação, superioridade, inferioridade, impulsividade, violência. Estes são mecanismos através dos quais os Índigos não funcionam, se rebelam, confrontam, pois não é uma energia inerente a sua freqüência devido a que o medo é aprendido, quer dizer, não é intrínseca a nossa essência. Eles vêm para criar uma sociedade baseada no amor, na cooperação. Na mudança, o medo separa, compete, desqualifica, por isso não se alinham com a imposição ou em contrapartida, a submissão. Rebelam-se alegando o respeito a sua individualidade, fazendo alarde da realeza de sua essência. Para eles, a honestidade e a abertura são a base do respeito, a autenticidade e a visibilidade é seu mecanismo de vida, todos estes, atributos próprios da quarta dimensão. É daí que confrontam os adultos ao trabalho das emoções, do autoconhecimento, do discernimento de nossa abordagem em nos relacionarmos, revisando se é a partir do medo ou a partir do amor.

Sensibilidade psíquica e espiritual

Psiquicamente, ao estarem mais integrados com sua essência, manifestam dons e capacidades que nós, a partir da limitação da terceira dimensão, consideramos poderes psíquicos, mas, realmente, é a utilização de sua qualidade divina expansiva. Daí que venham com inerentes capacidades de cura, manejo de energias a distancia, conexão livre e direta com a supra-consciência, seu Eu Superior, manifestando-se em telepatia, clarividência, clariaudiência, intuição, sonhos premonitórios. Ao estar seu nível de consciência mais expandido podem antecipar com grande facilidade as vibrações das pessoas, objetos, situações, conhecendo de antemão o possível cenário.

Conecta-se espontaneamente com sua intuição, a voz da alma através do coração, a porta de entrada ao interdimensional. Daí sua grande sensibilidade. Nós, os pais e educadores, deverão preservar respeitar, não bloquear ou submeter essa habilidade, pois, lamentavelmente, é preciso somente um comentário ou invalidação insensível da parte do adulto para desconectar a criança de sua intuição.

Ela é seu bastão de proteção, a que o mantém a salvo, fora de perigo conectando-o com seu Eu Superior. No milênio passado se ofuscava a importância que tinha a intuição porque tudo o que não era concretamente comprovável se desdenhava. Com essa atitude afiançamos nosso distanciamento de nossa essência, nos desconectamos de nosso coração, substituindo nosso valor por elementos de aprovação externa. Então, mudamos a conexão do ser pelo ter como forma de nos sentirmos seguros e aceitos.

A intuição não é irracional, não requer que se lhe invalide ou ignore através da razão, nem através da desconexão de nossos sentidos. Os sentidos são para complementar e apoiar a intuição, para dar-lhe informação, para incentivar-nos a ter atenção no que acontece ao nosso redor e relacioná-lo. Ensinar as crianças que ouçam seu coração com a atitude de que honrem o que sentem, é a melhor forma de afiançar a intuição neles. Ao alimentar sua intuição se oferece a criança um mundo amistoso, cheio de aventuras, divertido, porque saberá retirar-se de pessoas e situações que não lhe são benéficas, seu coração lhe dirá e ele o implementará na medida que respeitemos e validemos sua intuição. A intuição é como um músculo que precisa ser exercitado para ser receptivo e nós, adultos estamos no papel que representa guiar nossos filhos a consolidar este sexto sentido.

Se os pais se inclinam a que os filhos se centrem no cumprimento de metas, a avaliar a vida somente pelo resultado, não tolerando equívocos, as crianças viverão somente para conseguir êxito, independentemente de como consigam fomentá-lo para obter a aprovação de seus pais. Estas condições ativam o medo nos filhos, tornando-lhes difícil alinharem-se com a intuição, já que o medo torna opaca a intuição e por isso crescemos ouvindo mais nossos medos que a nossos corações. Cada dia, as crianças carregam as expectativas e ambições dos pais sobre seus ombros, pois que o temor é sua força condutora. Por isso, a melhor forma de assegurar que as crianças cresçam seguras é que se sintam motivadas por um sentido de guia interior, em vez do temor.

As crianças Índigo já vêm com sua intuição ativada porque utilizam uma maior porcentagem do cérebro e uma maior relação entre o lóbulo esquerdo e direito. No entanto, se não nos tornamos solidários com suas capacidades, nós podemos bloqueá-las e ativar muita frustração e raiva neles. Para ajudar as crianças a nutrirem sua intuição, o mais importante que devem fazer os adultos é cultivar a presença na ação e escutá-los com atenção.

Índigo e raiva

A raiva é uma emoção que é considerada normal ao senti-la. Todos os seres humanos, tanto grandes quanto pequenos, vivem tem vivido esta emoção. No entanto, é normal porque a maioria das pessoas a tem experimentado, mas não é natural porque não é intrínseca a essência do ser humano, já que não nascemos com ela senão, que a vamos aprendendo no caminho da vida por modelagem, pelo que a conduta se imita depois que se a tenha visto ser executada no entorno.

À medida que as crianças Índigo vão crescendo vamos observando, com certa freqüência, que tendem a se por raivosos. Para entender esta manifestação possível se requer entender o processo da raiva. A raiva é uma emoção que se nutre de necessidades insatisfeitas cujos pilares estão fundamentados na injustiça, impotência, no pensamento de exigência e culpa.

As manifestações de raiva física, ventilada, se notam nos gestos de contração no corpo como punhos cerrados, em tensão muscular de cara refletida em cenho franzido, caretas com a boca, ranger de dentes, contração da mandíbula, olhos fora de orbita, tensão das cordas vocais, expressando-se ao subir o tom de voz, o grito, atropelo ou abuso verbal e um maior regar sanguíneo que aumenta a temperatura. Estas podem ter sido vistas inicialmente no círculo familiar primário como são os pais, irmãos; secundariamente, com avós, tios e demais familiares e/ou terciariamente, que é no meio ambiente, o colégio, a televisão e outros meios de comunicação. A influencia se minimiza a medida que o círculo se distancia do entorno imediato da criança.

Se reagirmos visceralmente aos estímulos, sem modelar a calma, as crianças aprendem que esta conduta é a adequada e a copiam acionando-a quando se sentem frustrados e as coisas não lhes saem como eles desejam e esperam. Nossa reação lhes dá um padrão, uma forma de perceber os fatos. Com ela lhes proporcionamos uma avaliação do estímulo, sejam com nossas palavras ou com nossos gestos, que logo vão imitar.

A raiva é um alerta de que não estamos sabendo manejar um aspecto emocional em nossas vidas. Por isso, se atuamos com calma ante uma situação de frustração lhes estaremos dando o melhor presente de modelo, a melhor ferramenta para usar nas tensões no futuro. As crianças aprendem mais pelo que vivem do que pelo que ouvem. Portanto, esta emoção se dá quando não se pode usar o contraste das emoções fortes entre o que se deseja e o que se consegue.

No Índigo, o contraste forma parte de sua cotidianidade. Vive emoções fortes entre o que sua inteligência espiritual lhe proporciona e o que capta de seu entorno material. Custa-lhe utilizá-lo, pois, por sua mesma condição de expansão, captam multidimensionalmente energias de outros planos mais sutis que o confrontam com a densidade da realidade da terceira dimensão, sentindo um embate energético. Este aspecto se dá majoritariamente no ser Índigo que está há muito tempo sem reencarnar e que vem assistir a humanidade na passagem de transição para outra dimensão.

A eles custa muito usar a densidade do corpo, o sentem como um freio a sua sutileza, seus pensamentos são mais velozes que sua articulação e sentem impotência com as ferramentas de comunicação, tais como; ler, escrever, repetir, pois são métodos muito lentos para a sua própria velocidade de vibração. Também lhes custa por em prática a paciência, pois em seus mundos sutis a manifestação do desejo ou da intenção é imediata, o tempo entre estímulo e resposta não se faz esperar.

Na mudança, na terceira dimensão o impulso se demora a que passe por todas as matrizes de criação e se consiga concretizar. Seus pensamentos de exigência que ativam a raiva são mais altruístas porque desejam nossa evolução, que tiremos a venda da ignorância de quem somos para que possamos perceber nossa essência e atuarmos de acordo com ela. Para isso, precisamos fazer um esforço de desembaraçar-nos das emoções que nos empacam, como o medo. Portanto, nos confrontam com ele na no cotidiano, não fazendo caso das ameaças, coerções, castigos que lhes tratamos de impor, fruto da necessidade do controle, produto da mesma emoção.

A impotência que sentem é por encontrar ainda muitas arestas para aparar no meio ambiente, muitas condições impostas lares e colégios, que o pretendem atar a exigências que para eles já são obsoletas, absurdas, como ter que aprender de memória as lições, perder tempo na repetição de detalhes quando sua visão é mais do todo. É holística. Seu sentido de urgência alimenta sua impotência. Por isso, observo com freqüência que em seu vocabulário a palavra injustiça é recorrente. A expressão “não é justo” se cola em seus pensamentos, pois choca com sua profunda necessidade de ser respeitado desde pequeno, de viver um sistema horizontal não vertical, de participação não de autoridade e de levar a cabo a mudança que já está presente nele.

Como ajudar-lhes?

Quando validamos estas necessidades observamos que as crianças fluem mais em função de sua missão de vida. Há menos confrontos com os adultos pois os sentem como aliados, assistentes, para levar ao fim seu propósito de vida. Por isso, é recomendável que o adulto articule a presença da emoção da raiva neles, por exemplo: “parece que você está muito bravo”, em vez de cortar a emoção e reprimí-la como: “Como pode pensar em ficar bravo?” Depois, permita a criança descarregar a tensão do músculo, correndo, pulando corda, jogando bola, de forma que o músculo libere a tensão através do movimento e possa relaxar.

No entanto, quando omitimos estas condições vamos cortando sua conexão com sua inteligência espiritual devido a nossa repetição, a imposição de nossos critérios, e ao fazê-lo os densificamos, os contaminamos e observamos, então, inteligências postas ao serviço da incoerência, crianças raivosas, frustradas, que se tornam violentas.

Há que se lembrar que nossa missão como pais e docentes destas crianças é servir de ponte entre esta particular sensibilidade e inteligência para ajudá-los a canalizá-la para que sejam úteis a humanidade e reconhecer que em sua experiência dentro da tridimensionalidade absorvem os modismos que nós temos modulado, ainda que sua intenção seja mais sutil. Assistindo-os, ajudamos a nós mesmos.


Fonte: Extraído do livro “Consciência Índigo: Futuro Presente”


Tradução:sandraferris@globo.com






segunda-feira, 12 de outubro de 2009

BORISKA: O menino que veio de Marte

Membros de uma expedição à zona anómala situada no norte da região Volgogrado, mais conhecido como "Medvedetskaya gryada", contaram-me uma história de um rapaz incomum, chamado Boriska …

“Você pode imaginar, enquanto todos estavam sentados à volta de uma fogueira à noite, uma criança (cerca de 7 anos de idade) de repente pediu a atenção de todos. Levantou, ele queria falar a todos a respeito da vida em Marte, sobre seus habitantes e suas viagens para a terra, " conta uma das testemunhas . Todo o mundo ficou em silêncio. Foi incrível!

O garotinho, com enormes olhos vivos estava prestes a revelar uma magnífica história a respeito da civilização marciana, sobre cidades megalíticas, suas naves espaciais e vôos para diversos planetas, sobre Lemuria, um país maravilhoso, cuja vida que ele conhecia em detalhes, uma vez que descera lá, e fizera amigos lá …
As rachas de madeira estalando, a noite de nevoeiro cobria o território e o imenso céu escuro estava cheio de pequenas estrelas pareciam esconder algum tipo de mistério. Sua história durou cerca de uma hora e meia. Um dos membros da expedição foi esperto o bastante para gravar toda a narrativa .

Muitos foram surpreendidos por dois fatores distintos. Em primeiro lugar, o garoto possuía excepcionalmente profundo conhecimento. Seu intelecto era obviamente muito distante do de um menino típico de 7 anos de idade . Nem todos os professores seriam capazes de narrar toda a história da Lemuria e seus habitantes em tais detalhes. Você não será capaz de encontrar qualquer menção deste país nos manuais escolares. A ciência moderna ainda não provou a existência de outras civilizações.

Em segundo lugar, fomos todos surpreendidos com a linguagem adiantada que o garoto utilizava. Estava muito acima da que os meninos de sua idade normalmente usam. Seu conhecimento da terminologia específica, detalhes e fatos de Marte e da Terra nos fascinaram a todos.
"Porque é que ele começou a narração naquele lugar," disse o meu interlocutor. "Talvez, simplesmente foi tocado pela atmosfera geral do nosso acampamento, com pessoas bem informadas e de mente aberta e capazes de o entender," continuou ele.
"Poderia ele ter inventado isso tudo?"

“Duvidoso”, disse o meu amigo”. "Para mim, isto parece como que o garoto estava a compartilhar suas recordações pessoais de vidas passadas. É praticamente impossível inventar tais histórias; alguém realmente teria de conhecê-las.”

Hoje, após encontrar com pais de Boris e conhecer melhor o menino, eu comecei a analisar cuidadosamente todas as informações obtidas ao redor da fogueira. Ele nasceu na cidade de Volzhskii num hospital suburbano, embora oficialmente, com base nos documentos oficias, a sua terra natal é a cidade de Zhirnovsk, na região de Volgogrado. Seu aniversário é 11 de janeiro de 1996. (Talvez esta informação seja útil para os astrólogos).
Seus pais parecem ser pessoas maravilhosas. Nadezhda, a mãe de Boriska, é um dermatologista numa clínica pública. Ela foi graduada no instituto médico de Volgogrado, em 1991. O pai do garoto é um funcionário aposentado. Ambos eles ficariam felizes se alguém pudesse desvendar algum mistério com a ajuda do seu filho. Por enquanto, estão a observar o crescimento da criança.

- “Após Boriska nascer, em 15 dias notei que ele era capaz de manter a cabeça erecta”, diz a Nadezhda. Sua primeira palavra que pronunciou foi "baba", quando ele tinha 4 meses de idade e depois começou a falar muito em breve. Com 7 meses, ele construiu sua primeira frase, "eu quero um prego." Disse esta frase após ver um prego encravado na parede. Mais notável foi que, as suas habilidades intelectuais ultrapassavam habilidades físicas.

- Como é que essas habilidades se manifestavam?

- Quando Boris tinha apenas um ano de idade, comecei a lhe dar cartas, e adivinhem o que aconteceu, entre os 1 e 5 anos ele era capaz de ler o jornal. Não demorou muito para ele se familiarizar com as cores e seus tons. Ele começou a pintar aos 2 anos.

Então, logo depois que completou 2 anos, o levamos para o centro de puericultura . Os professores ficaram todos surpresos com os seus talentos e sua maneira de incomum de pensar. O menino possui uma memória excepcional e uma incrível capacidade para captar novas informações. Contudo, os seus pais logo notaram que seu filho estava adquirindo essas informações inéditas, de algum outro lugar …

- Ninguém nunca he ensinou essas coisas, disse a Nadya. Mas, às vezes, ele sentava nessa posição de lótus e começava novamente a falar. Ele falava sobre Marte, sobre sistemas planetários, civilizações distantes… não podíamos acreditar com nossos próprios olhos aquilo que ouvíamos.
Como pode uma criança saber tudo isso?
Cosmos, histórias sem fins de outros mundos e dos imensos céus, são como mantras diários para ele desde que ele completou 2 anos.
Foi então que Boriska nos disse sobre sua vida anterior em Marte, sobre o fato de que o planeta foi, de fato, habitada, mas como resultado das mais poderosas e destrutivas catástrofe, perdera sua atmosfera e que hoje todos os seus habitantes tiveram de viver em cidades subterrâneas. Desde então, ele viajava para a terra muitas vezes em negócios e outros fins de investigação. Parecia que Boriska propriamente pilotava sua nave. Isso aconteceu durante os tempos das civilizações Lemurianas. Ele tinha um amigo lemuriano que morreu na sua presença …

- Houve uma grande catástrofe na terra. Um gigantesco continente foi consumido pelas águas tormentosas. Então, de repente, uma enorme rocha caiu sobre uma construção… o meu amigo estava lá…, diz Boriska. Eu não pude salva-lo. Estamos destinados a nos encontrar as vezes nesta encarnação.

O rapaz contou tudo sobre o incidente, como se isso tivesse acontecido ontem. Ele sente um desgosto pela morte de seu melhor amigo como se ele fosse culpado.

Um dia, ele encontrou um livro no saco da sua mãe intitulada "De Onde Viemos?", de Ernst Muldashev. Você deveria ter visto a felicidade e fascinação que esta descoberta desencadeou no rapaz. Ele alistou as páginas durante horas, olhando para esboços de Lemuria, fotos do Tibet. Ele então começou a falar alto sobre o intelecto dos Lemurianos…

- Mas Lemuria deixou de existir no mínimo… 800 000 anos atrás, eu afirmei. Lemurianos tinham 9 metros de altura! Estou certo? Como você pode lembrar tudo isso?
- Eu lembro, respondeu o rapaz.


Mais tarde, ele começou a recordar doutro livro de Muldashev intitulado "Em Busca da Cidade dos Deuses". O livro é essencialmente dedicado aos antigos túmulos e pirâmides. Boriska firmemente declarou que as pessoas encontrarão o conhecimento sob uma das pirâmides (não a pirâmide de Quéops ). E isso ainda não tinha sido descoberto. "A vida irá mudar quando a Esfinge for aberta" disse ele e acrescentou que a grande Esfinge tem um mecanismo de abertura em algum lugar atrás da sua orelha (mas ele não se recorda exatamente onde). O menino também fala com grande paixão e entusiasmo sobre a civilização Maia. Segundo ele, sabemos muito pouco sobre esta grande civilização e seu povo.

Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os "seres especiais" nasçam na Terra. "O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos."
- Como é que você sabe sobre essas crianças dotadas e porque isso ira acontecer? Tem consciência de que eles são chamados de miúdos "índigo"?

Eu sei que elas estão a nascer. No entanto, eu não conheço ninguém em minha cidade ainda. Talvez possa ser esta menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única pessoa que acredita em mim . Outros simplesmente riem das minhas histórias. Algo vai acontecer na terra, é por isso que estas crianças serão importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter . A primeira grande catástrofe com um dos continentes acontecerá em 2009. Próxima acontecerá em 2013 e será ainda mais devastadora.


- Não sente medo que a sua vida também possa terminar como resultado dessa catástrofe?
- Não. Não receio nem um pouco. Tenho vivido uma catástrofe em Marte uma vez. Ainda vivem ali pessoas como nós. Porém, após a guerra nuclear, tudo se queimou. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos, e novos armamentos. Ocorreu também um deslocamento de continentes lá, embora o continente não era tão grande. Os Marcianos respiram gás. Em caso deles regressarem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça .
- Você prefere respirar oxigénio?

- Uma vez possuindo este corpo, tem-se que respirar oxigênio. No entanto, marcianos não gostam deste ar, o ar da terra, porque causa envelhecimento. Marcianos são relativamente jovens, com cerca de 30-35 anos. A quantidade dos bebes marcianos aumentará anualmente.
"Boris, porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte?" "Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contem radiação maléfica." (sondas movidas a plutônio?)

"Eu estava impressionado com o conhecimento dele sobre esse tipo de radiação. E absolutamente verdadeiro. Em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, "Fobos 1" e "Fobos 2". Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a serio então."
"O que você sabe sobre dimensões múltiplas? Você sabe que não se pode voar em trajetórias retas, mas sim manobrando através do espaço multidimensional?"

Boriska imediatamente se levantou e começou a despejar todos os fatos sobre UFOs. "Nós decolamos e pousamos na Terra a todo o momento!" O garoto pegou um giz e começou a desenhar um objeto oval sobre o quadro negro. "Ele consiste de seis camadas", disse. 25% - camada externa, feita de metal durável, 30% - segunda camada feita de algo similar а borracha; a terceira camada compreende 30% - novamente de metal. Os últimos 4% são compostos de uma camada magnética especial. Se carregamos essa camada magnética com energia, essas máquinas serão capazes de voar a qualquer ponto do Universo."
Será que Boriska tem uma missão especial a cumprir? Ele tem consciência disso? Coloquei essas questões a seus pais e a ele próprio.

“Ele afirma que pode prever”- diz sua mãe. “Ele diz saber algo a respeito do futuro da Terra. Ele diz que a informação terá o papel mais significativo no futuro.”
"Boris, como você sabe de tudo isso?" "Está dentro de mim."


"Boris, diga-nos porque as pessoas ficam doentes."

"A doença resulta da incapacidade das pessoas de viverem adequadamente e serem felizes. Você deve esperar pela sua metade cósmica. Alguém jamais deveria envolver-se em bagunçar o destino de outros indivíduos. As pessoas não deveriam sofrer por seus erros passados, e sim entrar em contato com aquilo que lhe foi predestinado e tentar alcançar as alturas e conquistar seus sonhos." (essas são exatamente as palavras que ele usou) “Vocês têm de ser mais simpáticos e calorosos. Caso alguém o ataque, abrace seu inimigo, peça-lhe perdão e ajoelhe-se diante dele. Se alguém o odeia, ame-o com todo fervor e devoção e peça-lhe desculpas. Essas são as regras do amor e da humildade. Sabem por que os lemurianos pereceram? Eu tenho parte da culpa. Eles não desejavam mais se desenvolver espiritualmente. Eles se afastaram do caminho predestinado e assim destruíram a unidade global planetária. O Caminho da Magia leva a lugar nenhum. O Amor é a verdadeira Magia!”

"Como você sabe disso tudo?"

"Eu sei. Kailis".

"O que você disse?"

"Eu disse ora. Essa é a linguagem do meu planeta."










quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Educação Evolutiva 4: O Som na Educação

Por que o som?
Sempre falamos do som, se buscarmos em livros ou meios de comunicação encontraremos como definição aquilo que podemos medir, dar suas características, formas físicas de como se move se expressa, classificá-lo, etc. Mas em si mesmo, quando nos perguntamos; o que é? Mais alem de como é, o que é?.... E entramos nesta pergunta uma e outra vez, aprofundando e abrindo esse espaço de curiosidade nos permitimos chegar a uma aproximação para a resposta... Nós a encontraremos com a compreensão de que “O som impulsiona a criação”; “Primeiro foi o verbo”; “Tudo se inicia com um grande som (Big Bang)” e outras muitas afirmações que estão presentes em nossas vidas, porem nem sempre nos detemos para compreendê-las.
Sugerimos que se dê permissão para abrir essa pergunta em você.

O que é o Som?

Para nós o som é uma energia que permite veicular a consciência, que se expande e viaja a diferentes níveis.

O universo todo vibra, todo soa, pois cada partícula emite um som ainda que este não seja detectável por nossa capacidade auditiva. Ao unir-se uma partícula com outra e inter-relacionar-se, vão criando uma musica; uma organização de sons que sustentam sua harmonia. Em cada musica há um tom fundamental sobre o qual se constrói as outras notas. Nosso desafio é poder voltar a harmonizar-nos (como quando se afina um instrumento musical), com o tom original de nosso SER Divino.

O sentido de trabalhar com o som na educação é que o som permite integrar consciência de forma natural, simples e profunda. Enquanto, vai se produzindo está harmonização e processo de afinamento do SER.

No âmbito educativo encontramos várias formas para expressar e explorar dentro da manifestação do som; neste artigo repassaremos algumas delas e esclareceremos que cada uma é um capítulo completo por descobrir e aprofundar.

1. Som puro: exploração sonora:

Trabalho com o reconhecimento do som interior inicia-se sempre com uma conexão interna, um momento de silenciamento. O silêncio nos conduz ao encontro do SER verdadeiro. Na uma realidade o silencio é um estado de consciência sonora.

“Se silencias o barulho da cidade, escutarás a natureza...
Se silencias o canto das aves, escutaras o canto da brisa,
Si silencias a brisa, escutarás sons mais sutis...
Se silencias teus pensamentos, escutarás teus sentimentos,
Se os silencias, talvez escutes teu SER”...

O trabalho com o som puro está vinculado a sons vocálicos e mantras específicos que a criança ou pessoa ao reproduzi-los vai ingressando em novos estados de consciência sonora, ate que se conecta com a realidade musical de seu ser interno e é capaz de começar a reproduzi-la, assim vai se harmonizando os sons ao tom principal.

2. Sons executados e cantos:

Trabalho com a criação de cantos, ativando-se a capacidade de ser co-criadores, excedendo o potencial criador de cada um.

Trabalha-se com o canto interior em suas múltiplas formas de expressão, a partir do cantarolar, do assovio, do acalanto, do canto mental (sem som externo), e o canto meditativo.
Ativa-se o descobrir os sons de instrumentos musicais, desde tigelas de quartzo, de alinhamento de 7 metais, sinos tibetanos, harpa, instrumentos de cordas, de sopro e percussão. Criando a partir do código da harmonia.

3.Interatuar conscientemente com musicas já criadas:
de escutar conscientemente uma obra musical criada por compositores. É um trabalho em que se realiza uma técnica de escuta consciente (criada originalmente por George Balan, musicólogo Romeno, radicado na Alemanha). Na qual se integra o movimento das mãos e braços ao processo da escuta. Ativa-se a capacidade de ser CRIADOR enquanto escuto, de tal forma que o processo de ouvir musica seja um ato criador e não um “passatempo”.

No trabalho realizado na Educação Evolutiva, tem-se feito uma investigação profunda (de mais de 12 anos); onde acessamos certas musicas específicas que potenciam habilidades particulares, segundo seja a musica. Favorecendo as inteligências múltiplas, (denominação de Howard Gardner).

Interatuar com a musica não só nos conecta com o poder do som, como também nos permite integrar vibração sonora, mais alem do que entendemos ou não, e ela vai realizando em nós o trabalho de harmonização interna. Algumas musicas permitem transportar o conhecimento e integrá-lo como consciência.

4. Incorporação de canções:

Os conteúdos educativos vão sendo dados através de canções criadas que potenciam o processo evolutivo. Trabalha-se ao tomar consciência das letras, o sentido e poder criar canções que não entorpecem o desenvolvimento evolutivo normal, sem dificuldades projetadas na experiência.
Na criação de canções se realiza o trabalho de que cada um ao criar suas canções, canta seu nome e busca o movimento – dança que nos permite expandir a realidade de quem somos.

5. Musicas que permitem liberar:

Em certos momentos, é necessário poder apoiar-se com musicas mais rítmicas que permitem soltar e aflorar as tensões e conectar-se com a capacidade de rir-se das dificuldades...
Ter em conta que sejam musicas que permitam movimento espontâneo, o jogo, o soltar. Atentos com o tipo de letras.

6. Sons que harmonizam as emoções:

Trabalha-se com os sons da natureza. Dos elementos e vai se reconhecendo esses elementos dentro do corpo. Conexão com o som da água ou brisas, o som do fogo... Que permitem entrar na tranqüilidade fazendo com que nos sintamos estar contidos pela Mãe Natureza.

7. Sons de conexão com a Terra:

Aprofunda-se nos sons de percussão. Ativando o ESTAR. O sentir-nos firmes na terra.



Documento pertencente a Rede de Educação Evolutiva.
Autoriza-se a reprodução, respeitando-se a fonte original:
Irdinave, Educación Evolutiva.
http://www.educacionevolutiva.org/

Tradução do original em espanhol: sandraferris@globo.com


terça-feira, 6 de outubro de 2009

“JAMAIS ESCONDA A SUA LUZ”

Sandra Ferris


Nesta linda manhã de Outubro recebi uma mensagem de um querido amigo e companheiro de jornada que me fez refletir sobre os potenciais, dons e sincronicidades que tem estado comigo e que na maioria das vezes tenho dificuldades de reconhecer.

A mensagem de Gustavo fala dos potenciais de 2012, de como eles realmente são e de como essas mensagens são exploradas por aqueles que ainda se encontram inconscientes dos verdadeiros dons que possuem e de sua participação como co-criadores desta Nova Vida.

Esta Nova Vida que se forma dentro de nós traz a semente do amor que esteve dormindo por Eons e agora desperta docemente através da nossa intenção em expressar aquilo que temos de melhor.

Está Nova Vida, que tantos de nós sonharam é uma realidade "Agora", e se faz “presente” através da consciência de um coletivo que está irmanado na certeza de que o amor está sendo derramado sobre nós e para recebê-lo basta nos mantermos receptivos abrindo nossos corações e nossas mentes.

Muitas vezes ficamos apegados ao fazer e nos esquecemos de ser tudo que somos e para o que fomos criados e, se nos apegamos demasiadamente ao fazer nos distraímos deixando de lado nossa verdadeira essência.

No entanto, tudo o que buscamos com intenção pura, de repente se apresenta diante de nós através de sonhos, filmes, símbolos e como mensagens como esta que acabo de ler do meu querido amigo, para nós lembrar que “só se vê bem com o coração, pois o essencial é invisível aos olhos”.

Hoje, de manhã quando acordei uma frase se repetia na minha mente e eu desejei colocá-la aqui no blog, onde falo sobre ìndigos: “Jamais esconda a sua Luz”.

Fica então, aqui esta frase, como um alerta ou chamamento para os que visitam, mas principalmente para mim mesma, já que esta foi a forma que encontrei para expressar a minha Luz ao difundir informações que considero importantes neste grande momento de transição para uma nova humanidade. Esta frase é o slogan do site do Gustavo, que devo considerar, depois que li o texto que ele me enviou, da conexão existente entre aqueles que desejam, sonham e trabalham para que esta Nova Vida se manifeste e se expanda para todos.

O momento então é de Re-lembrar e Re-ativar a Conexão de Amor que existe em nós. Vendo e Ouvindo a partir do nosso próprio coração. É essa essência que vibra na Consciência Índigo e que temos que permitir brilhar: A essência do Amor Incondicional.

Caso se sinta desejoso(a) de ler a mensagem que recebi hoje de um farol de luz ela está disponível em:http://www.faroldeluz.com.br/conec/Text%2016.html


Até breve, Namaste!


domingo, 27 de setembro de 2009

Educação, Arte, Auto Conhecimento e Índigos

Por Sandra Ferris

Pesquisar sobre os Índigos partiu da necessidade de conhecer a mim mesma. No entanto acreditava que a única coisa que queria entender era porque jovens tão queridos, eram tão mal interpretados.

Minha experiência com eles foi algo extraordinário que me fez sentir viva outra vez. E o que eu ouvia das outras pessoas – as “mais velhas” – sobre eles não era nada animador. Minha identificação com eles foi tão profunda, que me sentia como um deles. Como se estivesse vivendo entre dois mundos: o mundo da alegria, da esperança e da beleza e o outro, o mundo da crítica, do medo e da desesperança.

Foi, portanto, na educação tradicional que encontrei os "descaminhos" da felicidade, da realização e do amor.
Onde vi a mim mesma como pessoa mais velha, como mãe, como responsável pela educação de duas filhas já adultas, tendo de refazer meus conceitos e minhas atitudes.

Hoje, tenho certeza que a energia que precisava para atravessar esse mar revolto da transição de mim mesma, veio deles e de tudo que representaram num momento crítico de minha vida. Falo com alegria, orgulho e gratidão, me ter sido permitido conhecê-los tão de perto. Era a forma que eu precisava para poder acreditar novamente que não estou aqui por acaso e que a vida é muito maior do que podemos imaginar.

Pode parecer arrogância de minha parte, mas não é. O que a experiência e pesquisa vêm fazendo dentro de mim é tudo o que precisam aqueles que estão de frente à este momento desafiador – todos nós. Que requer mudanças profundas e verdadeiras.

A educação e a relação com estes jovens, não mais precisa mudar, mas vai ter que mudar. É mudar... ou mudar. Não nos restam alternativas. E eu digo: já não era sem tempo. O que vejo e sinto dos pesquisadores onde busco informações para uma nova pedagogia é um desbravamento de uma Nova Terra para a construção de um Planeta finalmente de Paz, Equilíbrio e Harmonia através do reconhecimento de uma Nova Humanidade.

Tenho visto algumas pedagogias interessantes e profundas tais como a de Maria Montessori, a de Rudolf Steiner – Pedagogia Waldorf, a de Paulo Freire e a pedagogia da Liberdade de A. S. Neil.

No entanto, nos últimos quatro meses tive contato com um novo método com o qual me identifiquei bastante.

Minha meta e foco ao pesquisar sobre uma nova metodologia é a de uma educação que privilegie a arte como integradora que é do que existe de melhor em nós. É justamente neste aspecto e na promoção da interculturalidade, que a Pedagoooogia 3000 tem chamado o meu interesse. Porque alem de estar intrinsecamente ligada a arte pode ser adequada a qualquer país e qualquer realidade sócio-econômica. Meus estudos até agora com relação a está nova metodologia ainda são por demais superficiais para me estender sobre o assunto, mas já estou buscando uma forma de me aprofundar no sistema e na formação como aprendizado e para divulgação.

Tenho postado aqui no blog algumas referencias a esta educação denominada pela autora Noemi Paymal, de “Educação Evolutiva” ou “Pedagoooogia 3000”. O que de início já sugere bastante.

Então, um pouco de Noemi Paymal pra começar, vem a calhar.

Noemi Paymal[1] é antropóloga e criadora do Pedagooogía 3000. Nasceu na França, e vem trabalhando há mais de 20 anos em diferentes países da América Latina no campo da antropologia aplicada e da educação alternativa e evolutiva.
Atualmente reside na Bolívia. Junto com uma equipe multidisciplinar, a partir de 2001 começou a investigar o tema das crianças e jovens chamados “Do Terceiro Milênio”. É também diretora do Instituto Pedagoooogía 3000 “La Paz”, na Bolívia. Dirige várias revistas eletrônicas e é produtora de três programas de televisão, sobre o tema da educação e do desenvolvimento pessoal. Já ministrou mais de 320 conferências e seminários na Argentina, Colômbia, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Espanha, México, Peru e Venezuela.No momento está impulsionando a Aliança Mundial para a Nova Educação, junto com Adhyayana22 (Barcelona) e Asiri (Lima/Perú).
É autora de vários livros de antropologia.

Sobre temas educativos, escreveu:
- o livro Pedagooogía 3000
- o mini-livro "¿Qué hago con mi hijo?"
- o livro de bolso Pedagoooogía fácil, 13 passos simples para ser um excelente pai e professor do Terceiro Milênio.
É a compiladora do livro “A Consciência Índigo, futuro presente” que reúne a colaboração de 22 autores internacionais e co-autora do livro “La educación de los niños y niñas del nuevo milenio. Guía práctica para padres y educadores”, da editora Sirio, da Espanha.

Agora, o que me resta é aguardar - enquanto estudo esta nova pedagogia - as sincronicidades desta nova e esperançosa jornada.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

COMPREENDENDO A NOVA HUMANIDADE


Ivette Carrión Torres

Vem até nós a missão de ajudá-los a equilibrarem-se sem condicionamentos, para que se desenvolvam de acordo com o plano que devem seguir que é o de elevar ainda mais a consciência do homem.

Os experts em assuntos espirituais dizem que a criação de nossos pensamentos são provenientes da glandula pineal, assim como tem comprovado que o universo se expande, assim o homem tem adquirido conhecimentos, o que faz com que seus filhos venham genéticamente com um conhecimento mais avançado, aproximando-se mais à supraconsciência.

Ao longo da história nos encontramos com épocas que denotaram uma série de características no ser humano. Assim mesmo, na época moderna e atual, vemos que a evolução não só se traduz na parte física do homem, como tambem existe uma evolução no comportamento do ser humano. Isto significaría que não só há milhares de anos evoluimos, como tambem no dia dia continuamos desenvolvendo-nos.

Certo grupo de pessoas tem se dado conta que as características de seus filhos não são as mesmas de quando eles eram crianças, que foi dado um salto gigante em todos os campos e que efetivammente são parte da evolução. Somos almas ocupando um corpo para cumprir uma missão que é a de evoluir através de diferentes experiencias de vida. Então temos a dedução de que corpo, mente e espirito são parte da realidade física, mental e espiritual, que são reinos distintos e se desenvolvem independentemente, não obstante, chega um momento que se interrelacionam e produzem a evolução. Ao processo que esta geração tem desenvolvido, o estão denominando em todo o mundo como Índigo.

A evolução da tecnología, o descobrimento de planetas, as terríveis guerras que não acabam, a fome, o maltrato infantil, as grandes profecías sobre o fim do mundo, poem a prova nossa paz interior. Estava escrito, em livros muito antigos de diferentes culturas, que na era de Aquário, como se chama a estes tempo, se teria uma maior expansão da consciencia que ajudaria a humanidade a reencontrar-se com o plano espiritual. Porem, a prescedente era de Peixes seria detonante deste pensamento espiritual, já que sem o materialismo proprio dela não poderíamos chegar a conclusão de que somos seres espirituais ocupando um corpo físico.

Como somos parte de um plano divino, vamos supor que de tempos em tempos nos enviam seres especiais, que poderemos dizer, denominados centelhas divinas, que tem um conhecimento maior que os demais para ajudar a despertar a mudança necessária na humanidade e cujo objetivo é a realização de um melhor ser humano. Não é muito difícil de comprová-lo, já que ao longo da história temos visto desfilar uma série de personagens com um conhecimento superior em todos os campos de que de alguma maneira tem influenciado nosso pensar, mudando nossa hirtória e muitas vezes o curso da humanidade, sendo que com o passar dos anos nos tem demostrado que vieram elevar a consciencia das pessoas; personagens que agora temos em casa, que passam desapercebidos e que não reconhecemos, ainda que tenham vindo para elevar nosso nível vibracional.

As centellas divinas de que falamos Cumprem um papel determinante, já que eles são todos os seres humanos que tomam consciência do salto evolutivo e que servem de apoio no processo de reacomodação, gerando estratégias para a nova educação que permita o desenvolvimento, sem atavismos nem condicionamentos, dando passagem a prosperidade da humanidade com uma base sólida em valores, livres e criativos para o proximo grande impulso progressivo do ser humano.

Porem, se dizemos que é graças a era de Peixes que nos demos conta que devemos ser mais espirituais, temos que ter em conta que estas centellas divinas são todos aqueles que estão desejando melhorar a humanidade, e as crianças são parte dela. Existe um aspecto muito interessante que temos que mencionar é que atualmente nos encontramos como a maioria das crianças Índigos, que se encontram em um nível de desenvolvimento mediano e, graças a sinceridade com que atuam, temos feito grande esforço para chegarmos a conclusão que a maneira como atuávamos não era correta, que em alguma coisa que estamos falamos, tambem não, e que portanto, devemos corrigir. Nestes momentos examinamos erros e melhoramos situações, é por isso que buscamos ajuda, é por isso que estamos lendo estas páginas, porque sem darmos conta estamos decidindo a mudança de todas as profecias desastrosas, para fazer frente a situação, revertê-la e criar um mundo melhor. Refletimos e concluimos pois que Índigo é uma vibração que se encontra muito perto de nós e que só basta esta centella que transmite a vibração para adquiri-la e ajudar a despertar a consciência. Todos jogamos um papel importante neste quebra-cabeças tão grande e difícil de montar. Ninguem, absolutamente ninguem, está de fora deste jogo!

Com esta interpretação, podemos dizer que efetivamente existe uma geração a qual chamamos Índigo, que são os seres que já começaram a povoar a terra e que, apesar de ser muito heterogênea em características, atua com uma abertura de conciência muito maior que nós. Isto significa que sua vibração é muito alta e que para eles, diferentemente de nós, é mais fácil entender e adequar-se a diversas situações de vida. Cabe a nós a missão de ajudá-los a equilibrar-se sem condicionamentos, para que se desenvolvam de acordo com o plano que devem seguir que é o de elevar ainda mais a consciencia do homem. Eles Gerarão crianças muito mais evoluidas espiritualmente e tambem preparados tecnológicamente, crianças que chamaremos de vibração cristal.




Artigo extraido do livro: Consciência Índigo: Futuro Presente


Tradução: sandraferris@globo.com
Imagem:http://aloualem.blogspot.com/2009/01/nova-humanidade.html

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Apoiando a Educação Evolutiva para Todos


Para incentivar e apoiar o desenvolvimento a partir de uma consciência mais alinhada com a transformação que se vive como humanidade, neste momento, é importante lembrar que a educação primeira é em casa, no entorno, no cotidiano, com as pessoas com as quais se convive diariamente... por isso recomendamos ter em conta alguns aspectos básicos, para que esta convivência esteja em harmonia com o processo evolutivo do menino ou menina.
Lembramos que estes são somente “toques”, para que cada um possa começar a aprofundar e introduzir-se no sentir a partir daí...

Comunicação:

- Incentivar o vínculo a partir do afetivo. Não só com palavras afetivas, como também fazendo com que estas estejam acompanhadas de caricia, um “mimo”, um gesto que transmita Amor sustentando o diálogo seja qual for. Podemos ensinar algo esclarecendo as diferenças, ou compartilhando um pássaro levantar vôo, o que quer que seja sempre veiculando esse diálogo no Amor.

- Incentivar passeios, excursões favorecendo situações de desafios na natureza, para que tenham a oportunidade de ensaiar na experiência e vincular-se com a unidade evolutiva planetária.

Padrão educativo:

- Auto observar PERMANENTEMENTE a Coerência (unindo o falar – sentir – fazer). Não se incomodando em serem “perfeitos”, pois na realidade a perfeição é uma ilusão mental... Importa sermos SINCEROS, e nos relacionarmos a partir da sinceridade, pois sabemos o que gostamos, então podemos dizer: “não é recomendável o caramelo (balas) em excesso para o corpo, eu também gosto. Que tal combinarmos de comê-los menos?” reconhecer que algo é difícil para nós, é um excelente exemplo. Ensinar que alguém pode se equivocar e que se pode remediar, é uma lição de vida.

Jogos:

Os jogos são elementos através dos quais se recria a consciência, se integra e se exercitam padrões de comportamento.

Jogos e brincadeiras que ajudam a recriar a consciência:

. Que potenciam a criatividade (não dar jogos completos em si mesmos). Por exemplo; pedras, madeiras soltar, cores, figuras sem formas concretas. Prover de diferentes tipos de materiais.

. Jogos que ativam ambos os hemisférios (lógica e abstração). Esta parte é essencial, pois estamos acostumados aos jogos lógicos (encaixes, puzzle, etc.), mas, não aos abstratos (pintura a base de água, areia colorida, pintar em bandejas de areia). São fáceis de criar.

. Permitir a exploração com ferramentas de arte: instrumentos musicais, plástica, elementos que incentivam o movimento corporal (aro – balões – etc.)
Principalmente de materiais nobres: retalhos, madeiras, natureza. (evitar o conceito de “descartável”): ensinar a cuidar – cerâmicas, etc.).

Etapa da Vida:

- Permitir que a criança cresça e possa explorar a fundo cada ciclo de sua vida.
Para isso é preciso não adiantar nem retardar etapas. Cada etapa da vida é digna de ser vivida e desfrutada, se quando tem 5 ou 7 anos, brinca de “noivo”, não desfruta dos amigos, se aos 15 se compromete como casal com toda responsabilidade que acarreta, não desfruta do noivado. Quer dizer, cada coisa a seu tempo é bela, nossa proposta é que deixemos as crianças serem crianças e aos jovens serem jovens.

- Evitar jogos bélicos, que despertam a falta de respeito pela vida e ativam a agressividade.

Os filmes:

. São um elemento de arte muito completo (integra o som, cor, forma, movimento, literatura, etc.), por isso o resultado é muito eficaz na hora de alimentar a alma da criança.
Recomendamos que estes filmes, estejam em harmonia com a etapa e consciência que se quer entregar.

As Musicas:

. Integram o som que junto com a letra, são um excelente meio para incorporar referencias.
Recomendamos que estas musicas, estejam livres de dramas e aspectos de identificação com a experiência não correspondente a etapa da criança na consciência evolutiva.

Os posters e imagens:

Integram a cor e a forma. A partir do qual irradiam consciência (segundo a imagem).
Recomendamos que estas, estejam em sintonia com a etapa e consciência evolutiva.
Acompanhando o ciclo evolutivo das crianças
O ser humano vai se desenvolvendo de forma global na medida em que crescem, as crianças transitam por diferentes etapas, nas quais podemos favorecer a conexão com seu Ser se contribuímos com elementos que lhe permitam ativar seu potencial interno que de forma natural vai se desenvolvendo.

0 – 3 anos: integração dos hemisférios.

Favorecer o contato com o cosmos (estrelas, planetas, criação da vida). Integração dos elementos da natureza: Terra, Água, Fogo, Ar. (incentivar o jogo e o experimentar com eles).

3 – 7 anos: consciência Multidimensional

Integração com a natureza através dos reinos: Mineral, Vegetal, Animal, Dévico (fadas, gnomos, seres mitológicos e mágicos). Favorecer o jogo com pedra (minerais), incentivar o cuidado com as plantas e animais, o semear sementes, etc. (acompanhar um processo de vida).

7 – 14: consciência de iluminação – Totalidade

Atenção para o indivíduo encaminhando o olhar para o interior (incentivar a criação de contos, expressão plástica, o vínculo com a musica ou instrumento musical). Integração das raças ( jogar integrando aos diferentes costumes, atividades, etc.) Atividade social, fomentar valores (realizar atividades de serviço social, desenvolvimento da ecologia, etc.). Assistir com prática de esporte ou expressão corporal, que ajuda e contem o processo de mudanças físicas que nesta etapa se dão com muita rapidez e necessidade de adequação permanente.

14 – 18 anos: Manifestação do Amor universal e consciência de paz

Trabalho com arquétipos (integrando a geometria sagrada como base da criação de todas as formas de vida) abertura a vocação interna, intercambio cultural. Criação de propostas de mudanças. Vínculo com crianças menores e jovens. Integração da vida: essência feminina e masculina. Esportes.

Documento pertencente a Rede de Educação Evolutiva. A reprodução é permitida se respeitando a fonte original: Irdinave, Educação Evolutiva.http://www.educacionevolutiva.org/

domingo, 20 de setembro de 2009

Ser Índigo

Desde a década de 70 começaram a chegar ao planeta crianças com um nível de consciência, compreensão e coerência expandido. Vieram cumprir uma missão: mudar as estruturas para que as relações possam ser mais honestas, mais sinceras, mais de coração.
Essas crianças possuem uma grande capacidade de antecipação, uma vibrante harmonia com a natureza, muita auto-estima, um respeito profundo pelo próximo, enfim, os sentidos muito desenvolvidos. Tem grande interesse pelo mundo espiritual e alguns níveis de percepção extra- sensorial.
Possuem também rapidez de imaginação, coeficiente intelectual, percepção aguçada, rapidez de analise, consciência analítica e objetividade.

ADD e ADHD


As drogas bloqueiam muitas de suas capacidades. Inclusive a perda de conexão com elas mesmas. Os efeitos colaterais destas drogas são muitos, entre eles, estão os distúrbios do crescimento e do sono, dor de cabeça e náusea.

DNA

No Japão, a Academia Internacional de Pequim, segundo o pesquisador Pedro Romaniut, foi divulgada uma lista de 1862 crianças com 25 aminoácidos – o “normal” até hoje é de 21 aminoácidos. Isto significa que o crescimento celular e evolutivo dessas crianças é muito superior ao nosso.
Elas possuem quatro centros energéticos a mais que nós, sendo que três deles se encontram no nível do cérebro; Glândula Pineal, Pituitária e Cerebelo e o quarto é o Timo. O timo tem a ver com produção de linfócitos, que são as células que atacam os vírus. Nessas crianças este centro é muito desenvolvido.
A maioria das pessoas o têm quase que inativo. Por um lado tem a ver com o sistema imunológico, por outro é o centro que permite a conexão com níveis de consciência superiores, principalmente o da alma. Ou seja, o mesmo mecanismo que defende o corpo, permite a conexão com o campo das almas que seria o reservatório de todo potencial humano.

Três tipos de Índigos

- Sociável e extrovertido: Precisa do contato social através do tato, da palavra, da comunicação constante.

- Mais seletivo. Não gosta de se relacionar com todas as pessoas, só com aquelas que o entendem. Vemos nessas crianças uma facilidade maior em se relacionar com pessoas da terceira idade.

- Mais facial: tem uma grande capacidade de imaginar as coisas e de percebê-la com muita sabedoria. Exemplo: Ah mãe, eu já sei, pra que preciso estudar? Ela sabe realmente porque capta rapidamente. São fascinadas pelo espaço, naves espaciais, estrelas e planetas. Tem inclusive a tendência de ser mais corpulenta que as anteriores, que são mais miúdas.

As crianças índigos são a ponte entre a 3ª e 4ª dimensões. Sendo que a 3D é a da razão e a 4D é a do Ser.

O que chamamos de dimensões?

Dimensão é uma freqüência de consciência na qual a energia que se mantêm por mais tempo e a condição fundamental de qualquer dimensão é visibilidade e transparência. Porque tendo a consciência e a fisiologia mais expandidas através dos sentidos, a criança pode captar facilmente o verdadeiro sentimento. Por isso elas operam mais na 4ª e 5ª D e não gostam de mentira nem manipulação. O acesso que essas crianças têm a 4ª D permite que muitas delas tenham percepção paranormal na comunicação com outros planos. Pelo que pôde ser observado pelos pesquisadores até o momento, pela captação visual elas interagem com muita facilidade com outros planos de consciência, com mundos paralelos. Entre elas, encontra-se crianças de 7 ou 8 anos que falam de anjos, de gnomos, de amigos imaginários, de guias, de comunicação extra-sensorial com familiares conhecidos e para eles isso é muito comum e espontâneo.
Fazem perguntas que não se costuma fazer naquela idade e muitas destas perguntas têm a ver com o que há por trás dessa realidade e contam que viram um anjo ou um grupo de anjos cantando, ou um ser que veio e disse alguma coisa. Há um caso de uma criança que perguntou que se o que via era porque tinha problemas de vista. Ela falou isso com muita angustia e lhe foi explicado que ela via um pouco mais que os outros.

A numerologia

A numerologia parece ter encontrado também alguns pontos. Mais que dizer se são ou não Índigos mostram as vibrações que as crianças têm.
A partir de 1984 começou a aparecer uma grande quantidade de números de significado evolutivo.
As crianças nascidas entre 86 e 88 tem um grande percentual de “numero 4”. O numero formado pelo 13 –igual a 4 – é o numero dos reformistas. É o controle dos 4 elementos para gerar estruturas, bases sólidas.
De 88 a 93 as crianças nascem com uma percepção maior de números 7, considerado o numero da perfeição. As crianças que tem este número são as que têm o poder de transformas todas as coisas negativas em positivas. Ou seja, a transmutação.
De 93 em diante, o que as de numero 4 fazem as de numero 7 aperfeiçoam e as de numero 9, equilibram estas mudanças nos três planos. E o que impressiona é que em cada 25 crianças há um mestre.

Educação

É na escola que começam os conflitos, porque elas aprendem por participação e não por memorização. Elas tem uma agenda própria e só fazem o que querem.
Existem duas opções. A primeira é continuarem indo contra o sistema e a segunda é adaptarem-se ao sistema, no entanto a pessoa gasta tanta energia pra se encaixar num molde que acaba não ouvindo o próprio coração.
Um caso especial a ser citado é de uma criança que aos três anos não sabia falar. No entanto, ela gostava de quebra-cabeça e conseguiu montar um com 60 peças do lado contrário.
A educação do futuro tem a ver com aprender - ensinando e vice versa. Se ensinarmos uma criança desde o inicio a trabalhar sozinha e a ser independente, ela crescerá livremente e saberá escolher o melhor para si mesmo.
Rudolf Steiner, criador da pedagogia Waldorf : “A cosmo visão do homem que deriva do espaço interior da criança.” Diz que forçar a criança a aprender antes de estar biologicamente preparada pode levá-la ao fracasso. O desenvolvimento tem de ser na sua totalidade, pois toda criança tem uma conexão maior com o Self. O Eu Superior.
Isso acontece com todas, mas se a escola, os pais bloqueiam isso, essa capacidade vai se fechando por volta dos seis anos.
Na maioria das escolas, está estabelecida uma determinada ordem, que é sentar e ouvir. Os Índigos não conseguem fazer isso a não ser que tenham um interesse muito forte.
Buscamos uma educação que priorize as características individuais das pessoas. Cada um tem formas diferentes de aprender.
Quando éramos crianças a consciência humana era diferente. Mas, o processo de evolução foi acelerado e as necessidades das pessoas mudaram. Essa mudança pede uma educação diferente. Não há necessariamente de ser numa escola, mas a partir de uma perspectiva diferente.
Se não acolhermos estas crianças, estaremos fazendo um grande mal ao futuro e o que vemos na verdade são crianças mal tratadas. Os pontos mais importantes que temos que observar é o sistema educacional e o conceito de paternidade; para que as crianças possam crescer e se tornarem completas.
A educação até hoje está embasada pela autoridade. A partir de agora tem de ser através da compreensão e firmeza. O que antes era apenas opinião, hoje é consenso. O azul era para ele e o rosa para ela. Hoje é o arco-íris para todos.

Competição e cooperação

Não se quer dizer que a competição seja ruim, mas a cooperação nos ensina a trabalhar com o outro, co-ordenar suas ações, chegar a decisões consensuais.
Essas crianças trazem consigo a missão de cooperação e a partir desta cooperação mudar as estruturas atuais.

As normas

Na verdade a norma não existe, a norma também vai mudando. O que existe é sinal dos tempos.


Este texto é uma adaptação das declarações de diversos profissionais - onde procurei ser o mais fiel possível as mesmas - no documentário “Ser Índigo”.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Intuição: A voz do Amor

O escritor David Gilmour deixou seu filho largar os estudos quandoele tinha 15 anos. Com uma condição: ver os filmes que o pai escolhesse. Foi de fato um aprendizado - para ambos.

O "CLUBE" ACABOU, A UNIÃO RESISTE

Gilmour e Jesse, que voltou a estudar e tenta ser cineasta: uma saída desesperada que virou uma porta de entrada

Quando seu filho Jesse tinha 15 anos, o escritor canadense David Gilmour fez o que poucos pais arriscariam fazer: em face da infelicidade do menino com a vida escolar, permitiu que ele deixasse os estudos. Mas impôs uma condição. Toda semana, Jesse deveria assistir a três filmes que seu pai escolhesse. Os Incompreendidos, de François Truffaut, inaugurou a seleção. A juventude do cineasta havia sido árdua: mal-amado pelos pais, ele fora delinquente até encontrar no cinema, primeiro como crítico e depois como diretor, uma vocação. Na última cena de Os Incompreendidos, seu protagonista - e alter ego - foge do reformatório, vaga até uma praia deserta e então olha para a câmera, que congela a imagem. Jesse não chegou a vibrar (Instinto Selvagem, mostrado a seguir, despertou mais entusiasmo), mas gostou o suficiente para o pai cutucá-lo: o que significava aquele desfecho?


Jesse formulou uma interpretação: o personagem estava se dando conta de que se livrar das coisas que lhe desagradavam fora fácil. Agora vinha a parte difícil - encontrar um rumo. Não é simples para um adolescente articular sua perplexidade. Os Incompreendidos, porém, além de ser um grande filme, deu a Jesse uma imagem de sua confusão e uma deixa para desabafar. Episódios como esse são o fio condutor de O Clube do Filme (Intrínseca; tradução de Luciano Trigo; 240 páginas; 24,90 reais), sobre os três anos de cinefilia compartilhados por pai e filho (que, entre 3 e 10 de agosto, visitam o Brasil a convite de sua editora). Há três semanas na lista de mais vendidos de VEJA, o relato evoca não apenas as dores por que passam pais e filhos, mas também aquele fenômeno meio mágico que às vezes se dá numa sala escura, diante de uma tela: uma descoberta e uma comunhão que, exatamente por prescindirem de palavras, ultrapassam o que se pode dizer.


Trocar a instrução formal pelo cinema foi uma proposta surgida do desespero. Gilmour a adotou porque o ódio à escola estava envenenando o filho e porque ver filmes lhe pareceu ser o meio mais seguro de garantir que eles tivessem uma proximidade franca e frutífera. "Mas perdi a conta de quantas vezes acordei de madrugada com o pavor de destruir o futuro do meu filho", disse ele a VEJA. O medo de que nem a alternativa da educação pelo cinema funcionasse inspirou uma série de precauções. Para que as sessões não ganhassem ar de obrigação nem terminassem por fazer de Jesse um esnobe, Gilmour tomou uma decisão brilhante: repudiou qualquer método. Filmes célebres ou obscuros, bons ou ruins, recentes ou antigos, americanos ou de qualquer outra procedência se sucederam no aparelho de DVD conforme o pai, crítico de cinema bissexto, se lembrava deles, ou conforme o humor do adolescente o determinasse. Quando Jesse caiu em tristeza profunda por causa de uma namorada, fez-se um pequeno ciclo de terror: nada como uma emoção forte para ajudar a esquecer outra.


Outra medida lúcida foi a de evitar preleções. O pai dava algumas dicas sobre o que se iria ver e cerrava os dentes para não falar além da conta. Os filmes é que deveriam falar por si mesmos, e então seria a vez de Jesse falar - ou não - sobre eles. De alguns dos títulos, ele tirou lições diretas (veja o quadro); outros o inspiraram de maneiras sutis. Jesse, hoje com 23 anos, retornou de livre vontade aos estudos, já rodou um curta-metragem, no qual também atuou, e prepara o roteiro de um longa. Sua inspiração foi Woody Allen, o cineasta com quem mais se identificou durante o aprendizado e por meio do qual identificou em si o desejo de escrever bem.


A educação heterodoxa de Jesse nesses anos recupera um tipo de convivência que se tornou raro: aquele em que pessoas se reúnem em torno de um interesse. Dos tempos pré-históricos, em que os mitos eram transmitidos de geração para geração à volta da fogueira, até o início do século XX, em que pais e filhos se juntavam para ouvir um deles ler um romance ou acompanhar uma história pelo rádio, essa é uma forma primordial de lazer - além de uma necessidade evolutiva. Nesses momentos, os mais velhos ensinam o que podem aos mais jovens e aprendem algo novo com eles; os laços se estreitam e os horizontes, por sua vez, se expandem. A vida afobada de hoje tende a limitar tais oportunidades. Nesse sentido, O Clube do Filme é um grande lembrete: os filmes, sejam eles bons ou ruins, representam o acúmulo da experiência humana da mesma forma que a literatura, a história ou a filosofia. Com a vantagem de que mesmo os adolescentes mais arredios (ou especialmente estes) adoram assistir a eles. Alguns gostam tanto que se dispõem até a conversar sobre eles. E outros ainda, como Jesse, descobrem nessa saída formulada por um pai que não sabe mais o que fazer exatamente aquilo que lhes faltava: uma porta de entrada.

Fonte: http://veja.abril.com.br/080709/escola-cinema-p-146.shtml

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ritalina não resolve

Valdeniza Sire Savino (para a revista espírita Além da Vida) valdenizasavino@terra.com.br


Aumenta em São Paulo a demanda de Ritalina (nome comercial do metilfenidato), medicamento utilizado para controlar as crianças: um milhão de caixas foram consumidas no Brasil em 2005.


“A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como só acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um espírito mais adiantado e propenso ao bem.” “A Gênese” (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira), de Allan Kardec, 18o capítulo, item 27. A marcha do progresso tem sido acelerada. Como falta ao homem o equilíbrio necessário para incorporar tantas transformações ao seu modo de viver, observamos, em paralelo a esse crescimento da tecnologia, o desrespeito à natureza e ao próximo. No Ocidente, onde o conhecimento da vida espiritual ainda não é disseminado, isso aconteceu de forma mais acentuada, provocando tantos desequilíbrios sociais. Neste início de século, estamos diante de grandes transformações que se fazem sentir e que abalam convicções solidamente arraigadas. Não obstante a largueza de recursos tecnológicos, a farta disponibilidade de dados e de informações e a vasta bibliografia científica, o preconceito muitas vezes ainda fala mais alto. Cada vez que ocorre um determinado fenômeno que desafia os padrões estabelecidos, exigindo pesquisa e análise criteriosa, na maioria das vezes, a questão se não descamba para o terreno do maravilhoso, do sobrenatural, ao sabor de multidões de místicos que se alimentam de fantasias, é rechaçada por quem se apresta a tirar conclusões apressadas, desconsiderando a necessidade de aprofundar sua apreciação. Existem aqueles que, de outra forma, recusam-se mesmo a considerar a realidade que está a um palmo dos seus olhos. Fazem vista grossa àquilo que não se enquadra nos seus conhecimentos acadêmicos ou está fora do alcance de sua cultura.


Esse é, justamente, o caso das crianças índigo. As notícias que a mídia estampa, além de confirmar essas colocações, causam-nos grande preocupação e estão, aos poucos, mobilizando pais, professores e profissionais da área da saúde conscientes da importância de entendermos o que está, de fato, acontecendo. O jornal O Estado de S.Paulo em sua edição de 2 de outubro último lançou uma denúncia: “Desafio: controlar a droga antiagitação” (veja o boxe). Segundo a reportagem, que ouviu o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney, 70% dessas crianças não precisariam tomar o remédio. A mãe [M. T. F.] de um garoto acusa as autoridades médicas: “Estão usando esse medicamento como se fosse água”. Seu filho, depois de um mês de “tratamento” com Ritalina parou de tomar a medicação, vítima de fortes dores de cabeça e náusea. Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), são na verdade crianças índigo, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos.


À parte considerações religiosas e místicas, o chamado índigo não é um ser “iluminado”. Possui inteligência e sensibilidade aguçada. São espíritos em evolução, ainda em débito com a contabilidade divina, mas apresentam características próprias de seres que avançaram mais do que nós. Como qualquer um de nós, estão à mercê do meio ambiente onde reencarnam. Sendo assim, não prescindem do amor de seus pais, do aconchego do lar, do equilíbrio familiar. Sua adaptação entre nós, seu aprimoramento moral depende desse ponto de partida: um lar equilibrado. É claro que todas as crianças necessitam viver bem em família para se desenvolver e progredir. No caso dos índigos essa necessidade é ainda mais acentuada: para desenvolverem suas qualidades, os recursos psíquicos de que dispõem, necessitam de aceitação, apoio e disciplina. Em nosso trabalho clínico observamos o comportamento, as características e necessidades dessas criaturas que pudemos identificar como índigos.


O livro “Crianças índigo”, de Lee Carroll e Jan Tober, e “Educando crianças índigo”, de Egidio Vecchio, ambos editados pela Butterfly Editora, são de grande utilidade prática em nosso trabalho. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egidio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los. Seu livro também apresenta questionários e pré-avaliações que facilitam a assistência aos índigos, o que não podemos deixar de destacar. Se a incidência de nascimento de índigos é maior hoje do que em outros tempos, por contingência das necessidades planetárias de transformação, sua presença foi notada há décadas. Um desses casos, que passou por nosso consultório, foi o de M. V., 34 anos.


Em busca de uma terapia que o ajudasse a superar problemas de ordem afetiva, procurou-nos por indicação. Em seus relatos, afirmou que sempre foi capaz de perceber o que as pessoas verdadeiramente sentiam, mas não recebeu nenhum estímulo a desenvolver essa percepção. Seu pai, já desencarnado, não enxergou o valor do filho, seu empenho em sentir-se amado. Em virtude dessa rejeição e de outros problemas paralelos, derrapou para o mundo das drogas. Passou por muitas dificuldades, mas despertou, em si mesmo, a vontade de recuperar-se. Internou-se numa clínica e venceu a dependência química. Descreveu esse período com extremo bom humor e humildade. Lá conheceu muitas pessoas que o ajudaram e que se tornaram seus bons amigos. Desempenhou muitas tarefas e, em razão de sua facilidade para se expressar, foi convidado a falar de suas experiências, sua luta contra o vício.


Hoje, distante dessa época, trabalha por conta própria, fala inglês fluentemente. Faz suas próprias regras e horários, não suporta a rotina. Sua maior dificuldade é justamente trabalhar, mentalmente, com as informações de que dispõe sobre os sentimentos de outras pessoas. Involuntariamente, sente o que está por trás das aparências e das atitudes daqueles que o cercam. Essa é uma das características marcantes dos índigos. No caso de M. V., nota-se que não foi preparado para viver suas potencialidades, que nem sequer foram explicadas ou mesmo reconhecidas por aqueles que o educaram. Esse descompasso, do qual esse exemplo é uma amostra, se amplia sobremaneira em outros casos, os quais tivemos a oportunidade de registrar. Generalizando, muitas pessoas rebatem: “Isso pode acontecer com qualquer um” ou “É mais um caso de mediunidade que não foi desenvolvida”. Dependendo delas, se forem profissionais da área da saúde, tratarão desses pacientes com medicamentos paliativos do tipo da Ritalina. Esse é o erro que muitos estão cometendo.


E quanto aos efeitos colaterais? O diferencial observável no índigo é que muito cedo se percebe sua dinâmica de personalidade: seu senso de bondade, igualdade, fraternidade, cooperativismo, caridade, e, acima de tudo, a consciência de que é ele mesmo quem deve corrigir seus erros. É muito comum notar que adolescentes índigos, solicitados a escrever histórias, revelam no conteúdo de seus relatos a preocupação com esses valores – intrínsecos à sua personalidade – sem maior importância para os jovens nessa faixa etária. Estamos apenas no começo. Muito há ainda por fazer. Poderíamos relatar inúmeros outros exemplos se tivéssemos espaço para tanto.


O que é mais importante nesse momento, no entanto, é entendermos que estamos vivendo uma nova era, um novo momento da nossa consciência planetária. Precisamos dar suporte a esses espíritos que estão reencarnando porque faz parte do nosso aprendizado comum. Aqueles que afirmam que os índigos são fruto da nossa imaginação não sabem o que dizem. No crescer dessa realidade, no avançar dos tempos, mudarão de opinião diante das constatações que estamos à beira de alcançar. Preocupam-nos apenas essas crianças que se apagam, melancólicas, entorpecidas por medicamentos, para se incorporar à triste sociedade de consumo que têm nos shopping centers o altar de sua adoração. Os tempos são chegados.


Façamos o nosso papel de pais, de educadores. Vamos nos dedicar de corpo e alma a esses pequeninos, lembrando-nos das palavras de Jesus: “Todo aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”. Educar com amor é entender a diversidade e conviver com ela, talvez o maior desafio do nosso século. Estão usando a Ritalina como se fosse água Mais de 1 milhão de caixas de Ritalina foram consumidas no Brasil em 2005. Um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A quantidade assusta a psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney. Para ela, em muitos casos as crianças são apenas reflexo da família. “Temos de nos preocupar se a criança tem os sintomas ou é uma criança sintoma”, diz. Ela conta que 70% das crianças com diagnóstico de TDAH que atende não precisariam tomar o remédio. Com M.F., de 14 anos, não foi diferente. Após ter o problema identificado na escola e com um mês de tratamento, parou de tomar o remédio por conta dos efeitos colaterais que causou. Nesse período, o garoto teve dores de cabeça diárias e seguidos casos de náusea. A solução veio com uma consulta a uma psicopedagoga e com a mudança de escola.


“Estão usando esse medicamento como se fosse água”, diz a mãe do garoto, M.T.F. (Trecho transcrito da reportagem “Desafio: controlar a droga antiagitação”, publicada na edição de 2 de outubro de 2006 no jornal O Estado de S.Paulo). VALDENIZA SIRE SAVINO é psicóloga clínica licenciada em pedagogia, palestrante do 1o Seminário de Educação e Orientação ao Índigo realizado em São Paulo em 15/11/2006.