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sexta-feira, 16 de março de 2012

Entrevista: Ingrid Cañete – Crianças Índigo: a evolução do ser humano

Entrevista concedida a Paulo Stekel por uma das maiores especialistas no tema - ©Todas as fotos foram cedidas por Tânia Meinerz

Inicialmente, Ingrid Cañete é uma pessoa gentil, para nós, uma característica espiritual por excelência. Nascida em Porto Alegre (RS), psicóloga, especialista e Mestre em Administração de Recursos Humanos, consultora de empresas, professora universitária e escritora, podemos considerá-la, sim, uma das maiores (se não a maior) especialistas brasileiras em “Crianças Índigo”.

É autora de três livros e co-autora de outros três. Seu livro mais recente, “Crianças Índigo – a evolução do ser humano”, divulgado na edição nº 10 de Horizonte – Leitura Holística, já em sua 2ª edição, é muito esclarecedor. Motivou-nos, inclusive, a solicitar esta entrevista, a qual Ingrid acedeu imediatamente. Suas respostas profundas e criteriosas sobre o fenômeno índigo informarão, seguramente, ao leitor interessado em saber mais sobre o que está acontecendo com algumas crianças consideradas “diferentes” por quem não sabe o que se passa.



Horizonte: Em seu mais recente livro, você diz que as Crianças Índigo representam a evolução do ser humano na Terra. Em que sentido isso deve ser considerado? A evolução não seria um processo envolvendo o todo da humanidade?

Ingrid: O que eu digo é que os índigos representam sim a evolução do ser humano, da espécie humana ou se quiser, da humanidade. Deve ser considerado exatamente assim. A humanidade desde seus primórdios está em constante evolução e manifesta essa evolução através de características comportamentais, físicas, emocionais, espirituais distintas que vão se mostrando e sendo observadas ao longo da história. Estas características em mutação são observadas especialmente pelos estudiosos do comportamento, como os psicólogos, por antropólogos, geneticistas, entre outros. Mas essas mutações são primeiramente sentidas e percebidas nas famílias, pelos pais e depois pelos professores que se relacionam com as novas gerações e são impactados e exigidos no dia-a-dia por essas transformações das novas gerações na medida em que se sucedem. É claro que a evolução envolve toda a humanidade e quando falamos nos índigos não estamos excluindo ninguém nem querendo criar mais rótulos que motivem fragmentações e segmentações desnecessárias e inadequadas. O termo Índigo apenas está sendo usado didaticamente para efeitos de estudo e de permitir que se faça referência às novas gerações que estão agora chegando com muitas características diferentes e que chegam em número cada vez mais massivo ao planeta Terra.
Faz parte do processo evolutivo acontecer na maior parte do tempo em silêncio e quase imperceptível, digamos, sutil. Apenas em etapas específicas e de tempos em tempos é que nos chama a atenção quando muitas mudanças, incluindo as mudanças na mentalidade, se reúnem e fazem com que essa evolução cresça e apareça aos nossos olhos. Como explica a Teoria do Caos, os sistemas de ciclo-limite são os sistemas que se excluem do fluxo do mundo externo porque grande parte de sua energia se dedica a resistir à mudança e a perpetuar padrões de comportamento mecânicos. Os sistemas de ciclo-limite são os que nos fazem sentir impotentes e incapazes de fazer as mudanças que desejamos e sabemos ser necessárias. Esses sistemas encontram-se em toda a nossa sociedade. Para que as mudanças aconteçam é preciso deixar que a energia e o fluxo do Caos se manifestem naturalmente e neste fluxo há uma ordem perfeita subjacente. Essa mudança vai ocorrendo de forma sutil e inexorável e chama-se de Efeito Borboleta ou poder de influência sutil. A influência sutil é a que cada pessoa exerce para o bem ou para o mal, por ser como é. Trata-se de um padrão vibratório de energia e, portanto, de um nível específico de consciência atuando não pelas palavras, mas pelas atitudes e por sua simples presença que influencia tudo e todos à sua volta. Tanto é que sabemos que as crianças, especialmente elas por sua sensibilidade, reagem ao que você é e não ao que você diz. Quanto mais pessoas agem e interagem pelo bem ou pelo mal, com este ou aquele nível de consciência, existe uma interação de diferentes ciclos de feedback até que, sem podermos distinguir quem individualmente provocou a mudança, ela ocorre e o sistema de ciclo-limite é rompido. É quando passamos a ver a mudança, pois ela se tornou evidente para a maioria da sociedade ou pelo menos para um grande grupo.
Por exemplo, há muitos anos os cientistas vêem observando que as crianças estão nascendo com pés maiores, o que já fez com que a indústria de calçados fizesse muitas adequações a essa mudança. No âmbito do comportamento viemos observando, especialmente ao longo das últimas duas décadas, que as crianças e jovens já não aceitavam mais o serem tratados na base do controle e imposição. E que as crianças especialmente estavam manifestando comportamentos mais maduros e assim mostrando-se mais adultas em suas respostas e atitudes.
Mas atualmente, além de algumas mudanças aqui e ali, estamos presenciando uma mudança muito mais significativa que nos permite reunir uma série de características apresentadas por um número crescente de crianças. Estas características não são observadas em todas as crianças ainda, mas em uma parcela crescente delas. Para estudar estas mudanças e seu significado é que utilizamos uma terminologia específica como o termo “crianças índigo”. E, como trata-se de uma transformação que se dá a nivel de freqüência vibratória e de nível de consciência correspondente a esse padrão vibratório, podemos dizer que essa freqüência está acessível a todas as pessoas, a toda a humanidade, mas precisa ser buscada conscientemente para que o acesso se dê com maior rapidez. Estas crianças vêm com um nível de consciência mais expandido que se relaciona com sua freqüência vibratória e, na medida em que elas chegam, vão acelerando com sua simples presença o acesso de mais e mais pessoas, adultos e crianças que não estejam ainda vibrando nesta freqüência e que, portanto, ainda não estejam acessando o mesmo nível de consciência. É importante entender que, da mesma forma que durante o processo evolutivo, que é contínuo, as crianças não nasceram todas de uma vez com os pés maiores, mas isso foi ocorrendo gradualmente, assim é com a freqüência vibratória e a consciência expandida destas novas gerações. Gradualmente toda a humanidade vai acessando mais e mais níveis elevados de consciência na medida em que busque seu desenvolvimento e evolução e na medida em que convive com estas crianças e novas gerações.
Pierre Weil, em seu livro Fronteiras da Evolução e da Morte fala sobre a inquietação dos seres humanos com relação à supervalorização do raciocínio lógico-formal. Ele comenta que por muitos anos aqui no Ocidente nós acreditamos que o limite máximo a que o ser humano pode chegar em seu processo evolutivo corresponde ao ponto em que torna-se um intelectual, um universitário ou um doutor. Essa é uma crença arraigada em nossa cultura. Entretanto ele propõe uma pergunta: “Existirá outra forma de se experimentar a realidade? Existirão outras fases evolutivas no ser humano ou será que este chegou ao máximo de suas possibilidades? Será o ser humano um 'vir-a-ser' em pleno desenvolvimento neste planeta ou será que está se aproximando do fim de sua evolução possível?
Assim, a evolução é um processo de toda a humanidade e o que se chama de fenômeno índigo é apenas uma forma de aproximarmos a nossa lente para estudarmos e procurarmos conhecer e re-conhecer em profundidade, quem somos nós, os seres humanos.”


Horizonte: O conceito de "Crianças Índigo" apareceu, como já informamos em um artigo da Revista Horizonte – Leitura Holística, em 1980, no livro "Understanding you life through color", da professora Nancy Ann Tappe (EUA). O processo de identificação do "padrão" índigo passou por canalização (Channeling). Qual a confiabilidade desse conceito, uma vez que foi embasado em informações "canalizadas"? Os autores posteriores a Tappe não teriam se aproveitado de suas avaliações e "exacerbado" as coisas, criando um "mito" índigo?

Ingrid: Na verdade, como bem me explicou o próprio Lee Carroll recentemente, o trabalho e o livro de Nancy Ann Tappe não trata sobre o tema índigos. Ela sempre estudou, pesquisou, como cientista que é, e escreveu neste livro referido sobre as cores vitais das pessoas e relacionou as cores vitais com características de personalidade e habilidades, potenciais e missão de vida que as pessoas trazem para a existência.
O que ela fez na década de 70 foi identificar a presença da cor índigo na aura ou campo energético de uma criança pela primeira vez. Isso foi possível, pois ela tem uma disfunção no cérebro que lhe permite ver o campo energético das pessoas com muita clareza. É como se ela fosse, digamos, uma máquina de bioeletrografia (antiga Foto Kirlian).
O livro escrito por Lee Carroll e Jan Tober apenas se referiu à cor vital para identificar os índigos, pois esta é uma das maneiras de se identificar a chegada destas crianças, já que ela havia identificado a presença de um novo tipo de ser humano aqui no planeta. Quanto a essas informações serem canalizadas e a pergunta sobre se elas podem ser confiáveis, o que eu posso dizer é que mesmo que não houvessem essas canalizações, nós temos muitos estudos e dados de diversos cientistas no mundo que apontam para o surgimento de uma humanidade diferente, com características distintas de outrora. Além disso, isso já era previsto por todos os estudos de civilizações mais antigas, como os maias e também nas Escrituras Sagradas. Entretanto, sobre a comunicação através de canalizações, elas estão cada vez mais freqüentes e acessíveis a um número cada vez maior de pessoas. Na verdade, todos nós temos esse acesso. Apenas o que é preciso é analisar a qualidade e confiabilidade do canal. No caso de Lee Carroll, que conheci pessoalmente e com quem converso periodicamente, sinto confiança no que ele escreve e diz, e já presenciei suas canalizações e li seus livros, sentindo que há verdade e coerência no que ele traz de suas canalizações. Existe coerência com outras teorias e, inclusive, com as ciências humanas mais avançadas, como a Física Quântica e a Teoria do Caos, a Teoria das Supercordas e a Teoria dos Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake.
Sobre canalizar, eu mesma canalizo e acredito que este é o sistema de comunicação mais avançado que está sendo disponibilizado a todos nós, humanos. É um sistema de comunicação e de relações interdimensionais. É simples para quem quiser ver assim, é complexo e complicado e talvez absurdo para quem quiser ver desta forma. Acima de tudo está o livre-arbítrio que rege nosso planeta.
Se fôssemos levar para o lado de que se aproveitaram, o que eu não acredito sinceramente, então poderíamos fazer tal questionamento a muitos temas como, por exemplo, o rótulo de hiperatividade e DDA e bipolaridade que está sendo atribuído a tantas crianças e jovens na atualidade, e que está fazendo com que certos autores, terapeutas, professores, escolas e principalmente laboratórios, ganhem muito (!) dinheiro rotulando, na maior parte dos casos com falta absoluta de provas e de competência para isso, rotulando e medicando essas crianças e jovens em série, com ritalina e também com outros medicamentos tais como antidepressivos, colocando-os no caminho de muitos distúrbios e doenças graves que esta droga pode causar, incluindo a perda de peso, tics, agressividade, câncer, crises psicóticas, ataques cardíacos e até a morte. Eu acho que a revelação do tema Índigos por parte de Lee Carroll e Jan Tober é sim um alerta e uma chamada geral para que se evite esses graves erros de “diagnóstico” e a medicação em série destas crianças e jovens que visam anestesiar e impedir a manifestação de seus melhores talentos, já que estes incomodam e desacomodam, já que têm o propósito de promover a mudança, a transformação. Essas novas gerações vêm com o potencial e a missão de romper com os sistemas de ciclo-limite de que fala a Teoria do Caos, e isso é assustador para quem está no controle hoje, para quem está no poder.

Horizonte: Entre as características dos Índigo, a mais difícil de se confirmar é a questão da "aura azulada". Como a psicologia convencional e mesmo a transpessoal têm encarado essa "característica"? Cientificamente falando, quem pode confirmar a existência de uma "aura azul"?

Ingrid: A existência da aura azul é a mais simples de ser confirmada, embora não seja necessário se usar este recurso para identificar a freqüência índigo numa criança, jovem ou adulto. O caminho é buscar um profissional competente e confiável e fazer a bioeletrografia ou antiga Foto Kirlian. Veremos ali a presença ou não do espectro azulado em coloração índigo ou não. Eu mesma já fiz minhas fotos e tenho usado este recurso para acompanhar minha própria evolução do ponto de vista inclusive de equilíbrio energético e de saúde. A Psicologia Transpessoal já está incluindo este tema como disciplina de estudo e já existem pesquisas começando a ser feitas aqui no Brasil, tais como trabalhos de monografia e de mestrado. Temos muito a caminhar, estudar e descobrir. Sem dúvida, é um campo aberto para a pesquisa.

Horizonte: Há como separar o fenômeno índigo de questões metafísicas ou realmente a solução é unir ciência e mística ou metafísica e física? A psicologia já se mostra inclinada a essa união?

Ingrid: Eu, sinceramente acho que não há como separar. Tendo para a visão holística e transdisciplinar, tanto do tema Índigos como da realidade em si e de nossa existência aqui na Terra, assim como a respeito do cosmos e de nossas relações com ele. A Psicologia Transpessoal eu creio que sim. Já não posso afirmar isso quanto à Psicologia dita tradicional, que ainda insiste em resistir a enxergar essas mudanças. É um bom exemplo dos sistemas de ciclo-limite que falei. A Psicologia tradicional que vigora no ensino acadêmico está ainda muito fechada a essas mudanças. Entretanto, o efeito sutil da borboleta está agindo e, como sabemos, é inexorável...
“A história humana é feita desta forma. Husserl, no século XX e alguns outros pesquisadores num esforço de questionamento a respeito dos fundamentos da ciência, descobriram a existência dos diferentes níveis de percepção da realidade pelo sujeito observador. Mas eles foram marginalizados pelos físicos e filósofos acadêmicos e incompreendidos pelos físicos, fechados em sua própria especialidade. De fato eles foram pioneiros na exploração de uma realidade multidimensional e multireferencial, onde o ser humano pode reencontrar seu lugar e sua verticalidade.” (Basarab Nicolescu, no seu livro Manifesto da Transdisciplinaridade)

Horizonte: A suposta imunidade dos Índigo a doenças como câncer e AIDS (conforme Maria Dolores Paoli) seria por sua origem "especial" ou, por outro lado, poderia ser atribuída a um processo biológico natural de imunidade, pelo fortalecimento das defesas do feto gerado em uma mãe infectada cujo organismo busca o reequilíbrio imunológico?

Ingrid: A imunidade dos índigos, ou seja, seu sistema imunológico fortalecido e resistente, é decorrência da ativação de quatro códigos do seu DNA. Quer dizer, ele vem programado para manifestar essa resistência maior às doenças. Em casos que temos atendido e também em muitos citados pelos autores, quando os índigos adquirem doenças na sua infância e adolescência é muito mais devido ao estresse excessivo da falta de amor, de limites e de referência adequados e até a violência a que são submetidos. Mas o que se observa nestes casos é que eles logo se recuperam, ressurgem ainda mais fortes e energéticos, com uma vitalidade impressionante, lembrando muito fênix que ressurge das cinzas. Agora, é claro, são seres humanos, e como o processo de evolução é dinâmico e holístico e transdisciplinar, não podemos ignorar também as influências biológicas naturais atuando e dando um colorido particular à trajetória de cada indivíduo, incluindo os índigos.

Horizonte: Algumas das principais características atribuídas às Crianças Índigo não foram sempre comuns em uma parcela das crianças em geral, como hipersensibilidade, muita energia, resistência à autoridade, aprendizado pela exploração, bloqueios de aprendizagem, não suportar ameaças, etc.? Não são coisas pertinentes ao desenvolvimento infantil em geral?

Ingrid: O que se analisa é um padrão de características que andam juntas e não características isoladas para estudar os índigos. De qualquer modo, claro que sempre houveram crianças e jovens com hipersensibilidade, por exemplo. Esses, possivelmente, se fôssemos analisar de perto poderiam ser identificados como índigos presentes em menor número em outras épocas ou não, apenas como seres mais sensíveis do que outros. Sabemos que freqüência índigo está presente aqui na Terra, em casos raros, desde a época de Cristo, como diz Josenildo de Carvalho, autor de um livro sobre índigos ainda inédito, aqui no Brasil. Sabemos que Einstein, Van Gogh, Gandhi, provavelmente foram seres de freqüência índigo e pioneiros que estiveram aqui e sofreram muito por estarem em meio a uma freqüência muito densa que predominava na Terra na época em que viveram.

Horizonte: José Manuel Piedrafita Moreno diz que muitas Crianças Índigo simplesmente não trazem consigo "cargas cármicas". Como isso é possível, considerando que "carma" é o produto da ação no mundo manifestado e só cessa, segundo os orientais, com a Iluminação? Os Índigo seriam "iluminados"?

Ingrid: Bem, isso é o que este autor diz. Entretanto, outros autores colocam que os índigos trazem, sim, alguma carga cármica, se bem que menor e que, por causa disso, eles trazem alguns sintomas relacionados a essa carga. Por exemplo, estamos vendo muitas crianças nascendo com refluxo esofágico que, segundo uma colega médica, que recebeu informações através de canalização, o refluxo está ligado a que estas crianças sabem que têm uma missão, sabem que será difícil, desafiadora e, diante disso, exitam e somatizam, devolvendo como refluxo numa manifestação da dificuldade de engolir o alimento e de digerí-lo, o que equivale à dificuldade de aceitar esta missão, que contém carga cármica, sim.
Não acredito que os índigos já nascem iluminados, no sentido em que os orientais se referem de que um iluminado seria aquele que já alcançou a plenitude, a unidade com a essência e a luz. Mas acredito que os índigos nascem com a consciência expandida, mais expandida do que aqueles que ainda não vibram nesta freqüência. Assim, eles estão mais iluminados neste sentido, já que consciência é luz e quanto mais a expandimos, mais nos iluminamos.

Horizonte: Qual a verdadeira origem dos Índigo? Seriam espíritos vindos de outros mundos, como pensam algumas correntes? Extraterrestres, segundo outras? Ou nada disso?

Ingrid: Os índigos, em termos de origem, segundo o que já li e pesquisei, são sim seres vindos de outros planetas, como consta, inclusive, na nossa origem como espécie humana. Mas não todos eles, e sim uma parcela deles. Se eles são espíritos de outros planetas eles são, portanto, extraterrestres, porém como eu disse, não todos, uma parcela deles. Agora, o que julgo mais importante é não fantasiar sobre isso e buscar uma compreensão mais profunda sobre o que significa outros mundos ou outros planetas, quem são os extraterrestres. Tudo está conectado com a nossa própria origem. Nós somos, provavelmente em grande percentual aqui na Terra, extraterrestres, ou seja, seres que vieram de outros planetas e ajudaram a povoar a Terra. A vida existe em muitos níveis de realidade e em muitos planetas, assim como em outras galáxias. Não há porque duvidar disso e a mim parece tão simples essa possibilidade. Entretanto, não estou querendo convencer ninguém daquilo que acredito. É apenas o modo como eu sinto e acredito. Já que existem tantas crenças diferentes da origem da humanidade, o que posso dizer é que cada um deve sentir primeiro e depois buscar a verdade que ressonar como verdade com sua essência. Não acredite ou se deixe convencer por ninguém. Encontre dentro de você a verdade através de sua própria conexão com a Fonte, com Deus. Sugiro um livro muito importante neste sentido que é o livro O Código de Deus, de Gregg Braden, como leitura muito esclarecedora sob muitos aspectos sobre nossa essência e origem. Além deste, temos livros como Yo Vengo del Sol, escrito pelo menino que hoje já é um jovem argentino chamado Flavio Capobianco, e que não só falava desde pequeno sobre seu planeta de origem, como conta detalhes da vida neste planeta e detalhes de como formou-se nossa espécie humana. Ele acrescenta desenhos muito específicos e esclarecedores tanto quanto impressionantes. Também o livro El Niño de las Estrellas, de Phoebe Lauren, que foi escrito pela mãe de um menino chamado Marcos, que viveu só até os dez anos de idade e que desde pequeno contava que vinha de um determinado planeta, contava detalhes da vida neste mesmo planeta e que já tinha estado na Terra e tinha sido filho deste mesmo casal. Explicava para a mãe que ele iria partir em breve e que ela deveria escrever livros sobre tudo o que ele lhe contava e ainda contaria.
Agora, na medida em que falamos de seres humanos, os índigos são seres humanos mais evoluídos que estão encarnando ou nascendo aqui e chegando em número crescente, manifestando o potencial que existe em todos os seres humanos de forma mais ativada, com um DNA ativado, ou seja, quatro códigos a mais ativados, o que faz com que esses potenciais que todos possuem se manifeste e impressione muito. São dons e capacidades que parecem fantásticas e que antigamente se classificava como fenômenos metafísicos, mas que hoje em grande parte a ciência já comprova e podem ser considerados fenômenos físicos. Na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), os experimentos mostraram que, ao mesclar células destas crianças com doses letais do vírus da AIDS e com células cancerosas, não houve alteração. Essas crianças não contraíram as doenças e suas células não sofreram alteração.
Eu poderia me estender mais, mas vou finalizar esta resposta com a citação que fiz na palestra mais recente sobre o tema:

“A Nona Visão... A Cultura Emergente:
Como todos nós evoluímos para melhor conclusão de nossas missões espirituais, serão completamente automatizados os meios tecnológicos de sobrevivência, permitindo que o ser humano focalize sua atenção nos eventos de sincronicidade que contribuem para o seu crescimento pessoal e coletivo. Tal crescimento permitirá que o ser humano ingresse em estados de consciência mais elevados, transformando, inclusive, a densidade do seu corpo, que passará a ser cada vez mais sutil e se unirá a uma dimensão de existência pós-vida, colocando um fim ao ciclo sucessivo de nascimento e morte.”
(James Redfield, no livro de sua autoria, A Profecia Celestina)

Horizonte: Agradecemos a gentileza de ceder-nos essa entrevista. Gostaríamos que a encerrasse discorrendo sobre a missão que teriam os Índigo em nosso mundo daqui por diante.

Ingrid: Os índigos têm como missão principal romper com os padrões vigentes, com as fronteiras estabelecidas por estes padrões e com os valores e leis humanas que se estabeleceram ao longo do tempo e que determinaram que chegássemos ao estágio atual de degradação social e ambiental e de desigualdade e injustiça, devido a que se perdeu a conexão com a fonte de toda a vida, com a essência, com a luz ou, se quisermos, com os valores fundamentais e mais elevados.
Os índigos vieram para provocar e cutucar, desacomodar, sacudir e fazer a humanidade parar e pensar, repensar e reavaliar os seus valores, seu rumo, as conseqüências de todas as suas atitudes até aqui. Eles vieram para fazer tudo isso, porém, com muita sabedoria e amor, sempre guiados pela força do amor que é fortemente manifesto por eles. Os índigos vêm para promover a mudança, especialmente do modelo educacional vigente e a construção de um novo modelo educacional com base no amor incondicional, na consciência, na criatividade e na espiritualidade que vise à criação de um mundo de paz, um mundo mais humano e mais evoluído para todos, onde as desigualdades e preconceitos sejam simplesmente eliminados. Eles vêm como arautos da paz, preparar o “terreno” para a chegada em massa das crianças com uma freqüência ainda mais sutil, que são as crianças cristal.
Os índigos vêm para serem os líderes que criarão as novas empresas e novas formas de gestão, que criarão novas formas de governar e de educar e que nos guiarão na direção desta transformação da realidade e do planeta. Eles vão nos guiar na direção de um mundo fraterno, amoroso e pacífico. É claro que para isso ainda precisamos de mais duas ou três gerações para que se configure essa nova realidade. Mas tenhamos certeza, ela está em marcha e não haverá retrocesso...
Obrigado pelo espaço e pela oportunidade de divulgar minhas idéias, e desejo estar contribuindo para o estudo e para a pesquisa em torno deste tema tão atual e importante quanto urgente.







 
Fonte: http://revistahorizonte.blogspot.com/2007/09/entrevista-ingrid-caete-crianas-ndigo.html

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aniversário do Mensageiro do Sonho


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Março é o mês de aniversário do Mensageiro do Sonho.O mês que encontrei coragem e espaço para expressar e compartilhar o apaixonante e necessário tema sobre a Nova Humanidade. Primeiro foram as  Crianças Índigo e Cristais, hoje existem várias outras denominações tais como Crianças Arco-iris, Crianças Diamantes, Crianças das Estrelas e outras mais.

Há sete anos atras quando tive contato pela primeira vez com o assunto, através de um  artigo do livro de Lee Carrol , Crianças  Índigo- o primeiro livro sobre o tema-  quando pesquisava sobre educação, senti uma profunda conexão com o assunto ao mesmo tempo em que o considerava meio que um sonho e/ou ficção científica. Hoje entendo que atraimos para nós aquilo que nós corresponde através de nossa busca, sentimentos e escolhas e essa pesquisa/busca ajudou-me a ter consciencia de que escolhi descobrir-me.

Minha motivação e entusiasmo ao publicar sobre o tema era atingir o publico brasileiro, pois a maioria dos artigos que encontrava estavam em outros idiomas e nessa época minha mente ainda não estava globalizada e nem pensava na hipotese de que os brasileiros, que viviam em outros cantos do mundo pudessem acessar o blog. Esta foi a minha primeira grande e grata surpresa: a compreenção de que hoje não existe mais separação e que as fronteiras, são divisões criadas em nossa consciencia, pois todos somos cidadãos do mundo.

O tema Índigo/Cristal é considerado polêmico, debatido e combatido por alguns meios considerados espiritualistas, mas que chega finalmente a terceira etapa, baseada em minha propria experiencia e ao beber da fonte de Arthur Schopenhauer: “Toda verdade passa por três etapas: primeiro, ela é ridicularizada. Depois, é violentamente antagonizada. Por último, é aceita universalmente como auto-evidente.” 

Neste caso a verdade para mim se evidenciou quando chegou ao maior meio de comunicação de massa; a Tv, no formato de telenovela. "Amor Estranho Amor" http://tvg.globo.com/novelas/amor-eterno-amor/index.html. Ver isso num canal aberto é um verdadeiro presente, depois de alguns anos de indiferença, ignorancia e descaso.Mas, enfim, temos que estar prontos e abertos para compartilhar desde a menor a maior conquista neste processo do Despertar de Uma Nova Consciencia e portanto de Uma Nova Humanidade.

Quero então, agradecer a todos e a cada um que lê, segue, comenta e compartilha as informações aqui contidas, por esses 3 anos de verdadeira aventura, paixão, alegrias e as vezes algum chorôrô pela descoberta de nós mesmos.

Muitíssimo obrigado a todos,  um grande e amoroso abraço e Espavo*para todos voces.

Sandra Ferris


*Espavo é uma saudação lemuriana que significa dizer: "Obrigado por assumir o seu poder".



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A VIDA INTRAUTERINA COM AMOR

Susana Rodríguez Liendo

Tudo e todos no universo estão em permanente mudança.

Escritores, filósofos, místicos e físicos concordam com esta idéia.
É assim, a humanidade está mudando, limpando, para chegar a manifestação de uma nova humanidade. Ela já está conosco desde alguns anos. E nos perguntamos: chegaram de outro planeta? São pessoas especialmente capacitadas que já estiveram aqui anteriormente? Etc. E a resposta é tão simples… sabem quem é esta nova humanidade? Nossos filhos. Sim, eles em suas diferentes idades são esta humanidade que se espera, inclusive profetizados em livros como a Bíblia e outros. Os grandes mestres do Oriente e do Ocidente nos trouxeram em distintas épocas o ensinamento do amor… e as crianças são puro amor.
Alguma vez você já se perguntou o que sentiu no ventre de sua mãe ou há atitudes em você que não entende e que não sabe sua procedência? Em especial surgem estas interrogações nas mulheres durante a gestação. São tantas as mudanças e vivencias que sentem as futuras mamães, que perguntamos a nossa mãe: e você também sentia as “patadinhas”? Que desejo tinhas? Chorava ou sorria e sentia que eu me movia? E assim muitas interrogações mais.
Desde meados dos anos 70, autores como Frederick Leboyer publicaram livros como Birth without Violence ( Nascimento sem Violência, Rochester, VT: Healing Arts 1975/1996), orientando as gestantes no momento do parto; este método Leboyer se difundiu rapidamente.
Nas décadas de 70 e 80 se intensificou a investigação da vida intra-uterina. Alguns dos autores precursores do tema são os doutores Thomas Verny e John Kelley, com seu livro A vida secreta da criança antes de nascer (Ed. Urano 1981/1986). Fizeram-se estudos com as gestantes para comprovar se o feto escutava, percebia a luz, sentia os sabores, era sensível aos estímulos táteis (7 semanas) e percebia em geral o que a mãe vivenciava.
E sim, efetivamente se comprovou que, segundo a etapa gestacional, o feto podia:
- Ouvir (14 semanas),
- Reagir à luz (28 semanas),
- Sentir os gostos (14 semanas), etc.
Isto deu origem para estar consciente disto e a começar a preparar as gestantes com cursos de psico-profilaxia, os quais seguem oferecendo e que são de grande valor e utilidade para o bom desempenho da mãe no parto.
O que mais é evidenciado é que o feto sente e percebe os sentimentos da mãe. E como pode fazê-lo? Através da energia. Todo o universo é manifestação de energia. Você acha que nós o experimentamos? Coloque duas pessoas frente a frente, esfregue suas mãos e depois coloque-ás uma de frente a outra. O que sentem? Calor, não é verdade? Agora pegue um clip e um fio. Introduza o fio no clip, amarre o fio de tal maneira que o clip enganche no fio. Sujeite o fio e estabilize o clip, para que não se mova. Agora em silencio dê qualquer destas ordens: 1) para frente, para trás; 2) para a esquerda, para a direita; 3) em círculo. Verá que nem que seja um milímetro o clip obedeceu a sua indicação, não é?
Pois, já constatamos que somos energia. Energia corporal e energia em pensamento que se manifesta fisicamente por meio do sentimento-intenção. Imagine então quão importante são nossos pensamentos e sentimentos, ainda mais na gestação.
Durante a gestação devem ser levados em conta os fatores de risco. Entre eles o mais relevante é o stress. Na atualidade somos muitas as mães que trabalhamos estando expostas a tensões laborais, ocasionadas também por razões que variam desde a índole pessoal até a econômica. Tudo isto gera stress. A gravidez é um acontecimento que às vezes chega a nossa vida de surpresa e aceitá-la é um processo, o qual também pode gerar stress.
Os efeitos do stress na gestante são pouco difundidos, a pesar de ser tão importante tomar consciência deles para reverter seus efeitos. O hormônio cujos níveis de segregação se elevam com o stress chama-se Cortisol, e este produz uma quebra no equilíbrio emocional da mãe, afetando principalmente o desenvolvimento do sistema nervoso central (SNC). Isto deriva numa desorganização na maturação neurológica do feto e posteriormente no bebê.
Os níveis altos de Cortisol ocasionam, no feto, nascimento prematuro, subdesenvolvimento do cérebro, sub-peso ao nascer e, na gestante, pré- eclampsia (hipertensão e suas complicações).
Neste momento leia o seguinte exercício seguindo estas indicações (uma vez terminada esta pratica, continue lendo):
Coloca um espelho ao teu lado. Sente-se e feche os olhos, respire profundamente e exala toda a sua tensão. Agora põe tuas mãos, uma sobre a outra em cima de seu coração. Lembre-se de uma pessoa que amas, pode ser seu filho, seu marido, pais ou lembre-se de um belo evento em sua vida. Experimente este sentimento por um minuto. Agora pegue o espelho e olha-te. O que você vê? Está radiante, feliz, com um gesto doce?
Bom,  o que apareceu em você, a nível orgânico, foi o hormônio V.P.I. (Péptido Intestinal Vaso Ativo) que se libera em atos de amor. O hormônio do Amor regula todo o corpo, melhorando o sistema imunológico, o fluxo sanguíneo, o sistema cardíaco e a psique da gestante. Estes fatores favorecerão o desenvolvimento de um ótimo sistema nervoso central, como o de crianças com um bom nível de aprendizagem, mais fortes, mais sadios (bom sistema imunológico), mais hábeis, mais criativos, com bom desenvolvimento da linguagem, melhor comunicação, mais sociáveis e harmoniosos.
Como temos visto, os pensamentos são energia e é, principalmente, através da energia que a mãe se comunica com seu bebê. Também falamos do stress e da repercussão negativa deste sobre a mãe e o bebê. Experimentamos sentir bem-estar e já sabemos que estados como estes beneficiam você, seu marido e, sobretudo seu bebê.
Você pode perguntar: como faço para estar tranqüila a pesar de tudo? Você experimentou isso, lembra-se? Somente desacelera, para e revive em tua mente um sentimento, um momento de amor. Você pode conseguir harmonia em sua vida como esposa, psicológica e socialmente.
Nestes tempos há uma grande corrente de pessoas que dão cada vez mais importância ao ser humano em seu aspecto holístico; quer dizer, ao ser integral: corpo, mente e espírito. E o ser humano é assim desde sua concepção. E assim é!  Com certeza já terás dado conta de quão importante são estes nove meses, não é verdade? Nesta maravilhosa etapa podes utilizar várias ferramentas para contribuir para com a ótima formação deste ser integral.
O objetivo é harmonizar as gestantes em três aspectos: físico, mental e emocional-espiritual. Perceberemos que em alguns casos a mesma ferramenta é efetiva para os três aspectos.


Físico:
-    Técnica de fluidez energética:
O Tai Chi-Qigong, “é uma atividade, cujos movimentos respeitam as leis fisiológicas do organismo, sendo o relaxamento e a concentração seus princípios fundamentais”. Regula os níveis de energia e solta as vias afetivas (ombros, braços e mãos) para que a mãe possa transmitir a energia amorosa a seu bebê no ventre de forma efetiva e natural. Também relaxa a mente.
- Pratica do Yoga para relaxar e flexibilizar o corpo. Também relaxa a mente.
- Técnicas de respiração.
- Técnicas de relaxamento.

Mental:
-    A técnica de relaxamento guiada também relaxa a mente.
-    Utilização de afirmações. Fazer um relaxamento dos temores que existam quanto à gravidez e ao bebê. Depois converter estas frases ou orações de forma positiva. Gravá-las em cd e escutá-las ao despertar ou quando for descansar. Recitá-las em voz alta para que você as escute e possam ser gravadas em seu subconsciente. Exemplo: Medo do parto. Afirmação: Eu tenho um parto feliz, seguro e relaxado. Toda afirmação deve começar com eu sou, tenho, sei, sinto, etc.

Emocional
-    Descubra o que mais gosta de fazer. Pode ser dançar, cantar, escrever, desenhar e colorir. Alguma atividade que gere sentimentos e sensações de bem-estar. Ao praticá-lo, estarás tomando atitudes positivas. Que energizarão você e seu bebê.
-    Desfruta da natureza.
-    Exercita teus sentidos: cheire, sinta e olhe o belo. Elimine a  televisão e as notícias.

Espiritual:
-    Agradeça ao Universo-Deus-Cosmos, seja qual for a denominação que lhe dê tudo o que tens.
-    Abençoe seu bebê e diga-o em voz alta com sentimento.
-    Aprenda a guardar silêncio uns 10 minutos por dia.
-    Medita em seu coração e conecta-te com seu bebê, de coração a coração.

Na vida diária:
Recomenda-se estar em contato com a natureza e levar uma boa alimentação, como também um controle médico. Dialoga muito com seu parceiro e conta-lhe o que fazes com seu bebê para que ele também o faça.

A importância dos hemisférios cerebrais
Nos últimos anos, graças às investigações em fisiologia e seus avanços, tem-se descoberto que o corpo caloso das crianças de hoje é mais desenvolvido. Este interconecta os dois hemisférios cerebrais. O corpo caloso será mais grosso segundo as interconexões que se realizem entre um e outro hemisfério. Devido a isso as crianças de hoje recebem mais estimulação desde a gestação e pela memória gravada em seus genes de geração em geração (memória genética), é que há mais informação que passa de um hemisfério a outro (mais interconexões), engrossando-se necessariamente o corpo caloso para filtrar informação. É como um computador, neste existem dois tipos de memória: a memória do disco duro (que é permanente) e a memória RAM (temporária para os dados atuais, que logo são fixados no disco duro, sempre e quando haja memória disponível neste).
De igual forma isso se passa com o cérebro humano. A criança quando nasce tem “o disco duro e a memória RAM” zerada e disponível para gravar informação. Durante a gestação estão se formando as interconexões entre os neurônios baseadas na informação (estímulo que recebe). Assim nasce o bebê e é importante que, para que continue gerando interconexões nele, siga estimulando-lhe. Daí a importância dos programas de estimulação desde cedo.
A partir das investigações de Roger Sperry (Premio Nobel de Medicina em 1981) fala-se da lateralidade do cérebro. As funções do cérebro se repartem entre o hemisfério esquerdo e hemisfério direito; desempenhando papeis distintos.
Segundo os neuro-cientistas, devido a este par de hemisférios, o homem possui duas formas de conhecimentos, dois modos de processar a informação.




Como foi comentado, devido a uma maior interconexão entre ambos os hemisférios, as diferentes funções se mesclam de forma natural nestas crianças que tem maior potencialidade de serem mais integrais e mais equilibrados.
Por outro lado, crianças “hiperativas” é sabido desde muitos anos atrás, que a informação era insuficiente para a grande capacidade cerebral que tinham e ao gerar tanta energia isto os inquietava. Na atualidade a informação recebida por estas crianças é maior, sabendo-se aumentada sua capacidade cerebral, necessitam ainda mais de informação e estímulos (é importante a estimulação sensorial pré-natal e logo ao nascer) razão pela qual os programas educativos são curtos e defasados ante as necessidades requeridas pelas crianças de hoje. Os benefícios da manipulação do stress e sua factível eliminação na gestante, por meio do método holístico-integral (corpo, mente, espírito), também redunda na melhor formação do sistema nervoso central e do cérebro, incluindo evidentemente o corpo caloso e, por conseguinte a melhor interação entre os hemisférios cerebrais, formando-se desde a gestação crianças em harmonia e com alto potencial de aprendizagem e desenvolvimento em todas as áreas.

Meditação de coração a coração de boas vindas ao bebê Índigo para um parto holístico.
Um mês antes do parto comece a praticar a seguinte meditação: primeiramente relaxe, sente-se em um sofá, mantenha a coluna reta. Fecha os olhos e inala profundamente, exala como se fosse um suspiro, suavemente, mas com a boca entreaberta. Faça esta respiração três vezes de forma suave e relaxada.
Visualize a casa, o sofá onde está sentada e agora começa a imaginar teu corpo. Sente e visualiza teus pés. Imagina que inalas uma luz de cor azul intenso (Índigo) que entra pela sua cabeça e ao exalar conduza-a para seus pés que se tornam da cor azul Índigo. Agora sobe e imagina teu calcanhar, panturrilhas e joelhos, inala a luz Índigo e exala para estas partes do seu corpo. Sinta-se leve e relaxada, muito solta e relaxada. Agora sobe para suas coxas e sexo, inala a luz Índigo e exalas para estas partes.
Ao chegar ao ventre visualize a cor rosada, de amor incondicional; inala luz Índigo e a conduza para seu ventre. Continue subindo, para o teu plexo solar e coração, inala luz Índigo e exala para estas partes.
Mudamos de lado e nos dirigimos para sua coluna vertebral, vá sentindo e vendo suas vértebras, uma a uma, relaxando-as e enviando-lhes luz Índigo.
Chegamos a nuca e o pescoço, solte-o, inale e exale cor Índigo. E vá se soltando suavemente. Essa cor e essa sensação baixam por seus ombros, seus braços, mãos e dedos. Tuas mãos estão sobre suas pernas e as palmas das mãos para cima.
Sentes um calor, não é? É o calor da cor Índigo de paz e harmonia. E azul é a cor do mar, do céu, da frescura. Inalas e veja a luz Índigo entrar por sua cabeça e preencha-a toda até converter-se em uma cabeça de azul Índigo.
Já estás relaxada. Dirija seu foco para sua respiração de novo, inala e sinta suas mãos cálidas e de cor azul, são duas tochas de cor azul. Põe suas mãos sobre teu ventre. Estás passando essa cor e essa sensação de relaxamento para seu bebê. Repete em voz baixa e terna: “Você e Eu somos uma equipe…”
Agora te concentra em seu coração e ponha uma mão sobre este. Sinta que quando inalas o ar entra por seu coração e sinta o movimento de seu peito; para fora quando inalas e para dentro quando exalas. Seu coração é da cor rosa de amor incondicional, que é o que se sente por um filho. Seu coração cresce e sentes todo o amor por seu bebê. Desde seu coração para seu ventre imaginas um tubo de luz dourada. Por este tubo envia mensagens a teu bebê, mensagens de amor, de harmonia, de tranquilidade. Fale ao seu bebê a partir do seu coração. Agora podes ver seu bebê em seu ventre e encontrar seu pequeno coração. Torne a ver seu coração rosado, o tubo dourado de comunicação amorosa, e a seu bebê em liquido amniótico de cor Índigo.
Vê seu coração rosado também e lhe diga: “Você é um bebê perfeito, saudável, forte, belo. Eu te amo e te aceito como és. Você e Eu somos uma equipe. Em um mês você nascerá e trabalhamos em equipe para isso, eu relaxo e você também. No momento em que estiver nascendo eu inalo e me contato contigo e quando exalo você relaxa e empurra. Eu te ajudo para que saia e você me ajuda empurrando porque Você e Eu somos uma equipe” (Fim da meditação).
Utilizando diferentes ferramentas integrais-holisticas é possível, como mães gestantes, conseguir a harmonia e a tranquilidade, eliminando o stress. Ao manipular o stress criamos um ambiente de tranquilidade para nosso bebê, para nós mesmos e para nossos parceiros. Esta harmonização se verá refletida no bebê com um  ótimo desenvolvimento, com um parceiro integrado as novas condições e com  uma tranquilidade interna consigo mesma. Sua gravidez levada da maneira explicada será uma contribuição para a formação de um ser integral e para um mundo melhor.


Referencias:

Leiva Meza, Martha, Estimulación Sensorial Prenatal, EFH, Ed. Family ’s House, Lima, Perú.
Cap. V, pp. 37 y 39.
Cap. VI, p. 52.

Conversación con el Dr. Carlos Battilana, Médico Internista e Investigador, Lima, Perú.

http://espanol.geocities.com/bioludica/potencial-cerebral/potencial.htm
Bioludica. Potencial Cerebral.

Tradução para o portugues: sandraferris@globo.com
Fonte: Extraido do livro, “A Consciencia Índigo,  Passado Presente”.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Respiração


Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo de pensamentos.
Sem elas, o pensamento se torna repetitivo, desprovido de inspiração, sem nenhuma centelha criativa - e é assim que ele é para a maioria das pessoas. Não precisamos nos preocupar com a duração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. Aos poucos, elas irão aumentar por si mesmas, sem nenhum esforço de nossa parte. Mais importante do que fazer com que sejam longas é criá-las com frequencia para que nossas atividades diárias e nosso fluxo de pensamento sejam entremeados por espaços.

Certa ocasião alguém me mostrou a programação anual de uma grande organização espiritual. Quando a examinei, fiquei impressionado pela rica seleção de seminários e palestras interessantes. A pessoa me perguntou se eu poderia recomendar uma ou duas atividades. "Não sei, não. Todas elas me parecem muito interessantes. Mas eu conheço esta: tome consciência da sua respiração sempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá uma experiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer uma dessas atividades. E é de graça."

Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço. É uma maneira de gerar consciência. Embora a plenitude  da consciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levar a consciência a essa dimensão.

Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdômen se expande e se contrai ligeiramente quando você inspira e expira. Basta uma respiração consciente para produzir espaço onde antes havia a sucessão ininterrupta de pensamentos.

Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. Mesmo que você medite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixá-lo consciente. O resto são lembranças ou expectativas, isto é, pensamentos.

Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos. A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego - sobretudo no ponto de parada no fim da expiração - antes de começar a inspirar de novo. Muitas pessoas têm a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamos consciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha.

Como a respiração não tem forma própria, ela tem sido equiparada ao espírito - a Vida sem uma forma específica - desde tempos ancestrais. "O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida; e o homem se tornou um ser vivente." A palavra alemã para respiração - atmen - tem origem no termo sânscrito Atman, que significa o espírito divino que nos habita, ou o Deus interior.

O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciência da respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzir consciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é um objeto, não tem contorno nem forma. O outro motivo é que a respiração é um dos mais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a "menor coisa", que, segundo Nietzsche, constitui a "melhor felicidade". Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração como verdadeira meditação formal. No entanto, a meditação formal não substitui o empenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana.

Ao tomarmos consciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar no momento presente - o segredo de toda a transformação interior, espiritual. Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente no presente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientes da respiração ao mesmo tempo.

A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe de estarmos em transe ou semi-despertos, permanecemos acordados e alerta. Não ficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. E, se observarmos com mais atenção, veremos que essas duas coisas - nosso pleno estado de presença e a interrupção do pensamento sem a perda da consciência - são, na verdade a mesma coisa: o surgimento da consciência do espaço.

(pg. 211 do livro O Despertar de uma Nova Consciência de Eckhart Tolle - Ed. Sextante)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções


(por Gregg Braden)

A seguir, três assombrosos experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e sua autocura em consonância com os sentimentos da pessoa (... )
EXPERIMENTO 1
O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desse recipiente.
Esse era o resultado esperado. Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Dessa vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.
Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz?
Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.
EXPERIMENTO 2
Esse experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a "estímulos emocionais" provenientes de videoclipes que geravam emoções ao doador. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.
Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas) o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão.
Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.
Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso?
Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
EXPERIMENTO 3
O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)
Esse experimento relaciona-se diretamente com a situação com o antrax. Nesse experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais prístina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações.
28 amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.
1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos esticando-se.. O DNA tornou-se mais grosso. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.
Você há se sentiu alguma vez "descarregado" por emoções negativas? Agora já sabe por que seu corpo também se descarrega!
Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.
Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde,sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.
Essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos.
Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.
Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.
RESUMO:
O que tem a ver os resultados dessas experiências com nossa situação presente?
Essa é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O EFEITO DE ISAÍAS, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam.
Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.
É assim que criamos nossa realidade, ao a escolhermos com nossos sentimentos.
Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que pela Lei do Universo atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se você focar em temer qualquer coisa, seja lá o que for, estará enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que você mais teme.
Em troca, se você puder se manter com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e focar-se em trazer mais disso para sua vida, automaticamente conseguirá afastar o negativo. Com isso, você estaria escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com esses sentimentos.
Pode-se prevenir o contágio do antrax, ou de qualquer outra gripe ou vírus, ao se permitir sentimentos positivos que mantêm um sistema imune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.
Busque algo pelo qual você possa estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que você poderá ter."
Fonte original:

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

As Crianças Índigo


 

(Inês Baptista)

(Artigo publicado no número de Fevereiro da Revista portuguesa "Pais e Filhos", da autoria da sua diretora, Inês Baptista).

Sensíveis, intuitivas, criativas, algumas com capacidades paranormais, quase todas resistentes à imposição de autoridade e capazes de formular as suas próprias teorias acerca do mundo, as crianças índigo chegam com a missão de transformar a humanidade. São seres da nova energia, arautos da paz, mensageiras da luz. Estão a nascer em todas as casas e é importante aprender a reconhecê-las. Há quem lhes chame «Crianças das Estrelas», «Crianças do Milênio», «Crianças da Luz». Quem acredite que são «os seres humanos do futuro», quem defenda que chegam a terra «saturadas de uma vibração anímica» que, até agora, não era comum e quem garanta que «sabem quem foram e o que vieram fazer nesta vida». Nancy AnnTape, uma conhecida parapsicóloga americana, foi quem primeiro as designou como«crianças índigo», depois de ter constatado que era essa a cor da aura que as envolvia. Uma cor azul-índigo que está conotada com o sexto chakra, também conhecido como «terceiro olho». Em termos simbólicos, este é o chakra da percepção consciente da essência, aquele que nos permite ver para além do mundo palpável e nos dota de faculdades psíquicas para podermos perceber os arquétipos. Não será, assim, pura coincidência o fato de as crianças índigo serem particularmente sensíveis, extremamente intuitivas, e que algumas tenham capacidades paranormais. E mesmo que à primeira vista não seja fácil distingui-las no meio das crianças comuns, os entendidos garantem que elas são cada vez mais em maior número e que estão espalhadas por todo o planeta. À luz de uma perspectiva mais esotérica, o grande dom destas crianças é essencialmente espiritual. Algumas podem até ser superdotadas em termos cognitivos e/ou de aprendizagens, mas não é isso o que realmente as diferencia das outras. Para quem acredita na teoria da reencarnação, as crianças índigo são velhas almas de regresso ao planeta Terra, cuja missão é transformar profundamente a humanidade e o mundo.
Não se pense, porém, que o fenômeno índigo se esgota nas explicações esotéricas da Nova Era e dos seus seguidores. Nelson Lima, neuropsicólogo, diretor do Instituto da Inteligência e da Academia de Super-dotados, Membro da Academia de Ciências da Califórnia, Investigador da Bircham University, entre outras coisas, é apenas um dos muitos cientistas que tenta dotar este fenômeno «de uma teoria credível». Por isso se propõe «analisar os aspectos culturais e sociais que lhe estão associados (e,eventualmente, os espirituais e religiosos)». E explica: «Embora não adote a versão espiritual, não posso, de maneira nenhuma, dizer que não existem fenômenos espirituais, pois todos sabem que existem. No entanto, vejo as crianças índigo de outra perspectiva e, para mim, elas são crianças da nova era, produtos próprios de um novo tempo que criamos, de uma verdadeira tecnosfera que envolve o planeta.» Habituado a trabalhar com crianças especiais – no Instituto da Inteligência fazem-se, todos os dias, testes para descobrir meninos superdotados – Nelson Lima está familiarizado com uma nova geração que «não tem nada a ver com as crianças de há 30 ou 40 anos.»No entanto, ele próprio admite que este novo conceito de «índigo» ultrapassa os aspectos da super-dotação. «A arquitetura cognitiva das crianças de hoje é totalmente diferente, já que existem muito mais ligações entre os neurônios. Nos índigo, para além desse aspecto, parece haver uma capacidade inata para entender o mundo e as leis que o regem. Eles conseguem ter uma visão holística dos problemas, uma inteligência espiritual fora do comum. Adotando uma linguagem ligada ao espiritualismo, eu diria que os índigos têm uma alma muito grande. Digo ‘alma’ no sentido em que Jung diria... Alma. » Seja em que sentido for, parece haver certo consenso entre a perspectiva esotérica e a perspectiva científica. É a alma das crianças índigo que as torna especiais, mesmo que essa alma seja, como defende Nelson Lima, «uma criação da mente».

Geração de emergência

Independentemente da fé que se professa ou da ciência que se pratica, não é difícil perceber que o mundo atravessa momentos de mudança. A Era de Aquário não é apenas uma expressão que está na moda, mas uma indicação precisa de que estamos a passar para um novo ciclo. Deixamos a Era de Peixes, marcada pela violência, pelo materialismo, pela obscuridade, e dirigimo-nos para a Luz. Como escreveu Nelson Lima, num texto sobre o fenômeno índigo (e reparem que são de um cientista, e não de um astrólogo, as palavras que se seguem): «As três grandes características do signo do Aquário – o Ar, o Masculino e Urano – permitem, de acordo com os seus adeptos, esperar um período de paz e harmonia universal, uma aberturada inteligência humana ao belo, ao amor e à fraternidade e uma expansão da consciência que nos permitirá melhor compreender as grandes leis que regem a Vida e o Universo do qual fazemos parte integrante. Será então um período marcado pela mudança de paradigmas, aceleradas e fantásticas transformações políticas e sociais,avanços tecnológicos de impacto profundo nas nossas vidas (e nos nossos cérebros)e uma maior consciência dos graves e preocupantes problemas que enfermam a humanidade e o planeta Terra.» É precisamente para nos ajudar a tomar consciência destes «graves e preocupantes problemas» que os índigos estão a chegar. Eles são, no fundo, os operadores da mudança, aqueles que vêm romper com os velhos sistemas e as velhas estruturas para recuperar e curar o planeta.Numa conferência proferida em Novembro de 2002 sobre estas crianças (disponível para download na internet em http://www.velatropa.com), André Louro de Almeida afirma: «O contexto dos índigo é o planeta em que nós estamos – um planeta que não está bem. E, não só não está bem, como não tem tempo. E, quando não há tempo, o Logos (a forma ordenadora por detrás da evolução da Terra) faz emergir uma geração que não lida com a idéia de ‘para amanhã’, que não dissocia. E, se não dissocia, as coisas estão para acontecer AGORA. Os índigos trazem como impulso atuar JÁ.  Eles são a geração de emergência.»

Características dos Índigos

Atuar JÁ. E, no entanto, para que possam atuar JÁ, os índigos precisam ser reconhecidos. Pelos pais, pelos educadores, pelos professores, pela sociedade em geral. Não, não são pequenos extraterrestres azul-índigo que devemos procurar. Para quem é capaz de ver auras, bastará um olhar de fora. Todos os outros, no entanto,terão de olhá-los por dentro. Isabel Leal, terapeuta de Reiki e com um livro sobre estes meninos na forja, alerta: «Eles estão a nascer em todas as casas e vão provocar uma inversão total de valores. Só entendem a linguagem do amor, não se deixam enganar nem se desviam do seu caminho.Resistem aos padrões de educação tradicional e dão nas vistas pelo seu comportamento.»
Mas qual é, afinal, o comportamento de uma criança índigo? Lee Carroll e Jan Tobber, autores de um livro que já vendeu milhares de exemplares em todo o mundo apresentaram, nesse mesmo livro, as dez características mais comuns da Criança Índigo. São elas:
1. Vêm ao mundo com um sentimento de realeza (e, freqüentemente, comportam-se como tal);
2. Têm a sensação de que merecem estar aqui e surpreendem-se quando os outros não sentem o mesmo;
3. A auto-estima não é alvo de grandes preocupações e, muitas vezes, estas crianças sabem dizer exatamente quem são;
4. Têm grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta, sobretudo aquela que não dá explicações nem alternativas;
5. Há coisas que elas, pura e simplesmente, não são capazes de fazer, como esperar quietas numa fila;
6. Sentem-se frustradas com sistemas repetitivos, que não requerem criatividade;
7. Têm, muitas vezes, melhores formas de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as torna rebeldes e desintegradas, aos olhos dos outros;
8. Se não houver outros com o mesmo nível de consciência, podem sentir que não há ninguém que os entenda e tornar-se anti-sociais;
9. Não respondem à disciplina da culpa (‘Espera que o teu pai chegue a casa para ver o que fizeste’ é uma fórmula ineficaz);
10. São, por vezes, tímidos a expressar aquilo de que necessitam. Embora Lee Carroll e Jan Tober sejam uma referência incontornável quando se fala de crianças índigo (há ainda poucos livros publicados sobre este tema), é importante não ser redutor na análise das características que ambos apontam. Ou seja, há seguramente alguma verdade nestas suas afirmações, mas a nossa procura – enquanto pais, professores, educadores – não deverá resumir-se a marcar cruzinhas na lista acima descrita. Os meninos índigo entendem, essencialmente, a linguagem do amor. E é com o coração que os devemos procurar.

A importância dos pais e dos professores

 Se procurá-los com o coração é o primeiro passo, muitos outros se têm de dar a seguir. Dentro de casa e na escola, os dois universos de referência nos primeiros anos de vida, pais e professores precisam perceber que os velhos modelos não servem para estes meninos. «Os pais têm de tomar consciência que há conhecimentos novos que não são do seu tempo», alerta Nelson Lima.

«Numa sociedade em que a competitividade, o sucesso e a fama já não são apenas aspirações, mas valores, os pais querem a todo o custo que os filhos se tornem acadêmicos, técnicos, cientistas... Isto é, pessoas evoluídas culturalmente. Pouco lhes importa a filosofia ou a espiritualidade. E acabam por ser castradores.Porque canalizam os filhos no sentido de cumprirem o que eles não foram capazes.»

Daí ser tão importante, na opinião deste neuro-psicólogo, «dar a palavra às crianças.» E acrescenta: «Saibamos nós, adultos, não reduzir tudo isto a nada, fazendo com que os nossos filhos recuem e dando assim continuidade aos nossos disparates.»Quanto à escola, Nelson Lima é radical: «É urgente destruir a escola atual e edificar uma nova.» Porquê? “Porque, tal como existe, a escola é um entrave à evolução destas crianças. Costumo dizer aos professores, a quem dou formação, que temos uma escola neurótica, uma escola obsessivo-compulsiva. Neurótica, porque anda à deriva, sem rumo. E, obsessivo-compulsiva porque tem como objetivo ensinar, no mais curto espaço de tempo, saberes que são considerados essenciais, mas que servem para muito pouco.” Não há dúvida, são precisos novos caminhos.André Louro de Almeida deixa uma dica: «Quem é que chegou à escola e teve um educador que olhou para ele e disse: ‘Olha um dom! Vamos abrir a prenda e descobrir qual é.’ Quem encontrou uma postura toda receptiva, que constrói uma atmosfera de segurança e autoconfiança na qual o dom possa começar a vir de cima? (...) “Temos de ter a inteligência emocional de acolher um ser destes [índigo] como um dom que chegou.”

Principezinhos no meio do deserto

O dom, o dom de ser índigo, embora só agora comece a «dar nas vistas», existiu desde sempre nos seres humanos. São muitos os exemplos ao longo dos séculos, apesar de muito espaçados, era um aqui, outro ali, não se tratava ainda de uma geração inteira. Peguemos num que se manteve eternamente criança. Ao criar o Principezinho, Saint-Exupéry presenteou-nos, de certa forma, com a essência dos índigos. É de meninos com essas características que devemos ir à procura. Meninos sensíveis, intuitivos, um pouco solitários, por vezes, sobretudo quando não encontram eco nos outros. Meninos que resistem aos velhos padrões de energia e não respondem nem se enquadram em estruturas rígidas ou pré-estabelecidas. Que são incapazes de dissociar, isto é, que não conseguem, ao invés de tantos adultos, pensar e/ou sentir uma coisa e depois fazer outra, totalmente diferente. Que não pactuam com a mentira. Que não têm medo. Que não aceitam argumentos vazios de significado - «porque sim», «porque não» - nem explicações prepotentes - «porque eu estou a mandar» - nem padrões de resposta instituídos - «porque foi sempre assim». Meninos diferentes que serão cada vez mais, pois os Principezinhos de hoje já não vagueiam (apenas) por desertos longínquos à espera que um aviador lhes desenhe uma ovelha. «Grandes homens têm defendido uma nova humanidade», diz Nelson Lima. “E os índigos trazem, de fato, o germe dessa nova humanidade. Não podemos correr o risco de deixar de aproveitar esta fase extraordinária da nossa história humana para darmos o grande salto em frente. Estamos de tal forma prisioneiros de sistemas que nós próprios criamos que, se não formos capazes de sair dessas jaulas, o fenômeno índigo será um fenômeno meramente passageiro.” Ainda que o risco (teoricamente) possa existir, há uma evidência que já ninguém pode negar. Como diz Isabel Leal «eles estão a nascer em todas as casas». Existem, de carne e osso, em muitas famílias. Existem e vão pedir-lhe desenhos de ovelhas (não, não é um elefante dentro de uma jibóia que eles querem!), vão contar-lhe as conversas que têm com os anjos, vão questionar tudo o que não faz sentido, vão descobrir quando lhes estiver a mentir, vão exigir a mudança, vão alterar profundamente os padrões de comportamento da sociedade em que vivem. Por favor, dê-lhes ouvidos.

Fonte:http://www.terapiaquantica.com.br/TQ2004/Artigos%20Criancas%20Indigo.htm

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A TERAPIA FLORAL COMO PORTAL PARA OS ÍNDIGO


María del Carmen Vila

As flores simbolizam a entrega e cada uma delas, em sua abertura, libera um esquema que há de ser transmutado. Se cuidardes delas, verificareis quanta Luz os assiste. As crianças conhecem sua verdade e protegem sem embaraço os lugares onde elas crescem. Não olhes para trás. Uma ponte de Luz se instala entre eles e o planeta.  Milhares de seres foram convocados para recuperá-lo.

Há dez anos experimento e divulgo a cura com essências florais elaboradas por mim em uma cidade da Argentina localizada no centro do país (Cordoba). O lugar onde tem me permitido canalizar estas novas essências, que chamei ANANDAFLORA ®, tem as características de ativar as espécies vegetais em freqüências muito mais altas do que as habituais. (Ler A Cura Planetária - as flores um veículo para a luz, Edit. Kier). Desta maneira, são Essências para a Humanidade Nascente, posto que estão entre nós, as crianças e adultos que conduziram nosso planeta a uma nova dimensão.

Os índigos também precisam do alinhamento de seus corpos, posto que trazem uma marca difícil de se adaptar em um lugar com esquemas velhos. Sofrem mudanças na escola, pois não há uma educação oficial de acordo com seus conhecimentos, e sua química é diferente, pois se alimentam menos e tem mais energia. Os alimentos para eles devem ser readaptados segundo suas necessidades e buscados em lugares que já possuem qualidades energéticas altas.
As Essências ANANDAFLORA ® transportam em suas gotas cristais de luz, códigos para ativação do DNA, e qualidades a desenvolver nesta Nova Humanidade como o Amor, a Temperança, a Bem-aventurança e a compaixão.

Darei uma visão o mais próximo possível a observação que tenho tido das Novas Crianças e em especial dos Índigo, posto que há outras crianças diferentes, dependendo das constelações de onde vieram dentro deste Universo. As crianças Índigo trazem a memória do que foram em outras encarnações, logo, muitos tem sofrido as mudanças neste planeta e tem elaborado sua própria adequação frente ao que se lhes apresenta. Alguns passam seis ou sete encarnações para adaptar seus veículos físicos ao plano terrestre. São as crianças azuis que por sua marca ou veículo lhes tem sido permitido entrar neste planeta.

Entre eles há uma distinção pelos veículos-joia (expressão em espanhol que caracteriza um veículo com maior precisão) através dos quais expressam seus dons, suas qualidades de expressão:
- Os cientistas de aro dourado e jóia azul Índigo.
- Os artistas de aro rosa magenta e jóia ouro-rubí.
- Os curadores de aro azul e jóia ouro.
- Os sábios de aro ouro e joia rosa-ouro-rubí.
- Os curadores interplanos de aro ouro e jóia azul topázio.

Estes são os índigos mais vistos; porem há outros, como há diversidades entre os seres que estão cumprindo sua missão neste planeta. Permitirei-me dar-lhes algumas características básicas para sua identificação.

 Os Cientistas do futuro, os que trabalham na evolução deste planeta, dominam a física quântica, as matemáticas e a astrofísica. Eles traduzirão os novos padrões ou códigos para o avanço da ciência. São demonstrativos, ágeis, com muita atividade de seu hemisfério direito e uma estrutura óssea mais sólida que a dos Índigos mais sutis, os artistas. Tem um aro cor ouro com um cristal jóia de cor azul. Para mim estes aros aparecem como faixas tanto nas crianças como nos adultos. Isto me permite conhecer sua missão e promover aqueles aspectos que devem desenvolver sempre, que a alma está disposta a fazê-lo. No caso das crianças, nunca se deve fazer uma mudança em sua marca se seu ciclo ou idade não o permite, pois há disposições celestiais para cada ser e o tempo de cada um é diferente.

Os Artistas, os que gostam de expressar seus dons com a musica e criar frequências vibratórias diferentes. São ágeis ao falar, estruturam frases com soltura, ainda quando tem dois ou três anos. São hábeis para manipular seus braços, e ativar com o movimento seus dois hemisférios cerebrais. Atuam como os golfinhos, dormem pouco, gostam de brincar muito e fazer movimentos expressivos - dançar. As frequências destas crianças superam a dos demais, apresentando-se em aparências frágeis, no entanto, aos cinco anos expressam qualidades dos de sete. A cor do faixa que protege a estas crianças é um aro rosa magenta com um cristal jóia ouro-rubí, porque é a cor do manejo da energia criativa neste plano. Eles trazem as freqüências sonoras de uma quinta ou sexta dimensão, segundo seu acesso a estas fontes.

Os Sábios ou Crianças Adultas são os Índigo maduros que atuam neste plano com um conhecimento adquirido em outras vidas. Apresentam-se mais sérios, não gostam de brincar demasiadamente, são mais silenciosos. Guardam informação certeira que traduzem em visões da aura das pessoas, conhece sua história álmica, sua missão e acedem alguns aos arquivos akáshicos. São os Índigo que sofrem mais porque sabem antecipadamente o que vai acontecer. De estrutura física delgada, possuem pescoço longo, olhos grandes.
Precisam de ajuda para transmitir suas mensagens, pois há quem não os compreenda. Sua tarefa é a de explicar aos demais por que estão aqui, de onde vem, qual é sua missão*. Seu aro é dourado com um cristal jóia magenta, pois essa cor ativa neles o amor em uma freqüência mais elevada, o Amor Incondicional a toda criação. Trabalham o desapego desde crianças e são maduros aos seis anos. Normalmente vem de escolas de conhecimento que se desenvolvem nas Plêiades ou Orion. Trazem em si mesmos o plano para o planeta e sua redenção. Graças a eles conheceremos nosso futuro como humanidade.

Os Curadores são os que usam os corpos de luz da química oculta em cristais, plantas, notas musicais e mandalas utilizando novos arquétipos para a cura. Tem longos braços, figura etérea e traz uma faixa ou aro azul violeta com um cristal jóia de cor ouro. Eles podem conduzir energia desde outro plano e trazê-la para cá utilizando canais de acesso a outros planos (quarta, quinta e sexta dimensão). São os mestres da cura futura onde não se utilizarão mais objetos para curar, somente raios de luz interdimensional.

Os Curadores Interplanos se transladam para fazer suas tarefas a outros lugares dentro e fora do planeta. Quando bebês tendem a sair de seu corpo para proteger sua família, visitar amigos ou compartilharem com outras crianças brincadeiras, assim como ter conversações em outro nível com almas gêmeas ou seus anjos guardiães.
Quando maiores se transladam para fazer salvamentos no mar ou em terra, resgatando seres de tragédias ou a animais para evitar sua extinção. Trazem consigo a marca de haver necessitado de ajuda em outras vidas e não tê-la obtido. Eles ativam a energia da transmutação. Tem um aro de cor ouro-rubí com um cristal azul-topazio. São sensíveis as mudanças climáticas. De estrutura frágil e auto-suficientes.

As Essência florais ANANDAFLORA ®, nessas crianças são administradas em gotas para sua ingestão, em loções  para aplicação áurica, cremes e óleos. Existem ainda múltiplas maneiras de oferecer sua energia, pois está comprovado que a entrega das flores é tão ampla que alem de incorporá-las através da água podemos visualizá-las e transportá-las as zonas ou centros energéticos que precisam de sua contribuição.

A arte visual (fotos-mandalas-pinturas) nos fornece um amplo campo de experimentação para crianças e adultos, pois através da arte se expande a alma e a visão interna se torna mais nítida. Cada flor tem uma cor, uma geometria sagrada, um som, uma vibração energética, uma qualidade, seja estando na presença dela ou não. As crianças têm a capacidade de captar suas formas e energia só de ver os frascos de essências, pois desde pequenos, as escolhem na presença do terapeuta. Tenho visto bebês tirar os frascos que necessitam antes de ser sugeridos na terapia floral. Outros precisam acomodar suas energias na família e quando são muito pequenos precisam da ajuda valiosa dos frascos com essências colocadas debaixo de sua cama ou em setores de seu quarto que atenuam os conflitos subjacentes em seu núcleo familiar.

As essências adéquam neste plano aqueles Índigo que são muito sensíveis as mudanças, permitindo sua conexão céu e terra sem traumas. Há flores para o assentamento em terra como a Flor de Lis, específica para os curadores. Esta essência se usa muito neste sistema para os que canalizam seja qual for sua forma de expressão, e por sua vez permite que as altas freqüências que descendem do alto possam ser readaptadas tanto no nível físico como veiculizadas ao entorno.

Há essências que protegem o terceiro olho para aqueles que estão despertando ou sofrem demasiadas visões, assim como os que passam por transformações em suas células e em seu ADN em grande velocidade.
Na realidade os processos de cura são amplos; só precisamos entrar em contato com cada ser, observar sua marca e aceder a seu mundo com amor.

N.T. *Um belo exemplo deste tipo de Índigo é Matias de Stefano que tem todas estas características. Para saber mais sobre Matias acesse: http://www.ghan.com.ar/

Fonte: La Conciencia Índigo: Futuro Presente

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