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quarta-feira, 27 de julho de 2011

A HIPER COMUNICAÇÃO DO DNA: A “INTERNET VIVA” DENTRO DE NÓS


O DNA humano é uma Internet biológica e superior em contraste com a artificial em muitos aspectos.

As últimas pesquisas científicas na Rússia explicam direta ou indiretamente o fenômeno como por exemplo a clarividência, a intuição, os atos de cura espontâneos ou à distancia, a auto-cura, as técnicas de afirmação, a luz de auras extraordinárias em volta das pessoas (especialmente de mestres espirituais), influência da mente nos padrões do clima e muito mais. Além disto, há evidência de um tipo de medicina totalmente novo no qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM remover e sem substituir um único gene.

Somente 10% de nosso DNA estão sendo usados para formar proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% do DNA são considerados “DNA lixo”. Os pesquisadores Russos, entretanto, convenceram-se de que a natureza não era estúpida, juntando-se lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar estes 90% de “DNA lixo”.

Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não somente é responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas Russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis segue as mesmas regras como todas as nossas linguagens humanas.

Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma nas quais as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles perceberam que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm conjuntos de regras como as nossas linguagens. Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, sendo um reflexo do nosso DNA inerente.

Pjotr Gargajev, biofísico e biólogo molecular Russo e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. (Para se breve, eu darei somente aqui um resumo. Para uma maior investigação, queiram recorrer ao apêndice no final deste artigo.) A linha básica era: “Cromossomos vivos funcionam como computadores solitônico-holográficos que usam a irradiação a Laser do DNA endógeno”.

Isto significa que eles orientaram, por exemplo, para modular determinados padrões de freqüência sobre um raio Laser e com isto influenciaram a freqüência do DNA e assim, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente), é da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A substância do DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas. Isto explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, a hipnose e a vontade podem ter efeitos tão fortes nos humanos e em seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e as inserem em outra parte, os Russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das freqüências de rádio moduladas apropriadas e das freqüências de luz e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com este método, os cromossomos danificados por raios-X, por exemplo, podem ser reparados. Eles até capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões da rã em embriões da salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma revolução e uma sensação inacreditável e uma transformação mundial! Tudo isto simplesmente pela aplicação da vibração e da linguagem, ao invés do procedimento de corte arcaico! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação dos organismos do que nos processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

Os professores esotéricos e espirituais conheceram por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, pelas palavras e pelo pensamento. Isto foi agora provado e explicado cientificamente. Naturalmente a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou que possam fazer isto sempre com o mesmo poder. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta. Mas quanto mais desenvolvida for a consciência de um indivíduo, menos necessidade haverá para qualquer tipo de artifício! Pode-se conquistar estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente deixará de desprezar tais idéias, confirmará e explicará os resultados.

E isto não termina aí. Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! Os buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estes são conexões subterrâneas entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais a informação pode ser transmitida fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impede que a hipercomunicação seja bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil. Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O organizado fluxo de vida nos reinos dos insetos prova isto dramaticamente.

 
O homem moderno conhece isto somente a um nível um pouco mais sutil, como “intuição”. Mas nós, também, podemos reconquistar o uso pleno disto. Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a formação ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia se interrompe. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de formação” também por via distante da consciência de grupo de seus assuntos. Ela poderá estar tão afastada quanto queira, contanto que esteja viva. No homem, a hipercomunicação é mais freqüentemente encontrada quando subitamente se conquista o acesso à informação que está fora da base do seu conhecimento. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição.


O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou em uma noite que um demônio sentou-se ao lado da cama tocando o violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, a qual ele chamou de Sonata do Trino do Demônio.

Durante anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou com uma situação na qual ele estava conectado com um tipo de CD-Rom de conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis foi então transmitido a ele que era capaz de se lembrar de tudo pela manhã. Houve tal fluxo de informação que parecia que toda uma enciclopédia era transmitida à noite. A maioria dos fatos eram exteriores ao seu conhecimento básico pessoal e alcançou detalhes técnicos dos quais ele não conhecia absolutamente nada.

Quando ocorre a hipercomunicação, pode-se observar no DNA, tanto quanto no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas Russos irradiaram amostras do DNA com raio laser. Era formado na tela um padrão de onda típica. Quando eles removeram a amostra do DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitos experimentos controlados mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é chamado agora de efeito ilusório do DNA. Supõe-se que a energia de fora do tempo e espaço flui ainda através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido.

O efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação também nos seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis na adjacência das pessoas interessadas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ser estimulados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético se dissipa vagarosamente, os aparelhos funcionam normalmente novamente. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor for a atmosfera e a energia, mais difícil será para o aparelho de gravação parar de funcionar e de gravar exatamente neste momento. E o ligar e desligar contínuo após a sessão não restaura ainda a função, mas na manhã seguinte tudo volta ao normal. Talvez isto seja tranqüilizador para muitos que lêem, como se isto não tivesse nada a ver com eles, sendo tecnicamente absurdo, o que significa que eles são bons na hipercomunicação.
 
Em seu livro Vernetzte Intelligenz (Transmissão de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que a humanidade tenha estado, nos tempos primitivos, como os animais, intensamente conectada com a consciência de grupo, agindo como um grupo. Para desenvolvermos e experienciarmos a individualidade, nós humanos, entretanto, tínhamos que esquecer a hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, na qual chegamos a acessar toda a informação por meio de nosso DNA, sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com esta informação. Sabemos agora que assim como na Internet, o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, podemos instruir dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de parentes, etc., pode assim ser explicada. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isto pode ser interpretado recentemente e explicado por meio de conceitos da consciência de grupo e da hipercomunicação.

Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. De outro modo, reverteríamos a um instinto de grupo primitivo que é facilmente manipulado. A hipercomunicação no novo milênio significa algo muito diferente.

Os pesquisadores acham que se os humanos com plena individualidade reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino para criar, alterar e formar coisas na Terra! (Eu estou muito satisfeito. Finalmente as normas do Universo são cientificamente explicadas!!!) E a humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que forem para a escola. O sistema trata a todos globalmente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que elas se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias na maior parte dos modos diversos. Ao mesmo tempo nascem mais e mais crianças clarividentes (vejam o livro “Crianças Índigo da China”, por Paul Dong ou o capítulo sobre os Índigos em meu livro “Nutze die täglichen Wunder” (Façam Uso dos Milagres Diários - Baerbel Mohr).

Algo nestas crianças está se esforçando mais e mais em direção à consciência de grupo de um novo tipo, e isto não mais será eliminado. Como regra, o tempo, por exemplo, é mais difícil de influenciar por um simples indivíduo. Mas ele pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O tempo é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, as assim chamadas freqüências Schumann. Mas estas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento, ou os indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo), focalizam os seus pensamentos de um modo como o laser, então cientificamente falando, não é nada surpreendente que eles possam influenciar o tempo desta maneira.

Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria das civilizações do Tipo 1. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo de um novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência de energia. Pois se ela fosse usar o seu poder mental como uma civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isto inclui todas as catástrofes naturais!!! Uma civilização teórica do Tipo 1 seria até capaz de controlar todas as energias de sua galáxia natal. Em meu livro “Nutze die täglichen Wunder”, eu descrevi um exemplo disto: Sempre que muitas pessoas focalizam a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como a época do Natal, o campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Di na Inglaterra, então determinados geradores de números ao acaso nos computadores começam a liberar números ordenados ao invés de números ao acaso. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em todas as suas adjacências!!!

Quando um grande número de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. Parece também, como se aqui fosse criado um tipo de consciência humanitária. Na Parada do Amor, por exemplo, onde a cada ano cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais, como eles ocorrem, por exemplo, nos eventos esportivos. Só o nome do evento não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas era MUITO GRANDE para permitir uma indicação para a violência.

Retornando ao DNA: Aparentemente ele é também um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem extremamente temperaturas abaixo entre 200 e 140° C para funcionar. Como recentemente se aprendeu, todos os supercondutores são capazes de armazenar luz e assim, informação. Esta é uma informação adicional de como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos. Normalmente estes buracos mínimos são intensamente instáveis e são mantidos somente por frações mínimas de um segundo. Sob certas condições (leiam sobre isto no livro citado de Fosar/Bludorf), buracos estáveis podem se organizar, os quais formam então domínios distintos do vácuo, nos quais, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade. Os domínios do vácuo são bolas com brilho próprio de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os Russos começaram os programas maciços de pesquisa, que conduziram finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu. Com o olhar atento nelas eles imaginam e se perguntam o que elas poderiam ser. Eu pensei uma vez: “Olá, aí em cima. Se acontecer de vocês serem discos voadores, voem em um triângulo”.E subitamente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Oh, elas se projetaram pelo céu como discos de hóquei sobre o gelo. Isto foi feito simploriamente e eu tenho, como muitos outros, também, pensado neles como discos voadores. Amistosos, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar.

Agora os Russos acharam nas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente e que algumas vezes voam como bolas de luz do chão para o céu acima, que estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento. Descobriu-se desde então, que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência enquanto eles são também produzidos em nossos cérebros. E devido a esta similaridade de ondas, eles são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Entrar ansiosamente em um que esteja ao nível do solo poderia não ser uma grande idéia, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e serem capazes de produzir mutações em nossos genes. Elas podem, e não necessariamente têm que, tem que se dizer. Pois muitos professores espirituais produzem também tais bolas ou colunas de luz visíveis na meditação profunda ou durante o trabalho de energia que estimulam decididamente sentimentos agradáveis e não causam qualquer prejuízo. Aparentemente isto depende também de algum comando interno e da qualidade e da origem do domínio do vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo), com quem nada é visto primeiro, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto ele se senta, fala ou medita na hipercomunicação, se consegue somente uma foto de uma névoa branca em uma cadeira. Em alguns projetos de cura na Terra, tais efeitos de luz aparecem também nas fotografias. Simplesmente exposto, estes fenômenos têm a ver com as forças da gravidade e da antigravidade que estão também exatamente descritas no livro, e com os sempre estáveis buracos e a hipercomunicação, e assim com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço.

As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e com os domínios visíveis do vácuo estavam convencidas de que um anjo tinha aparecido diante delas. E não podemos estar muito seguros a que formas de consciência nós podemos conseguir o acesso quando usamos a hipercomunicação.

Não ter provas científicas para a sua verdadeira existência (as pessoas que têm tido tais experiências, NÂO são todas que sofrem de alucinações), não significa que não haja uma base metafísica para isto. Nós temos simplesmente dado outro passo gigantesco em direção à compreensão de nossa realidade. A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação dos domínios do vácuo), mas somente daqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três a quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, sul de Roma (local exato no livro Vernetzte Intelligenz mais vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas até ônibus lotados rolam em direção acima. Mas o alcance em Rocca di Papa é um tanto pequeno, e se opondo abertamente a isto os céticos lógicos ainda escapam para a teoria da ilusão ótica (a qual não pode ser, por causa das várias características do local).

Todas as informações são do livro “Vernetzte Intelligenz” von Grazyna Fosar und Franz Bludorf ISBN 3930243237, resumidos e comentados aqui por Baerbel Mohr.

O livro infelizmente somente está disponível em Alemão até agora.

Podem se conectar com os autores aqui:
mail@fosar-bludorf.com http://www.fosar-bludorf.com/  ; Leia também A Grade e o DNA – KryonTradução: Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br Revisão: Silvia Tognato Magini silvia.tm@uol.com.br Fonte: http://www.novasenergias.net/artigos/baerbelmohr1

terça-feira, 26 de julho de 2011

Manifesto Pedagooogia3000 - Participe voce tambem!

Estimados amigos e amigas
É com muita alegria que fazemos chegar até vocês o Manifesto Educação 3000, redigido conjuntamente por mães, pais, jovens e educadores de vários países, para impulsionar uma nova educação e maior consciência no planeta Terra.
Se gostarem e quiserem unir-se a nós, convidamos todos a firmarem este manifesto, a infundir-lo e a torná-lo realidade, estejam onde estiverem. Vocês podem deixar seus dados:
- eletronicamente na Web www.emane.info
- Ou enviando um email a manifiesto3000@emane.info
Com muito carinho
Equipe internacional de redação
Manifesto
Educação 3000
1. Considerando
  1. As mudanças rápidas e massivas que estão ocorrendo com todas as crianças e jovens de hoje, mudanças que observamos no âmbito físico, fisiológico, emocional, cognitivo, de conduta, ético e espiritual
  2. A necessidade de adequar a educação atual às capacidades das crianças e dos jovens de hoje, tanto em sua forma de aprender, como em seu modo de ser, perceber e interiorizar o mundo.
  3. A necessidade de que as mães, os pais e os docentes vivam a educação com bem-estar, paz e harmonia, bem como de melhorar a qualidade da vida no lar, na escola e na sociedade.
  4. As aspirações globais atuais com relação à co-construção de uma nova humanidade mais humanitária, solidária e multicultural.
  5. Os novos paradigmas que incidem em todos os âmbitos do desenvolvimento humano.

2. Manifestamos
    • Que queremos, todos juntos, impulsionar uma nova educação que responda aos parâmetros expostos anteriormente.
    • Que desejamos colaborar ativamente para uma nova educação que seja baseada nas crianças e jovens, e em suas necessidades atuais.
    • Que pretendemos co-construir agora, e cada um de onde estiver, um ambiente educativo apropriado, assim como ferramentas e propósitos para uma nova educação.
    • Que nos comprometemos a atender os aspectos afetivos e emocionais das crianças, dos jovens e de si mesmo, como base fundamental de todo o processo de crescimento.
    • Que vamos difundir o acima exposto e criar uma maior consciência global no planeta.

3. Convidamos
3.1 Aos Estados, Nações, Ministérios de Educação e Organismos Internacionais comprometidos com a infância, a juventude e o desenvolvimento humano, às ONGs, Instituições, Associações, Coletivos e a toda a população mundial
3.1.1  A somar-se e a atender de forma harmoniosa, dentro de seus âmbitos de influência, às mudanças que uma nova educação requer, apoiando, assim, o futuro de seus respectivos países e do planeta..
3.1.2  A considerar e priorizar em todas as áreas (educativa, sanitária, social, esportiva, tecnológica, ambiental...) a todas as crianças e jovens de hoje e aos que estão por vir.
3.1.3  A fomentar e instrumentar os quatro pilares da educação expostos no informe à UNESCO pela Comissão Internacional sobre a  Educação para o Século XXI: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser.
3.1.4 A apoiar investigações multidisciplinares e desenvolver ferramentas alternativas e complementares para o desenvolvimento integral do ser.
3.1.5 A reconhecer que o direito à educação começa no período pré-natal e continua durante todo o ciclo vital.
3.1.6 A implantar um marco legal flexível que reconheça às famílias e aos educadores a liberdade de criar escolas-centros experimentais e a levar a cabo outras iniciativas educativas alternativas, oferecendo o apoio necessário.
3.2.  Aos produtores e meios de comunicação
3.2.1 A comunicar e a transmitir as novas características e necessidades das crianças e jovens de hoje, assim como as ferramentas educativas a eles vinculadas.
3.2.2 A produzir, promover e difundir programas, produtos e materiais que apóiem tudo o que foi anteriormente manifestado e que gerem maior consciência.

4. Desejamos que o maior número de pessoas, associações, instituições e governos assinem este Manifesto e que o apóiem ativamente
Para nós mesmos
         Para as crianças e jovens
                 Para a nova humanidade
                         Para o planeta
                                                                                                                 
Manifesto redigido por cidadãos do mundo, todos juntos, durante o Encontro Internacional do enlace mundial paraA uma nova educação que teve lugar na Argentina em 3 de agosto de 2008, organizado por Pedagooogia 3000, Adhyayana22-educando-nos com consciência, e Asiri (na ocasião firmado inicialmente por representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colombia, Equador, Espanha, Catalunha, França, México e Perú) e lançado simultáneamente para o mundo todo  em 8 de agosto de 2008.

  • Pedagooogía 3000®, npaymal@pedagooogia3000.info, noemi.paymal@gmail.com, www.pedagooogia3000.info,  (591) 772 17 913, La Paz, Bolivia. Noemi Paymal
  • Adhyayana22-educándonos con conciencia, educacio22@gmail.com (34) 665 804 833 Barcelona, España. Ignasi Salvatella,
  • Centro de Investigación Asiri, infoindigoasiri@gmail.com, www.indigouniversal.org, (51) 1 226 39 52, Lima, Perú. Ivette Carrión.
  •  y el equipo de redacción y de traducción.

Traducción al Portugués: Isabel Seidl<

Crianças Índigo: Evolução, Desajuste e Acomodação


Yolanda León Ruiz

Contando somente com um pouco de atenção, observação crítica e fazendo um atalho pela teoria de Darwin, poderemos perceber que a evolução do homem não parou quando chegou a Homo Sapiens. E é assim que tem mostrado a ciência. O homem como espécie se mantêm em uma constante evolução, e assim como seu organismo muda, suas funções mudam, e em uníssono suas faculdades mentais se transformam e sua “consciência” se eleva.
Analisemos um pouco esta conclusão bem sucedida, ao interatuar com crianças e jovens sem e com patologia da Fala e da Linguagem, sem e com rendimentos intelectuais altos à medianos até hoje aprovado. Ao sermos, os humanos, um organismo bioquímico em evolução permanente, é vital para nosso desenvolvimento mental, espiritual e social ter claro e presente que um novo estado orgânico necessariamente produz um desequilíbrio que se mantêm até que se dá uma acomodação no organismo para que funcione harmoniosamente de novo.
Bem, o que é que está acontecendo agora? Por que antes a gente não era assim? São perguntas obrigatórias que me formulam. Pois bem, já disseram vários “observadores da vida” e de diferente profissão: as mudanças “geracionais” acontecem agora num período mais curto, portanto, são mais observáveis. Só que elas se referiam a mudanças de conduta, sociais. A diferença hoje é que temos que ver-nos dentro de sustentáculo bioquímico em evolução. E mais alem, com uma consciência espiritual.
Aos estudantes de Fonoaudiologia, de Educação Especial e Regular é proposto que assumam a profissão no âmbito da neurociência cognitiva. Só assim poderão encontrar as bases de sustentação de nossas funções comunicativas e de cognição. Conhecer e entender os processos que acontecem conosco, é a porta para o acesso a uma mudança de paradigma; mudança necessária para a qualidade de vida de nossas crianças.
Essa mudança de paradigma se refere a como enfrentamos a “patologia” que apresenta esta ou aquela criança que chega a nossa consulta:

- Primeira mudança: não é uma patologia, é a manifestação de uma desordem bioquímica em qualquer esfera.
- Segunda mudança: não nos enfrentamos. Estamos frente a uma pessoa de determinada idade com quem estabeleceremos uma interação.
- Terceira mudança: não permitir-nos atuar sob o chamado “efecto pañete”[1].

Como profissional de Comunicação Humana e de suas desordens, as crianças que são levadas a minha consulta, apresentam uma “alteração” nesta esfera, seja de ordem expressiva e/ou compreensiva com ou sem alteração das demais funções cerebrais superiores, as mais frequentes são na esfera recorrentes de aprendizagem: atenção, concentração, motivação e memória.
É aqui onde é importante esclarecer que há muitas manifestações de desordem comunicativa e que podem influenciar na aprendizagem que se apresentam em crianças, tanto de baixo rendimento intelectual como de alto rendimento, como parte de um quadro sério facilmente detectado ou não. Isso é o que vemos e aqui é onde entra o “efeito pañete”, que não é outra coisa que uma analogia para poder explicar o que acontece.

E tenho observado que, nas crianças com um alto rendimento intelectual, há uma tendência marcada a confundí-los do ponto de vista psicológico, com crianças de baixo rendimento, pelas características comunicativas que possam apresentar alteradas, assim como as cognitivas e que depois afetam a harmonia emocional.
Porem, alguém pode dizer: “ah, mas é uma criança superdotada (eu prefiro falar de alto rendimento) não apresenta nenhuma alteração!” esta pessoa poderia ter razão a partir de seu paradigma de que uma prova psicológica é infalível. Lembrem que estamos em permanente evolução. Portanto, temos que ser conseqüentes, algo que tenho observado ser muito difícil para a maioria de nós.
Sob o princípio de que mudamos, não acreditam vocês que os testes existentes há várias décadas, realizados com uma população, para ser aplicado a outra população com a mesma ou outra cultura, com experiências de vida diferentes, com mudanças bioquímicas diferentes, produzirão resultados diferentes apesar da padronização? Por outro lado, o comportamento social, baseado em estilos de comunicação distintos, também é diferente para cada pessoa.
Convido a precaução na utilização de testes psicológicos, especialmente nas escalas “madurativas” com as quais se conta e enquadra a cada pessoa.

Quando vocês vêem um edifício, se há algo que para vocês é interessante, o notam, se não, este edifício passa despercebido. Imaginem que no caminho para sua casa – sempre pela mesma rota- exista esse edifício. De repente, um dia vêem uma fenda no terceiro andar, e vocês o observam. ‘Ah, o edifício esta rachado!’ Muitos dirão o mesmo. No entanto, alguém comentará, “olha, mas tem um terraço com uma jardineira cheia de flores lindas, e não havia notado”.
Bem, o dono do edifício manda rebocar de novo e assunto resolvido. Porem, várias semanas depois, você nota que a fenda voltou a aparecer e desta vez esta maior e com certeza dias depois já esta reparada novamente. Porem, pela terceira vez aparece a fenda e desta vez chega até o quarto andar, então o dono do edifício chama um arquiteto e o consulta, assim o dono do edifício fica sabendo que o problema não era a fenda, mas sim uma viga da estrutura que estava desalinhada.
Nós somos este edifício, e é muito fácil notar as “imperfeições”, mas um pouco difícil notar as “flores”. As crianças serão levadas por seus pais a profissionais iguais a mim para consultas, e estarão muito preocupados com a “fenda” que eles viram ou que a professora viu e ninguém notará a riqueza que elas são e que elas desenvolveram. Assim, quando os pais trazem as crianças para consultar, dentro do protocolo está o perguntar por “suas flores” e na abordagem terapêutica, não começar pelo rebocar, mas por rever a “estrutura”, e assim como o dono do edifício chama a um arquiteto, se for necessário eu consulto um neurologista ou o profissional que considere pertinente.
Nossa estrutura não é outra que nosso Sistema Nervoso Central e Periférico, onde as vigas de sustentação estão formadas por nosso sistema sensoperceptivo e a rede de ligação forma a Modulação Cerebral ou Integração Sensoperceptiva. Dito de outra maneira, todo nosso sistema senso perceptivo transporta toda a informação sobre nós e do mundo que nos rodeia e é, através da modulação cerebral, que esta informação se integra para operarmos e darmos respostas físicas, mentais e cognitivas. Fazer caso omisso disso é atuar sob o “efecto pañete”.
Outro ponto para ter em conta é a concepção da linguagem como a resultante da assimilação e acomodação desses processos emoldurados num ambiente apropriado e com a estimulação adequada.
 Por fim, mas não menos importante, nesse desenvolvimento no qual estamos imersos parece haver uma grande tendência


Finalmente, este desenvolvimento em que operamos parece ter uma grande tendência para desenvolver ainda mais o hemisfério cerebral direito, abrindo o caminho para a manifestação das suas características inerentes e dando um tempo de espera para que as do esquerdo se ocorram. Isso é o que tenho observado ao longo dos últimos vinte anos e estou a me referir as crianças com um alto amadurecimento. Eles apresentaram dificuldades de ordem expressiva, acompanhada de um alto nível nas provas de Desenvolvimento do Pensamento.
Em alguns, contrastava a informação da psicologia em que se reportavam tanto limítrofes ou difíceis para aprender, ou com déficit de atenção com ou sem hiperatividade ou hiperativo. A abordagem terapêutica o encaminhava ao autoconhecimento através do desenvolvimento psicomotor, dos pontos fortes no desenvolvimento do pensamento, de sua expressão lúdica e escutando suas preferências, as que realmente continham o processo de restabelecimento de suas funções. Por outro lado, as crianças que estavam medicadas, pouco conseguiam: tomavam mais tempo e era mais complexo o restabelecer sua autoestima.
Há cinco anos venho utilizando o computador como ferramenta motivacional com os programas Samira Software realizados por um colega e pensados para conseguir que a criança fixe sua atenção, se concentre e fique motivado. Assim consegue-se aceder ao desenvolvimento cognitivo completando os diferentes programas que se apresentam. Isto, unido ao exercício para a integração neurosensorial, tem permitido que as crianças consigam seu equilíbrio em menor tempo.
Neste momento contamos com três conceitos inestimáveis: a teoria das Inteligências Múltiplas, que a esta altura, com cada vez mais comprovação, está deixando de ser teoria; com o conceito de Inteligência Emocional e por último e não menos importante, o Conceito Índigo.
Atualmente, unidos estes conceitos a algumas avaliações que considero válidas neste momento para poder atuar na pratica, é como obtenho uma direção, das várias que devem existir para poder mostrar uma via as crianças e assim possam seguir se desenvolvendo.
Sendo muito cautelosa com as provas, existem duas delas que tem me orientado bastante. Uma é CTONI que avalia a inteligência não verbal e que em sua realização não media a palavra, mas sim o gesto e que alem do mais permite conhecer as potencialidades em diferentes áreas, que por sua vez potencializam outras. Com este resultado compatível com o WISC, obtenho uma informação mais certeira sobre a capacidade intelectual, especialmente se a esfera da linguagem está comprometida.
Trago esta resenha para registro porque em uma análise retrospectiva destes casos, as características Índigo foram frequentes. E compartilhar este caminho pode fazer com que vários colegas mudem seu paradigma. Foi só a partir de janeiro de 2001 que consegui entender quem eram as crianças que compareceram para minha consulta. Nesse momento compreendi o que estava acontecendo.  Lendo o livro As Crianças Índigo, de L. Carrol e J. Tober, onde os casos relatados não eram novos para mim, nem suas características e, agradavelmente, vi como a abordagem havia sido muito similar. Desafortunadamente não houve registros de fatos anteriores aos casos apresentados, mas eu me atrevo a acreditar, pelas crianças que tenho observado que isto já se apresentava anteriormente as datas mencionadas.
O desenvolvimento espiritual e a consciência de si mesmo estavam explicados ali. Tudo agora parece muito mais fácil de aceitar. As crianças que apresentam características Índigo são donos conscientes de seu próprio processo de desenvolvimento e aprendizagem e se lhes torna mais fácil quando conseguem ter confiança em si mesmo e superar as dificuldades que se apresentam. Porque uma criança Índigo não está isenta de apresentar imaturidade na modulação sensorial, pelo contrário, tenho observado que à nível do lóbulo há mais dificuldade. Não pude comprová-lo com um mapeamento porque no Equador até a presente data, não encontrei um neurologista que o tenha realizado; apliquei o protocolo Teste Neuropsicológico de Muria, versão espanhola para crianças. A maturação e integração de suas funções era mais lenta e as crianças apresentavam algum atraso na fala e/ou na sua escrita e em seu desenvolvimento motor fino.
Nem escapam a este desenvolvimento, crianças com déficit sensorial. Houve dois caso de crianças hipoacústicas severas que gostaria de destacar. A primeira, uma menina, chegou para minha consulta aos quatro anos de idade, diagnosticada tardiamente, em que lhe adaptaram aparelho auditivo e tão somente em cinco meses desenvolveu a sua linguagem verbal oral, sem dislalias, a exceção do /s/ final que espontaneamente não produz, mas que ao fazer-lhe perceber, corrige; com uma gramática e uma competência lingüística igual à de uma audição normal de sua idade; completados os cinco anos ela foi apresentada a uma instituição educativa bilíngüe espanhol-alemão, para iniciar sua escolaridade e até esta data não apresentou nenhum tipo de dificuldade. Ao aplicar-lhe aos cinco anos de idade o CTONI, obteve recordes superiores a sua idade e um detalhe importante, que não pude confirmar, é que aparentava ler meu pensamento, porque quando parecia que ia errar, eu pensava “olhe bem”, ela sorria e indicava a resposta certa. Isto aconteceu quatro vezes, não pensei mais assim e não a olhei nos olhos ate terminar a prova, ela somente sorria, me olhava e assinalava a resposta.
O outro é um menino que chegou para consulta quando tinha onze anos, sua mãe medica, amorosa e intuitiva lhe ensinou a falar. O que inicialmente vi foi a necessidade de melhorar sua gramática. Era muito observador, inquisidor em seu olhar, e de antemão parecia saber o que ia ser pedido que realizasse. Sua expressão verbal era a que utilizaria uma criança culta de origem britânica que estivera aprendendo espanhol. Seu comportamento era assim mesmo e seu gosto por vestir me fazia lembrar os filmes onde aparecem crianças internas, em uma grande escola inglesa dos anos 30 ou 40. Um dia explodiu sua agressividade contra sua mãe, que assistia às sessões de terapia para dar-lhe confiança. Quando conseguiu acalmar-se depois de chorar, com grande frustração falou de como era difícil para ele estar em uma escola com crianças especiais.
A realidade equatoriana em Guayaquil é bem assim. Há uma escola para crianças surdas, porem o método de comunicação é manual, esta criança havia desenvolvido a linguagem oral e uma escola regular não tinha os professores compreensivos que ele necessitava, assim, sua alternativa era a escola em que estudava. Apliquei-lhe o CTONI e as respostas foram muito alentadoras, obteve pontuações elevadas para sua idade. Apresentou durante a prova as mesmas características da menina a quem me referi antes. O programa terapêutico retomou todos os passos para uma integração neurosensorial e de autoestima, dentro do enfoque de Inteligências Múltiplas. Sugeri aos pais tentar uma escola regular, e, superados os temores, encontramos uma. Hoje é um menino tranquilo, com apoio pedagógico em casa, com amigos e crescendo como lhe corresponde.
Não vejo a aura, não sei com toda certeza se são ou não Índigo, mas que têm muitas características das que foram descritas. O que sei é que tanto eles como outra criança de cinco anos, diagnosticado como ADD e que ia ao consultório somente para que “jogássemos para a nuvem” –terapia Reiki na realidade- ou para realizar um “jogo” no computador, conseguiu harmonizar-se igual aos outros, sem outro compromisso alem que o de inquietude motora, grande curiosidade e habilidades extra-sensórias.
Tratar intuitivamente com eles, tem sido o recomendado. Eu lhes proponho fazer uma boa equipe amistosa, respeitosa e profissional com os professores e família das crianças que hoje nos estão mostrando que somos mais, que põem a prova nossas capacidades e que nos brindam este único e maravilhoso momento de compartilhar a grandeza da vida neste ponto de transição, onde o que tão somente nos é pedido é compreender, aceitar e não obstaculizar o desenvolvimento da humanidade.
Em uma oficina em Cuenca, no Equador, pela Fundação INDI-GO, apresentei um paralelo entre as inteligências múltiplas e as diferentes manifestações das crianças Índigo e é surpreendente como coincidem. Nessa mesma oficina, com Noemi Paymal agregamos uma nova coluna abordando as destrezas pedagógicas que sugerimos ter em conta.
 Em resumo, tenho localizado que há muitas crianças neste processo de mudança evolutiva e como disse no começo, o desequilíbrio que produz este novo desenvolvimento se manifesta em dificuldades de integração neurosensorial, nos precorrentes de aprendizagem e na expressão oral e/ou escrita da linguagem. Todos eles suscetíveis de madurar. Poderão ter uma capacidade de entendimento como a mostra o maior, porem seguem sendo crianças, necessitadas de compreensão e orientação e de uma formação em valores que lhes permita adaptar-se a este mundo em mudança. Seu desenvolvimento moral é mais rápido do que foi o nosso, assim se os pais, professores e terapeutas revisam as notas de Piaget, Kolber e Camin sobre o desenvolvimento da moral poderão compreender que assim como os paradigmas educativos devem mudar, nossa conduta e a maneira de interagir com eles também deve.
As crianças requerem de firmeza e de segurança da nossa parte, e depois de flexibilidade. Se formos suficientemente observadores, veremos que eles nos indicam do que necessitam e em quê os podemos ajudar. Não sejam temerosos em solicitar ao médico que os acompanham sobre os medicamentos que o menino ou a menina sob sua responsabilidade (pais, professores, terapeutas) esteja tomando. Se tiveres alguma dúvida escreva ao laboratório fabricante e solicita-lhes o estudo realizado para colocar o medicamento em questão no mercado. Assim fiz eu sobre a Ritalina, e de uma forma muito respeitosa e profissional, com os médicos neurologistas de alguns de meus pacientes, temos feito um estudo em cada caso para determinar quando é necessário e quando não usá-la. Sem dúvida, uma dieta natural, exercícios, esporte e assumir responsabilidades de acordo a suas capacidades têm sido um valioso apoio para as crianças e suas famílias.

Fonte: Consciência Índigo: Futuro presente
Tradução: sandraferris@globo.com





[1] N.T. Não considerar o problema em sua verdadeira magnitude, subtraindo-lhe importância ou dirfarçando-o.

domingo, 24 de julho de 2011

Crianças Autistas


KRYON

Canalizado por Lee Carrol

Vocês estão conscientes, não estão, de como são lineares? Nós lhes dissemos antes que quando as criaturas interdimensionais visitam este planeta ( o que eles fazem), eles os vêem como símbolos bi-dimensionais em preto e branco em um pedaço de papel. Os humanos, em sua arrogância, especialmente os intelectuais, dizem para eles: "Nós somos capazes de pensar em qualquer coisa que queiramos fazer. Nós podemos pensar acima do pedaço de papel". Isto é divertido para eles, desde que vocês nem mesmo sabem em que dimensão estão! Vocês nem mesmo sabem que não são coloridos! Eles vêem isto e partem. Não há nada aqui para eles e eles não podem se comunicar com um desenho. É isto que a linearidade lhes faz e vocês nem mesmo estão conscientes disto.
Os pensadores humanos de idéias intelectuais elevadas têm um limite contra o qual eles se precipitam, mas o próprio limite não é aparente. Eles nem mesmo sabem contra o que eles se precipitam. Eles simplesmente não podem pensar além de sua própria dimensionalidade. Não há consciência do que eles não sabem. Mas estes atributos estão mudando e tudo isto está começando a mudar. Isto está ao seu redor, e vocês não podem vê-lo. Deixem-me lhes dar um exemplo do cérebro Humano.
O que vocês acham que o cérebro Humano pode realmente fazer? O que vocês acham que ele é estabelecido para fazer? Deixem-me lhes dar um exemplo do que a sua sociedade veio a aceitar como uma "pessoa desequilibrada". Alguns de vocês acham que é uma "pessoa doente". Deixem-me lhes falar do autista. Deixe-nos lhes falar sobre o autismo no que vocês chamam de caso mais grave.
Abençoado seja o autista que veio a esta terra para lhes mostrar como é a evolução Humana futura! Eles passam uma existência tentando imaginar a linearidade e ela os frustra. Abençoado seja o cientista que na terra olha e chama de desequilibrado. Pois os Humanos que fazem isto não podem ver o que eles não compreendem. O autista é capaz de escapar do papel e estar em cores! Muitos dos autistas podem fazer o que as suas calculadoras podem fazer em suas escrivaninhas, vocês sabiam disto? E eles não precisavam de uma calculadora! Dêem-lhes um problema - dois dígitos multiplicados por três dígitos. Agora observem como eles lhes dão rapidamente a resposta. Porque eles não são lineares! Perguntem-lhes em que dia da semana será 13 de Agosto de 2012, e eles lhes dirão, e eles não precisam de um calendário. Vocês poderiam dizer: "Que tipo de mente pode fazer isto?" Eu lhes direi - uma mente não linear, sem as paredes no cérebro que vocês têm.
Vocês já pensaram nisto? O autista tem uma mente não linear. As barreiras se desprendem. Vocês podem imaginar a frustração deste Humano? Aqui está ele em um mundo de preto e branco, enquanto ele está a cores. Não apenas isto, vocês querem que eles sigam em uma linha reta quando ele está acostumado em todas as direções ao mesmo tempo. Isto também explica por que as únicas energias que funcionarão para acalmá-lo são as interdimensionais - música, arte, e amor.
Isto começa a lhes fazer sentido? (vejam abaixo). O que está ocorrendo, queridos, para que todos saibam, vejam e compreendam, é que muito, muito lentamente, vocês têm a linearidade do cérebro Humano começando a ser reduzida. Ao contrário do autista, isto será de modos que ainda serão equilibrados e farão sentido. Em outras palavras, vocês serão capazes de entrar e sair do pensamento quântico a qualquer momento que desejarem, a fim de viverem em uma existência 3D, linear, além de terem a consciência quântica. Será um retorno a uma forma de consciência que os Lemurianos tinham, mas com a sabedoria das eras que vocês reuniram. Isto não será rápido, mas os precursores disto já estão aqui.
Eu lhes darei alguns atributos da evolução Humana em um momento, mas vamos retornar aos autistas. Muitos que lêem isto estão muito preocupados com o autismo. Vocês desejam saber por que há tantos autistas nascendo. Vocês dizem que não é coincidência que subitamente há tantos! Há mais crianças autistas nascendo hoje do que já houve neste planeta. Os humanos estão desnorteados querendo saber o que está errado. É a química do alimento? Talvez sejam as vacinações! Alguns estão dizendo sem qualquer prova, "Sim, é isto, devem ser as vacinações" Vocês estão se agarrando a qualquer coisa para resolver o enigma do por que tantos autistas estão chegando.
Entretanto, bem poucos Humanos, se alguns, olharam para o enigma e disseram: "Talvez estejamos evoluindo, e esta seja a primeira onda do que veremos?" Não mentalmente desequilibrados, mas pensamento não linear! Isto é, realmente, o caso. Vocês estão vendo uma forma de evolução e o estão chamando de estranho e incomum. É simplesmente aqueles que estão vindo antecipadamente com DNA quântico ativado. Estes precursores iniciais tem o DNA ativado de um modo descontrolado e assim a aprendizagem é necessária para saber como fazer sentido disto tudo. É isto que estamos fazendo, e cada geração de cientistas terá uma melhor época disto, imaginando o que é linear e o que não é.
Observem a criança autista passar pelo que eles devem fazer (autismo em sua forma mais severa). Eles são tão não lineares que há uma inacreditável frustração em tentar linearizar até a voz humana enquanto vocês falam com eles. Eles farão as mesmas ações inúmeras vezes, tentando linearizar o não linear. As paredes lineares deixam de existir em seu cérebro, e eles têm que aprender a construir aquelas que eles precisam.
Os humanos os vêem como um problema, e isto não é um problema. É uma forma de crianças dotadas que estão ajudando este planeta a crescer. Abençoados sejam aqueles que vêm à Terra como a nova onda da consciência para lhes mostrar onde ela está indo. Eles estão colocando o estágio para um novo tipo de Humano. Pois esta mente quântica se desenvolverá de um modo equilibrado onde muitos terão os talentos autistas onde eles os quiserem, e o linear quando eles quiserem isto. É disto que a mente humana é capaz - ser quântica quando eles desejam ser. Este é um retorno ao meio que lhes foi dado.
Deixem-me lhes dizer algo que é não linear em sua vida. Nós falamos disto muito raramente. Vocês receberam duas coisas quânticas como um Ser Humano, duas coisas que são transmitidas entre o outro lado do véu e este lado do véu que são absolutamente quânticas, não lineares. Elas têm estrutura, mas não são lineares. Talvez vocês nem mesmo tenham pensado nelas? Eu lhes direi quais são elas - a arte e a música. Não há limite para o número de notas que vocês podem ouvir ao mesmo tempo, as quais o seu cérebro pode ouvir e reunir. Não há limite para o número de músicos da orquestra sinfônica que podem se reunir em harmonia em um palco. Quanto mais vocês acrescentam, melhor ela se torna.
Tentem isto com as conferências (sorriso). Vocês já pensaram nisto? Não há limite para o número de cores que vocês podem compreender e resolver em determinados padrões. Elas são maravilhosas e têm comunicações em todas elas. A música toca o seu coração. Agora vocês sabem por que. Ela é interdimensional. Ela é quântica. Ela foi projetada para fazer isto. Agora, apliquem este mesmo cenário à comunicação e vocês verão onde estão indo. Isto é evolução Humana. É o início neste planeta. Isto prosseguirá lentamente, mas é o que está acontecendo.
[...]
E assim é.
Kryon

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Tradução: Regina Drumond

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Qual é a minha Missão?


por Matias de Stefano

Está pergunta está hoje na boca de todos, desde crianças até anciãos que buscam sua missão.
É um dilema que está vigente na humanidade desde seu início. Qual é o propósito da vida? Que papel eu represento nesta totalidade? Que importância eu tenho neste Universo, não obstante eu seja tão pequeno?
Todos têm um propósito… cada semente, ave, animal, cada humano, cada célula e estrela têm um propósito pelo qual existem. A própria existência é um propósito: o movimento; por mais absurdo que pareça, o propósito que temos todos juntos, é constante movimento, nunca deve deter-se, nossa própria natureza o necessita, nossos sonhos nos impulsiona nos momento que nos estancamos. Quando a vida leva alguém a uma vida monótona de dependência, da qual sabe que não é sua realidade, seus sonhos são quem mostram seu propósito.
Nossas habilidades, aquilo em que somos bons, nossos hobbies, nossas idéias, por mais loucas que sejam esses aspectos são os que estão metidos em nossa genética e personalidade, os quais nos guiam para nosso propósito individual. É preciso dar importância aquilo que sabemos e temos como habilidades, elas são o caminho para nossa realização.
 A Missão, não é um trabalho a cumprir, muitas vezes podemos acreditar que nossa missão pode ser dura, ou algo que está empacado... mas na realidade, ela é nossa própria realização como seres. No processo de realizar nossa missão, a vida nos ensina as ferramentas com as quais a alcançaremos.
Quais são essas ferramentas?
Temos dois tipos de ferramentas para conseguir o cumprimento de nossa missão? As Positivas e as Negativas. Ambas nos ajudarão.
As Positivas são as que mencionei antes: nossas habilidades, nossos hobbies, aquilo que nos agrada ou no que somos bons. Isto nos aproxima da missão, porque descobrimos que tudo o que viemos fazer ao mundo, está relacionado com o que nos faz feliz. Muitas vezes a sociedade castigará ou criticará aqueles que são felizes cumprindo com suas habilidades, posto que a sociedade capitalista ou comunista não compreende como alguém pode sobreviver sem o esforço natural ao qual o humano está submetido; a idéia sempre foi a de que se teria que trabalhar com o suor de sua fonte para conseguir algo... Porem todos nós sabíamos bem que isso é uma parte da aprendizagem, e que nosso propósito não se consegue com o suor, mas sim com alegria.
As Negativas são nossos karmas, as coisas que enfrentamos, que nos desagradam. Ter que trabalhar em lugares nos quais não encontramos o propósito, estar em ambientes com pessoas que nos depreciam ou desvalorizam, ajudar sem entender a razão, submeter-se a uma vida de constantes perdas ou separações... Todos estes aspectos negativos em curto prazo, são positivos ao longo prazo... é o que podemos chamar: a Preparação. Estar em situações difíceis, aprisionadoras, em trabalhos sem sentido, nos torna aptos para enfrentar as adversidades que compreendem nossa Missão. Devemos estar atentos a isso, pois nos servirão muito ao torná-lo consciente... pensem:  O que tiro desta situação? O que devo aprender com esta experiência? Qual a contribuição deste trabalho ou relação?
Tudo é uma aprendizagem constante e uma preparação para o cumprimento da Missão... porem o mais louco deste cumprir... é que não importa se és consciente de havê-lo feito.
Claro está que quando se é consciente de nossos propósitos, nos vemos então, em um plano mais flexível, mais sutil. Saber qual é a Missão individual é importante para nossa realização como indivíduos.
É bom saber qual é minha Missão?
Deve-se ter em conta os aspectos positivos e negativos de saber qual é a missão. O  positivo, como disse; te posiciona em um nível flexível de evolução, em que você é consciente de que tudo o que acontece o está preparando  para essa função que você veio exercer. Estás atento, e pronto para estas situações.
O lado negativo é que quando se reconhece sua missão, está pendente de sua realização… e muitas vezes isso traz problemas. Querer que aconteça já, adiantar os tempos, as ações... chega a angustia e a desesperação, pois as coisas não saem como se espera e assim, a frustração invade o corpo. Vê o contexto e enlouquece ao ver a quase impossibilidade de sua missão, e praticamente acaba por não cumpri-la.
Então… como cumpro a minha missão?
Na realidade, a Missão se cumpre muito facilmente: vivendo.
Despreocupem-se de sua missão.
Faz muito tempo, antes de nascer, todos, cada um de vocês, se reuniu com um grupo de almas, seres, guias e mestres com os quais debateram sua missão, eles estão aí para ajudá-los no cumprimento da mesma... como? Através de “deja vu”, de sinais, palavras, filmes, livros, propagandas inclusive... qual é meu ponto? É que muita gente cumpre sua Missão e morre sem saber que a cumpriu... não obstante, fez o que tinha que fazer.

A Nova Era é um fervedouro de ideais que estavam travados, mas não por haver estado no inconsciente coletivo; não se concebiam.

Nossa maior ferramenta hoje, diferentemente de antes, é que SABEMOS que existe uma Missão que  acordamos cumprir.  Coisa que antes não sabiam, no entanto, se cumpriam pelo inconsciente e subconsciente.
Não importa qual é nossa missão, o importante é estar atento aos sinais que nos guiam para o seu cumprimento.
Pensem muito bem o seguinte… existem muitos que estão se conectando ou que já estão conectados, e que entre os 5 anos e os 20 anos já sabem qual é sua missão,mas o que não sabem é que começará a concretizar-se quando tiverem seus 45 ou 60 anos de idade... Entrementes então... se frustram com a própria vida e entram na ira ou melancolia. Por isso mesmo, meu conselho é o seguinte:
Não vivemos para cumprir com nossa missão... nossa missão é viver. Desfrutem de cada instante da vida, sendo conscientes de que suas vidas são um importante elo que tem que mover. Não se detenham a observar e buscar o propósito de sua vida, simplesmente vivam, estejam atentos, e encontrem o propósito.
Seguirei insistindo:
 “…Não vivemos por nossa missão, nossa missão é viver...
...não busquem o propósito de sua vida, encontrem-no no viver...”


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Comunicação no Espaço Tempo: Ressonância Mórfica




Em 1981, quando ainda não tinha 40 anos, Rupert Sheldrake publicou seu primeiro livro, intitulado A New Science of Life (Uma Nova Ciência da Vida), apresentando ao mundo científico o fundamento teórico para uma visão nova e revolucionária da gênese morfológica, ou seja, para o surgimento das formas no mundo orgânico e inorgânico.

Este jovem biólogo levantou uma teoria, altamente questionável, sobre a capacidade de aprendizagem da “criação” e a interação entre o espírito e a matéria. Tal tese – a qual ele mesmo sabe ser difícil comprovar definitivamente – é tão inacreditável quanto simples: além dos campos energéticos conhecidos pela ciência, como o gravitacional e o electromagnético, a natureza possui campos morfogenéticos, os quais são definidos por Sheldrake como “invisíveis estruturas organizadoras, capazes de formar e organizar cristais, plantas e animais, determinando até o seu comportamento”. Estes campos morfogenéticos contêm a soma de toda a história e de toda a evolução; seria algo semelhante ao conceito de Akasha dos antigos hindus ou ao inconsciente coletivo de C.G. Jung.

O conceito que Sheldrake desenvolve, a respeito da “ressonância mórfica”, supõe que estruturas similares podem estar em comunicação, no espaço e no tempo, através de seus campos morfogenéticos. O que está em jogo na “bomba” lançada por Sheldrake é nada mais nada menos do que uma hipótese científica, que, caso fosse comprovada, derrubaria toda a concepção materialista do universo.


A hipótese de Sheldrake considera que tudo que acontecer, num determinado momento, terá sua consequência, no futuro, em processos similares. No processo de aprendizagem,
por exemplo, o fato de alguma coisa ser aprendida por alguém implica no fato de ela vir a ser aprendida por outrem mais facilmente, onde quer que ele esteja. Para esta teoria, Sheldrake encontrou comprovação numa série de experiências, em que ratos eram treinados para encontrar o caminho ao comedor por um labirinto de passagens. Quando os animais haviam realizado tal aprendizagem, num laboratório qualquer, outros ratos, nas partes mais distantes do globo, realizavam a mesma tarefa num tempo menor.
Mas Sheldrake, biólogo por formação, de maneira alguma restringe a ação dos campos morfogenéticos ao reino orgânico. Não fala apenas em ratos,e no homem, mas fala com igual dedicação, por exemplo, de cristais: assim que, em algum laboratório, se tenha constituído determinado cristal, será mais fácil e mais rápido produzir cristais do mesmo tipo em outros laboratórios. A explicação convencional para tal fenômeno pressupõe o transporte de moléculas de um laboratório a outro, através das roupas e dos cabelos dos químicos viajantes. E Sheldrake considera seu campo morfogenético bem mais plausível do que todos os hipotéticos cientistas transeuntes.

 
Todo neurologista que se sente comprometido com o rigor da ciência  sabe que a memória deve estar alojada, “de alguma forma”, dentro da massa cerebral, talvez em forma de código. “Todos conhecem” a relação que existe entre a memória e o conjunto das funções nervosas, como a sinapse, o neurônio, os dutos neurais, etc. Falta “apenas” descobrir a prova, mas esta já é “iminente”. Em todo o caso, esta questão não está de forma alguma em aberto. Pelo contrário: a memória não seria possível, se não estivesse alojada materialmente no cérebro.
Porém, a disputa pelo assento da memória não passa de uma questão secundária, e o papel do cérebro, uma questão paliativa. A questão radicalmente central é a concepção que Sheldrake apresenta sobre conceitos e leis: estes não são vistos como atemporais, imutáveis, mas em constante evolução e transformação. Todo sistema filosófico ou científico conhecido pressupõe algo imutável, básico, uma lei constante e primordial. Sheldrake, porém, baseia a  sua concepção num cosmos em constante transformação e evolução. O que chamamos de forma comum de “leis naturais” talvez não passem de costumes da criação.

O cerne mais radical de suas ideias, pondera ele mesmo, consiste em refutar a existência de algo que possa estar determinado por leis atemporais, eternas. Infelizmente, a influência que a cosmo-visão pitagórica e platônica exerce sobre nosso pensamento científico ainda é tão grande, que a maioria dos cientistas naturais estranha a imagem de um cosmos em constante evolução.

Sheldrake não concorda que seu posicionamento seja radicalmente novo. A concepção de uma realidade em constante transformação e evolução há muito existe no Budismo, assim como também nas correntes filosóficas do Ocidente, de Heráclito a Bergson: há a ideia de um universo criativo no “vitalismo” de Hans Driesch e no esboço que Whitehead fez de um organismo cósmico vivo, capaz de manter estruturas vivas em todos os níveis.Do outro lado, o materialismo pressupõe as leis platónicas imutáveis, que não passam, segundo Sheldrake, de uma suposição extraordinariamente metafísica e carente deprovas. Aliás, estas leis foram compreendidas originalmente como “ideias ocorridas no espírito de Deus”. O materialista coloca-se no lugar de Deus e acaba  a sós comsuas ideias; portanto, suas bases não são tão pragmáticas e sólidas como se pretende.

Os campos morfogenéticos de Sheldrake, por sua vez, não são fixos. Para ele, há uma conexão constante entre a realidade e a ideia: novos campos modificam os anteriores e vice-versa. O que ocorre é um processo constante e dinâmico: o universo e suas leis – “costumes” – estão submetidos a uma constante evolução.
Desde o lançamento de seu primeiro livro, há experiência a ocorrer por toda parte para testar sua teoria. O centro de conferências Tarrytown, de Nova Iorque , ofereceu US$ 10.000 para o melhor experiência que comprovasse ou desmentisse a teoria de Sheldrake. Uma fundação holandesa acrescentou mais US$ 5.000. Não faltaram boas ideias e, há pouco tempo, iniciou-se algo parecido a um jogo aberto ao público, do qual participavam institutos universitários, revistas científicas, a mídia e também muitos leigos, uma configuração nada aceitável ao tradicional mundo das ciências.

Um exemplo dessa situação ocorreu quando a renomeada revista americana “Boletim do Cérebro e da Mente” desenvolveu um experiência, em que os leitores da revista tinham que decorar três versos em japonês, sendo um verso tradicional; outro de um poeta contemporâneo, e o terceiro, uma sequência aleatória de ideogramas. Segundo a teoria do campo morfogenético, o verso tradicional – que foi praticado por milhões e milhões de Japoneses, ao longo de séculos – deveria causar uma ressonância morfogenética, ou seja, ser mais fácil de decorar. E, de fato, o resultado final do experiência foi este.

Depois de experiências semelhantes um pouco por todo o Mundo, mesmo assim, a ciência tradicional permaneceu céptica: sentenciou que os resultados experimentais eram poucos e os métodos experimentais, de uma maneira geral, fracos. Somente um experiência grande, delineado segundo os mais rigorosos preceitos científicos e realizado no espaço controlável de um instituto de pesquisa, poderia avaliar a existência e eficácia da ressonância morfogenética.

Foi exatamente o que ocorreu, recentemente, no Instituto de Psicologia, da Universidade Georg-August, em Göttingen, na Alemanha. O presidente dessa instituição, Suitbert Ertel, apesar de assumir que achava a hipótese de Sheldrake absurda, admitia que ela continha previsões quantificáveis acerca da memória humana, motivo pelo qual se sentiu tentado, como cético inveterado, a fazer uma experiência que a desmascarasse.
Numa dos vários experiências realizados, alguns alunos tinham que decorar ideogramas japoneses. Uma parte deles estava escrito de forma certa; outra parte, de forma errada, porém, indistinguíveis aos olhos alemães. Contrariando todas as expectativas locais, a experiência resultou numa diferença altamente significativa entre a taxa de memorização do “japonês correto” e o “japonês errado”, como se os alunos alemães possuíssem algum conhecimento prévio da língua japonesa, a qual, no entanto, lhes era totalmente estranha. Tal foi a confusão gerada pelo resultado inesperado, e inexplicável pelas teorias mais alternativas, que se repetiu a experiência, agora no sistema “double blind”, ou seja, os organizadores  não sabiam os objetivos da mesma. O resultado foi igual.

Após o experimento de Göttingen, outros foram iniciados, em Bielefeld (Alemanha) e em Göteborg (Suécia), mantendo acesa a chama do debate. Sheldrake está confiante de que, em alguns anos, a cosmovisão holística terá imperado frente à mecanicista, assim como as teorias dos campos energéticos e a mecânica quântica acabarãp impondo-se  à física tradicional.

Fonte:
http://lugardaalma.com/terapias/a-ressonancia-morfica/#more-3559




sábado, 2 de julho de 2011

Uma Viagem ao Coração

Por Robert P. Ocker

Estamos a atravessar um momento crucial na educação e na forma de criar as crianças.Um momento de mudança de paradigma. Há um sentir geral de que a pergunta de como criar e educar aos nossos filhos é a pergunta mais profunda com que nos enfrentamos hoje. A educação requer uma nova visão para as crianças do séc. XXI, oferecendo esperança e inspiração a todas as crianças do mundo. Esta visão pode ser encontrada nos sonhos das crianças. Precisamos de um entendimento profundo da vida humana para pôr em prática uma pedagogia compreensiva que sirva a Humanidade do novo milênio, esta Humanidade que, evidentemente, são as crianças de hoje. As crianças são o mais valioso tesouro, e nosso futuro depende do quão profundamente poderemos compreender esta vida humana.
Os educadores devem admitir que, assim como se exige uma transformação da atual estrutura social, também devemos exigir a transformação da arte da educação, a qual deve passar a brotar de uma fonte diferente. Decerto podemos fazer esta transformação uma vez que a arte da educação depende dos educadores.
Os educadores devem desenvolver um novo entendimento da natureza humana e oferecer orientação com base nele. Devemos dar às nossas crianças e estudantes a dádiva da nossa orientação, através de uma disciplina interna e de paz. Devemos perceber a verdadeira natureza das crianças, à medida que elas se desenvolvem e permitir-lhes o seu desenvolvimento como seres humanos. São eles quem deve escolher como a sua natureza e essência mudará na idade adulta. Os educadores do século XXI guiarão o desenvolvimento dos seres humanos oferecendo a dádiva da disciplina interior. Com sabedoria e conhecimento guiaremos as crianças de carácter para que se convertam em indivíduos responsáveis, engenhosos e amáveis.


Portanto, como educadores, devemos converter-nos nos pioneiros do paradigma – devemos rever os nossos conceitos sobre o significado, propósito e função da educação e apresentar uma nova forma de pensamento. Devemos ensinar as nossas crianças a como pensar e no que devem pensar. O nosso papel não é transmitir conhecimento, mas transmitir sabedoria. A sabedoria é o conhecimento aplicado.
Quando damos às crianças somente conhecimento, estamos a dizer-lhes o que devem pensar, o que supostamente devem conhecer e o que queremos que acreditem como verdade. Quando, porém, transmitimos sabedoria, não estamos a dizer o que elas devem saber ou o que é certo; estamos a guiá-las para que sejam elas próprias a procurar a sua verdade.
Certamente não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, pois sem conhecimento não há sabedoria. Certa quantidade de conhecimento deve passar de uma geração a outra, mas devemos permitir que as crianças o descubram por si próprias. O conhecimento, com frequência, perde-se, mas asabedoria nunca se esquece.
Eu imagino um sistema de educação baseado no desenvolvimento das capacidades e capacidades da criança, em lugar de desenvolver apenas a sua memória. As crianças são nossos guias; devemos dar-lhes a oportunidade de descobrir e criar as suas próprias verdades. O pensamento critico, a solução de problemas,a imaginação, a honestidade e a responsabilidade deverão ser o ponto de partida da educação das crianças do século XXI.
A minha visão do futuro da educação esta baseada no amor incondicional. Esta é a essência do novo ser humano. Nós, os educadores, devemos ter o cuidado de nos cercarmos de colegas que tenham o coração e a alma para educar as crianças de hoje, que serão os adultos de amanhã. A verdadeira educação deve preocupar-se com dar vida às pessoas. Nós, os educadores, prestaremos um extraordinário serviço à Humanidade se formos os pioneiros desta mudança. Devemos renovar o sistema educativo para o melhoramento da Humanidade. Se você, como educador, toma parte desta viagem ao coração, as crianças serão abençoadas e, com elas, o futuro de toda a Humanidade.