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domingo, 24 de julho de 2011

Crianças Autistas


KRYON

Canalizado por Lee Carrol

Vocês estão conscientes, não estão, de como são lineares? Nós lhes dissemos antes que quando as criaturas interdimensionais visitam este planeta ( o que eles fazem), eles os vêem como símbolos bi-dimensionais em preto e branco em um pedaço de papel. Os humanos, em sua arrogância, especialmente os intelectuais, dizem para eles: "Nós somos capazes de pensar em qualquer coisa que queiramos fazer. Nós podemos pensar acima do pedaço de papel". Isto é divertido para eles, desde que vocês nem mesmo sabem em que dimensão estão! Vocês nem mesmo sabem que não são coloridos! Eles vêem isto e partem. Não há nada aqui para eles e eles não podem se comunicar com um desenho. É isto que a linearidade lhes faz e vocês nem mesmo estão conscientes disto.
Os pensadores humanos de idéias intelectuais elevadas têm um limite contra o qual eles se precipitam, mas o próprio limite não é aparente. Eles nem mesmo sabem contra o que eles se precipitam. Eles simplesmente não podem pensar além de sua própria dimensionalidade. Não há consciência do que eles não sabem. Mas estes atributos estão mudando e tudo isto está começando a mudar. Isto está ao seu redor, e vocês não podem vê-lo. Deixem-me lhes dar um exemplo do cérebro Humano.
O que vocês acham que o cérebro Humano pode realmente fazer? O que vocês acham que ele é estabelecido para fazer? Deixem-me lhes dar um exemplo do que a sua sociedade veio a aceitar como uma "pessoa desequilibrada". Alguns de vocês acham que é uma "pessoa doente". Deixem-me lhes falar do autista. Deixe-nos lhes falar sobre o autismo no que vocês chamam de caso mais grave.
Abençoado seja o autista que veio a esta terra para lhes mostrar como é a evolução Humana futura! Eles passam uma existência tentando imaginar a linearidade e ela os frustra. Abençoado seja o cientista que na terra olha e chama de desequilibrado. Pois os Humanos que fazem isto não podem ver o que eles não compreendem. O autista é capaz de escapar do papel e estar em cores! Muitos dos autistas podem fazer o que as suas calculadoras podem fazer em suas escrivaninhas, vocês sabiam disto? E eles não precisavam de uma calculadora! Dêem-lhes um problema - dois dígitos multiplicados por três dígitos. Agora observem como eles lhes dão rapidamente a resposta. Porque eles não são lineares! Perguntem-lhes em que dia da semana será 13 de Agosto de 2012, e eles lhes dirão, e eles não precisam de um calendário. Vocês poderiam dizer: "Que tipo de mente pode fazer isto?" Eu lhes direi - uma mente não linear, sem as paredes no cérebro que vocês têm.
Vocês já pensaram nisto? O autista tem uma mente não linear. As barreiras se desprendem. Vocês podem imaginar a frustração deste Humano? Aqui está ele em um mundo de preto e branco, enquanto ele está a cores. Não apenas isto, vocês querem que eles sigam em uma linha reta quando ele está acostumado em todas as direções ao mesmo tempo. Isto também explica por que as únicas energias que funcionarão para acalmá-lo são as interdimensionais - música, arte, e amor.
Isto começa a lhes fazer sentido? (vejam abaixo). O que está ocorrendo, queridos, para que todos saibam, vejam e compreendam, é que muito, muito lentamente, vocês têm a linearidade do cérebro Humano começando a ser reduzida. Ao contrário do autista, isto será de modos que ainda serão equilibrados e farão sentido. Em outras palavras, vocês serão capazes de entrar e sair do pensamento quântico a qualquer momento que desejarem, a fim de viverem em uma existência 3D, linear, além de terem a consciência quântica. Será um retorno a uma forma de consciência que os Lemurianos tinham, mas com a sabedoria das eras que vocês reuniram. Isto não será rápido, mas os precursores disto já estão aqui.
Eu lhes darei alguns atributos da evolução Humana em um momento, mas vamos retornar aos autistas. Muitos que lêem isto estão muito preocupados com o autismo. Vocês desejam saber por que há tantos autistas nascendo. Vocês dizem que não é coincidência que subitamente há tantos! Há mais crianças autistas nascendo hoje do que já houve neste planeta. Os humanos estão desnorteados querendo saber o que está errado. É a química do alimento? Talvez sejam as vacinações! Alguns estão dizendo sem qualquer prova, "Sim, é isto, devem ser as vacinações" Vocês estão se agarrando a qualquer coisa para resolver o enigma do por que tantos autistas estão chegando.
Entretanto, bem poucos Humanos, se alguns, olharam para o enigma e disseram: "Talvez estejamos evoluindo, e esta seja a primeira onda do que veremos?" Não mentalmente desequilibrados, mas pensamento não linear! Isto é, realmente, o caso. Vocês estão vendo uma forma de evolução e o estão chamando de estranho e incomum. É simplesmente aqueles que estão vindo antecipadamente com DNA quântico ativado. Estes precursores iniciais tem o DNA ativado de um modo descontrolado e assim a aprendizagem é necessária para saber como fazer sentido disto tudo. É isto que estamos fazendo, e cada geração de cientistas terá uma melhor época disto, imaginando o que é linear e o que não é.
Observem a criança autista passar pelo que eles devem fazer (autismo em sua forma mais severa). Eles são tão não lineares que há uma inacreditável frustração em tentar linearizar até a voz humana enquanto vocês falam com eles. Eles farão as mesmas ações inúmeras vezes, tentando linearizar o não linear. As paredes lineares deixam de existir em seu cérebro, e eles têm que aprender a construir aquelas que eles precisam.
Os humanos os vêem como um problema, e isto não é um problema. É uma forma de crianças dotadas que estão ajudando este planeta a crescer. Abençoados sejam aqueles que vêm à Terra como a nova onda da consciência para lhes mostrar onde ela está indo. Eles estão colocando o estágio para um novo tipo de Humano. Pois esta mente quântica se desenvolverá de um modo equilibrado onde muitos terão os talentos autistas onde eles os quiserem, e o linear quando eles quiserem isto. É disto que a mente humana é capaz - ser quântica quando eles desejam ser. Este é um retorno ao meio que lhes foi dado.
Deixem-me lhes dizer algo que é não linear em sua vida. Nós falamos disto muito raramente. Vocês receberam duas coisas quânticas como um Ser Humano, duas coisas que são transmitidas entre o outro lado do véu e este lado do véu que são absolutamente quânticas, não lineares. Elas têm estrutura, mas não são lineares. Talvez vocês nem mesmo tenham pensado nelas? Eu lhes direi quais são elas - a arte e a música. Não há limite para o número de notas que vocês podem ouvir ao mesmo tempo, as quais o seu cérebro pode ouvir e reunir. Não há limite para o número de músicos da orquestra sinfônica que podem se reunir em harmonia em um palco. Quanto mais vocês acrescentam, melhor ela se torna.
Tentem isto com as conferências (sorriso). Vocês já pensaram nisto? Não há limite para o número de cores que vocês podem compreender e resolver em determinados padrões. Elas são maravilhosas e têm comunicações em todas elas. A música toca o seu coração. Agora vocês sabem por que. Ela é interdimensional. Ela é quântica. Ela foi projetada para fazer isto. Agora, apliquem este mesmo cenário à comunicação e vocês verão onde estão indo. Isto é evolução Humana. É o início neste planeta. Isto prosseguirá lentamente, mas é o que está acontecendo.
[...]
E assim é.
Kryon

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Tradução: Regina Drumond

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Qual é a minha Missão?


por Matias de Stefano

Está pergunta está hoje na boca de todos, desde crianças até anciãos que buscam sua missão.
É um dilema que está vigente na humanidade desde seu início. Qual é o propósito da vida? Que papel eu represento nesta totalidade? Que importância eu tenho neste Universo, não obstante eu seja tão pequeno?
Todos têm um propósito… cada semente, ave, animal, cada humano, cada célula e estrela têm um propósito pelo qual existem. A própria existência é um propósito: o movimento; por mais absurdo que pareça, o propósito que temos todos juntos, é constante movimento, nunca deve deter-se, nossa própria natureza o necessita, nossos sonhos nos impulsiona nos momento que nos estancamos. Quando a vida leva alguém a uma vida monótona de dependência, da qual sabe que não é sua realidade, seus sonhos são quem mostram seu propósito.
Nossas habilidades, aquilo em que somos bons, nossos hobbies, nossas idéias, por mais loucas que sejam esses aspectos são os que estão metidos em nossa genética e personalidade, os quais nos guiam para nosso propósito individual. É preciso dar importância aquilo que sabemos e temos como habilidades, elas são o caminho para nossa realização.
 A Missão, não é um trabalho a cumprir, muitas vezes podemos acreditar que nossa missão pode ser dura, ou algo que está empacado... mas na realidade, ela é nossa própria realização como seres. No processo de realizar nossa missão, a vida nos ensina as ferramentas com as quais a alcançaremos.
Quais são essas ferramentas?
Temos dois tipos de ferramentas para conseguir o cumprimento de nossa missão? As Positivas e as Negativas. Ambas nos ajudarão.
As Positivas são as que mencionei antes: nossas habilidades, nossos hobbies, aquilo que nos agrada ou no que somos bons. Isto nos aproxima da missão, porque descobrimos que tudo o que viemos fazer ao mundo, está relacionado com o que nos faz feliz. Muitas vezes a sociedade castigará ou criticará aqueles que são felizes cumprindo com suas habilidades, posto que a sociedade capitalista ou comunista não compreende como alguém pode sobreviver sem o esforço natural ao qual o humano está submetido; a idéia sempre foi a de que se teria que trabalhar com o suor de sua fonte para conseguir algo... Porem todos nós sabíamos bem que isso é uma parte da aprendizagem, e que nosso propósito não se consegue com o suor, mas sim com alegria.
As Negativas são nossos karmas, as coisas que enfrentamos, que nos desagradam. Ter que trabalhar em lugares nos quais não encontramos o propósito, estar em ambientes com pessoas que nos depreciam ou desvalorizam, ajudar sem entender a razão, submeter-se a uma vida de constantes perdas ou separações... Todos estes aspectos negativos em curto prazo, são positivos ao longo prazo... é o que podemos chamar: a Preparação. Estar em situações difíceis, aprisionadoras, em trabalhos sem sentido, nos torna aptos para enfrentar as adversidades que compreendem nossa Missão. Devemos estar atentos a isso, pois nos servirão muito ao torná-lo consciente... pensem:  O que tiro desta situação? O que devo aprender com esta experiência? Qual a contribuição deste trabalho ou relação?
Tudo é uma aprendizagem constante e uma preparação para o cumprimento da Missão... porem o mais louco deste cumprir... é que não importa se és consciente de havê-lo feito.
Claro está que quando se é consciente de nossos propósitos, nos vemos então, em um plano mais flexível, mais sutil. Saber qual é a Missão individual é importante para nossa realização como indivíduos.
É bom saber qual é minha Missão?
Deve-se ter em conta os aspectos positivos e negativos de saber qual é a missão. O  positivo, como disse; te posiciona em um nível flexível de evolução, em que você é consciente de que tudo o que acontece o está preparando  para essa função que você veio exercer. Estás atento, e pronto para estas situações.
O lado negativo é que quando se reconhece sua missão, está pendente de sua realização… e muitas vezes isso traz problemas. Querer que aconteça já, adiantar os tempos, as ações... chega a angustia e a desesperação, pois as coisas não saem como se espera e assim, a frustração invade o corpo. Vê o contexto e enlouquece ao ver a quase impossibilidade de sua missão, e praticamente acaba por não cumpri-la.
Então… como cumpro a minha missão?
Na realidade, a Missão se cumpre muito facilmente: vivendo.
Despreocupem-se de sua missão.
Faz muito tempo, antes de nascer, todos, cada um de vocês, se reuniu com um grupo de almas, seres, guias e mestres com os quais debateram sua missão, eles estão aí para ajudá-los no cumprimento da mesma... como? Através de “deja vu”, de sinais, palavras, filmes, livros, propagandas inclusive... qual é meu ponto? É que muita gente cumpre sua Missão e morre sem saber que a cumpriu... não obstante, fez o que tinha que fazer.

A Nova Era é um fervedouro de ideais que estavam travados, mas não por haver estado no inconsciente coletivo; não se concebiam.

Nossa maior ferramenta hoje, diferentemente de antes, é que SABEMOS que existe uma Missão que  acordamos cumprir.  Coisa que antes não sabiam, no entanto, se cumpriam pelo inconsciente e subconsciente.
Não importa qual é nossa missão, o importante é estar atento aos sinais que nos guiam para o seu cumprimento.
Pensem muito bem o seguinte… existem muitos que estão se conectando ou que já estão conectados, e que entre os 5 anos e os 20 anos já sabem qual é sua missão,mas o que não sabem é que começará a concretizar-se quando tiverem seus 45 ou 60 anos de idade... Entrementes então... se frustram com a própria vida e entram na ira ou melancolia. Por isso mesmo, meu conselho é o seguinte:
Não vivemos para cumprir com nossa missão... nossa missão é viver. Desfrutem de cada instante da vida, sendo conscientes de que suas vidas são um importante elo que tem que mover. Não se detenham a observar e buscar o propósito de sua vida, simplesmente vivam, estejam atentos, e encontrem o propósito.
Seguirei insistindo:
 “…Não vivemos por nossa missão, nossa missão é viver...
...não busquem o propósito de sua vida, encontrem-no no viver...”


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Comunicação no Espaço Tempo: Ressonância Mórfica




Em 1981, quando ainda não tinha 40 anos, Rupert Sheldrake publicou seu primeiro livro, intitulado A New Science of Life (Uma Nova Ciência da Vida), apresentando ao mundo científico o fundamento teórico para uma visão nova e revolucionária da gênese morfológica, ou seja, para o surgimento das formas no mundo orgânico e inorgânico.

Este jovem biólogo levantou uma teoria, altamente questionável, sobre a capacidade de aprendizagem da “criação” e a interação entre o espírito e a matéria. Tal tese – a qual ele mesmo sabe ser difícil comprovar definitivamente – é tão inacreditável quanto simples: além dos campos energéticos conhecidos pela ciência, como o gravitacional e o electromagnético, a natureza possui campos morfogenéticos, os quais são definidos por Sheldrake como “invisíveis estruturas organizadoras, capazes de formar e organizar cristais, plantas e animais, determinando até o seu comportamento”. Estes campos morfogenéticos contêm a soma de toda a história e de toda a evolução; seria algo semelhante ao conceito de Akasha dos antigos hindus ou ao inconsciente coletivo de C.G. Jung.

O conceito que Sheldrake desenvolve, a respeito da “ressonância mórfica”, supõe que estruturas similares podem estar em comunicação, no espaço e no tempo, através de seus campos morfogenéticos. O que está em jogo na “bomba” lançada por Sheldrake é nada mais nada menos do que uma hipótese científica, que, caso fosse comprovada, derrubaria toda a concepção materialista do universo.


A hipótese de Sheldrake considera que tudo que acontecer, num determinado momento, terá sua consequência, no futuro, em processos similares. No processo de aprendizagem,
por exemplo, o fato de alguma coisa ser aprendida por alguém implica no fato de ela vir a ser aprendida por outrem mais facilmente, onde quer que ele esteja. Para esta teoria, Sheldrake encontrou comprovação numa série de experiências, em que ratos eram treinados para encontrar o caminho ao comedor por um labirinto de passagens. Quando os animais haviam realizado tal aprendizagem, num laboratório qualquer, outros ratos, nas partes mais distantes do globo, realizavam a mesma tarefa num tempo menor.
Mas Sheldrake, biólogo por formação, de maneira alguma restringe a ação dos campos morfogenéticos ao reino orgânico. Não fala apenas em ratos,e no homem, mas fala com igual dedicação, por exemplo, de cristais: assim que, em algum laboratório, se tenha constituído determinado cristal, será mais fácil e mais rápido produzir cristais do mesmo tipo em outros laboratórios. A explicação convencional para tal fenômeno pressupõe o transporte de moléculas de um laboratório a outro, através das roupas e dos cabelos dos químicos viajantes. E Sheldrake considera seu campo morfogenético bem mais plausível do que todos os hipotéticos cientistas transeuntes.

 
Todo neurologista que se sente comprometido com o rigor da ciência  sabe que a memória deve estar alojada, “de alguma forma”, dentro da massa cerebral, talvez em forma de código. “Todos conhecem” a relação que existe entre a memória e o conjunto das funções nervosas, como a sinapse, o neurônio, os dutos neurais, etc. Falta “apenas” descobrir a prova, mas esta já é “iminente”. Em todo o caso, esta questão não está de forma alguma em aberto. Pelo contrário: a memória não seria possível, se não estivesse alojada materialmente no cérebro.
Porém, a disputa pelo assento da memória não passa de uma questão secundária, e o papel do cérebro, uma questão paliativa. A questão radicalmente central é a concepção que Sheldrake apresenta sobre conceitos e leis: estes não são vistos como atemporais, imutáveis, mas em constante evolução e transformação. Todo sistema filosófico ou científico conhecido pressupõe algo imutável, básico, uma lei constante e primordial. Sheldrake, porém, baseia a  sua concepção num cosmos em constante transformação e evolução. O que chamamos de forma comum de “leis naturais” talvez não passem de costumes da criação.

O cerne mais radical de suas ideias, pondera ele mesmo, consiste em refutar a existência de algo que possa estar determinado por leis atemporais, eternas. Infelizmente, a influência que a cosmo-visão pitagórica e platônica exerce sobre nosso pensamento científico ainda é tão grande, que a maioria dos cientistas naturais estranha a imagem de um cosmos em constante evolução.

Sheldrake não concorda que seu posicionamento seja radicalmente novo. A concepção de uma realidade em constante transformação e evolução há muito existe no Budismo, assim como também nas correntes filosóficas do Ocidente, de Heráclito a Bergson: há a ideia de um universo criativo no “vitalismo” de Hans Driesch e no esboço que Whitehead fez de um organismo cósmico vivo, capaz de manter estruturas vivas em todos os níveis.Do outro lado, o materialismo pressupõe as leis platónicas imutáveis, que não passam, segundo Sheldrake, de uma suposição extraordinariamente metafísica e carente deprovas. Aliás, estas leis foram compreendidas originalmente como “ideias ocorridas no espírito de Deus”. O materialista coloca-se no lugar de Deus e acaba  a sós comsuas ideias; portanto, suas bases não são tão pragmáticas e sólidas como se pretende.

Os campos morfogenéticos de Sheldrake, por sua vez, não são fixos. Para ele, há uma conexão constante entre a realidade e a ideia: novos campos modificam os anteriores e vice-versa. O que ocorre é um processo constante e dinâmico: o universo e suas leis – “costumes” – estão submetidos a uma constante evolução.
Desde o lançamento de seu primeiro livro, há experiência a ocorrer por toda parte para testar sua teoria. O centro de conferências Tarrytown, de Nova Iorque , ofereceu US$ 10.000 para o melhor experiência que comprovasse ou desmentisse a teoria de Sheldrake. Uma fundação holandesa acrescentou mais US$ 5.000. Não faltaram boas ideias e, há pouco tempo, iniciou-se algo parecido a um jogo aberto ao público, do qual participavam institutos universitários, revistas científicas, a mídia e também muitos leigos, uma configuração nada aceitável ao tradicional mundo das ciências.

Um exemplo dessa situação ocorreu quando a renomeada revista americana “Boletim do Cérebro e da Mente” desenvolveu um experiência, em que os leitores da revista tinham que decorar três versos em japonês, sendo um verso tradicional; outro de um poeta contemporâneo, e o terceiro, uma sequência aleatória de ideogramas. Segundo a teoria do campo morfogenético, o verso tradicional – que foi praticado por milhões e milhões de Japoneses, ao longo de séculos – deveria causar uma ressonância morfogenética, ou seja, ser mais fácil de decorar. E, de fato, o resultado final do experiência foi este.

Depois de experiências semelhantes um pouco por todo o Mundo, mesmo assim, a ciência tradicional permaneceu céptica: sentenciou que os resultados experimentais eram poucos e os métodos experimentais, de uma maneira geral, fracos. Somente um experiência grande, delineado segundo os mais rigorosos preceitos científicos e realizado no espaço controlável de um instituto de pesquisa, poderia avaliar a existência e eficácia da ressonância morfogenética.

Foi exatamente o que ocorreu, recentemente, no Instituto de Psicologia, da Universidade Georg-August, em Göttingen, na Alemanha. O presidente dessa instituição, Suitbert Ertel, apesar de assumir que achava a hipótese de Sheldrake absurda, admitia que ela continha previsões quantificáveis acerca da memória humana, motivo pelo qual se sentiu tentado, como cético inveterado, a fazer uma experiência que a desmascarasse.
Numa dos vários experiências realizados, alguns alunos tinham que decorar ideogramas japoneses. Uma parte deles estava escrito de forma certa; outra parte, de forma errada, porém, indistinguíveis aos olhos alemães. Contrariando todas as expectativas locais, a experiência resultou numa diferença altamente significativa entre a taxa de memorização do “japonês correto” e o “japonês errado”, como se os alunos alemães possuíssem algum conhecimento prévio da língua japonesa, a qual, no entanto, lhes era totalmente estranha. Tal foi a confusão gerada pelo resultado inesperado, e inexplicável pelas teorias mais alternativas, que se repetiu a experiência, agora no sistema “double blind”, ou seja, os organizadores  não sabiam os objetivos da mesma. O resultado foi igual.

Após o experimento de Göttingen, outros foram iniciados, em Bielefeld (Alemanha) e em Göteborg (Suécia), mantendo acesa a chama do debate. Sheldrake está confiante de que, em alguns anos, a cosmovisão holística terá imperado frente à mecanicista, assim como as teorias dos campos energéticos e a mecânica quântica acabarãp impondo-se  à física tradicional.

Fonte:
http://lugardaalma.com/terapias/a-ressonancia-morfica/#more-3559




sábado, 2 de julho de 2011

Uma Viagem ao Coração

Por Robert P. Ocker

Estamos a atravessar um momento crucial na educação e na forma de criar as crianças.Um momento de mudança de paradigma. Há um sentir geral de que a pergunta de como criar e educar aos nossos filhos é a pergunta mais profunda com que nos enfrentamos hoje. A educação requer uma nova visão para as crianças do séc. XXI, oferecendo esperança e inspiração a todas as crianças do mundo. Esta visão pode ser encontrada nos sonhos das crianças. Precisamos de um entendimento profundo da vida humana para pôr em prática uma pedagogia compreensiva que sirva a Humanidade do novo milênio, esta Humanidade que, evidentemente, são as crianças de hoje. As crianças são o mais valioso tesouro, e nosso futuro depende do quão profundamente poderemos compreender esta vida humana.
Os educadores devem admitir que, assim como se exige uma transformação da atual estrutura social, também devemos exigir a transformação da arte da educação, a qual deve passar a brotar de uma fonte diferente. Decerto podemos fazer esta transformação uma vez que a arte da educação depende dos educadores.
Os educadores devem desenvolver um novo entendimento da natureza humana e oferecer orientação com base nele. Devemos dar às nossas crianças e estudantes a dádiva da nossa orientação, através de uma disciplina interna e de paz. Devemos perceber a verdadeira natureza das crianças, à medida que elas se desenvolvem e permitir-lhes o seu desenvolvimento como seres humanos. São eles quem deve escolher como a sua natureza e essência mudará na idade adulta. Os educadores do século XXI guiarão o desenvolvimento dos seres humanos oferecendo a dádiva da disciplina interior. Com sabedoria e conhecimento guiaremos as crianças de carácter para que se convertam em indivíduos responsáveis, engenhosos e amáveis.


Portanto, como educadores, devemos converter-nos nos pioneiros do paradigma – devemos rever os nossos conceitos sobre o significado, propósito e função da educação e apresentar uma nova forma de pensamento. Devemos ensinar as nossas crianças a como pensar e no que devem pensar. O nosso papel não é transmitir conhecimento, mas transmitir sabedoria. A sabedoria é o conhecimento aplicado.
Quando damos às crianças somente conhecimento, estamos a dizer-lhes o que devem pensar, o que supostamente devem conhecer e o que queremos que acreditem como verdade. Quando, porém, transmitimos sabedoria, não estamos a dizer o que elas devem saber ou o que é certo; estamos a guiá-las para que sejam elas próprias a procurar a sua verdade.
Certamente não podemos ignorar o conhecimento quando ensinamos sabedoria, pois sem conhecimento não há sabedoria. Certa quantidade de conhecimento deve passar de uma geração a outra, mas devemos permitir que as crianças o descubram por si próprias. O conhecimento, com frequência, perde-se, mas asabedoria nunca se esquece.
Eu imagino um sistema de educação baseado no desenvolvimento das capacidades e capacidades da criança, em lugar de desenvolver apenas a sua memória. As crianças são nossos guias; devemos dar-lhes a oportunidade de descobrir e criar as suas próprias verdades. O pensamento critico, a solução de problemas,a imaginação, a honestidade e a responsabilidade deverão ser o ponto de partida da educação das crianças do século XXI.
A minha visão do futuro da educação esta baseada no amor incondicional. Esta é a essência do novo ser humano. Nós, os educadores, devemos ter o cuidado de nos cercarmos de colegas que tenham o coração e a alma para educar as crianças de hoje, que serão os adultos de amanhã. A verdadeira educação deve preocupar-se com dar vida às pessoas. Nós, os educadores, prestaremos um extraordinário serviço à Humanidade se formos os pioneiros desta mudança. Devemos renovar o sistema educativo para o melhoramento da Humanidade. Se você, como educador, toma parte desta viagem ao coração, as crianças serão abençoadas e, com elas, o futuro de toda a Humanidade.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

CUIDANDO DOS NEGÓCIOS DA FAMÍLIA


(As Crianças das Estrelas e as Curas por Empatia)

por Daniel Jacob




À medida que avançamos como Humanidade, para novos níveis de transformação global, nos parece agora apropriado que nós, os Baby Boomers[1], conheçamos um “segredo sagrado” que ocultamos de nós mesmos desde que éramos pequenos. Na realidade, alguns de nós, ainda estamos resguardando este segredo até de nós mesmos! Falo aqui do Dom e o serviço da Cura por Empatia.

Uma definição básica de “Empatia” é a seguinte: “a capacidade de compreender, estar consciente de, ser sensível a, e experimentar indiretamente os sentimentos, pensamentos e experiências de outros sem estar plenamente conectados com eles de alguma forma específica.” Eu simplesmente chamo “A Arte do Saber”. Exploramos esse dom em profundidade cada vez que dou minhas Oficinas de Canalização Consciente e Compreensão do Eu Multidimensional.

Intimamente relacionada com este dom está a pratica da “Empatia Telepática”, que é a arte de poder projetar uma emoção para outros, infundindo-os com sentimentos e poderes que normalmente não teriam. Um adepto desta arte realmente tem a capacidade de extrair emoções de alguém que esteja próximo, mesclá-las e combiná-las com as próprias e depois devolver-lhe todo o pacote para sua reintegração e cura.

Nos dias de hoje, muitas pessoas do planeta compreendem que são “empáticas”. Para alguns, é um dom que trazem de nascimento. Para outros, foi uma ferramenta de sobrevivência que se desenvolveu a medida que cresciam. Quando é mal empregado, O Dom da Empatia pode converter um ser humano normal em um vampiro emocional. Mas, quando é aplicada a todas as outras formas de vida, unida e sob a guia da Consciência Espiritual Expandida, pode ser uma poderosa ferramenta de cura e transformação.

Muitos empáticos começam a usar seu dom espontaneamente quando são muito jovens. Atualmente, a sociedade exige que as crianças permaneçam cativas de suas famílias de origem até completar os 18 anos ou até que escapem e sejam considerados como “menores emancipados”. Possivelmente, a muitas dessas famílias elas seriam consideradas altamente disfuncionais se avaliadas segundo as definições de saúde mental estabelecidas pela psicologia moderna. Devido à insegurança galopante presente nestes sistemas familiares, o Empático utilizará seus poderes para homogeneizar e harmonizar as emoções que o rodeiam, para que as coisas funcionem com maior fluidez. De certa forma, podem ser “tranqüilizadores energéticos” em meio ao caos.

Muitas crianças das Estrelas funcionam sob o domínio e capricho dos pais, cujo intelecto e capacidade de compreensão parecem ínfimos, se comparados com os seus próprios. Aprendem rapidamente que não é seguro exercitar abertamente certas habilidades se ao fazê-lo percebem que seus pais ou irmãos se sentem atemorizados ou estúpidos. Portanto, muitas das nossas Crianças da Nova Terra se retraem aos Planos Internos de Consciência e começam a construir um mundo próprio. Poucos deles compreendem, de inicio, que seus mundos internos logo se converteram em diagramas de desenho para Criar um Novo Céu e uma Nova Terra, justamente aqui na 3D! Tudo o que sabem é que isso faz com que a família funcione melhor, e sentem que seu entorno começa a ser mais seguro.

COMO FUNCIONA A EMPATÍA

 Denominei a este artigo “Cuidando dos Negócios da Família” porque essa frase encapsula muito bem o papel que as Crianças das Estrelas e os Jovens das Estrelas jogam nos ambientes em que vivem. O “negócio” a que me refiro é a transação de emoções humanas e desejos enquanto as pessoas vivem juntas no mesmo espaço físico. Muitas vezes, as Crianças Empáticas fazem pelos adultos o que aparentemente nós não podemos fazer por nós mesmos.

Os psicólogos e Conselheiros utilizam a expressão “cuidar dos negócios sem fim” quando trabalham com as pessoas buscando alcançar a saúde mental. Buscam os sentimentos reprimidos, os arrependimentos e os desejos secretos que foram trasladados da juventude a vida adulta sem serem reconhecidos ou expressados.

As Crianças das Estrelas tem uma habilidade especial para perceber dessas vibrações ou desejos encobertos (como um abrigo)- e representam o que aqueles que o rodeiam foram incapazes ou não desejam enfrentar.

Nos escritos extensos sobre o tema, o psiquiatra Carl Gustavo Jung falou extensamente dos desejos humanos secretos e dos negócios sem fim, referindo-se a eles como “o aspecto da sombra” da psique humana. Escreveu volumes sobre o tópico da “projeção” como um meio para encobrir a própria sombra ao amontoar julgamentos e culpas em alguém. Esses trabalhos ainda são exaustivamente estudados hoje em dia. O que não podemos ou não queremos enfrentar em nós mesmos, tendemos a projetá-lo em outras pessoas ou coisas.

Jung disse: “Todos levamos uma Sombra e quanto menos encarnada na vida consciente da pessoa, mais negra e densa é. De todas as maneiras, forma uma obstrução inconsciente, frustrando a maioria de nossas melhores intenções.”

As Crianças das Estrelas sentem isto profundamente, e não vacilarão mergulhar diretamente na sombra, se isso significar que os adultos que os rodeiam terão uma oportunidade de solucionar seu passado doloroso e eliminar o que já não lhes serve mais.

A.i Allenby, em um de seus comentários sobre os escritos de Jung, escreveu: “(Jung) me disse que uma vez conheceu um homem distinto, cuáquero[2], que não se podia imaginar haver feito alguma maldade alguma vez em sua vida. “Sabe o que aconteceu a seus filhos?”perguntou Jung. “O filho se converteu num ladrão e a filha numa prostituta. Como o pai não queria cuidar de sua sombra, de sua parte na imperfeição da natureza humana, seus filhos se viram compelidos a representar o lado escuro que ele havia ignorado.

Os que vêm em busca de ajuda acerca da conduta de uma Criança das Estrelas, muitas vezes se concentrarão em como podem fazer para que a criança deixe de se comportar desta o daquela maneira na escola ou em publico, ou possa dormir, ou encontrar alívio a certos sonhos e sentimentos destrutivos. Falam de medicação, ou programas de modificação da conduta que seguiram sem obter resultado. Esses pais são sinceros, e muitos deles tem um amor óbvio por seu filho, e um profundo desejo de ser-lhe de toda a ajuda possível. No entanto, poucos deles compreendem que é a criança quem está ajudando através dos temas da sombra que está processando para os que o rodeiam.

Àqueles que desejarem compreender plenamente que parte atua O Dom da Empatia na vida de nossas Crianças das Estrelas seria bom assistir o filme “Powder” e estudá-la com atenção. Ainda que o argumento pareça demasiado fantástico em sua premissa, todos os filmes de ficção científica tendem a sê-lo – os temas emocionais que são abrangidos e as afirmações que se faz acerca da vida do personagem principal, trazem uma compreensão considerável do mundo privado desses dotados que agora compartilham o planeta conosco.

TRASTORNO DE DÉFICIT DE ATENCIÓN HIPERACTIVA, ENFERMIDADE BIPOLAR E OUTROS ESPELHOS SOCIAIS

No artigo introdutório As Crianças das Estrelas (CNE, primavera, 2004) afirmei que as condições nas quais a ciência médica se refere como transtornos de conduta, tais como o Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, a Enfermidade Bipolar e a Esquizofrenia – bem que poderiam não ser consideradas DESordens, se a examinarmos a partir de uma perspectiva metafórica, em vez de uma meramente empírica. Realmente, se retrocedemos e olhamos com atenção – considerando o Dom da Cura Empática – poderia haver um método para que esta loucura que está aparecendo nas famílias de todo o país

É possível que esteja nascendo na sociedade uma nova geração de humanos (aos que agora chamamos Homo Noéticus Mutandis), que literalmente tenham a habilidade e força interior para personificar para nós (como sociedade) as mudanças básicas de consciência que estão ocorrendo-nos? Embora, em certo grau, estas mudanças estejam ocorrendo a todos, estas crianças (e muitos adultos transformados) aprenderam a reverter-se com tal intensidade que será difícil continuarmos negando por muito tempo mais.

O artigo acima mencionado faz a seguinte afirmação, que indica o componente empático na manifestação do Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, como se vê em nossas queridas Crianças das Estrelas. Repetirei aqui de novo:
Com os “sintomas de Transtorno de Déficit de Atenção Hiperativa, as crianças simplesmente estão se correspondendo eles mesmos com as energias de seus pais, a rápida mudança, a seu entorno social imediato, ou a seus tutores primários. Eles são o reflexo do lado sombra (temas internos reprimidos) de quem tem que lidar com eles, ou da sociedade como um todo.

Focar-se unicamente no mais jovem é não ver o quadro maior. Uma sociedade que domina as crianças, que atua em tudo o que vem a mente é uma sociedade que está fracassando ao agir em temas chaves que gritam dentro de suas próprias mentes. ESSE é, na realidade, o verdadeiro déficit de atenção. Medicar simplesmente a criança anula uma importante lição de imagem. Compra tempo, mas estamos nós, os adultos utilizando esse tempo convenientemente? Está piscando uma luz vermelha no painel de nosso veículo social. Paramos o carro e olhamos sob o capô, ou simplesmente quebramos a luz vermelha e seguimos dirigindo?

Há uma similitude definida entre sintomas que se notam em pacientes que sofrem da Enfermidade Bipolar e as marcas emocionais e de conduta que se manifestam nos chamados “Xamãs” nas culturas indígenas do mundo. Um Xamã, nessas culturas, é visto como um ser bendito e sagrado. Sua função é conectar-se com o “Grande Espírito” em nome do povo e trazer-lhes lições e orientação que tenha para oferecer a divindade.

As mudanças que tem lugar nos corpos dos Xamãs, ao serem chamados ao serviço, são componentes necessários para quem está pro conectar-se com algo ou alguém que está mais alem do alcance da experiência humana normal. Moises certamente mudou quando descendeu do Monte Sinai trazendo as tabelas de pedra. À medida que continuava se transformando, logo se fez necessário que falasse as pessoas por meio de seu irmão Aarão.

O pensamento indígena a respeito do outro Mundo, o Reino dos Deuses, é que é um reino de UNIDADE. Os Deuses ou espíritos são masculinos e femininos em um. Ainda que um espírito determinado possa se manifestar diante de um humano, seja em caráter masculino ou feminino, em ultima instancia é de AMBOS os gêneros. Fazer a transição da Consciência 3D para a Consciência Multidimensional requer um re-acomodamento intensivo dos sentidos, e uma fusão da polaridade dentro da mesma consciência. Um Xamã deve converter-se em Bipolar durante períodos de sua vida, inclusive enquanto continua funcionando num mundo dual.  Isto pode causar um aumento de energia em sua mente e corpo. As pessoas nesses tipos de culturas aprendem a manter isto sob controle. Mais que vê-lo como algo negativo aprenderam a honrá-lo como um sinal de que a divindade está funcionando em suas vidas cotidianas.

A duração de uma “Enfermidade Xamãnica” que se sabe recair sobre um novo candidato para o serviço, pode durar, em alguns casos até 7 anos. Durante este tempo, a tribo assumira a responsabilidade de cuidar dessa pessoa sagrada (geralmente alguém jovem), até que o processo de transmutação esteja completo. A Esquizofrenia e a Desordem de Personalidade Múltipla, se estudada desta perspectiva, poderiam ser vistas também como uma manifestação normal da Natureza Multidimensional que está crescendo dentro de nós.

CAVALGANDO AS ONDAS DA MUDANÇA

Os deslocamentos e mudanças  comuns que só ocorriam aos Xamãs e Profetas agora estão começando a ocorrer por todo o planeta. A medida que a energia aumenta e nos aproximamos mais de nosso Núcleo Espiritual e Emocional, como humanos, estamos também começando a experimentar muitos “sintomas” da Aceleração Global de Energia. Entre elas está a desorientação, a fadiga, o letargo, a perda de memória à curto prazo, dores musculares, adormecimento passageiro e formigamento no corpo, habilidades intuitivas aumentadas, sonhos intensos, visões, telepatia e muito mais. O que os adultos não aceitam em sua consciência é recolhido rapidamente pela descendência empática que trazem para o mundo.

Meu trabalho com As Crianças das Estrelas facilita meu próprio redescobrimento da Criança Mágica que vive em mim. É um processo lento, e muitas vezes me sinto bastante lerdo para recolher minhas reflexões. No entanto, não estou sozinho nisto. A integração da Tecnologia da Unidade (a crença de tudo e todos estão conectados, e que todos somos parte do mesmo Ser Uno) causa comoção ao ego o qual combatemos furiosamente durante quanto tempo pudermos. Entretanto, nossos filhos estão sempre dispostos a “cuidar dos negócios da família” no caso de acovardarmos ou vacilarmos demasiado tempo.

Como escrevi em minha biografia, sou um Canal Espiritual. Muitas vezes, as coisas que escrevo vêm de fontes que existem “fora da caixa” da experiência humana normal. Se as pessoas acreditam no que é dito aqui, geralmente é porque estão em contato com algumas destas mesmas fontes. Na verdade, está se compartilhando um TOM comum por todo o mundo – nos que estão explorando e escrevendo sobre a Unidade Universal e a Conexão Multidimensional com Tudo O Que É.

Nossas Crianças das Estrelas vivem, se movem e respiram dentro da influencia constante desse tom. Muitos deles não compreendem o quê estão fazendo ou por quê. Simplesmente o fazem porque é tudo o que sabem. Talvez algum dia a maioria do mundo siga seu exemplo. Até então, teremos abundantes oportunidades de coçarmos a cabeça e expandir nosso intelecto, tratando de entender a forma incrível com que estas crianças dirigem os negócios.
 
Meus próprios Guias Espirituais, As Reconexões, disseram uma vez: “A única cura necessária, em qualquer situação, é a consciência total”. Se a vida parece confusa, é porque temos fracassado em pensar mais além de nossa pequena história para ver a vida de um ponto de vista expandido. Podemos medicar, meditar e complicarmos a vida com tentativas ridículas de controlar o destino – ou podemos permanecer assombrados, observando atentamente os espelhos que estão diante de nós, aceitando o que está aí – e ser transformados.


Copyright, 2004, Daniel Jacob.  Reservados Todos os Direitos. Pode ser copiado e compartilhado com o propósito de crescimento pessoal e/ou de investigação, desde que se mencione a fonte e este direito do autor se inclua inteiramente. Toda reprodução com fins de lucro, por qualquer meio, requer a permissão por escrito de Reconnections, Inc.

Tradução do original em espanhol: sandraferris@globo.com



[1] As numerosíssimas crianças que nasceram durante e depois da Segunda Guerra Mundial

  1. [2] m. y f. Individuo pertencente a uma seita religiosa protestante fundada na Inglaterra em 1648 por George Fox, que carece de culto e hierarquía eclesiástica e defende a simplicidade, o igualitarismo e a honradez.