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terça-feira, 5 de abril de 2011

MEDO dos Índigos

Ingrid Cañete responde aos detratores das crianças índigos

Porque (não) resistir ao tema e as “crianças índigo”?

Desejo compartilhar algumas reflexões a respeito de um tema tão atual quanto urgente neste início do século 21: a chegada massiva ao nosso planeta Terra, de seres humanos diferentes. Eles representam a evolução da espécie humana e têm sido identificados na literatura e na mídia, como crianças e adultos Índigo.

Eu como psicóloga, escritora e estudiosa do assunto, sinto-me no dever de tornar públicas tais reflexões e esclarecimentos devido a novidade e ao caráter impactante do mesmo. Este tema tem causado polêmica e principalmente, tem dado margem a informações distorcidas e equivocadas, as quais acabam por gerar confusão e prestam um desserviço a comunidade em geral.

Atualmente, é possível encontrar críticas acirradas e atitudes exasperadas por parte de pessoas e de setores de nossa sociedade, que demonstram grande resistência em relação ao assunto índigos. E, nos perguntamos, por quê tanta resistência? E, em alguns casos, tanta agressividade quando se trata deste tema? Muitas razões podem ser levantadas, algumas fundamentadas em crenças e raízes culturais tais como a religião, outras ligadas ao desconhecimento e a informações distorcidas como já foi mencionando.

Existem ainda razões calcadas no preconceito e as razões de ordem, digamos,
científica. Entre todas estas razões, existe uma que se encontra por detrás de todas elas e na qual acreditamos fortemente, trata-se do medo. O medo, esta emoção tão primária, esse instinto ligado a auto-preservação e a sobrevivência, que assume diferentes graus e formas de manifestação, está na origem de tanta agitação e exacerbação em torno do tema.

Para tratar de tal assunto, tendo em vista a relevância que de fato ele tem para todos nós, do ponto de vista evolutivo, convido o leitor a vestir neste momento, as vestes do cientista e a encarnar o espírito científico verdadeiro. Trata-se daquele espírito, e da atitude deste decorrente, que se abre permanentemente ao desconhecido e que não exige ver para crer, mas sim, crê e por isso torna-se cada vez mais, capaz de ver mais, de empreender em busca de respostas, de se recriar permanentemente, de nascer e renascer dia após dia, de caminhar no escuro. Atitude que só é possível quando se está consciente de que é próprio da ciência a impermanência, a transformação contínua. O verdadeiro cientista é aquele que busca a expansão da consciência como condição essencial para exercer seu ofício de forma ética. Ele não se aferra a nenhuma crença, idéia ou resultado e nunca conclui alguma coisa. O cientista caminha sempre em busca de respostas mais satisfatórias e mais próximas para dar conta dos fenômenos do mundo físico e também do mundo metafísico. Caso o cientista se agarre a alguma idéia, crença ou resultado ele estará assumindo um estado de cegueira parcial ou mesmo absoluta e abrindo mão de sua condição de cientista. Estará fugindo de assumir o alto grau de responsabilidade envolvido nesta função. Inúmeros cientistas estão em acordo que as teorias científicas possuem tal qual os icebergs, uma enorme zona imersa, que não é científica, mas que é indispensável para o desenvolvimento
da ciência. Sendo esta justamente a zona cega da ciência que crê que a teoria reflete o real. Conforme bem ressalta Edgar Morin, o próprio da cientificidade não é refletir o real, mas traduzi-lo em teorias mutáveis e refutáveis. Ao mesmo tempo em que as teorias científicas dão forma, ordem e organização aos dados verificados nos quais se baseiam, novos meios de observação ou de experimentação ou um novo olhar, fazem surgir dados desconhecidos, invisíveis. A partir daí as teorias deixam de ser adequadas e se não for possível
alargá-las, é necessário inventar outras novas, salienta Morin, em seu livro “Ciência com consciência”. Concordamos com ele quando afirma e ao mesmo tempo constata que a evolução do conhecimento científico não é unicamente de crescimento e de extensão do saber. É também de transformações, de rupturas, de passagem de uma teoria para outra. As teorias científicas são mortais, e são mortais por serem científicas, de acordo com a visão de Popper. Ora, o tempo do conhecimento científico como algo certo, absoluto e capaz
de fazer predições concretas e oferecer certezas já caducou, se esgotou juntamente com a visão ou paradigma que lhe deu origem, ou seja, a visão mecanicista. Dito isso, podemos prosseguir propondo que se reflita sobre o que mais nos atemoriza nesta existência terrena, numa escala de prioridades? Arrisco como resposta que seja a morte. O medo de morrer é provavelmente o medo mais intenso e que assume maiores proporções no imaginário e também no dia a dia de cada ser humano minimamente consciente. A morte que pode
significar num primeiro olhar a morte física mesmo e deve ser considerada também e principalmente, a morte simbólica na medida em que perdemos nossos referenciais dados por nossas certezas, nossas verdades absolutas baseadas em nossas crenças mais do que em valores, propriamente ditos. Quando falamos de evolução humana, está implícito um processo de incontáveis mortes e renascimentos. Nós morremos muitas vezes em vida, justamente para dar espaço a mais vida em nós, seja do ponto de vista de nosso corpo físico, de nossa fisiologia, ou seja, do ponto de vista de nossa
mente e de nosso espírito. Somos seres mutantes da mesma forma que a ciência é algo em permanente construção, criação e recriação.
E, da mesma forma isso ocorre no mundo natural, em nosso planeta e no cosmos. Pois bem, quando falamos que as crianças e novas gerações que estão vindo modificadas em seu DNA, com características físicas, psicológicas e espirituais diferentes, mais evoluídas estão chegando em um número cada vez mais expressivo com a missão de promover, de provocar a transformação e a evolução da sociedade humana, é compreensível que todo esse potencial de mudança, cause um frio na espinha de muita gente, porque o ser humano não gosta de mudar. O ser humano detesta conviver com a idéia de mudança constante mesmo que sua inteligência lhe diga que essa é sua realidade mais evidente, mesmo que a ciência criada por ele próprio lhe apresente cada vez mais provas contundentes desta sua natureza mutante. A mudança é sempre vivenciada com muita dor e simplesmente a sua antecipação por meio de notícias e de fatos como a chegada das gerações índigo, é motivo de reações fortes e até radicais orquestradas mais pela parte biológica ou animal que constitui o ser humano, do que por sua porção psicosocioespiritual. O medo é uma emoção primitiva e de baixa vibração que foi, digamos, instalada em nós desde pequenos, geração após geração, visando o controle de nosso comportamento, não tenhamos dúvida a respeito disso. Essa emoção está na base de todos os sistemas de poder que se utilizam do controle e da manipulação. Quanto menos evoluída uma população, mais medrosa, mais sujeita a se assustar com o desconhecido e a temer aquilo que não se encaixa em seus modelos mentais. Por modelos mentais podemos entender, de forma simplificada, como sendo as lentes que dirigem nossa percepção acerca daquilo que chamamos realidade. Essas lentes são formadas por conjuntos de crenças e de pressupostos básicos inconscientes que por serem inconscientes são justamente tão poderosos. O contrario dessa posição, portanto, é a consciência em expansão que nos dá amplitude e flexibilidade de percepção que por sua vez nos permite acessar cada vez mais elevados níveis de realidade. O filme “Somos nós” ilustra perfeitamente o que estamos afirmando aqui.

A ciência moderna ligou-se à ideologia burguesa e capitalista e a sua vontade de dominar o mundo e controlar o meio ambiente. Nisto, ela foi perfeitamente eficaz permitindo a burguesia dominar econômica, política, colonial e militarmente o planeta. Como afirma Gerard Fourez, filósofo, matemático e doutor em física. Durante séculos sentiu-se a eficácia desse método e os seus sucessos serviram de base a ideologias do progresso. Até hoje a população se beneficia de um bem estar econômico com o qual não poderiam sonhar há muitos anos atrás. Entretanto, também somos obrigados a constatar que a
ciência não é de modo algum eficaz para resolver as grandes questões éticas e sociopolíticas da humanidade, mais do que isso muitos atribuem a ela um papel no estabelecimento das desigualdades e injustiças mundiais. Deparamos assim mais uma vez com os limites da visão e dos ditos avanços técnico-científicos. Mas, além do medo do desconhecido que implica ter que olhar para dentro de si mesmo e rever valores, estilo de vida, buscando por um sentido
mais profundo e duradouro, perene para a existência para o conjunto de nossos atos em vida, encontramos um outro medo terrível daqueles que constituem a sociedade burguesa e capitalista dominante. Trata-se do medo de perder o poder e controle sobre seus dominados. O que implicaria perder certezas de ordem econômica e financeira. Perder dinheiro, muito dinheiro em
decorrência de perder o controle de muitas, de milhares de mentes dominadas guiando corpos dóceis, como disse Foucalt, é algo tremendamente assustador para muita gente, para muitos grupos de interesses e categorias profissionais.

Afinal, fala-se que os índigos, rótulo que não desejamos que se transforme em uma máscara ou pior num estigma para essas novas gerações, estão vindo diferentes por exemplo, no sentido de não reconhecerem o medo e portanto não serem passíveis de intimidação ou de controle. Grande perigo, percebem? Perigo de uma revolução dirão alguns mais afoitos.Como iremos dominar seres que não sentem medo?! Como vamos fazer com que continuem acreditando nos valores que temos lhe imposto durante tantos anos por meio da propaganda, da mídia, de nosso sistema educacional, nossos dogmas e religiões, de nosso sistema de saúde - que se baseia mais na valorização das doenças e que trata sempre partindo do princípio de que medicar é preciso, pactuando com o poderio absurdo da indústria farmacêutica?!

O medo transforma-se em pânico e o pânico gera atitudes visivelmente transtornadas e desesperadas. Não é a toa que estamos assistindo a uma verdadeira epidemia de crianças, jovens e agora de adultos rotulados de DDA (distúrbio de déficit de atenção) e de DDAH (distúrbio de déficit de atenção com hiperatividade), de bipolaridade, de crianças problemas. Na verdade, os rótulos são tentativas da ciência de fragmentar, catalogar e assim poder controlar por meio da supressão dos sintomas. Nem estamos falando de cura. É evidente
aqui, que faço uma ressalva importante para a necessidade de que profissionais competentes avaliem e façam um diagnóstico diferencial. Mas, por enquanto ainda é pequeno o número de profissionais, médicos, psicólogos, pedagogos que se dispuseram a encarar um estudo mais atento e profundo, sem preconceitos, a este tema tão desafiador. É compreensível, a atitude de desprezo pelo tema ou de crítica acirrada e agressiva é pertinente a um determinado estágio de nossa história evolutiva e se repete a cada ciclo no exato momento onde estamos prestes a dar um salto quântico e passarmos para um patamar mais elevado de consciência.

Nossa história está repleta de temas que foram tabu durante muito tempo e que depois foram necessariamente assimilados por toda a sociedade, uma vez que diante da natureza e da força de suas manifestações teremos que nos curvar em um dado momento. Seres mais evoluídos estão chegando em número cada vez maior, eles são seres imbuídos de um nível de consciência mais expandido, de uma espiritualidade mais acentuada, de dons e talentos mais desenvolvidos, são amorosos, inquietos por natureza, são rompedores de sistemas, vieram para isso, questionar, romper padrões estabelecidos, perguntar o porquê de tudo, olhar bem no fundo dos olhos e dizer com absoluta sinceridade, a verdade, simplesmente a verdade que eles captam com todos os seus sentidos bem ativados. Eles são altamente intuitivos e telepáticos, têm uma profunda noção de que vieram cumprir uma missão importante aqui, mas não suportam ser controlados, dominados, detestam receber ordens, não aceitam o não sem argumentação inteligente, sábia e razoável. Eles têm boa índole, são carinhosos, muito inteligentes intelectualmente e espiritualmente. São muito, muito sensíveis, espiritualistas, respeitando todas as crenças e religiões.

Muita confusão tem sido feita com diferentes distúrbios e déficits, o que é lamentável, pois tratar os índigos equivocadamente com remédios como a Ritalina (metilfenidato) e anti-depressivos, pode simplesmente matar seus maiores dons, afetando todos os seus campos energéticos, inibindo e atrofiando certos potenciais, sufocando sua criatividade, vale dizer sua alma e domesticando seus sentidos e seu corpo. Temos uma imensa responsabilidade diante destas novas gerações que precisam fundamentalmente que sejamos todos cientistas de uma nova época, com espíritos aberto seja como pais,
como educadores ou como governantes no sentido de nos Jornal dos Espíritos
dedicarmos a conhecer e pesquisar mais e mais sobre o tema visando produzir de fato conhecimento e sabedoria que possa ser aplicada para receber adequadamente essas gerações, apoiar e facilitar seu desenvolvimento e favorecer a manifestação dos potenciais maravilhosos que nos trazem. Temos muito que aprender com eles. Eles não são seres melhores ou superiores a ninguém, também não são erros da natureza, são apenas diferentes. E suas
características diferentes têm uma razão de ser: cumprir uma missão específica, romper padrões, rever valores e crenças caducos e impeditivos de uma evolução e ativar a mudança necessária para criarmos um mundo mais justo, amoroso e pacífico.

Se esta é a missão como poderiam vir seres com características que não estas que estamos vendo? Já ouvi comentários de pessoas que soaram quase como um alerta para mim: olhe bem, existem índigos que vem com aparência de índigos, mas que não são índigos! Bem, então eu respondo, sim isso é perfeitamente possível, uma vez que todos nós fazemos parte de um processo evolutivo bem dinâmico e rico, devemos portanto estarmos atentos e abertos a identificar estas diferenças e a lidarmos com elas. Porém eu também aproveito para enfatizar que estes seres referidos têm algumas características semelhantes aos índigos e não são índigos, então que fique claro: eles não são índigos! São seres humanos que possuem diferenças bem significativas, passíveis de identificação pelos que estudam o tema e se dedicam a pesquisa com seriedade, com espírito científico verdadeiro e, portanto, de forma ética acima de tudo.

Por que estamos em meio a uma etapa crítica de nossa evolução é que tantas pessoas resistem ao novo, pois já estão sendo sacudidas por suficientes mudanças e exigências, e não conseguem assimilar mais novidades. Estas pessoas e grupos já guardam suficientes marcas de sofrimentos, de dores em sua trajetória. Por isso estão traumatizadas pelo fantasma do medo e querem afastar tudo que sugira abalar algumas poucas certezas que ainda lhes restam.
Mas, é pelo mesmo motivo que uma outra parcela cada vez mais numerosa da população da Terra, ao mesmo tempo que reconhece a eficácia e a performance da ciência se recusa a reduzir a ela sua visão de mundo. Ricardo Semler, um adulto índigo, ou se quisermos, apenas um adulto representante destas novas gerações de consciência expandida, tem mostrado de forma ímpar ao mundo, a que vieram estas gerações. Ele afirma o seguinte, em seu livro “Você está louco”: a vida que já vivi me levou a constatar que as respostas-padrão servem à manutenção da ordem existente. Servem para criar a sensação de controle, de ordem, de disciplina. São como as senhas, como o ato de fazer crianças decorarem tabelas periódicas e outras informações que nunca usarão. E são esses mecanismos antropológicos de conservação que impedem a mudança acelerada da sociedade.

Provavelmente uma boa coisa, já que as pessoas lidam mal com o excesso de novidades. A velocidade de assimilação não se compara com a do avanço da tecnologia. E esse descompasso gera o mal estar – lembra um ditado árabe que a alma viaja a camelo. Ou seja, não adianta correr com a tecnologia, os humanos demoram mesmo para acompanhar.

Vivemos em um mundo predominantemente de terceira dimensão onde prevalece a polaridade bem e mal, certo e errado, dia e noite, claro e escuro... Estamos evoluindo para a quarta dimensão onde com a consciência expandida nos levará a perceber esta realidade de outra forma, com mais distanciamento assim como acessaremos outros níveis de realidade existentes e possíveis e, seremos capazes de unificar, de reunir aquilo que nesta dimensão temos necessidade de separar para tentar explicar e compreender. Somos humanos,
temos limitações, somos passíveis de erros porém não devemos persistir em alguns erros que nossa história já nos mostrou serem deveras perigosos a nossa sobrevivência.

Portanto cuidemos de nossas novas gerações, com todo o respeito, com o amor que eles merecem.

Questionar e perguntar-se sempre, mas ignorar, recusar-se a ver, a encarar de frente, a se dispor a aprender é um erro fatal, não apenas para uns, mas para todos nós.

As novas gerações, não importando com que nome vamos nos referir a elas, são o potencial que ansiamos para criar o céu na terra, um mundo de paz e harmonia. Não desperdicemos essa verdadeira dádiva que nos está sendo proporcionada pela vida e por seus mistérios, os quais continuarão sendo mistérios até que provem o contrário...

INGRID CAÑETE – É psicóloga especialista em administração de Recursos
Humanos, professora universitária, consultora de empresas em Qualidade
de Vida e Prevenção de Stress, representante do Brasil na Rede Latino
Americana de Estudos Índigo. Autora dos livros “Humanização: desafio da
empresa moderna, a ginástica laboral como um caminho”, “O brilho nos
olhos”, “Crianças Índigo, a evolução do ser humano”.



segunda-feira, 28 de março de 2011

Crianças Cristal (Os Pacificadores)


As crianças CRISTAL são recém-chegadas ao planeta (cada vez em maior número). No entanto, sempre existiram, ainda que em pouca quantidade (Jesus Cristo foi uma delas). As crianças cristal são os chamados pacificadores, pois trazem atributos de paz e equilibrio para poder continuar o trabalho começado pelas crianças índigo. Ambas as crianças representam um desafio para a sociedade, especialmente para os pais. A forma de tratá-las vai ter de mudar, os pais e os educadores têm de adotar novas formas de ser, para lidar corretamente com as crianças da nova vibração. A missão primária de uma Criança Cristal é ensinar as maneiras de vida multidimensional em harmonia, paz e amor. Elas estão vindo nos ensinar como viver vidas emancipadas com o reconhecimento dos nossos plenos poderes. Elas estão vindo para nos ajudar a nos ligar novamente com as Energias Divinas. Elas representam o caminho futuro da raça humana. E uma das dádivas mais mágicas delas para conosco é que elas são catalisadores para a nossa evolução: várias crianças e adultos Índigo estão fazendo a transição para o estado Cristal com a ajuda da elevação energética que essas crianças fornecem pela mera presença delas na Terra. As Crianças Cristal são primariamente reconhecidas pelas suas auras que são geralmente claras como cristal mas também podem ter tons de dourado, azul-índigo ou púrpura, dependendo de sua afiliação de Raio. As Crianças Cristal nascem com acesso ao seu Eu Multidimensional e estão geralmente ancoradas na Sexta Dimensão com a habilidade de se abrirem para a Nona Dimensão, a completa Consciência do Cristo! Isso quando o planeta estiver pronto, provavelmente em torno do ano de 2012.
Com a chegada das crianças índigo, vimos um incremento dramático no número de crianças diagnosticadas como hiperativas ou com ADD peja comunidade médica. Já se escreveu muito sobre esse fenômeno, por isso, deixo essas explicações para os mais entendidos. No entanto, perguntavam-me como as crianças cristal seriam classificadas. Observando, que comecei a ouvir foi a palavra “autista”. Agora estou bastante convencido de que veremos um crescimento dramático no número de crianças autistas. Estas são realmente as crianças cristal , tão sensíveis e vulneráveis ao mundo que as rodeia, que se escondem dentro de si mesmas, desconectando-se o mais que podem, até mesmo dos humanos, para sobreviverem em um mundo em que ainda não se encaixam.
A missão de todas as Crianças Cristal é avançar a evolução humana pelo processo da ascensão. Elas estão aqui para nos mostrar como viver de uma maneira completamente nova e diferente. Só por chegarem em tão grande número e ancorarem a Energia Crística, elas estão facilitando uma mudança nas energias planetárias. Mas também estão aqui para nos ensinar técnicas de vida multidimensional para o reconhecimento dos nossos plenos poderes. A Criança Cristal move-se facilmente entre as diferentes dimensões. Não estão nada limitadas ao mundo da terceira dimensão; embora tenham corpos e funcionem na realidade da terceira dimensão, elas estão essencialmente sintonizadas na sexta dimensão e trazem essa energia para o nosso planeta.

Características:
·         Devem passar um tempo sozinhas, não vivem bem em grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão.
·         Devem entrar em comunhão com a Natureza e os elementos diariamente. O Espírito da Natureza os ajudará a equilibrar e a limpar todas as energias não harmoniosas que os afetam tão profundamente.
·         Simplesmente não entendem “a desumanidade do homem contra o homem”, a guerra, a avareza, etc .. e podem sentir-se facilmente sufocadas com tudo isso. Retrair-se, desconectar-se, proteger-se se a vida é demasiado intensa, se eles se traumatizam ou vêem ou sentem outros traumatizados.
·         Terão profundas e longas relações com humanos que lhes ofereçam o amor incondicional que os cristal sabem que é o único amor verdadeiro.
·         Quando um cristal olha para você, é como se tivesse penetrado dentro da sua alma.
·         Raramente necessitam ser tratados como uma criança tradicional pois são gentis, prudentes e capazes de dizer o que necessitam, o que é bom ou o que não é bom para eles.
·         Com freqüência evitarão multidões ou centros comerciais. Demasiadas energias diferentes os incomodam.
·         A água é muito benéfica para limpá-los e acalmá-los: banhos freqüentes, duchas diárias, cascatas, fontes, brincar com a água e a areia.
·         Milagres e magia ocorrem à sua volta: aparece dinheiro, os animais o procuram, os bebês lhes sorriem, curas ocorrem naturalmente.
·         São extremamente empáticos, ao ponto de saber o que um desconhecido está sentindo.
·         Sentem medo de intimidar porque se sentem invadidos, e não respeitados muito facilmente. Preferem ficar sozinhos a ter o seu “espaço pessoal corporal” descuidado. Também evitam relações românticas por medo de ferir o outro se a relação terminar.
·         Há uma inocência, uma falta de malicia, uma pureza, graças à ausência de ego nos cristal.
·         Podem necessitar de ajuda para aprender a conectar sua energia. Pode ser feito por meio de atividade fisica. Natureza, esportes, artes marciais, ioga ou dança.
·         Podem estragar aparelhos elétricos, rádios, televisões, computadores. Abstêm-se de mostrar emoções por medo da sua amplificação e perda de controle, pois podem parecer passivos ou sem sentimentos.
·         Com freqüência têm um metabolismo alto e são naturalmente vegetarianos. Inteligentes, vêem todas as possibilidades com um entendimento instintivo das leis espirituais, de como funciona tudo.
·         Têm uma conexão limpa com o seu eu superior, ascendendo naturalmente ao seu guia superior. É por isso que sabem a verdade da unidade espiritual. Curadores e pacificadores natos, com muitas habilidades, são capazes de regenerar os ossos e a pele.
·         Quando muitos de nós formos, gradualmente, renovados, ascenderemos à energia cristal que já está no DNA.
O princípio fundamental por trás dessa maneira de viver é a Consciência da Unificação. As Crianças Cristal percebem e vivem a Unidade. Elas sentem as energias dos outros. Elas apanham ansiedade e stress que não são delas. Elas sentem as toxinas no ambiente e na comida. Temos que estar conscientes da dádiva que estas crianças nos trazem. Elas são o futuro. Elas nos mostram o que estamos nos tornando. E a dádiva especial delas para conosco é para nos dizer que nós podemos nos tornar assim como elas agora, se deixarmos que as suas energias nos movam para o próximo degrau na escala da evolução. Ao chegarem em número tão significativo elas estão precipitando o despertar espiritual de grande número de humanos. E não há limite de idade para isso. Você pode ter 10 ou 100 anos, pegar essa onda de energia Cristal e renascer no seu estado Crístico!

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Nova Geração - Video

Revolução Índigo 7

Revolução Índigo 6

Revolução Índigo 5

Revolução Índigo 4

Revolução Índigo 3

Revolução Índigo 2

Documentário: Revolução Índigo 1

A GRAÇA DE UMA CRIANÇA ÍNDIGO


Durante uma conferência, Dalai Lama foi informado da presença de uma criança com cancro, entre a audiência, que o queria ver. Com o seu transbordante e característico sorriso, o Dalai Lama respeitosamente convidou a criança a subir ao palco e a dizer à audiência o que tivesse em mente nesse momento e quisesse dizer. Sem hesitar, a criança virou-se para a multidão e disse: “Eu sou uma criança com cancro, mas antes de tudo, sou uma criança. Preciso brincar e de rir. Preciso que vocês vejam primeiro a alegria do meu coração e então, depois, poderão ver que o meu corpo tem cancro”.

Esta simples história tem um profundo significado para todas as crianças Índigo. Sim, eles são diferentes. Sim, eles têm almas muito antigas. Sim, eles vêm com propósitos especiais. Sim, eles são seres inspirados. Sim, eles têm talentos e capacidades especiais, mas antes de tudo, são crianças.
Esta natureza especial das Crianças Índigo requer uma técnica disciplinar especial. A seguir, Robert Gerard partilha conosco os seus pensamentos e um guia de conduta em relação às Crianças Índigo.

Disciplinando a Criança Índigo
Por Robert Gerard, Ph.D.

Para uma Criança Índigo a disciplina é vital. Como eles são muito criativos e atléticos, sempre estão a fazer coisas e a explorar além dos seus limites. Ao mesmo tempo que querem sentir-se seguros, também estão constantemente a explorar os limites, querendo saber sobre as experiências da vida que não irão servir aos seus altos propósitos.

Frequentemente escuto os pais dizerem às crianças o que podem ou não fazer. Esta atitude sufoca a sua criatividade e reprime a sua natural expressão. Eles respondem, então, tornando-se defensivos e raivosos.
Uso o termo “disciplina amorosa” para significar o processo disciplinar que tenta servir os interesses espirituais das crianças. A disciplina amorosa está baseada nas seguintes normas:

Mantenha a criança informada e envolvida nos assuntos.
Previna mal-entendidos simplesmente dando explicações.
Não reaja diante da sua criança.
Evite dar ordens.
Mantenha a sua palavra.
Enfrente toda e qualquer situação no exato momento em que acontece.
Não lhes bata ou use linguagem ofensiva.
Deixe que as suas emoções demonstrem amor.

Se for necessário repreendê-la, faça com que esta situação seja um “tempo de interrupção”. Converse com ela antes e depois da repreensão. Aproxime-se sempre, depois de uma repreensão, e garanta-lhe que a situação já passou e que tudo volta a ser como antes.

A grande surpresa de agir conforme estas regras é que o seu filho o respeitará pela sua sabedoria e prudência permitindo, por sua vez, que a sua energia índigo floresça entre vocês. Eu concedo à minha filha Samaria abundante liberdade e criatividade, mas ela raramente escapa à minha estrita observação sobre o seu comportamento e atitudes.

Ela conhece muito bem os limites, e quando tenho de discipliná-la, chega a agradecer-me. Um não muito grande aos pais hiper-protetores. No fundo de si mesmos muitos pais temem o abandono e a perda do amor dos seus filhos e tentam ganhar o favor deles sendo excessivamente indulgentes.

Uma vez que a criança se dá conta de que pode controlar o comportamento dos adultos, eles a controlaram, sem dúvida nenhuma. Caso se permita, a Criança Índigo pode adotar o lugar dos pais. Isto complica as relações e induz a criança a adquirir os defeitos dos pais e a não viver o seu próprio presente.

Os pais devem estar muito conscientes do seu relacionamento com um filho Índigo. Quiçá o conselho que recebi de uma clarividente deva ser compartilhado aqui: “Roberto, a sua filha não precisa de pais; precisa é de orientação, amor e disciplina. Ela conhece o seu propósito e missão… Seja o seu guia.” Este conselho tem-me ajudado enormemente.




segunda-feira, 21 de março de 2011

BULLYNG: Estudante australiano sucesso na internet disse que pensou em suicídio.

Dr. Egidio Vecchio Crianças Índigo

Pedagogia Waldorf: Cursos de formação, pós-graduação, qualificação e fundamentação.







Algumas  pessoas me perguntam sobre como se formar, pós-graduar ou até mesmo onde encontrar escolas Waldorf para seus filhos.
Segue então o link para a Federação de Escolas Waldorf, onde poderão encontrar cursos de formação, pós graduação, qualificação e fundamentação em Pedagogia Waldorf em várias cidades brasileiras, incluindo as Escolas Afiliadas.

Um pouco sobre a Pedagogia de Rudolf Steiner:

A Pedagogia Waldorf, criada em 1919 na Alemanha, está presente no mundo inteiro. Uma das principais características da Pedagogia Waldorf é o seu embasamento na concepção de desenvolvimento do ser humano introduzida por Rudolf Steiner, orientadada a partir de pontos de vista antropológico, pedagógico, curricular e administrativo fundamentados na Antroposofia. Nela o ser humano é apreendido em seu aspecto físico, anímico (psico-emocional)  e espiritual, de acordo com as características de cada um e da sua faixa etária, buscando-se uma perfeita integração do corpo, da alma e do espírito, ou seja, entre o pensar, o sentir e o querer. Saiba mais adquirindo livros da Editora Antroposófica

O ensino teórico é sempre acompanhado pelo prático, com grande enfoque nas atividades corpóreas (ação), artísticas e artesanais, de acordo com a idade dos estudantes; o cultivo das atividades do pensar,  inicia-se com o exercício da imaginação, do conhecimento dos contos, lendas e mitos, até gradativamente atingir-se o desenvolvimento  do pensamento mais abstrato, teórico e  rigorosamente formal, mais ou menos na época de ensino médio. Essa não exigência de atividades que necessitam de um pensar abstrato muito cedo é também um dos grandes diferenciais em relação à outros métodos de ensino.
Nessa concepção  predomina o exercício e desenvolvimento de habilidades e não do mero acúmulo de informações, cultivando a ciência, a arte e os valores morais e espirituais necessárias ao ser humano. 


Fonte: http://www.federacaoescolaswaldorf.org.br/pedwald.htm