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segunda-feira, 21 de março de 2011

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA


As Novas Crianças, os Índigo e os Cristal vieram ao Planeta para serem as vossas crianças, vieram com um propósito específico: ajudar o Planeta na sua Evolução, através do processo designado por Ascensão. Portanto, enquanto vocês os apreciam e os experienciam como membros integrantes da vossa família e comunidade, eles têm, de fato, um objetivo Espiritual Mais Elevado. Como indivíduos, as crianças Índigo e Cristal têm muitos dons e talentos desenvolvidos. São freqüentemente seres altamente inteligentes, criativos e psíquicos; com energia Cristal ou “Crística”, a qual representa o nível da “Consciência Crística”.

Na última parte do século vinte, os humanos programaram-se no planeta para a destruição. Houve muitas profecias, histórias e crenças que previram o final “dos tempos” no culminar do século vinte. Se os humanos tivessem sido deixados com os seus próprios propósitos, já teriam provavelmente criado o “fim”. Mas havia muita gente no Planeta que estava pronta a crescer e, os quais foram, também, preditos em profecia.  

E, assim, o Reino espiritual ouviu, e as crianças Índigo e Cristal foram chamadas de algures da Galáxia para o planeta Terra, a fim de ajudar neste processo. Almas corajosas e lindas, almas avançadas, almas ao nível da mestria… cujo trabalho seria quebrar os velhos sistemas que se tornaram obsoletos e estagnados e depois elevar a consciência muito rapidamente, de modo que os humanos pudessem  ser capazes de funcionar como Mestres Multidimensionais Humanos . 

Os humanos estão precisamente nesse processo de rápida mudança de consciência, neste momento. Chamamos-lhe Ascensão.
A crise no Planeta foi-se alastrando nos últimos anos do século vinte. Os sistemas outrora instalados pelos humanos para criar uma sociedade estável deixaram de fluir, apodreceram e tornaram-se repressivos.  


Os sistemas econômico, de saúde, jurídico e educacional já não servem às comunidades nem às pessoas para as quais foram inicialmente projetados. Entraram em autogestão, abastecendo-se somente a si mesmos, tornando-se destrutivos e opressivos.  A Humanidade, em geral, perdera a dimensão espiritual da vida e estava centrada no chakra básico, portanto no dinheiro, no sexo e no poder como sendo aquilo que dava sentido à vida.

O consumismo desenfreado tornou-se o objetivo de vida no mundo desenvolvido, e essas crenças e conceitos estavam se espalhando por todo o planeta em grande velocidade, produzindo uma sociedade baseada na ganância e no materialismo.

Por volta de 1970, muitos Trabalhadores da Luz, que já se encontravam trabalhando na Grande Mudança, ou Ascensão, pediram ajuda e as suas preces foram ouvidas. As crianças Índigo foram enviadas para iniciar o processo da elevação rápida da consciência. Por volta de 1987, já existiam em número suficiente e já fora realizado o progresso necessário para permitir a “Convergência Harmônica”, em que o processo de ativação e alinhamento das Novas Redes Cristalinas para o Novo Planeta foi iniciado. Este processo ficou completo somente nos últimos anos da década de 90, quando a primeira criança Cristal chegou para iniciar o trabalho com o sistema da Nova Rede. Nessa altura, o “cenário de fim” foi cancelado na Consciência Coletiva Humana e a Nova Terra começava a construir as Fundações Cristalinas que haviam sido traçadas. 

Um novo tipo de Humano começava a emergir: o Índigo-Cristal . Trata-se de um ser que está alinhado com as Dimensões Mais Elevadas e com as Dimensões Físicas. Um ser que está física e espiritualmente ligado aos Reinos Angelicais e, contudo, feliz por estar na sua forma humana e por estar a trabalhar na criação de “um céu na terra” neste Planeta. 

Acredita-se que por volta de 1995 , começaram a encarnar as primeiras crianças genuinamente Cristal ou “Crísticas”. O Novo sistema de Rede do Planeta podia, então, suster estes seres transparentes e poderosos. Cada Criança Cristal que nasce está  dentro dos moldes do sistema da Nova Rede da Terra e traz consigo o potencial para estar completamente desperto e de ser um Mestre consciente ao nível da Consciência Crística.

É importante comentar que muita confusão ainda é feita quando tentam separar Índigos de Cristais, para melhor explicar. Nós queremos contribuir para minimizar estas confusões e dúvidas. Na verdade, estamos presenciando e testemunhando a evolução da espécie humana neste planeta, e todos nós somos capazes de perceber que as crianças e jovens “não são mais os mesmos”, nas palavras de alguns pais e de professores também.

Quer dizer, percebemos que as crianças e jovens vêm evidenciando as mudanças de nossa espécie, sejam elas físicas, psicológicas ou espirituais, independente de sabermos qualquer coisa sobre Índigos ou Cristais.
Existem adultos Cristais, assim como adultos em transformação, passando de Índigos para Cristais nesse momento, inclusive também os pais destas crianças em razão da convivência com elas, pois assim seu processo de evolução se acelera. Só que estes são em menor número ainda.

 
Todos nós sabemos que nossa essência é pura energia que se materializou sob forma de corpo humano e que tudo o mais que existe, sejam outros seres ou objetos, tudo é essencialmente energia materializada de diversas formas e com diferentes graus de consciência, certo?
Então, para que fique mais fácil compreender essas questões ligadas aos Índigos e Cristais e suas respectivas freqüências, é preciso entender que, quanto mais evolui a espécie humana, mais ela expande sua consciência, e consciência é energia.


Podemos falar em um espectro da consciência, conforme nos explicou Ken Wilber, e esse espectro é basicamente comparável, por analogia, à luz branca que, conforme a luz que incide nela, e conforme olharmos, veremos facetas e reflexos multicoloridos.


Assim, também podemos dizer que os Índigos possuem a presença de uma coloração azul Índigo em sua aura porque eles acessam naturalmente essa freqüência, neste espectro da Consciência Universal e que os Cristais possuem uma predominância da coloração branco cristalina com reflexos multicoloridos porque eles acessam essas freqüências.
Entretanto, essas freqüências estão disponíveis a todos nós, independente de sermos ou não Índigos ou Cristais.


Os Índigos permitem-nos romper e acabar com sistemas de crenças de pensamento baseadas no controle e no poder. Estão nos apoiando na substituição destas preceitos por uma nova energia baseada no amor, na aceitação e na paz. Os Cristais estão nos ajudando a reivindicar o nosso poder e o nosso espaço do Coração, permitindo-nos ancorar firmemente na Nova Rede. Estão nos ensinando a aceitar os nossos dons espirituais como um direito de nascença e a olhar para esta criação de milagres como algo absolutamente normal. Estão nos ensinando a honrar a nós próprios e ao nosso Planeta, a ver a beleza, grandiosidade e alegria de toda a Criação e a saber que somos todos Co-Criadores neste projeto maravilhosos chamado “Nova Terra”.

Estamos aprendendo a viver como eles vivem: centrados no momento presente, sem nos deixarmos influenciar pelo passado ou futuro. Estamos aprendendo a viver do Coração, a perdoar, a exercer a tolerância e a aceitação incondicional. Estamos aprendendo a criar a partir da intenção e focalização e que o verdadeiro sentido da Abundância não é a ganância individual, mas a necessidade e partilha coletivas. Aprendemos a importância do apoio, do amor e do valor próprio.


Fonte: http://revolucaodosindigos.wordpress.com/2010/12/18/a-evolucao-da-especie-humana/

quarta-feira, 9 de março de 2011

Educação Integradora


A maioria de nós que se identifica com assuntos ditos espirituais, evolucionais e porque não dizer esotéricos, trás dentro de si um grande, as vezes, imenso desejo de ajudar as pessoas com as quais tem contato. Sejam eles amigos e parentes, uma pessoa que encontramos na fila de um banco ou até mesmo aquelas que temos na lista de nossos desafetos. Isso se deve, também na maioria dos casos, ao alto grau de empatia que trazemos conosco e, por ser orientado de forma equivocada pode se transformar num altruísmo exacerbado e portando, limitador de potencialidades.

Hoje, é considerado consenso entre os investigadores e/ou cientistas de quase todas as áreas de conhecimento que, a “pedra angular” para que haja uma transformação verdadeiramente planetária é a educação. No entanto, quando nos referimos à educação somos levados a pensar imediatamente nas crianças e jovens, nos colocando, ainda que inconscientemente, a parte do processo educativo. Temos, portanto, buscado e lutado por uma educação de qualidade para nossos filhos e netos sem questionar nossas posturas, atitudes, comportamentos, hábitos e etc.

Também, de acordo, com diversos investigadores, não fomos educados, mas adestrados, condicionados, adaptados a um sistema, ou a vários sistemas de crenças limitantes e castradores dos belos talentos que trazemos conosco. Sistemas de competitividade, de consumo, de ilusão e, portanto, de negação e de não Re-conhecimento de nós mesmos.

Assim, chegamos até aqui, ao Terceiro Milênio e constatamos que as “coisas” não funcionam mais como antigamente. A isso, devemos dar graças, pois com um pouquinho de reflexão e com uma rápida olhadela na nossa infância, perceberemos o muito que evoluímos. E evoluir no meu entendimento significa nos tornarmos aquilo que somos: íntegros, compassivos, igualitários e éticos, pois essa é a nossa Essência.

Há, portanto um trabalho a ser feito e este trabalho não está nas mãos das leis, nem dos políticos, nem de algum líder ou mestre. Este trabalho começa em nós, no Re-conhecimento de quem somos, no resgate de nossa memória cósmica, de nossa integridade, nossa compaixão, nosso sentimento de igualdade e de nossa ética, fazendo um “upgrade” consciencial em nossa existência. Devemos isso a nossa criança interna: A libertação da ignorância de quem realmente somos.
Este é um passo imprescindível da nossa jornada e somente assim estaremos prontos para Ajudar, Compreender e Educar Conscientemente.

Muitas vezes ficamos apreensivos sobre a forma com a qual daremos inicio a este processo de mudança. No entanto, esta é seguramente a parte mais simples e, portanto mais fácil. Esse processo se inicia através da intenção, e para tanto basta sentirmos em nosso coração o desejo de nos integrarmos a nossa Essência.

Quando dizemos Sim em nosso coração com o propósito de nos amarmos verdadeiramente buscando tudo que esteja ao nosso alcance para que esse amor se estabeleça, estaremos automaticamente integrando essa parte de nós esquecida no porão da nossa existência: Nossa Divindade.

Esta é a proposta da Nova Educação. A proposta de Integrar a nós mesmos.

Um forte abraço, Sandra Ferris

quinta-feira, 3 de março de 2011

Os Superdotados

  “A pressão para adequar-se não é disciplina. A disciplina se manifesta quando compreendemos nosso próprio caminho.”
Betsy Otter Thompson

Desde que começamos nosso trabalho com a Vibração Índigo tivemos acesso a muita informação de livros e de Internet. Também temos compartilhado experiências com pessoas que estão trabalhando com crianças, adolescentes e jovens tanto na educação como na saúde.
Tudo isto, somado a nossa própria experiência, nos fez compreender que a informação que se usa faz ênfase especial nas crianças que evidenciam seus sintomas, ao que nós denominamos crianças “sinceras”, já que estas têm a possibilidade de exteriorizar, sendo verdadeiros espelhos de tudo o que acontece a seu redor.
Muitas vezes se acredita que qualquer caso de hiperatividade ou de transtorno de atenção tem uma relação direta com Vibração Índigo, e isto não é de todo verdadeiro. É importante compreender que não necessária mente as Crianças ou Jovens Índigo que tem problemas disciplinares, ou são hiperativos são portadoras de transtorno na atenção.
Em nossa experiência de trabalho cotidiano temos encontrado seres que aparentemente não apresentavam principalmente, as características mencionadas anteriormente.
Trabalhando com uma menina de 10 anos, descobrimos que, apesar de não ter problemas de déficit de atenção na escola nem de ser hiperativa, tinha muitas capacidades auto bloqueadas. Por exemplo: não se permitia desenhar porque não conseguia transferir para o papel o que ela imaginava. Uma vez nos mostrou um quadro que gostava muito e disse que ela não pintava mais porque queria conseguir algo semelhante, e como não saia de acordo com o que havia idealizado, deixou então de fazê-lo.
Cada vez que desenhava algo ela destruía porque não gostava do resultado obtido, já que sentia um impedimento ao tentar plasmar no plano material e concreto o que percebia nos planos mais sutis. Isto lhe produzia uma sensação de impotência, que se traduzia em uma grande exigência para atingir a perfeição e a conseguinte desvalorização de suas qualidades.
Era uma menina muito sensível e perceptiva, mas por não ter consciência de seus dons naturais se tornava dispersa.  Ela dizia que se distraia olhando e escutando “o que outros não podiam ver nem escutar”. Todo este estado causava enfado, tirando-lhe a alegria natural da infância.
Estes são casos aos quais temos de prestar atenção especial. Isto não quer dizer que devemos preocupar-nos com as crianças que se adaptam naturalmente ao que o ambiente lhes propõe, já que isto pode ser muito saudável. Porem deve-se observar em detalhe aquelas crianças que não se adaptam naturalmente, mas, que se super-adaptam, esquecendo-se de seu sentimento interior e sendo eles mesmos os que bloqueiam seus dons e qualidades naturais.
E apesar de serem crianças do ponto de vista energético e podermos denominá-los como Índigo, as características próprias desta vibração não se manifestam como causa de sua necessidade de serem aceitos por seu entorno.
Esta super-adaptação é proveniente da auto-exigência de querer cumprir com um padrão externo daquilo que conforma uma idéia de aparente normalidade, e por um forte temor de ser repudiado.
Também os denominamos crianças “adultas” já que não mostram frequentemente a alegria e o frescor que caracterizam as crianças de sua idade. É muito comum vê-los mais confortáveis entre crianças maiores ou com pessoas adultas.
Por causa do controle que exercem sobre eles mesmos quando se irritam, é muito comum que transbordem, e dessa forma exteriorizem seus sentimentos contidos e verdadeiros.
Também observamos que se deve prestar muita atenção a seus sonhos, já que daria a im-pressão de que é a forma em que o inconsciente consegue transmitir algumas chaves necessárias para que encontrem seu rumo interior. Recomendamos ter a mão um caderno para anotar os sonhos, já que muitas vezes há mensagens que eles mesmos reprimem em estado de vigília.
O sistema social atual propõe uma idéia de êxito instantâneo e prioriza o premio, aos resultados obtidos sobre os esforços realizados, provocando uma pressão tanto nas crianças como nos adultos. No caso das crianças que se super adaptam, esta pressão se multiplica. Isto faz com que percam a capacidade de desfrutar da aprendizagem em si, já que ao pretender conseguir o êxito perdem a idéia do processo que implica uma constante evolução e aprendizagem em cada coisa que empreendem.
É recomendável incentivá-los, propondo-lhes técnicas que lhes permitam cultivar a autodisciplina. Esta requer ter um começo (ponto de partida) e não sentirem-se vencidos antes de começar a tarefa.
Por exemplo: o estudo de um instrumento musical, as artes marciais, o tai chi ou a yoga são disciplinas que lhes permitirão obter serenidade interior, e a conectarem-se com a idéia de aprender sem sentirem-se pressionados por alcançar um determinado resultado, já que estas disciplinas em si não planejam êxito em um tempo pré-estabelecido.
É indispensável a atitude que tomam os adultos que os acompanham a idéia é não premiar os resultados, mas os esforços por superar a si mesmo.  Permitir o comprometimento com uma atividade que lhes agrade, já que quando descobrem seu verdadeiro talento na será preciso obrigá-los a concentrar-se porque estarão cheios de entusiasmo, sem uma palavra de nossa parte.
Portanto, auto-exigência não é o mesmo que autodisciplina, já que esta leva naturalmente ao conhecimento de si mesmo, desbloqueando dons e permitindo-lhes fluir naturalmente.
 
Tradução: sandraferris@globo.com
 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Coisas a lembrar quando criamos Crianças Índigo


Kathy McCloskey, Ph.D.

1. Seja criativo ao estabelecer limites.
- Dê espaço para energia física adicional. Incorpore isto na maioria das situações (tais como ensinar,
estabelecer limites e conseguir que se façam as tarefas caseiras).
- Permita que a resistência da criança estabeleça os limites, e não o contrário. Poderiam surpreenderse
com o que um Índigo consegue fazer. Experimentem os limites de uma forma segura!
- Acima de tudo, peça à criança que o ajude a estabelecer os limites. De facto, muitos Índigos ficarão
satisfeitos por serem eles a estabelecer os limites, com a ajuda do adulto.
2. Sem dar a estas crianças as responsabilidades do adulto, tratem-nas como adultos e companheiros.
- Dêem-lhes explicações de adultos, dêem uma palavra em todo o tipo de decisões e, sobretudo, muitas
opções.
- Não lhes falem com superioridade. Escutem-nos! São sábios e saberão coisas que vocês não sabem.
- Respeitem-os de todas as maneiras, tal como fariam com os vossos próprios pais ou alguém muito
próximo, um querido amigo.
3 – Se dizem que as amam, mas tratam-nas com desrespeito, elas não confiarão em vocês.
- Elas não acreditarão que as amam se não as tratarem de forma amorosa. Todas as palavras do mundo
irão cair em ouvidos moucos.
- A forma como conduzem a vossa própria vida e “administram” a vossa família, é uma evidência directa
para a Criança Índigo saber se é amada ou não.
4 - Interagir com as Crianças Índigo é um trabalho e um privilégio.
- Eles descobrirão se os enganarem. Nem tentem sequer!
- Quando tiverem dúvidas, não questionem só as crianças, mas dirijam-se também a outros adultos que
tenham experiências com Crianças Índigo.
- Não se esqueçam de tomar algum tempo para observar as Crianças Índigo a interagir entre si – aí há
muito que aprender.
Não esqueçam: Elas não só sabem quem são, como também sabem quem vocês são. O rosto e o olhar
das Crianças Índigo não enganam; são olhares muito velhos, profundos e sábios. Os seus olhos são as janelas
dos seus sentimentos e da sua alma. Parece que não conseguem “fingir” como outros. Quando os lamentam,
ficarão desiludidos convosco, e inclusivamente poderão questionar a “sabedoria” de vos haverem
escolhido! Contudo, quando são amados e reconhecidos como tal, abrir-se-ão a vocês como ninguém!

Fonte: extraído do livro “As Crianças Índigo: Chegaram as novas Crianças” Lee Carrol e Jan Tober – pg 21


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Despertando a Vibração Índigo em Nós


Uma vez que nos conectamos com a informação sobre o tema índigo e descobrimos que muitas das crianças que nos rodeiam tem estas características, qual é o próximo passo que devemos dar?
Para poder construir uma ponte entre elas e nós de forma exitosa, devemos considerar o verdadeiro significado e função da existência das Crianças Índigo em nossa vida e no planeta.
Essencialmente, a presença destas crianças nos oferece um espelho que nos reflete as capacidades adormecidas que temos em nosso interior. Um potencial que está ali para que deles façamos uso…
Podemos aprender muito de alguém que caminhou pela Terra muito mais tempo que nós; no entanto, há ainda muito mais que podemos compreender através de uma criança.
Uma vez que nos dermos conta disto, haverá uma mudança planetária de grande envergadura. Honrar a importância da existência destas crianças e suas ações é o ponto de apoio para a mudança de consciência da humanidade.
Estas crianças estão aqui para permitir-nos descobrir nossa própria Vibração Índigo. A pergunta que nos surge é: como podemos fazer para ativar esta energia em nós mesmos?

Nas palavras de Nina Llinares:

Todos temos a POSSIBILIDADE de ser potencialmente Índigo. A freqüência esta aí; tudo depende do nível de abertura a mudança que cada um de nós esteja disposto a assimilar. A Freqüência Índigo está a nossa disposição para que a integremos em nossas vidas.
Tenhas a idade que tiver, quanto maior for tua abertura de consciência, quanto maior seja tua capacidade para desenvolver a certeza de Tua Verdade, quanto mais confie nas qualidades de teu hemisfério direito… melhor integrarás a Freqüência Índigo e contribuirás para a mudança de  frequência deste plano e deste planeta.
Para isso é necessário estar bem enraizado, com os pés sobre a Terra. Isso significa estar presente, aqui e agora”.

Joaquim é uma criança de três anos que vive em “La Cumbre”, na província de Córdoba, Argentina. Um dia disse ao pai que queria estar com ele. No mesmo instante, o pai o levantou nos braços, mas continuou abstraído em suas próprias preocupações. Então, o menino voltou a insistir que queria estar com ele. E o pai lhe respondeu: ‘Mas, estou aqui com você, e te tenho em meus braços’. O menino então lhe respondeu: ‘Sim, mas quero que esteja comigo’.
Este exemplo nos permite tomar consciência de que muitas vezes estamos aparentemente presentes, mas não de forma integra e verdadeira. As crianças que tem um alto grau perceptivo e nos mostram permanentemente. Muitas vezes com suas ações nos chamam a atenção sobre este ponto.
Carmen Ormeño como Adulta Índigo, nos propõe estes exercícios de sua própria experiência:

“Sentiste alguma vez que a sensação de estás flutuando? E que caminhar é pesado? E que os horários são dificílimos de cumprir? E que a distancia pode realmente ser somente uma ilusão? Proponho-lhes alguns exercícios para manter-se ativo ‘na Terra’. O ar é o ascensor da alma”.
 
1- Respiração
É fundamental para destravar o corpo e tomar consciência do fluxo de ar. Há centenas de exercícios, mas acredito que se estão acompanhados de imagem o resultado é melhor. Não acredito que, para que alguém que esteja sobre excitado relaxe, seja necessário dizê-lo.  Principalmente se está com medo ou receio; é pior, trará mais medo, ainda que aparentemente em uma camada muscular superficial possa afrouxar-se ou controle um pouco a sua agitação.
É melhor pedir-lhe que te conte sobre experiências agradáveis como seus hobbies nas férias ou suas brincadeiras de infância, que produzirão naturalmente alívio da tensão.

2- Como andar e não cansar-se na tentativa
São úteis as artes marciais enfocadas como imagens e formas do corpo para dirigir a energia, e não para lutar. Mover-se por uma causa e não “porque sim”.
É importante evitar o tédio e o cansaço. Planejar o treinamento como uma forma de autoconhecimento.
3- A imaginação
Todo ato de imaginação é a possibilidade de dar solução a um problema real ou não, e sempre nos colocará em um lugar melhor. Haverá uma nova força que conheceremos, desenvolveremos novas formas de ação e a possibilidade de recuperar nossa conexão com a brincadeira, a inocência e a simplicidade de começar, desenvolver, e finalizar uma ação para que comece outra.
Buscar um bom estímulo (música, uma imagem, um conto, o que seja propício para cada um) e tomar a decisão de empreender uma viagem. Por exemplo: ‘Entro em um castelo encantado… Viajo ao centro da Terra… Transformo-me em uma arvore…!
A idéia é que cada um, ao recorrer à viagem, possa realizar com seu corpo e sua imaginação a maravilhosa empresa de acender os três ‘faróis’ (cabeça, coração e mãos).
Somente é possível fazê-lo se no momento o indivíduo esteja comprometido, ‘solto’, contente, ou simplesmente com a valentia de um viajante que tem sua passagem, mas desconhece o que acontecerá.
O tema é um ponto de partida, um estímulo ao coração; o indivíduo sabe o que é que lhe dá taquicardia e então é aí onde brincará.
Imaginar e pensar são formas diferentes de apreciar a realidade, só que a primeira, também, convida a desfrutar a experiência sem juízo de valores.
Para conseguir sintonizar com a energia das crianças e suas capacidades psíquicas, podemos jogar o seguinte jogo:

-                 Cada um, a seu turno deve pensar uma cor, vê-la com o olho da mente e sentir essa cor no corpo. Pode repetir o nome da cor mentalmente. Depois, deve enviar tudo o que sente, vê, escuta e cheira sobre esta cor ao terceiro olho (o ponto ente os olhos) do companheiro, e ao centro cardíaco. O companheiro sintoniza com a cor através de seus sentidos. Devem permitir que o receptor compartilhe o que captou da cor que lhe enviaram e depois diga que cor era.
Isso pode levar um tempo de prática, porem pode estar seguros de que vão se divertir. Também se pode fazer com animais, jogos, palavras e formas.
Barbra Gilman é uma terapeuta que se dedica a ajudar aos pais a curar as feridas de sua própria infância. Sugere algumas perguntas e técnicas que podem ajudar a melhorar a relação com nossos filhos. Segundo ela, devemos perguntar-nos:

        “Que posso fazer para mudar Minha perspectiva da situação? Que posso fazer para mudar a mim mesmo com relação a esse tema? O que meus filhos estão tentando me ensinar?
        Invoca teu filho em tuas meditações e comunica-te com ele. Envolva teu filho com luz branca e o entregue ao bem maior”.

Devemos olhar para nosso interior. Estas crianças vêm para ensinar-nos a integridade: isto não é outra coisa que viver de acordo com a nossa verdade.
  
        1- Aquietar-se

        Tranquilizar a mente. Deixar de pensar. A idéia é estar atenta a nossa própria consciência, ao nosso próprio interior. Quando nos acostumamos a aquietar-nos, podemos tranquilizar nosso lar e, como consequência, temos outro espaço interno para perceber o que passa nele.

 2- Acreditar

Quanto mais acreditamos em nossa voz interna, mais seremos capazes de receber. Se formos capazes de acreditar em nós podemos acreditar em nossos filhos.

3- Perguntar

Primeiro perguntar e depois permitir-se receber. Dar tempo e espaço para falar com o eu interior. É melhor saber fazer as perguntas corretas que ter as respostas corretas. Qualquer adulto tem respostas. Por isso as crianças perguntam e o fazem com inocência, porem com eficácia, porque essas perguntas lhes permitem aprender. Daí, que nós, os adultos, devemos perguntar mais.

4- Escutar
As mensagens chegam na forma de palavras, símbolos, reações físicas, etc. Escutar nossa voz interior é mais fácil do que acreditamos. Quando aprendemos a conhecer nossas reações interiores e imagens, é provável que aprendamos a ler as atitudes dos outros, sem a mediação da palavra alguma. Saber interpretar o idioma dos gestos ou a linguagem corporal é essencial para a comunicação com as crianças.

5- Confiar

Temos de confiar nos sinais, qualquer que seja a forma com a qual se apresente. Confiança implica fé, certeza. A mesma fé que depositaremos em nossos filhos.
Sarah Wood, ex-professora, fundadora da Rede Índigo (“The Indigo Network”) que na atualidade se dedica a ensinar técnicas de meditação a crianças com problemas de hiperatividade ou com falta de atenção, nos propõe os seguintes passos para ativar a Vibração Índigo em nós:

-Primeiro passo

Primeiro devemos estar ancorados. A Vibração Índigo tem uma frequência muito elevada, que cria grandes movimentos de energia. Quem não está acostumado a esta vibração pode senti-la como um grande fluxo de ondas. Também, como vivemos em um mundo dual, devemos compreender a importância dos opostos. Quanto mais ancorados estivermos, mais fácil será fluir. O jogo de sustentar e soltar é o que cria o portal para a nova vibração.
Enraizar-se é mais fácil e se incrementa com a prática.  O segredo está em realizar uma pequena meditação diária (ver a seguir).  Se realizarmos este exercício regularmente durante 10 minutos diários, notaremos grandes mudanças na vida cotidiana.

Exercício de Ancoragem

Uma das causas da hiperatividade e da distração é a grande sensibilidade que o índigo tem aos estímulos. Ainda que esta capacidade possa causar confusão e sofrimento, é verdadeiramente um dom. Quando é canalizado de forma adequada, trás harmonia ao desenvolvimento da criança.
Muitas crianças se distraem devido a sua capacidade de captar um fluido continuo e veloz de energia intuitiva. Ensinar as crianças o que podem fazer com esta estimulante informação é a forma mais efetiva de ajudá-los a concentrar-se e encontrar a paz.
Esta visualização pode ajudá-los a conseguir este propósito:
Fechar os olhos, fazer três respirações profundas e imaginar um cordão conectado ao chakra raiz (quer dizer, ao centro de energia que se encontra no cóccix). Este cordão atravessa o solo e chega até o centro do planeta. Pode ser como cada um de nós imaginarmos, sempre que tenha a possibilidade de ser um veículo para que a energia possa trasladar-se. Uma vez que sintam a conexão do cordão com o centro do planeta, imagine partículas de energia saindo de todo o corpo para o chakra raiz. Estas partículas coloridas representam a energia que já não é necessária. Agora solte o cordão, e este se dirigirá ao centro da Terra onde encontrará sua energia complementária e se equilibrará (como já não a necessitamos mais, a mesma vai para onde é necessária).

Também pode ser útil para conciliar o sono, quando necessite encontrar tranquilidade depois de uma atividade intensa ou esteja atrapalhado numa situação frustrante. Também é bom que façam um desenho de si mesmo e o cordão para enraizar-se, para que tome forma real em sua mente.
Muitas crianças tendem a sair ou viajar fora de seus corpos, o que os faz ser muito distraídos e aparentar ter desordens de atenção. Ancorar sua energia no corpo os ajudará a estar no momento presente. Simplesmente, fazer que a criança imagine uma luz branca que descende, começando por sua cabeça e baixando por todo o corpo, pelos braços até a palma das mãos, pelas pernas até a planta dos pés e pela coluna até o cóccix. Fazer com que visualizem tudo descendendo para a Mãe Terra, e que em seguida projetem em forma de raízes como uma árvore.
A informação intuitiva também se manifesta intensamente em sonhos. Por isso, é uma boa idéia incentivar as crianças para que compreendam como os sonhos se relacionam com sua vida. Ter um diário com anotações sobre os sonhos ajuda a recordá-los e principalmente a liberar a informação. Escrever é uma atividade essencial para os Índigo que se encontram em idade escolar, para ajudá-los a concentrar-se e conseguir a paz interior. Expressar através de um diário lhes permite trazer ordem ao caos que lhes produz uma situação exacerbada.

-Segundo passo

É importante que tomemos consciência de nosso próprio sistema de crenças e saber que este dá origem a nossa realidade. Há muitas técnicas para descobrir qual é. Uma opção é o teste muscular e a decodificação da memória celular, que nos dão a possibilidade de descobri-lo e modificá-lo.
Devemos refletir sobre as escolhas e decisões que tomamos em nossa vida, tanto sobre nós como sobre nossa atitude com relação aos demais. Também, quem ou o que teve influencia nestas decisões. Constantemente tomamos informação de outras fontes, mas somos nós os que ao final criamos nossas próprias crenças.  Não obstante, necessitamos aprender a pensar de forma independente para fortalecer nossa Vibração Índigo.

-                 Terceiro passo
  Ao deixar ir todas as crenças, a verdade surgirá por acréscimo. Devemos descobrir nossos apegos e tomar consciência de nossas crenças, e depois ver o que acontece.

-                 Quarto passo
Agora que estamos no caminho para liberar todas as crenças que nos limitam, temos que evitar adquirir novas. Esta prática fecha o circulo do Fenômeno Índigo. Por definição, uma Criança Índigo tem a capacidade de elevar-se por sobre os condicionamentos sociais. Em outras palavras, os seres (tanto crianças como adultos) que carregam esta freqüência são capazes de estabelecer crenças baseadas na sabedoria interna, em oposição as circunstancias externas. Que aconteceria se soubéssemos que tudo o que fazemos é correto porque está de acordo com nosso coração?

Esta é a capacidade mais poderosa que podemos experimentar nesta era. As Crianças Índigo produzem em nós uma revolução interna, que lentamente vai se introduzindo na sociedade.
Eles estão aqui porque nós manifestamos. E o fizemos porque queremos conhecer a parte de nós mesmos que está em ressonância com a natureza, que quer comunicar-se de “coração a coração”, e liberar-se de um sistema que escondeu o verdadeiro propósito pelo qual viemos a Terra.
Patricia Skurck especialista em biologia molecular e mãe de duas crianças com características índigo, compartilha conosco sua experiência:

“Até nascer meu segundo filho, eu sabia matemática simples: 2 + 2 sempre teve como resultado 4. Dentro deste esquema minha vida como mãe era quase uma panacéia. Mas como a natureza é sábia, e as vezes aparentemente um pouquinho cruel, talvez para os ensinamentos, nasceu meu segundo filho…
Este pequeno, como não poderia prever, me exige, desde então e a cada dia, revisar quanto somam 2 + 2, agora que minhas certezas são relativas e portanto, não mais resultam.
‘ Doutor, meu bebê não dorme, não sei o que se passa’, digo preocupada, expectante, e muito cansada. Estou buscando ajuda, respostas, orientação. Não as encontro. Seu sistema imunológico, muito excitado, me chamava à atenção. Gânglios muito grandes, quase todo o tempo de sua vida. Muita vitalidade e bom humor, mas durante pouquíssimos meses, pois seu organismo vivia em alerta imunológica, quer dizer, defendendo-se de forma aumentada contra vírus, bactérias e demais substancias do ambiente, ao que era muito sensível.
Pedia-me que tirasse as etiquetas das roupas, desde que tinha um ano. Reagia a picadas de mosquitos domésticos tão amplamente que ficava uma cicatriz de tecido necrótico por semanas. Otite média serosa crônica, picadas, choro.
 O pediatra, de orientação formal, opta por fármacos moduladores de resposta imune, antibióticos preventivos, mas eu não vejo mudanças. Talvez alguns de vocês, em especial as mamães, tenham percebido com que freqüência muitos profissionais de saúde conferem uma característica observada em uma criança à quantidade ou qualidade de afeto que sua mamãe sente por ele.
Tem aqui um ponto interessante, que me remete a uma reflexão a parte. Suponhamos por um momento que isto esteja certo e também suponhamos que não. Se o pequenino está sofrendo e algo de sua mãe é uma possível causa, por que diagnosticar e medicar a criança?
Neste caso, o foco de atenção apontaria a assistência à mamãe, ou convenientemente seria de esperar uma atenção conjunta, que ajude a recuperar e afiançar o vínculo natural mãe-filho.
‘Doutor, consulto-o por meu filho porque no Jardim de Infância ele não fala e em casa fala pouco, só quando quer. ’
Tomo a primeira decisão pessoal. Saio da medicina de fármaco e começo a tratá-lo com homeopatia.  Em 20 dias de tratamento, seus ouvidos se curam, começam a ceder os gânglios aumentados de tamanho, e eu começo a respirar um pouco mais tranquila. Resultado: isso é o que busco, mais alem do conhecimento que tenha dos princípios e das diferentes disciplinas médicas. Eu preciso de resultados.
E começo assim uma longa e penosa busca por ‘especialistas’, tanto dentro das visões ortodoxas como das medicinas naturais ou alternativas. O problema da fala se aprofunda ainda mais e seu comportamento se torna incontrolável para ele mesmo. Dizia-me: ‘Mamãe, vamos para casa’, e se fechava em si mesmo. ‘Para casa?’ me perguntava. ‘Qual casa?’
Isolada, muitas vezes hipersensibilizada, sigo sem guia externo para soluções mais profundas. Notava que muitos estímulos do ambiente externo, tais como sons elétricos de jogos, aglomerações de pessoas, ambientes muito grandes e fechados como cinemas e circos, alteravam meu filho. Não conseguia expressar-se verbalmente, mas começava a atuar agressivamente. De alguma maneira, recebia mais variedade de estímulos, ou de forma aumentada. A única certeza que eu tinha era de que ele estava sofrendo.
E tomo a segunda decisão pessoal: se este mundo é um lugar muito agressivo para meu filhinho, então, a tanto sofrimento resolvi contrabalançar com muitíssimo prazer. De que ele mais gosta? A água. E vamos juntos.
A piscina é para recrear-se, nada de técnica de natação, só brincadeira. Ali descubro que ele não tem pressa e é atento a tudo. Nadador nato salta do trampolim sem medo algum. Vou como baleia lenta e vejo que meu filhote me segue. Somos marinhos, somos do mar.
Ele recupera o sorriso plenamente.
Porem, de vez em quando volto a escutar o mesmo pedido: ‘Mamãe, vamos para casa’. Neste caminho de reencontro com a alegria e o prazer, se sobrepõem vários diagnósticos presumíveis, vários rótulos precisos. Não há causas conhecidas para estes diagnósticos, mas é assim que muitas instituições que se dedicam a atender a ‘estas crianças’, os denomina. Como muitas suposições se tomam como fatos, esta posição é-me pouco profissional. Sou cientista, e sei que a ciência não fornece certezas. É melhor então duvidar.
Durante anos trabalhei dentro do sistema de saúde como paramédica, em hospitais públicos e privados, em Buenos Aires, particularmente com crianças. Tive a oportunidade de licenciar-me em Ciências Biológicas, na área de Genética Molecular e biotecnologia, e este caminho de informação e experiência laboral tem me fornecido a massa de minha torta pessoal, mas sem assar.
‘Ele não tem problemas, faz o que quer. O problema, somos nós porque queremos que faça outra coisa’, comenta o avô, observador e sábio. Secretamente me pergunto como será fazer somente o que quero. ‘Uma criança Índigo? Como é isso?’

E a massa da torta começa a assar. As leituras me oferecem um angulo a mais de observação; há mais do que eu posso conseguir ver. Outra vez penso em sua vida completa, desde o nascimento, e a história de seus quatro anos de vida adquire uma perspectiva diferente. Cada dia que passa, sou mais observadora. Descubro assim outra fita grossa do laço, mais alem das palavras. Meu filho lê minhas emoções.
‘Não chore mamãe’, me dizia uma e outra vez, quando estava indignada.  Repetia esta frase ate que efetivamente a emoção me surgia, e eu começava a chorar. Fui me deixando guiar por suas frases aparentemente incoerentes, descobrindo qual era o verdadeiro motivo de sua raiva, e muitas de minhas tristezas se foram com minhas lágrimas.
Simular alegria ou segurança, não é fácil, muito menos frente a um “técnico especialista em radiografia sensitiva”. O fundo é o que conta e a superfície é mera decoração. Vou compreendendo passo a passo o que significa ser autentico.
‘Mamãe, que significa ser mamãe? Não, não me abrace, assim não, diga-me com palavras’, disse-me meu filho maior. Não tenho descanso. Tenho que encontrar minha síntese pessoal para esta resposta.
Porventura, não conheço outra forma de aprender a viver que não seja fazendo, assim como aprender a caminhar: passos acertados e passos equivocados. Com três anos, meu filhinho monta quebra-cabeça de 60 peças… e ao contrario: a imagem fica para baixo. Como faz? Ele está com um psicoterapeuta ortodoxo, que não tem nenhuma explicação para isto, mas tampouco a busca.
Repentinamente, aos 4 anos, como que fazendo um trabalho comigo, começa a apertar certos pontos de meu corpo, sistematicamente. Sempre os mesmos: na frente, um ponto na cabeça, outro em meu peito. Tudo sem palavras, somente com a pressão de seu dedinho. Decido praticar Reiki, e logo trato de aplicar-lhe enquanto dorme, mas descubro que percebe algo e desperta. Acredito que as qualidades vibratórias naturais que possui, são mais curadoras que as que eu posso canalizar.
Resolvo amplificar meu mundo de percepção; procuro aproximar-me do seu. Desde então, temos um melhor vínculo e compreendo muito mais seu mundo, porque também é o meu. De modo que vou mudando meu próprio eixo individual.
‘Senhora, seu filho sofre de um transtorno de desenvolvimento’! ‘Senhora, seu filho tem ADHD.’ ‘Senhora, seu filho está contaminado com metais pesados’. Senhora, seu filho precisa…’
São muitos os caminhos que se abrem a partir deste ponto, não sei qual escolher. Sigo, sobretudo com a alegria, sempre a brincadeira, e juntos. A percepção do entorno pode ser ameaçador; mas ele e eu somos aliados. Chegará o momento em que poderemos cortar nosso cordão, é preciso chegar à casa, também na Terra. E, um belo dia, poderei compreender profundamente o que significa para meu filhinho, aquilo de ir para casa.
E digo as palavras mágicas sinceras: ‘Filho, a mim também me custa estar aqui, mas esta também é nossa casa’.
Desde então, estamos em vias paralelas, mas pouco a pouco, ambos fazemos o céu que precisamos trazer para cá. Parece que aprendi a lição. Pois a sugestão de voltar para casa não se repetiu desde então. Eu digo que está absolutamente certo, e seria maravilhoso se meu filho tivesse tudo o que precisa. Em primeiro lugar ele precisa mais do que ninguém que o amemos, o aceitemos como um ser humano único, com um nome próprio que é permanente, porque os diagnósticos passam.
Necessita de um mundo onde não haja contaminação ambiental, assim como todos nós. Necessita de pessoas que não o trate de enquadrar em algum nível de conhecimento fixo, porque a natureza é mais sábia que qualquer um de nós individualmente. Todos nós estamos sendo movidos por forças maiores que nossa compreensão teórica e vivencial. A ordem está no conjunto.
Segundo meu ponto de apreciação desse conjunto, hoje estamos dentro de uma crise evolutiva, quer dizer, estamos sendo forçados a encontrar um novo equilíbrio, que tem expressão nos vínculos interpessoais, e por extensão nas estruturas sociais: família, escola; sociedade. Assim também, no mundo orgânico, o estado de equilíbrio que chamamos saúde, está se movendo. Ser mais sensível implica captar com maior amplitude o estado de desordem que impera.
E o que fazemos nós, os país, com crianças que percebem mais que nós? Esta é uma decisão pessoal com muitas implicações, tanto para a vida das crianças como para a dos pais. Se acompanharmos a individualidade de cada filho, reconheceremos em nós muitas crenças pessoais que teremos que modificar para dar a eles a oportunidade de expressar sua natureza.


A “Criança Nova” dirá: Meus Pais, eu sou em vocês, e vocês são em mim, para trazer renovação ao mundo caduco, e o mundo da hora “doce” será.

Fonte: extraido do livro NIÑOS ÍNDIGO Nuevos seres para una nueva Tierra - Sandra Aisenberg - Eduardo Melamud

Tradução: sandraferris@globo.com




quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ensinar e Aprender

Da criação de imagens

Krishnamurti


Na juventude, apraz-nos a atividade - escutar o canto matinal dos pássaros, admirar as colinas após a chuva, os rochedos cintilando ao sol, o brilho das folhas, contemplar a passagem das nuvens e alegrar-nos em uma clara manhã com o coração pleno e a mente aberta. No entanto, perdemos esta boa disposição com o correr dos anos, quando surgem as preocupações, as ansiedades, as contendas, os ódios, os temores, na eterna luta pela sobrevivência. Passamos os dias brigando uns com os outros, sentindo simpatias e antipatias, e algum prazer de vez em quando. Não ouvimos os passarinhos, já não admiramos as árvores, nem vemos o orvalho na grama, nem as aves a voar, nem o brilho da pedra numa escorregadia vertente à luz da manhã. Não costumamos ver nada disto quando nos tornamos adultos. Porquê? Não sei se a si próprios já fizeram tal pergunta. Se não, é este o momento de formulá-la. Do contrário, em breve estarão aprisionados. Irão para uma universidade, casar-se-ão, terão filhos, marido, mulher, responsabilidades; serão obrigados a cuidar da subsistência; depois virá a velhice e, por fim, a morte. Em geral, é isto o que acontece. Cumpre interrogar-nos, então, porque perdemos a sensibilidade, porque já não apreciamos as flores, nem nos deleitamos com o gorjeio dos pássaros. Porque deixamos de contemplar a beleza? Creio que a razão principal é vivermos tão ocupados com a nossa personalidade. Por certo, temos todos uma imagem de nós mesmos.

Sabem o que é uma imagem? Ê uma coisa esculpida na pedra, ou no mármore, a qual se destina à adoração em um templo. Ela é feita pela mão do homem. Vocês também têm uma imagem de si próprios, não construída de igual maneira, senão pela mente, pelo pensamento, pela experiência, pelo conhecimento, pelas lutas, por todos os conflitos e aflições de seu viver. Com o envelhecimento, essa imagem se fortifica, torna-se mais exigente e insistente. Quanto mais escutam, atuam, vivem através dessa imagem, tanto menos vêem a beleza e sentem alegria com alguma coisa desligada dos seus efeitos.

A razão da perda dessa plenitude é que, em regra, só há em vocês preocupações pessoais. Sabem o que significa ter preocupação de ordem pessoal? É estar o indivíduo com a idéia fixa em si mesmo, é manter-se ocupado com as próprias qualidades, se são boas ou más, com a opinião dos vizinhos, se o emprego que tem é bom; é ocupar-se em ser importante ou ficar à margem da sociedade. Os seres humanos estão sempre batalhando no escritório, em casa, nos campos. Estejam onde estiverem, façam o que fizerem, o conflito é constante, sem jamais se livrarem dele; e, não sendo capazes de consegui-lo, criam a imagem de um estado perfeito, do paraíso, de deus - outra imagem formada mentalmente. Criam-se imagens não somente superficiais, mas também mais profundas, e também estas estão em conflito entre si. Existirá conflito enquanto perdurarem as imagens, as opiniões, os conceitos, as idéias egocêntricas, tornando a luta cada vez maior.
Cabe então indagar: é possível viver neste mundo sem auto-imagem? O ser humano torna-se médico, cientista, professor, físico, e serve-se dessa profissão para criar sua imagem, e, deste modo, produz conflito ao exercê-la. Estão-me compreendendo? Se, por exemplo, a criatura dança bem, se toca um instrumento qualquer, ela usa o instrumento ou a dança para projetar-se, para demonstrar o quão maravilhosa é, como dança ou toca tão bem. A arte de dançar, de tocar, tem para ela um só objetivo - enriquecer a própria imagem. É assim que a maioria vive, ou seja, incentivando, fortalecendo o ego. Daí a intensificação do conflito; a pessoa, de tanto pensar em si, se embrutece, perdendo o sentido da beleza, da alegria, da lucidez.
A meu ver, faz parte da educação evitar que os alunos criem imagens. Dessarte, eles passarão a viver sem batalhar, sem lutar intimamente.

A educação nunca termina. Ela não se restringe à leitura de alguns livros, nem se resume no ver o estudante aprovado nos exames finais. No decurso da vida, desde o nascimento até a morte, existe o processo do aprendizado. O aprender não tem fim, é contínuo, perenal. Mas ninguém aprenderá se estiver batalhando dentro de si, ou em conflito com o próximo, com a sociedade. E sempre que houver uma imagem, estaremos em antagonismo com a comunidade social. Porém, se vocês perceberem como se forma essa imagem, estarão em condições de ver o céu, de contemplar o rio e as gotas de chuva que pingam das folhas, de sentir o frescor do ar matinal e da brisa que sopra por entre as árvores. A vida passa a ter um diferente e maravilhoso significado. A vida em si, e não aquela que concebemos, ou idealizamos, segundo a nossa maneira de ser.

ESTUDANTE: Quando o senhor olha para uma flor, qual é seu relacionamento com ela?

KRISHNAMURTI: Qual o relacionamento? Você olha a flor, ou pensa que está olhando para ela? Percebe a diferença? Olha realmente a flor, ou julga que deveria olhar; ou, quem sabe, olha para a flor com uma imagem que dela tem, por exemplo, supondo que é uma rosa? A palavra é a imagem, a palavra é o conhecimento e, por conseguinte, você está olhando para aquela flor com a palavra, com o símbolo, com o conhecimento, e, portanto, não a está olhando efetivamente. Ou, talvez, o faça com a mente, que ao mesmo tempo está pensando em outra coisa.
Quando você olha para a flor sem o conceito, sem a imagem, atento, qual é a sua relação com ela? Já o fez alguma vez? Algum dia já olhou para uma flor sem denominá-la? Já admirou uma flor intensamente sem a interferência do nome, do símbolo, ou seja, apenas observando-a? Até que o faça, não terá qualquer relacionamento com a flor. Para se entrar em relação com outro ser, com um rochedo ou com uma folha, é necessário olhar e observar com plena atenção. Seu relacionamento com o que vê será, então, inteiramente diferente. Não haverá observador algum. Só haverá aquilo. Se observar assim, não existirá opinião nem julgamento. A coisa é o que é. Compreendeu? Você o fará? Olhe para uma flor deste modo. Faça isto, meu amigo. Não fale apenas, mas faça-o.

ESTUDANTE: Se o senhor tivesse muito lazer, como o utilizaria?

KRISHNAMURTI: Faria o que estou fazendo. Olhe, quando gostamos do que fazemos, temos na vida o lazer necessário. Compreende o que eu disse? Perguntou-me o que eu faria se dispusesse de tempo. Respondi que faria justamente o que estou fazendo: e o que faço é ir a diferentes partes do mundo, pronunciar palestras, ver gente, etc. Faço isto pelo simples gosto de fazer; não porque fale para um grande auditório e me sinta importante. Quando alguém sente essa importância, não preza aquilo que faz, mas a si próprio. Assim, deve você preocupar-se, não com o que eu estou fazendo, porém com o que lhe incumbe fazer. Entendeu? Eu lhe disse o que estou fazendo. Agora, diga-me o que habitualmente faz nos momentos ociosos.

ESTUDANTE: Eu fico entediada.

KRISHNAMURTI: Fica entediada. Pois. bem. Tédio é o que a maioria das pessoas sentem.

ESTUDANTE: Poderia o senhor dizer-me como livrar-me do tédio?

KRISHNAMURTI: Vamos, escute. Quase todos se acham entediados. Porquê? E a jovem pergunta como livrar-se do tédio. Descubra-o pessoalmente. Se você se isola, ainda que por breve tempo, isso a enfada. Então apanha um livro, procura conversar com alguém, pega uma revista, vai ao cinema, busca distrair-se com alguma coisa. Recorre a isso para fugir de si mesma. Você fez uma pergunta. Agora, preste atenção ao que vou dizer. Sente-se entediada, vazia, por achar-se agora diante de si própria, o que poucas vezes lhe acontece. Daí o seu aborrecimento. E pensa: Nada mais sou do que isto? Sinto-me insignificante, estou tão amolada! Tenho de superar este sentimento. - Esta realidade - o que você é - lhe desagrada, e por isso tenta fugir. Porém, se disser que não quer permanecer entediada, que procurará saber porque assim se encontra, que deseja descobrir o que em verdade é, isso equivale a olhar-se num espelho. Nele você se vê tal como é, vê seu próprio rosto. E ele não lhe satisfaz; dirá, então: gostaria de ser bonita, de parecer-me com uma atriz de cinema. Mas, se logo acrescentar: "É assim que eu sou; meu nariz não é bem reto, meus olhos são um tanto pequenos, meu cabelo é liso", aceitando esta verdade, vendo-se como efetivamente é, o tédio desaparecerá. O aborrecimento só surge quando você rejeita o que vê e almeja ser diferente. Do mesmo modo, quando você contempla o seu interior e o vê como é, isso não a entedia. É, pelo contrário, extraordinariamente interessante, pois, quanto mais se vê, mais há para ver. O indivíduo pode aprofundar-se cada vez mais, ampliar o autoconhecimento, sem jamais encontrar o fim. Em tal processo não existe tédio. Se chegar a esse ponto, estará fazendo aquilo que preza, e, se prezamos os nossos feitos, o tempo não existe. Quem gosta de plantar árvores, sabe regá-las e protegê-las. Quando fazemos uma coisa pelo simples gosto de fazê-la, os dias parecem mais curtos. De agora em diante, descubram vocês mesmos o que apreciam fazer, o que lhes agradaria realizar. Não se preocupem apenas com as vantagens de uma carreira.

ESTUDANTE: Senhor, como descobrir o que gosto de fazer?

KRISHNAMURTI: Como descobrir? Compreendendo que talvez isso difira daquilo que pretende fazer. Provavelmente quer ser médico por ser essa a profissão paterna, ou porque a julgue rendosa. Então, nesse caso, não prezamos o que fazemos, pois nosso objetivo imediato é o lucro, e prestigiar-nos através dele. Quando prezamos alguma coisa, o móvel para alcançá-la não existe. Não nos valemos do que estamos realizando com o fito de tornar-nos mais importantes.
Descobrir o que se gosta de fazer é algo bem difícil. É, aliás, uma das tarefas da educação. Para tanto, cumpre penetrar-nos profundamente. E isso não é nada fácil. Pode o indivíduo dizer: pretendo ser advogado e consegui-lo após muita luta, e depois, subitamente, descobrir que seu pendor era outro. O que ele gostaria era de ser pintor. Porém, é tarde demais. Já está casado, tem mulher e filhos, faltam-lhe condições para desistir daquela carreira, das responsabilidades assumidas. Então, sente-se frustrado, infeliz. Contudo, ele talvez resolva seguir sua inclinação e, assim, dedica sua vida àquele objetivo a pintura. Mas, um dia, inesperadamente, nota que jamais será um bom pintor, pois o que desejaria mesmo era ser aviador.
A educação correta não visa ajudá-los a encontrarem carreiras. Abandonem esta idéia. Educar-se não significa um simples acumular de informações através de um professor, nem aprender Matemática em livros, ou datas históricas relativas a reis e costumes; resume-se a educação em auxiliá-los a compreenderem os problemas humanos à medida que apareçam e isto requer uma mente. saudável - urna mente que raciocine, penetrante, sem crenças. A crença não é um fato. O homem que acredita em deus é tão supersticioso quanto ao que nele não crê. Para descobrir alguma coisa é preciso raciocinar, e não poderão raciocinar se antes já tiverem uma opinião, preconceitos, se já tiverem chegado a uma conclusão. Necessitamos, pois, de uma mente sã, sensível, lúcida, objetiva, e não de uma mente crédula e que obedece à autoridade. O objetivo da boa educação é ajudá-los a descobrirem, individualmente, o que gostariam de ser. Não importa o que seja, cozinheiro, jardineiro, etc., mas algo a que deverão dedicar-se. Então poderão ser eficientes, sem se tornarem brutais. E esta escola deve ser um lugar onde encontrem ajuda para verificarem e descobrirem, por si próprios, por meio de debates, pelo ouvir, pelo silêncio, através do viver, o que na verdade desejariam ser.

ESTUDANTE: Como podemos conhecer-nos?

KRISHNAMURTI: Esta é uma boa pergunta. Ouçam atentamente. Como sabem o que são? Compreendem o que interrogo? Vocês olham uma vez para o espelho; depois de alguns dias ou algumas semanas, tornam a olhar e dizem: "Este sou eu de novo.'' Certo? Então, olhando-se diariamente no espelho, passam a reconhecer o próprio rosto, afirmando: "Este sou eu." Pois bem. De igual modo, pela observação, serão capazes de saber como são? De conhecer seus gestos, a maneira de andar, o modo de falar, como se comportam, se são duros, cruéis, grosseiros, pacientes? É desta maneira que começam a descobrir-se. E virão a compreender-se observando-se no espelho do que fazem, do que pensam, do que sentem. Este é o espelho - o sentir, o fazer, o pensar. Através dele poderão observar-se. O espelho diz: este é o fato, mas ele não lhes agrada, e desejam alterá-lo. Começam então a distorcê-lo, pois não querem vê-lo como é. Ora, como eu disse antes, nós aprendemos quando existe atenção e silêncio. É assim que ocorre o aprender. Agora, sentem-se calmamente; não porque eu lhes estou pedindo, mas por ser este o meio de aprender. Sentem-se e fiquem tranqüilos, não apenas fisicamente, não só com o corpo, mas também com serenidade. Assim, nesse estado de quietude, prestem atenção. Atentem para os ruídos que vêm de fora, para o cantar do galo, dos pássaros, para todo e qualquer barulho; ouçam primeiro as coisas que acontecem externamente e, depois, o que se passa na própria mente. Então, poderão notar, nesse silêncio, se souberem escutar, que o som externo e o interno são o mesmo som.

Trecho do livro "Ensinar e Aprender" (pag 48-53).

Fonte: http://www.krishnamurti.org.br/?q=node/32