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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dificuldade de Aprendizagem - Parte 2

Antes de começar a ler este artigo, sugerimos ler o artigo Dificuldade de Aprendizagem parte um .


Se tens tido a oportunidade de “acompanhar” meninos e meninas que apresentam dificuldades de aprendizagem, a primeira coisa que aconselhamos fazer é agradecer essa experiência, pois te permitirá aplicar todo o potencial criativo que como docente vive em teu interior. E para poder realizar isto, precisas conectar-se com a sabedoria que habita em seu interior, ao mesmo tempo em que conectas com a sabedoria que habita no interior deste menino ou menina.

Alem de conhecer as sintomatologias de cada dificuldade, é necessário conectar com a consciência que cada uma delas expressa, desta forma é mais fácil ter acesso a cura mais casual.

No caso da hiperatividade (SDA Hiperativo), na maioria dos casos é uma resposta a um fenômeno simples: seu ser interno é mais “rápido” que a capacidade de domínio do corpo físico.

Quer dizer, a mente e o impulso de seu Ser, seguem num tempo diferente do tempo tridimensional neste momento atual. Esta sintomatologia é mais comum ultimamente porque nós, como planeta, estamos num processo de mudança de freqüências, em que as novas ondas do tempo seguem um ritmo mais sutil, o que se traduz como maior freqüência vibratória. O ser das crianças do novo tempo vem com este funcionamento, mas como ainda estamos numa freqüência mais densa, se produz um choque de realidades. O menino ou menina custa a adaptar-se a esta realidade, e por outro lado precisa ativar o ritmo mais veloz para sustentar a mudança.
Então o resultado é que sua atitude no físico é “atropelada ou desajeitada”, posto que na realidade quando está fazendo uma coisa, sua mente já está na seguinte ou sob seqüente. E alem do mais tem um pensamento global mais ativo, o que significa que captam de forma esférica, atendem a mais de uma informação por vez e processam a informação de formas múltiplas... Não somente com a mente racional.
Esta é a parte mais difícil de compreender por parte dos adultos atuais, posto que primeiro, se trata de compreender uma forma de funcionamento que não é aquele em que se movem, nem se moveram as gerações anteriores, ainda que esta mudança vem se dando paulatinamente, é mais notório neste momento porque já começou o ingresso da nova dimensão de funcionamento e estamos no momento de “virada”, quer dizer que, o que é já não serve e o que serve ainda não se assevera para ser... Portanto, é preciso de uma grande flexibilidade, abraçar este tempo e ser muito compassivo com as manifestações que cada um expressa.

Esta forma de processar a informação esfericamente é a responsável por manifestar esta dificuldade de aprendizagem, a conhecida SDA sem hiperatividade, é aquela que a criança é bem mais desorientada diante situações específicas. O que acontece, na maioria dos casos, é que estão processando informação múltipla e de forma múltipla.

Como é o processamento múltiplo? É a capacidade de “captar” informação do meio em que se encontra e traduzi-la através das inteligências múltiplas, segundo cada ser. Em geral eles vão selecionando a informação e na realidade dirigem sua atenção para aquilo que tiverem selecionado.

Também, em outros casos a perda de atenção pode corresponder a uma evasão da realidade, em que, nesse caso seria preciso se aprofundar na causa, que pode corresponder a problemas familiares, ou de problemas em sua sociabilidade, ou outro. Pelo qual é sempre recomendável, conhecer a história da criança e ver a dificuldade de seus pais. Oferecer um clima de confiança para que possa expressar seus conflitos e compreender que o que para eles é um verdadeiro conflito, para outro pode parecer absurdo, porem, aqui o que importa é a vivencia interna da criança.

Para trabalhar com esta dificuldade de aprendizagem, (com ou sem hiperatividade) ajuda:

- Focalizar-lhes na zona frontal (entre as sombracelhas), fazer-lhes uma conexão guiada, na qual levam a atenção para ali e visualizam um triangulo de luz azul violeta, permitindo que nele se absorvam os pensamento e idéias que possam distorcer a conexão com seu espírito. Respirar neste triangulo, para focalizar a atenção. Este simples exercício lhes ajuda a “limpar” a mente, o qual traz como conseqüência maior focalização nas atividades a realizar.

- Ajudar-lhes a conectar-se com seu corpo físico: através de exercícios físicos e movimentos, observar o corpo e descobri-lo. É como se o ajudassem a “chegar” ao Ser ao Corpo. Trabalhar com movimento corporal de diferentes formas e em que se sinta mais afim. (ver artigo sobre movimento).

- Estabelecer a conexão com o presente: É um ponto básico, simples e muito descontraído. O Presente é na realidade o único que EXISTE... É difícil aceitar isso, mas desde que o passado já foi e o futuro ainda não chegou, então o que É, é presente. Ainda que nossa mente, de forma especial o hemisfério esquerdo, se esforce em trazer permanentemente o passado ao futuro para condicionar o presente. É neste ponto que se produz desorientação e perda de atenção. Isto se passa com todos nós, mas ao estar num processo de aprendizagem direcionado, como é a escola, começa a entorpecer. Portanto, ele permite aos meninos e meninas viver o presente, acontece que as vezes, através de múltiplos estímulos (TV, Radio, Musica, Internet, publicidade, etc.) se “bombardeia” a atenção e ele produz uma saída rápida do presente.

Como VOLTAR ao PRESENTE?

O presente é o estado natural do hemisfério direito, e este se conecta através da percepção dos sentidos:

*Levar a atenção a vista, observar o entorno, até encontrar algo que te chame a atenção. Uma vez ali COMTEMPLA (quer dizer: observa esse objeto, suas formas, cores, movimento (por mais sutil que seja), em seguida tenta “ingressar o objeto”). Quer dizer, através da respiração imaginas que vais introduzindo-te naquilo que observas. Caso entrem pensamentos, volte a sentir a respiração e concentra-te no objeto observado.

*Também podes experimentar levando sua atenção aos sons ao teu redor, e senti-los, escutar... Ingressar nos sons e pouco a pouco permitir que você e os sons sejam num mesmo compasso.

*Levar a atenção às mãos, sentir seu tamanho, temperatura, acariciar suavemente alguma parte de teu corpo e sentir o contato da pele. Permanecer no sentir e abrir-se a sentir o “roçar da brisa” no rosto, simplesmente sentir.

A conexão com o presente, parte do não ESPERAR SENTIR NADA ESPECIAL... Simplesmente ter a experiência de perceber e isso te leva a ser.

- Contato visual: Uma ferramenta muito simples é pedir a criança que te olhe nos olhos, estando você conectada (o) com seu coração, com a certeza do que queres transmitir-lhe. Quando conectares com seu olhar, peça-lhe que sustente todo o tempo o olhar enquanto lhe transmite o que queres.

- Contato físico amoroso: Uma das coisas que se tem visto que afeta mais a criança com esta dificuldade é a autoestima e a perda de reconhecimento, pois são permanentemente criticados e censurados. Incomodam, portanto as pessoas evitam estar com eles e se estão igualmente, tratam de dissimular o incomodo (o qual é pior porque são altamente sensíveis e intuitivos). Por isso, a chave é entregar afeto no momento em que ensinas ou queres transmitir algo e que te prestem atenção. O ser humano atende de forma inata aquele que lhe dá amor. Pois o Amor é um grande imã. Mas, não basta somente percebe-lo, eles precisam senti-lo fisicamente. Acariciar-lhes a cabeça, oferecer-lhes um sorriso, um gesto, um beijo... Que lhes diga Kinestésicamente “te amo e te reconheço, me importo, quero ajudar-te a aprender”... É uma bela ferramenta que alem do mais nutre a tua própria pessoa.

Quando as crianças apresentam dificuldades em alguma matéria específica:

- Primeiro descartar que o conflito não seja com a forma de ensinar da professora ou professor, ou por falta de motivação com o tema.

- Depois, observar o tipo de inteligência que a criança expressa com mais freqüência (ver inteligências multiplas) e buscar uma forma pedagógica que utilize como recurso principal esta inteligência. Quer dizer que, por exemplo, se o problema é com a escrita e depois de observar a criança, nos damos conta que tem uma inteligência prática, então podemos buscar algo que fazer na escola (como um espaço para lixeira, ou cabides, etc.), e nessa atividade conectar com a necessidade de ter escrito os passos que estamos seguindo, e permitir que na medida que vai fazendo uma atividade física, vai escrevendo, quer dizer não levar o caderno a carpintaria e sentar-se a escrever... Senão em meio do fazer, pode ir escrevendo, resgatando formas de melhorar essa ação. Entende? Uma vez mais, nos leva a um grande desafio... o desafio de poder ensinar um conteúdo em qualquer lugar e com qualquer recurso para ser captado por múltiplas inteligências (pois há varias crianças na classe), isso nos impulsiona em nossa formação profissional e busca de criatividade no ensinamento.

- Se ainda persistir a dificuldade é possível que haja um bloqueio ante o que está de fundo nesta matéria, por exemplo, se é a escrita tem que se ver o que está acontecendo com a comunicação nesta pessoa, se é em ciências, ver o que se passa ante o conhecimento e investigação, etc. Temos encontrado que o problema é proveniente de memórias do inconsciente da pessoa nas quais ela absorveu um trauma ante esta atividade ou que tenha traduzido como trauma, gerando um repudio inconsciente.

Meninos e meninas que são Síndrome de Down; Neste caso são MESTRES (AS) DO AMOR. É preciso aceitar esta condição para poder ajudar, reconhecer que é uma experiência de seu ser e nele realiza uma aprendizagem integral. Não focalizar unicamente a socialização,mas também fomentar as diferentes formas de aprender e perceber através dos sentidos. O trabalho com sons, plástica, e movimento é igualmente eficaz e prazeroso no trabalho com este tipo de alteração

Os meninos e meninas com Autismo; igualmente estão em um processo de aprendizagem e serviço, que inclusive implica a família inteira. Normalmente nestes casos nos apoiamos em ferramentas terapêuticas que trabalham no nível do inconsciente para ir curando os bloqueios. Recomendamos a terapia da alma (Acatana), na qual se pode conectar com o propósito da experiência do ser,, curando e compreendendo as aprendizagens pendentes. . La Terapia floral, homeopatía, terapia musical, são de muito apoio.

Recomendamos o trabalho com instrumentos musicais, estabelecer o vínculo através de objetos de interesse comum, quer dizer, o docente, o pai ou a mãe toma a flauta e a toca, isso interessará a criança, porem pela sua condicionante não se vinculará contigo, senão com a flauta... Neste caso agradece a flauta por se fazer de “mediador” de comunicação... Quanto a musica recomendamos especialmente a musica de Mozart.

Cada ser é único e insubstituível, portanto, o mais importante é poder conectar de forma profunda com cada um e se está em seu coração, deixa que a fonte de sabedoria interna se abra e emane dela a chave precisa no momento oportuno.

Aceitar para reconhecer a experiência e conectar com a estratégia correspondente.

Se precisas de mais informação ou orientação específica, conta-nos sua situação, e se estiver ao nosso alcance, com prazer te apoiaremos...

Para maiores informações entre em contato com: info@educacionevolutiva.org

Documento pertencente à Rede de Educação Evolutiva.
Autoriza-se a reprodução, respeitando-se a fonte original:
Irdinave, Educación Evolutiva.


www.educacionevolutiva.org

Tradução para o português: sandraferris@globo.com



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Adulto Índigo

Por Ingrid Cañete


Teu véu é tão azul. Impõe-se e seduz. Traz a voz da mudança.


Falar sobre os Índigos adultos me parece simples e também muito complexo. Sou um deles, sou psicóloga e agora me lembro bem de todas as vezes que um adulto por mim entrevistado tinha que enfrentar as perguntas: Quem é você? Como te podes descrever?

Imagina, leitor, que inquietante e perturbador pode ser responder a estas perguntas quando percebemos desde a infância, pouco a pouco, que nossos comportamentos, expressões, sonhos e atitudes eram tão distintos dos outros, que nos tratavam como “tipos raros” ou até mesmo como um pouco “loucos”.


Nestas situações, o olhar dos outros seres humanos, tão importante e básico na infância para a formação de nossa personalidade, identidade e autoestima, se transformava no espelho de uma verdade que doía muito. O que acontece, é que nos dói tanto e as vezes soa tão mal para o olhar receptor de uma criança, que tal espelho humano passa a ser evitado, por razões de autoproteção e de sobrevivência, por hipótese.

Claro está que para os Índigos, evitar o olhar é algo muito difícil, já que são seres movidos pela verdade e naturalmente conduzidos a buscá-la em sua principal fonte, o olhar. É difícil também que, os Índigos evitem os olhares das pessoas para proteger-se dos espelhos reprovadores, pois eles captam a verdade instantaneamente de outras maneiras, ou seja, sentindo ou lendo o campo energético da pessoa.

Em psicologia é muito estudado sobre o jogo dos espelhos, e sabemos hoje que nós somos todos, espelhos uns dos outros, na interminável trama da rede das relações humanas. Se uma mãe, por exemplo, quase não olha nos olhos de seu filho desde muito cedo, para falar e comunicar-se com ele, as seqüelas, os traumas e os efeitos podem ser muito graves na conduta do futuro adulto.

Se isto é verdadeiro para uma criança em geral, nos parece que teremos que pensar analisar e estudar muito ainda, a respeito do que pode ocorrer com as crianças Índigos devido as suas distintas características, especialmente sua elevada sensibilidade. Pois, é claro, que as características da personalidade dos Índigos adultos, assim como sua conduta, são, pelo menos em parte, conseqüências e efeitos do que passou em sua infância, igual para todos os seres humanos. Bom, espero que encontre nesta linha uma ponte, uma via de conexão mais fácil entre você e teu Eu Superior, aquele que parecia até estar sepultado depois de tantos anos pelas pressões, críticas e opiniões das pessoas do seu meio ambiente.


Agora, vamos ver se você sente até hoje que:


- Buscas algo que permita sentir-se inteiro como pessoa, sejas homem ou mulher.

- Buscas ser e estar por inteiro onde estás.

- Sente que ainda está buscando sua verdadeira vocação, tua missão de vida.

- Percebes que és muito inteligente, com uma grande energia, muitas habilidades, visão, intuição e sensibilidade especiais, mas não consegue encaixar-te em nenhuma ocupação do tipo convencional ou em nenhuma carreira chamada tradicional, nem consegues corresponder por muito tempo a nenhum dos padrões e regras previamente estabelecidas.

- não consegue conformar-se nem corresponder as expectativas do meio, especialmente do meio profissional.

- sentes que estás em busca de algo que não consegues definir bem, porem está muito seguro de que deves seguir adiante, vagando entre dois ou mais mundos e ocupações, porem tem a intuição de que tua regra nesta vida é traduzir, transmitir tudo: informações, conhecimentos abrir caminhos, romper fronteiras.

Caso tenha se identificado com esta descrição, és muito provável que sejas um adulto, jovem ou adolescente Índigo. (Cañete, 2007:ce)


Ingrid Cañete: psicóloga, Máster em Administração de Recursos Humanos, escritora professora, consultora nas empresas para temas de qualidade de vida, stress e saúde. E-mail: canete@terra.com.br.

Autora dos livros, Criança Índigo, a Evolução do Ser Humano e Índigo Adulto.


Fonte: Pedagooogia3000 (Livro)

Tradução: sandraferris@globo.com



quarta-feira, 31 de março de 2010

A Educação Holística é Possível!

O que é Desenvolvimento Integral do Ser na Educação?

O que significa desenvolvimento integral, harmônico e holístico no marco da educação de hoje e de amanhã? Por que é imprescindível implementá-lo para as crianças e jovens de hoje? Por que também é vital para os adultos?

É uma revolução extraordinária que toma a educação em suas diversas formas cujo resultado pode ser também uma revolução extraordinária de nossa sociedade e planeta.

Integral?

Como fronteira destes cadernos pedagógicos, entendemos por integral, uma educação ou um sistema de crescimento pessoal e grupal que implique, entenda e atenda de maneira harmônica e integrada os diferentes âmbitos: o desenvolvimento físico, emocional, cognitivo, ecológico, estético-criador, intuitivo, espiritual, social, multicultural e ético-solidário. A educação é como a saúde, é preventiva e integral.

Conhecer a si mesmo

“O desenvolvimento integral do Ser na educação, aponta Daniel Pacheco, terapeuta, o poder conseguir nos meninos, meninas, adolescentes e jovens um descobrimento de todas as áreas de sua vida. Isso envolve não somente aprender as matérias intelectuais, como também desenvolver o lado físico, emocional e espiritual. E quanto à matérias intelectuais, que Sejas de verdade cognitivas. Poder investigar, descobrir e encontrar a si mesmo (Eureka!); não aprender de memória. Um desenvolvimento verdadeiramente integral é uma dinâmica incessante, onde uma coisa leva a outra. Por exemplo, uma técnica emocional induz a buscar uma técnica mental, e assim sucessivamente. E isso nos incita também a equilibrar-nos fisicamente. Tudo está ligado.

Integral é a interação entre as diferentes disciplinas orientada a um bem comum, que aponta o desenvolvimento da Pessoa como tal, não como um número ou um aluno a mais. Conseguir que a pessoa encontre sua própria identidade, que é única e maravilhosa, implica uma educação personalizada, com muito respeito as diferenças, a maneira de ser, sentir, pensar e viver de cada um. De muito respeito ao processo de cada um, envolvendo pelo menos, as quatro principias áreas do ser humano: físico, emocional, mental e espiritual.

Isso é o desenvolvimento integral: é viver conscientemente e de maneira equilibrada, todos os aspectos da nossa vida, desde o mais físico até o mais espiritual. Senão, estaremos defasados. Todos estes aspectos estão conectados uns com os outros”. (Pacheco, 2009:cp).

Conhecer meu entorno

Alem de conhecer a si mesmo, a educação integral implica conhecer (há que conhecer para poder respeitar), alem de tudo os abanicos científicos e tecnológicos de nossa época, nosso meio ecológico, social e multicultural. Ecológico par poder viver em harmonia com nosso planeta Terra, com respeito, sem destruí-la. Social e Multicultural, para poder co-construir uma sociedade de paz, fraternidade e harmonia.

Contribuir com o mundo

Assim, temos que poder prestar nossa contribuição ao mundo com nossos talentos (cada um tem dons importantes e únicos), cumprindo com nosso Propósito de Vida e desenvolvendo plenamente nossa criatividade, para o qual ingressam duas áreas fundamentais a desenvolver a partir do âmbito escolar e do caseiro desde a tenra idade: a área estético-criadora e a área ética-solidária.

A parte intuitiva

Uma parte para incluir também ao desenvolvimento integral é a área intuitiva, chamada Inteligência Intuitiva ou Energética (ver cap. Treze Inteligências, p:134ss, do livro Pedagooogia3000). Trata-se de conhecer e poder perceber tanto o meu meio interior como exterior a partir da intuição e dos diferentes níveis de energias sutis. Sua importância está relacionada a aprender a reconhecer e manejar estas energias ao entrar no Terceiro Milênio. Esta área ainda é incipiente no âmbito escolar, mas poderia no futuro tornar-se uma matéria por si só. No momento a idéia é aprender e capacitar-nos (Esta área esta descrita no caderno #8, o Desenvolvimento Intuitivo Integral). É uma matéria tão ampla que será objeto de uma série adicional de cadernos.

Desenvolvimento pessoal dos professores

Finalmente, a educação integral requer também do trabalho pessoal e crescimento interior dos adultos que acompanham aos estudantes, quer dizer, principalmente dos professores e dos pais.

“Neste caso é importante que os professores tenham um caminho percorrido, isso quer dizer que eles mesmos tenham experimentado e vivido este processo integral. Senão, dificilmente poderão apoiar dito processo em outras pessoas. Pelo menos parcialmente, e o resto se aprenderá na marcha, junto com as crianças”, especifica Daniel Pacheco.

Desenvolvimento holístico

É basicamente o mesmo que o desenvolvimento integral. Há países em que a palavra holística, não é comum, muito menos aplicado à educação. Como disse Rubén Nanclares da Colômbia: “Holístico é uma palavra mais pura e antiga; seu significado é que se potencie a capacidade de criar no ser humano, que a educação humanize de verdade, sirva para viver na realidade de cada um dos contextos e desenvolva as subjetividades de cada um. Lembrando que tudo está ligado”.

Que se diga integral o que se diz holístico (que na verdade soa melhor), ou que se inventem outras palavras, o que importa afinal, é ir mais além da teoria e das idéias, e passar à instrumentalização das mesmas e que realmente se leve a cabo em todos os âmbitos da educação, do desenvolvimento pessoal e da vida. Quer dizer, tu e eu, eles e elas que estamos lendo estes cadernos, que já o estão aplicando de uma maneira ou de outra, que o vivem diariamente com seus alunos e filhos, que o experimentam consigo mesmo como na Vida, são os que avançam, com erros, avanços, retrocessos (aparentes), com pura intuição ou com muitos estudos, ou com os dois, com a prática, impulsionados pela imperiosa necessidade de mudança dos tempos atuais.

Educaçao tradicional do século passado

Educação integral ou holística

Resultados da educação integral

Era só intelectual (em sua maior parte)

Todas as áreas de desenvolvimento são atendidas

Estudantes equilibrados, saudáveis. Gozam de boa saúde

Era uniforme, se dava o mesmo.

Personalizado com respeito ao processo de cada um

Estudantes plenos e com uma boa auto-estima

Não buscava a plenitude e o bem estar do estudante

Busca a plenitude e bem estar do estudante

Estudantes conscientes de seu propósito de vida

Repetia um modelo predeterminado

Busca a transformação pessoal e social

Estudantes criativos

Não se importava se a matéria ensinada era útil ou não ao estudante e a sociedade

Se preocupa que a matéria ensinada seja útil ao estudante e a sociedade (presente e futura)

Estudantes motivados e formados como cidadãos conscientes e ativos

Não criava consciência ambiental

Busca o equilíbrio ecológico do planeta

Estudantes com consciência ambiental

Era individualista e de algum modo egoísta

Tem consciência dos demais, das diferentes culturas, da união planetária

Estudantes que propensos a Cultura de Paz

Tabela comparativa da educação tradicional do século passado e da educação integral ou holística

Fonte: http://www.pedagooogia3000.info/html/cpedagooogicos.htm


Tradução: sandraferris@globo.com

terça-feira, 30 de março de 2010

Terapia do Imaginário

A Terapia pelo Imaginário permite educar as crianças para a espiritualidade de uma forma subtil e divertida.


A Terapia pelo Imaginário permite o ancoramento de seres de luz protetores, que aproveitam os momentos de brincadeiras específicas para realizar o trabalho energético que as crianças necessitam.


Ao nível do desenvolvimento integral das crianças, estes momentos terapêuticos contribuem para a promoção da criatividade, expressão verbal e não verbal e para a inteligência emocional.


Está provado cientificamente que a inteligência emocional é mais importante para o sucesso na vida de uma pessoa do que o coeficiente de inteligência, bem como está demonstrado que estas competências pessoais e sociais se aprendem e podem ser estimuladas.


Ao nível do sistema educativo, português, há um maior investimento no desenvolvimento cognitivo do jovem do que do bebê, por exemplo. Basta assistir ao investimento nas universidades vs nas escolas primárias para entendermos o diferente enfoque.

No entanto, está também demonstrado que o investimento ao nível educativo tem efeitos mais consistentes, duradouros e eficazes quanto mais cedo se dá a intervenção, bem como é necessário muito menos investimento ao nível de tempo e esforço para alcançar os mesmos resultados, quanto mais nova a criança for, e tal é também válido para os bebês. É fácil entender usando a metáfora do barro, passado muito tempo endurece e torna-se muito difícil transformá-lo.


A Terapia pelo Imaginário funciona como “educação preventiva”; se muitos de nós tivéssemos aprendido a lidar com as nossas emoções e pensamentos mais cedo, talvez não precisássemos de tantas terapias para estarmos equilibrados…


Quanto aos “Draguendes”…. Gosto muito de trabalhar com estes dois seres, pois os dragões simbolizam viagens astrais e os duendes a ligação à terra, o que dá um resultado muito harmonioso.

Fonte: http://sites.google.com/site/terracristallisboa/grupo-de-desenvolvimento-infantil



sábado, 27 de março de 2010

Por que é impossível não amar Harry Potter


Daniela Name

Hermione é a típica sabe-tudo: estudiosa, inteligente e rápida, humilha os colegas com seu dedo sempre levantado, pronta para responder num segundo à mais difícil das perguntas. Mente prodigiosa, decora poções de magia e a história dos bruxos como nenhum outro aluno da Escola de Hogwarts. Ron Weasley tem um coração tão bom e tão generoso que é difícil imaginar como ele cabe no corpo magrelo e desengonçado do melhor amigo de Harry Potter. Opa, até que enfim chegamos no nome do protagonista do maior fenômeno editorial dos últimos tempos. Harry Potter, o carismático bruxinho que fez com que toda uma geração de crianças descobrisse o prazer da leitura e alçou sua autora, a escocesa J.K.Rowling, ao posto da mulher mais rica do Reino Unido — a Rainha Elisabeth teve que se contentar com o vice-campeonato.

E por que é impossível não amar Harry Potter? Ele não é o mais CDF dos alunos, nem o mais generoso, nem o mais bonzinho, nem o mais obediente. Também está longe de ser aquele gato de parar a torre do castelo. Então o que ele tem que os outros não têm? Como este box está aqui, no meio desta reportagem, você já deve ter concluído a resposta: Harry Potter é o rei dos índigos. E é por ser assim, meio gauche , com um raciocínio um tanto quanto enviesado, que acaba livrando professores e alunos das maldades de Voldemort, o bruxo das trevas que assassinou seus pais e vem ameaçando Hogwarts desde o início da saga. No dia do assassinato de Thiago e Liliam Potter, Harry estava dormindo no berço. Voldemort tentou matá-lo, mas havia algum tipo de poder no bebê que atingiu o bruxo quase mortalmente.

O confronto deixou uma cicatriz na testa de Harry, que começa a doer sempre que o perigo se aproxima. A intuição é uma forte aliada do bruxinho na hora de resolver problemas. Ele “sente” e “intui” muito mais do que raciocina. Atormentado pela orfandade e pela fama — é amado, invejado e odiado no mundo bruxo por causa do feito contra Voldemort — Harry precisa sempre usar este feeling para sair das enrascadas. Para derrotar o mal e encontrar as respostas para os mistérios que cercam sua origem, vive desobedecendo às rígidas regras que orientam Hogwarts. E enfrentando a autoridade de professores linha-dura, como o sempre mal-humorado Severo Snape. A Grifinória — equipe de Harry, Hermione e Ron — vive perdendo pontos por indisciplina. Mas os pontos voltam em dobro. E não por força da magia, mas pelos feitos do adorável bruxinho-índigo.

Fonte: REVISTA O GLOBO - Rio, 27 de julho de 2003 Versão impressa - A Criança Índigo - COLABOROU Lílian Fernandes


quarta-feira, 24 de março de 2010

Vacinação: A Verdade Oculta

A Criança Índigo

Marcia Cezimbra


O seu filho “viaja” quando ouve algo que não lhe interessa na aula? Ou vira-se para um papo-cabeça com o colega? Ele parece desatento e distraído, mas fica horas superconcentrado no que gosta, como jogos de computador, futebol ou teclados de um piano? Ele é rebelde, respondão e detesta injustiças? Precisa que você lhe explique com todo o carinho os motivos para que obedeça? Pois seu filho pode ser um índigo — a cor arroxeada do jeans, quase lilás, e escolhida por representar uma aura positiva. O rótulo foi criado por especialistas americanos para designar uma criança hipersensível, cujo cérebro recebe muito mais estímulos que a média dos mortais. A personagem Salete (Bruna Marquezine), de “Mulheres apaixonadas”, é uma índigo, com uma intuição tão exacerbada que chega a ser premonitória. Quem confirma é o autor Manoel Carlos:

— Nos Estados Unidos ouvi falar muito em crianças índigo. Salete é índigo. Ela tem uma percepção da luz, vê anjos, prevê acontecimentos, tem premonições. Algumas vezes, as crianças índigo não distinguem se são sonhos ou visões e nem sabem que são índigo. Mas não se trata de um fenômeno raro.

Para a psiquiatra Ana Beatriz B. Silva, o índigo ou o lilás é a versão superdotada dos portadores do já conhecido distúrbio do déficit de atenção (DDA), uma característica do funcionamento cerebral superestimulado. Há poucas décadas, o DDA era tido como doença, lesão cerebral ou disritmia, que deveriam ser tratadas com drogas pesadas, segundo ela, uma visão hoje “ultrapassadíssima”. Ana Beatriz acaba de lançar o livro, já best-seller, “Mentes inquietas” (Ed. Nepades), no qual explica como lidar com essas crianças de cérebro hiperestimulado para que elas desenvolvam suas potencialidades — geralmente geniais — e não terminem rotuladas, em casa e na escola, como intempestivas, desatentas e até agressivas, o que as leva ao desastre.

Os autores do livro “The indigo children”, Lee Carrol e Jan Tober, acreditam que haja uma geração sem precedentes de índigos nos EUA. Ana Beatriz concorda: essa geração índigo é fruto da revolução tecnológica, que hiperestimulou as crianças, trazendo à tona seus expoentes DDA:

— São os casos daqueles jovens que fizeram o seu primeiro milhão antes de terminar o ensino médio. Eles já eram DDA, mas, com a revolução tecnológica, foram ainda mais estimulados, hiperfocaram a atenção na eletrônica e produziram coisas geniais.

No Brasil, como a revolução tecnológica chegou alguns anos mais tarde, a explosão de potencialidades dessa nova geração índigo ainda está por despontar, mas Ana Beatriz já vê alguns deles, como o músico Marcelo Yuka, seu paciente há quatro anos, cujo “faro para a estranheza”, como ela brinca, vem desde a infância:

— Tudo o que Marcelo Yuka descobre em termos de sons e parece estranho, depois de algum tempo vira popular.

Os índigos têm ainda uma intuição exacerbada, como a Salete, que, segundo Ana Beatriz, é interpretada como uma espiritualidade elevada:

— Mas o que a ciência comprova é que os índigo têm um funcionamento cerebral diferente. Se não forem bem compreendidos, podem ser confundidos com pessoas impulsivas e agitadas.


REVISTA O GLOBO
Rio, 27 de julho de 2003 Versão impressa
A Criança Índigo
COLABOROU Lílian Fernandes

Imagem:

http://acbelix.blogspot.com/2008/09/mais-um-artigo-sobre-as-crianas-indigo.html