<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030</id><updated>2012-02-14T03:23:19.248-08:00</updated><title type='text'>Mensageiro do sonho</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' 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src="http://www.youtube.com/embed/rfKigD3vY8A?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-618466823906861504?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/618466823906861504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/gayatri-mantra-meditation-deva-premal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/618466823906861504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/618466823906861504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/gayatri-mantra-meditation-deva-premal.html' title='Gayatri Mantra Meditation (Deva Premal)'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/rfKigD3vY8A/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-5246774406776425673</id><published>2012-01-11T03:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T03:41:29.108-08:00</updated><title type='text'>Cura do Câncer através do Chi   Gregg Braden</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/h4nV0ESs-Vs?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-5246774406776425673?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/5246774406776425673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/cura-do-cancer-atraves-do-chi-gregg.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5246774406776425673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5246774406776425673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/cura-do-cancer-atraves-do-chi-gregg.html' title='Cura do Câncer através do Chi   Gregg Braden'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/h4nV0ESs-Vs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-3238466551590956832</id><published>2012-01-10T10:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T10:47:02.627-08:00</updated><title type='text'>A VIDA INTRAUTERINA COM AMOR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1FyZSXL0meo/TwyA1_ijb2I/AAAAAAAAA0U/QBSpfeIgj-k/s1600/avidaintrauterinacomamor-post.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-1FyZSXL0meo/TwyA1_ijb2I/AAAAAAAAA0U/QBSpfeIgj-k/s320/avidaintrauterinacomamor-post.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Susana Rodríguez Liendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo e todos no universo estão em permanente mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escritores, filósofos, místicos e físicos concordam com esta idéia.&lt;br /&gt;É assim, a humanidade está mudando, limpando, para chegar a manifestação de uma nova humanidade. Ela já está conosco desde alguns anos. E nos perguntamos: chegaram de outro planeta? São pessoas especialmente capacitadas que já estiveram aqui anteriormente? Etc. E a resposta é tão simples… sabem quem é esta nova humanidade? Nossos filhos. Sim, eles em suas diferentes idades são esta humanidade que se espera, inclusive profetizados em livros como a Bíblia e outros. Os grandes mestres do Oriente e do Ocidente nos trouxeram em distintas épocas o ensinamento do amor… e as crianças são puro amor.&lt;br /&gt;Alguma vez você já se perguntou o que sentiu no ventre de sua mãe ou há atitudes em você que não entende e que não sabe sua procedência? Em especial surgem estas interrogações nas mulheres durante a gestação. São tantas as mudanças e vivencias que sentem as futuras mamães, que perguntamos a nossa mãe: e você também sentia as “patadinhas”? Que desejo tinhas? Chorava ou sorria e sentia que eu me movia? E assim muitas interrogações mais.&lt;br /&gt;Desde meados dos anos 70, autores como Frederick Leboyer publicaram livros como Birth without Violence ( Nascimento sem Violência, Rochester, VT: Healing Arts 1975/1996), orientando as gestantes no momento do parto; este método Leboyer se difundiu rapidamente.&lt;br /&gt;Nas décadas de 70 e 80 se intensificou a investigação da vida intra-uterina. Alguns dos autores precursores do tema são os doutores Thomas Verny e John Kelley, com seu livro A vida secreta da criança antes de nascer (Ed. Urano 1981/1986). Fizeram-se estudos com as gestantes para comprovar se o feto escutava, percebia a luz, sentia os sabores, era sensível aos estímulos táteis (7 semanas) e percebia em geral o que a mãe vivenciava.&lt;br /&gt;E sim, efetivamente se comprovou que, segundo a etapa gestacional, o feto podia:&lt;br /&gt;- Ouvir (14 semanas),&lt;br /&gt;- Reagir à luz (28 semanas),&lt;br /&gt;- Sentir os gostos (14 semanas), etc.&lt;br /&gt;Isto deu origem para estar consciente disto e a começar a preparar as gestantes com cursos de psico-profilaxia, os quais seguem oferecendo e que são de grande valor e utilidade para o bom desempenho da mãe no parto.&lt;br /&gt;O que mais é evidenciado é que o feto sente e percebe os sentimentos da mãe. E como pode fazê-lo? Através da energia. Todo o universo é manifestação de energia. Você acha que nós o experimentamos? Coloque duas pessoas frente a frente, esfregue suas mãos e depois coloque-ás uma de frente a outra. O que sentem? Calor, não é verdade? Agora pegue um clip e um fio. Introduza o fio no clip, amarre o fio de tal maneira que o clip enganche no fio. Sujeite o fio e estabilize o clip, para que não se mova. Agora em silencio dê qualquer destas ordens: 1) para frente, para trás; 2) para a esquerda, para a direita; 3) em círculo. Verá que nem que seja um milímetro o clip obedeceu a sua indicação, não é? &lt;br /&gt;Pois, já constatamos que somos energia. Energia corporal e energia em pensamento que se manifesta fisicamente por meio do sentimento-intenção. Imagine então quão importante são nossos pensamentos e sentimentos, ainda mais na gestação.&lt;br /&gt;Durante a gestação devem ser levados em conta os fatores de risco. Entre eles o mais relevante é o stress. Na atualidade somos muitas as mães que trabalhamos estando expostas a tensões laborais, ocasionadas também por razões que variam desde a índole pessoal até a econômica. Tudo isto gera stress. A gravidez é um acontecimento que às vezes chega a nossa vida de surpresa e aceitá-la é um processo, o qual também pode gerar stress.&lt;br /&gt;Os efeitos do stress na gestante são pouco difundidos, a pesar de ser tão importante tomar consciência deles para reverter seus efeitos. O hormônio cujos níveis de segregação se elevam com o stress chama-se Cortisol, e este produz uma quebra no equilíbrio emocional da mãe, afetando principalmente o desenvolvimento do sistema nervoso central (SNC). Isto deriva numa desorganização na maturação neurológica do feto e posteriormente no bebê.&lt;br /&gt;Os níveis altos de Cortisol ocasionam, no feto, nascimento prematuro, subdesenvolvimento do cérebro, sub-peso ao nascer e, na gestante, pré- eclampsia (hipertensão e suas complicações).&lt;br /&gt;Neste momento leia o seguinte exercício seguindo estas indicações (uma vez terminada esta pratica, continue lendo):&lt;br /&gt;Coloca um espelho ao teu lado. Sente-se e feche os olhos, respire profundamente e exala toda a sua tensão. Agora põe tuas mãos, uma sobre a outra em cima de seu coração. Lembre-se de uma pessoa que amas, pode ser seu filho, seu marido, pais ou lembre-se de um belo evento em sua vida. Experimente este sentimento por um minuto. Agora pegue o espelho e olha-te. O que você vê? Está radiante, feliz, com um gesto doce?&lt;br /&gt;Bom,&amp;nbsp; o que apareceu em você, a nível orgânico, foi o hormônio V.P.I. (Péptido Intestinal Vaso Ativo) que se libera em atos de amor. O hormônio do Amor regula todo o corpo, melhorando o sistema imunológico, o fluxo sanguíneo, o sistema cardíaco e a psique da gestante. Estes fatores favorecerão o desenvolvimento de um ótimo sistema nervoso central, como o de crianças com um bom nível de aprendizagem, mais fortes, mais sadios (bom sistema imunológico), mais hábeis, mais criativos, com bom desenvolvimento da linguagem, melhor comunicação, mais sociáveis e harmoniosos.&lt;br /&gt;Como temos visto, os pensamentos são energia e é, principalmente, através da energia que a mãe se comunica com seu bebê. Também falamos do stress e da repercussão negativa deste sobre a mãe e o bebê. Experimentamos sentir bem-estar e já sabemos que estados como estes beneficiam você, seu marido e, sobretudo seu bebê.&lt;br /&gt;Você pode perguntar: como faço para estar tranqüila a pesar de tudo? Você experimentou isso, lembra-se? Somente desacelera, para e revive em tua mente um sentimento, um momento de amor. Você pode conseguir harmonia em sua vida como esposa, psicológica e socialmente.&lt;br /&gt;Nestes tempos há uma grande corrente de pessoas que dão cada vez mais importância ao ser humano em seu aspecto holístico; quer dizer, ao ser integral: corpo, mente e espírito. E o ser humano é assim desde sua concepção. E assim é!&amp;nbsp; Com certeza já terás dado conta de quão importante são estes nove meses, não é verdade? Nesta maravilhosa etapa podes utilizar várias ferramentas para contribuir para com a ótima formação deste ser integral.&lt;br /&gt;O objetivo é harmonizar as gestantes em três aspectos: físico, mental e emocional-espiritual. Perceberemos que em alguns casos a mesma ferramenta é efetiva para os três aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Físico: &lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Técnica de fluidez energética:&lt;br /&gt;O Tai Chi-Qigong, “é uma atividade, cujos movimentos respeitam as leis fisiológicas do organismo, sendo o relaxamento e a concentração seus princípios fundamentais”. Regula os níveis de energia e solta as vias afetivas (ombros, braços e mãos) para que a mãe possa transmitir a energia amorosa a seu bebê no ventre de forma efetiva e natural. Também relaxa a mente.&lt;br /&gt;- Pratica do Yoga para relaxar e flexibilizar o corpo. Também relaxa a mente.&lt;br /&gt;- Técnicas de respiração.&lt;br /&gt;- Técnicas de relaxamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mental:&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A técnica de relaxamento guiada também relaxa a mente.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Utilização de afirmações. Fazer um relaxamento dos temores que existam quanto à gravidez e ao bebê. Depois converter estas frases ou orações de forma positiva. Gravá-las em cd e escutá-las ao despertar ou quando for descansar. Recitá-las em voz alta para que você as escute e possam ser gravadas em seu subconsciente. Exemplo: Medo do parto. Afirmação: Eu tenho um parto feliz, seguro e relaxado. Toda afirmação deve começar com eu sou, tenho, sei, sinto, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emocional&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Descubra o que mais gosta de fazer. Pode ser dançar, cantar, escrever, desenhar e colorir. Alguma atividade que gere sentimentos e sensações de bem-estar. Ao praticá-lo, estarás tomando atitudes positivas. Que energizarão você e seu bebê.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desfruta da natureza.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Exercita teus sentidos: cheire, sinta e olhe o belo. Elimine a&amp;nbsp; televisão e as notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espiritual:&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agradeça ao Universo-Deus-Cosmos, seja qual for a denominação que lhe dê tudo o que tens.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Abençoe seu bebê e diga-o em voz alta com sentimento.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aprenda a guardar silêncio uns 10 minutos por dia.&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Medita em seu coração e conecta-te com seu bebê, de coração a coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida diária:&lt;br /&gt;Recomenda-se estar em contato com a natureza e levar uma boa alimentação, como também um controle médico. Dialoga muito com seu parceiro e conta-lhe o que fazes com seu bebê para que ele também o faça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância dos hemisférios cerebrais&lt;br /&gt;Nos últimos anos, graças às investigações em fisiologia e seus avanços, tem-se descoberto que o corpo caloso das crianças de hoje é mais desenvolvido. Este interconecta os dois hemisférios cerebrais. O corpo caloso será mais grosso segundo as interconexões que se realizem entre um e outro hemisfério. Devido a isso as crianças de hoje recebem mais estimulação desde a gestação e pela memória gravada em seus genes de geração em geração (memória genética), é que há mais informação que passa de um hemisfério a outro (mais interconexões), engrossando-se necessariamente o corpo caloso para filtrar informação. É como um computador, neste existem dois tipos de memória: a memória do disco duro (que é permanente) e a memória RAM (temporária para os dados atuais, que logo são fixados no disco duro, sempre e quando haja memória disponível neste).&lt;br /&gt;De igual forma isso se passa com o cérebro humano. A criança quando nasce tem “o disco duro e a memória RAM” zerada e disponível para gravar informação. Durante a gestação estão se formando as interconexões entre os neurônios baseadas na informação (estímulo que recebe). Assim nasce o bebê e é importante que, para que continue gerando interconexões nele, siga estimulando-lhe. Daí a importância dos programas de estimulação desde cedo.&lt;br /&gt;A partir das investigações de Roger Sperry (Premio Nobel de Medicina em 1981) fala-se da lateralidade do cérebro. As funções do cérebro se repartem entre o hemisfério esquerdo e hemisfério direito; desempenhando papeis distintos.&lt;br /&gt;Segundo os neuro-cientistas, devido a este par de hemisférios, o homem possui duas formas de conhecimentos, dois modos de processar a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-utix9I9K8NQ/TwyHig4jzqI/AAAAAAAAA0k/wAJJ9IPMqUI/s1600/tabela.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-utix9I9K8NQ/TwyHig4jzqI/AAAAAAAAA0k/wAJJ9IPMqUI/s320/tabela.bmp" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi comentado, devido a uma maior interconexão entre ambos os hemisférios, as diferentes funções se mesclam de forma natural nestas crianças que tem maior potencialidade de serem mais integrais e mais equilibrados.&lt;br /&gt;Por outro lado, crianças “hiperativas” é sabido desde muitos anos atrás, que a informação era insuficiente para a grande capacidade cerebral que tinham e ao gerar tanta energia isto os inquietava. Na atualidade a informação recebida por estas crianças é maior, sabendo-se aumentada sua capacidade cerebral, necessitam ainda mais de informação e estímulos (é importante a estimulação sensorial pré-natal e logo ao nascer) razão pela qual os programas educativos são curtos e defasados ante as necessidades requeridas pelas crianças de hoje. Os benefícios da manipulação do stress e sua factível eliminação na gestante, por meio do método holístico-integral (corpo, mente, espírito), também redunda na melhor formação do sistema nervoso central e do cérebro, incluindo evidentemente o corpo caloso e, por conseguinte a melhor interação entre os hemisférios cerebrais, formando-se desde a gestação crianças em harmonia e com alto potencial de aprendizagem e desenvolvimento em todas as áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditação de coração a coração de boas vindas ao bebê Índigo para um parto holístico.&lt;br /&gt;Um mês antes do parto comece a praticar a seguinte meditação: primeiramente relaxe, sente-se em um sofá, mantenha a coluna reta. Fecha os olhos e inala profundamente, exala como se fosse um suspiro, suavemente, mas com a boca entreaberta. Faça esta respiração três vezes de forma suave e relaxada.&lt;br /&gt;Visualize a casa, o sofá onde está sentada e agora começa a imaginar teu corpo. Sente e visualiza teus pés. Imagina que inalas uma luz de cor azul intenso (Índigo) que entra pela sua cabeça e ao exalar conduza-a para seus pés que se tornam da cor azul Índigo. Agora sobe e imagina teu calcanhar, panturrilhas e joelhos, inala a luz Índigo e exala para estas partes do seu corpo. Sinta-se leve e relaxada, muito solta e relaxada. Agora sobe para suas coxas e sexo, inala a luz Índigo e exalas para estas partes.&lt;br /&gt;Ao chegar ao ventre visualize a cor rosada, de amor incondicional; inala luz Índigo e a conduza para seu ventre. Continue subindo, para o teu plexo solar e coração, inala luz Índigo e exala para estas partes.&lt;br /&gt;Mudamos de lado e nos dirigimos para sua coluna vertebral, vá sentindo e vendo suas vértebras, uma a uma, relaxando-as e enviando-lhes luz Índigo.&lt;br /&gt;Chegamos a nuca e o pescoço, solte-o, inale e exale cor Índigo. E vá se soltando suavemente. Essa cor e essa sensação baixam por seus ombros, seus braços, mãos e dedos. Tuas mãos estão sobre suas pernas e as palmas das mãos para cima.&lt;br /&gt;Sentes um calor, não é? É o calor da cor Índigo de paz e harmonia. E azul é a cor do mar, do céu, da frescura. Inalas e veja a luz Índigo entrar por sua cabeça e preencha-a toda até converter-se em uma cabeça de azul Índigo.&lt;br /&gt;Já estás relaxada. Dirija seu foco para sua respiração de novo, inala e sinta suas mãos cálidas e de cor azul, são duas tochas de cor azul. Põe suas mãos sobre teu ventre. Estás passando essa cor e essa sensação de relaxamento para seu bebê. Repete em voz baixa e terna: “Você e Eu somos uma equipe…”&lt;br /&gt;Agora te concentra em seu coração e ponha uma mão sobre este. Sinta que quando inalas o ar entra por seu coração e sinta o movimento de seu peito; para fora quando inalas e para dentro quando exalas. Seu coração é da cor rosa de amor incondicional, que é o que se sente por um filho. Seu coração cresce e sentes todo o amor por seu bebê. Desde seu coração para seu ventre imaginas um tubo de luz dourada. Por este tubo envia mensagens a teu bebê, mensagens de amor, de harmonia, de tranquilidade. Fale ao seu bebê a partir do seu coração. Agora podes ver seu bebê em seu ventre e encontrar seu pequeno coração. Torne a ver seu coração rosado, o tubo dourado de comunicação amorosa, e a seu bebê em liquido amniótico de cor Índigo.&lt;br /&gt;Vê seu coração rosado também e lhe diga: “Você é um bebê perfeito, saudável, forte, belo. Eu te amo e te aceito como és. Você e Eu somos uma equipe. Em um mês você nascerá e trabalhamos em equipe para isso, eu relaxo e você também. No momento em que estiver nascendo eu inalo e me contato contigo e quando exalo você relaxa e empurra. Eu te ajudo para que saia e você me ajuda empurrando porque Você e Eu somos uma equipe” (Fim da meditação).&lt;br /&gt;Utilizando diferentes ferramentas integrais-holisticas é possível, como mães gestantes, conseguir a harmonia e a tranquilidade, eliminando o stress. Ao manipular o stress criamos um ambiente de tranquilidade para nosso bebê, para nós mesmos e para nossos parceiros. Esta harmonização se verá refletida no bebê com um&amp;nbsp; ótimo desenvolvimento, com um parceiro integrado as novas condições e com&amp;nbsp; uma tranquilidade interna consigo mesma. Sua gravidez levada da maneira explicada será uma contribuição para a formação de um ser integral e para um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referencias: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiva Meza, Martha, Estimulación Sensorial Prenatal, EFH, Ed. Family ’s House, Lima, Perú. &lt;br /&gt;Cap. V, pp. 37 y 39. &lt;br /&gt;Cap. VI, p. 52. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversación con el Dr. Carlos Battilana, Médico Internista e Investigador, Lima, Perú. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://espanol.geocities.com/bioludica/potencial-cerebral/potencial.htm&lt;br /&gt;Bioludica. Potencial Cerebral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução para o portugues: sandraferris@globo.com&lt;br /&gt;Fonte: Extraido do livro, “A Consciencia Índigo,&amp;nbsp; Passado Presente”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-3238466551590956832?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/3238466551590956832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/vida-intrauterina-com-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3238466551590956832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3238466551590956832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/vida-intrauterina-com-amor.html' title='A VIDA INTRAUTERINA COM AMOR'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1FyZSXL0meo/TwyA1_ijb2I/AAAAAAAAA0U/QBSpfeIgj-k/s72-c/avidaintrauterinacomamor-post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-3258754982354699973</id><published>2012-01-06T16:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T16:43:13.738-08:00</updated><title type='text'>ARTESANOS: Una película de vida - "El gran despertar de la conciencia co...</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/wnjMzE8GAJc?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-3258754982354699973?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/3258754982354699973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/artesanos-una-pelicula-de-vida-el-gran.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3258754982354699973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3258754982354699973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2012/01/artesanos-una-pelicula-de-vida-el-gran.html' title='ARTESANOS: Una película de vida - &quot;El gran despertar de la conciencia co...'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/wnjMzE8GAJc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-3572446813735231938</id><published>2011-12-29T07:14:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T07:14:57.937-08:00</updated><title type='text'>A Respiração</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cq7XqOL1as0/TvyDwBHGVyI/AAAAAAAAA0M/_vMRyXh9JCo/s1600/eckhart_tole.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-cq7XqOL1as0/TvyDwBHGVyI/AAAAAAAAA0M/_vMRyXh9JCo/s1600/eckhart_tole.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;   &lt;w:DontGrowAutofit/&gt; 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Não precisamos nos preocupar com aduração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. Aos poucos, elas irão aumentarpor si mesmas, sem nenhum esforço de nossa parte. Mais importante do que fazercom que sejam longas é criá-las com frequencia para que nossas atividades diáriase nosso fluxo de pensamento sejam entremeados por espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa ocasião alguém me mostrou a programação anual de uma grande organizaçãoespiritual. Quando a examinei, fiquei impressionado pela rica seleção deseminários e palestras interessantes. A pessoa me perguntou se eu poderiarecomendar uma ou duas atividades. "Não sei, não. Todas elas me parecemmuito interessantes. Mas eu conheço esta: tome consciência da sua respiraçãosempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá umaexperiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer umadessas atividades. E é de graça."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento eproduz espaço. É uma maneira de gerar consciência. Embora a plenitude&amp;nbsp; daconsciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levara consciência a essa dimensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar.Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como opeito e o abdômen se expande e se contrai ligeiramente quando você inspira eexpira. Basta uma respiração consciente para produzir espaço onde antes havia asucessão ininterrupta de pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezesao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. Mesmo que vocêmedite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotadapor algumas pessoas, uma respiração basta para deixá-lo consciente. O resto sãolembranças ou expectativas, isto é, pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos. Arespiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente aocorpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nemesforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego - sobretudo no ponto deparada no fim da expiração - antes de começar a inspirar de novo. Muitaspessoas têm a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamosconsciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a respiração não tem forma própria, ela tem sido equiparada ao espírito -a Vida sem uma forma específica - desde tempos ancestrais. "O Senhor Deusformou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro devida; e o homem se tornou um ser vivente." A palavra alemã para respiração- atmen - tem origem no termo sânscrito Atman, que significa o espírito divinoque nos habita, ou o Deus interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciênciada respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzirconsciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é umobjeto, não tem contorno nem forma. O outro motivo é que a respiração é um dosmais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a "menorcoisa", que, segundo Nietzsche, constitui a "melhor felicidade".Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração comoverdadeira meditação formal. No entanto, a meditação formal não substitui oempenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tomarmos consciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar nomomento presente - o segredo de toda a transformação interior, espiritual.Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente nopresente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientesda respiração ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe deestarmos em transe ou semi-despertos, permanecemos acordados e alerta. Nãoficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. E, se observarmos commais atenção, veremos que essas duas coisas - nosso pleno estado de presença ea interrupção do pensamento sem a perda da consciência - são, na verdade amesma coisa: o surgimento da consciência do espaço.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(pg. 211 do livro O Despertar de uma Nova Consciência de Eckhart Tolle - Ed.Sextante)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.despertarja.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=225%3Aa-respiracao&amp;amp;catid=44%3Aeckhart-tolle&amp;amp;Itemid=75"&gt;http://www.despertarja.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=225%3Aa-respiracao&amp;amp;catid=44%3Aeckhart-tolle&amp;amp;Itemid=75&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-3572446813735231938?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/3572446813735231938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/respiracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3572446813735231938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3572446813735231938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/respiracao.html' title='A Respiração'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cq7XqOL1as0/TvyDwBHGVyI/AAAAAAAAA0M/_vMRyXh9JCo/s72-c/eckhart_tole.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-5904092176436339464</id><published>2011-12-27T14:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T14:58:32.854-08:00</updated><title type='text'>Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FM0UkSzh180/TvpNTu8wrII/AAAAAAAAAzc/1_HUgOmX-aE/s1600/DNA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-FM0UkSzh180/TvpNTu8wrII/AAAAAAAAAzc/1_HUgOmX-aE/s320/DNA.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:TrackMoves/&gt;  &lt;w:TrackFormatting/&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;  &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;  &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;  &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;  &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt; 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mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-theme-font:minor-fareast; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin;}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="style3" style="text-align: center;"&gt;(por Gregg Braden)&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="style3" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;A seguir, três assombrosos experimentos com o DNA (ADN) queprovam as qualidades e sua autocura em consonância com os sentimentos da pessoa(... )&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;EXPERIMENTO 1&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin,um biólogo quântico. Nessa experiência começou-se por esvaziar um recipiente(quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixadodentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição dessesfótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desserecipiente.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Esse era o resultado esperado. Então foi colocada dentro dorecipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente.Dessa vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outraspalavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e adistribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOSe alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas deluz?&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar apossibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está secomunicando com os fótons por meio desse campo.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;EXPERIMENTO 2&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Esse experimento foi levado a cabo pelos militares. Foramrecolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número dedoadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho demedição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em umlocal e submetido a "estímulos emocionais" provenientes devideoclipes que geravam emoções ao doador. O DNA era colocado em um lugardiferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doadormostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas) o DNAexpressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo detempo de transmissão.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos ebaixos do doador.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Os militares queriam saber o quão distantes podiam serseparados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam deexperimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doadore continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão.O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significaisso?&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por umaforma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada peladistância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é umaenergia que existe em todas as partes e todo o tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;EXPERIMENTO 3&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Mathe o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locaisde freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não sefixem no título, a informação é incrível!)&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Esse experimento relaciona-se diretamente com a situação com oantrax. Nesse experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma maisprístina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podia medir suasalterações.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;28 amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmonúmero de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sidotreinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podia ter fortesemoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com ossentimentos dos pesquisadores.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, oDNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos esticando-se.. O DNA tornou-semais grosso. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNArespondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos. &lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Você há se sentiu alguma vez "descarregado" poremoções negativas? Agora já sabe por que seu corpo também se descarrega!&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando ospesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes comHIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaramRESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar apermanecer com saúde,sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria queesteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão eapreço.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitoseletromagnéticos.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazesde mudar a forma de seu DNA.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia queconecta toda a criação. Essa energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA queconecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criaçãopor meio de nossas VIBRAÇÕES.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;RESUMO:&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;O que tem a ver os resultados dessas experiências com nossasituação presente?&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Essa é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempoque nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explicaem seu livro O EFEITO DE ISAÍAS, basicamente o tempo não é apenas linear(passado, presente e futuro) mas também é profundidade. A profundidade do tempoconsiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ouque existam.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmenteativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;É assim que criamos nossa realidade, ao a escolhermos comnossos sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio darede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se quepela Lei do Universo atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se você focarem temer qualquer coisa, seja lá o que for, estará enviando uma forte mensagemao Universo para que te envie aquilo a que você mais teme.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Em troca, se você puder se manter com sentimentos de alegria,amor, apreço ou gratidão e focar-se em trazer mais disso para sua vida,automaticamente conseguirá afastar o negativo. Com isso, você estariaescolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com esses sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Pode-se prevenir o contágio do antrax, ou de qualquer outragripe ou vírus, ao se permitir sentimentos positivos que mantêm um sistemaimune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o quevier. &lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Busque algo pelo qual você possa estar alegre todos os dias,cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucosminutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que você poderá ter."&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoSubtitle"&gt;Fonte original:&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;a href="http://www.greggbraden.com/"&gt;http://www.greggbraden.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-5904092176436339464?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/5904092176436339464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/experiencias-e-respostas-do-dna-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5904092176436339464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5904092176436339464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/experiencias-e-respostas-do-dna-em.html' title='Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FM0UkSzh180/TvpNTu8wrII/AAAAAAAAAzc/1_HUgOmX-aE/s72-c/DNA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-8604319338454791653</id><published>2011-12-26T05:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T05:47:41.805-08:00</updated><title type='text'>As Crianças Índigo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ygvfOwa2-2E/Tvh6XGG7TMI/AAAAAAAAAzQ/PKsMpspQDdU/s1600/indigo262011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ygvfOwa2-2E/Tvh6XGG7TMI/AAAAAAAAAzQ/PKsMpspQDdU/s1600/indigo262011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;   &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt; 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font-family: Verdana;"&gt;Sensíveis,intuitivas, criativas, algumas com capacidades paranormais, quase todas resistentesà imposição de autoridade e capazes de formular as suas próprias teorias acercado mundo, as crianças índigo chegam com a missão de transformar a humanidade.São seres da nova energia, arautos da paz, mensageiras da luz. Estão a nascerem todas as casas e é importante aprender a reconhecê-las. Há quem lhes chame«Crianças das Estrelas», «Crianças do Milênio», «Crianças da Luz». Quemacredite que são «os seres humanos do futuro», quem defenda que chegam a terra«saturadas de uma vibração anímica» que, até agora, não era comum e quemgaranta que «sabem quem foram e o que vieram fazer nesta vida». Nancy AnnTape,uma conhecida parapsicóloga americana, foi quem primeiro as designoucomo«crianças índigo», depois de ter constatado que era essa a cor da aura queas envolvia. Uma cor azul-índigo que está conotada com o sexto chakra, também conhecidocomo «terceiro olho». Em termos simbólicos, este é o chakra da percepção conscienteda essência, aquele que nos permite ver para além do mundo palpável e nos dotade faculdades psíquicas para podermos perceber os arquétipos. Não será, assim,pura coincidência o fato de as crianças índigo serem particularmente sensíveis,extremamente intuitivas, e que algumas tenham capacidades paranormais. E mesmoque à primeira vista não seja fácil distingui-las no meio das crianças comuns,os entendidos garantem que elas são cada vez mais em maior número e que estãoespalhadas por todo o planeta. À luz de uma perspectiva mais esotérica, o grandedom destas crianças é essencialmente espiritual. Algumas podem atéser&amp;nbsp;superdotadas em termos cognitivos e/ou de aprendizagens, mas não éisso o que realmente as diferencia das outras. Para quem acredita na teoria dareencarnação, as crianças índigo são velhas almas de regresso ao planeta Terra,cuja missão é transformar profundamente a humanidade e o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt; Não se pense,porém, que o fenômeno índigo se esgota nas explicações esotéricas da Nova Era edos seus seguidores. Nelson Lima, neuropsicólogo, diretor do Instituto da Inteligênciae da Academia de Super-dotados, Membro da Academia de Ciências da Califórnia,Investigador da Bircham University, entre outras coisas, é apenas um dos muitoscientistas que tenta dotar este fenômeno «de uma teoria credível». Por isso se propõe«analisar os aspectos culturais e sociais que lhe estão associados(e,eventualmente, os espirituais e religiosos)». E explica: «Embora não adote aversão espiritual, não posso, de maneira nenhuma, dizer que não existemfenômenos espirituais, pois todos sabem que existem. No entanto, vejo ascrianças índigo de outra perspectiva e, para mim, elas são crianças da novaera, produtos próprios de um novo tempo que criamos, de uma verdadeiratecnosfera que envolve o planeta.» Habituado a trabalhar com crianças especiais– no Instituto da Inteligência fazem-se, todos os dias, testes para descobrirmeninos superdotados – Nelson Lima está familiarizado com uma nova geração que«não tem nada a ver com as crianças de há 30 ou 40 anos.»No entanto, elepróprio admite que este novo conceito de «índigo» ultrapassa os aspectos da super-dotação.«A arquitetura cognitiva das crianças de hoje é totalmente diferente, já queexistem muito mais ligações entre os neurônios. Nos índigo, para além desseaspecto, parece haver uma capacidade inata para entender o mundo e as leis queo regem. Eles conseguem ter uma visão holística dos problemas, uma inteligênciaespiritual fora do comum. Adotando uma linguagem ligada ao espiritualismo, eudiria que os índigos têm uma alma muito grande. Digo ‘alma’ no sentido em que Jung diria... Alma. »Seja em que sentido for, parece haver certo consenso entre a perspectivaesotérica e a perspectiva científica. É a alma das crianças índigo que as tornaespeciais, mesmo que essa alma seja, como defende Nelson Lima, «uma criação damente».&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Geraçãode emergência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Independentementeda fé que se professa ou da ciência que se pratica, não é difícil perceber queo mundo atravessa momentos de mudança. A Era de Aquário não é apenas umaexpressão que está na moda, mas uma indicação precisa de que estamos a passarpara um novo ciclo. Deixamos a Era de Peixes, marcada pela violência, pelomaterialismo, pela obscuridade, e dirigimo-nos para a Luz. Como escreveu NelsonLima, num texto sobre o fenômeno índigo (e reparem que são de um cientista, enão de um astrólogo, as palavras que se seguem): «As três grandes característicasdo signo do Aquário – o Ar, o Masculino e Urano – permitem, de acordo com osseus adeptos, esperar um período de paz e harmonia universal, uma aberturadainteligência humana ao belo, ao amor e à fraternidade e uma expansão da consciênciaque nos permitirá melhor compreender as grandes leis que regem a Vida e oUniverso do qual fazemos parte integrante. Será então um período marcado pela mudançade paradigmas, aceleradas e fantásticas transformações políticas esociais,avanços tecnológicos de impacto profundo nas nossas vidas (e nos nossoscérebros)e uma maior consciência dos graves e preocupantes problemas queenfermam a humanidade e o planeta Terra.» É precisamente para nos ajudar atomar consciência destes «graves e preocupantes problemas» que os índigos estãoa chegar. Eles são, no fundo, os operadores da mudança, aqueles que vêm rompercom os velhos sistemas e as velhas estruturas para recuperar e curar o planeta.Numaconferência proferida em Novembro de 2002 sobre estas crianças (disponível paradownload na internet em &lt;a href="http://www.velatropa.com/" target="_blank"&gt;http://www.velatropa.com&lt;/a&gt;),André Louro de Almeida afirma: «O contexto dos índigo é o planeta em que nósestamos – um planeta que não está bem. E, não só não está bem, como não temtempo. E, quando não há tempo, o Logos (a forma ordenadora por detrás daevolução da Terra) faz emergir uma geração que não lida com a idéia de ‘paraamanhã’, que não dissocia. E, se não dissocia, as coisas estão para acontecerAGORA. Os índigos trazem como impulso atuar JÁ.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Eles são a geração de emergência.»&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Característicasdos Índigos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;AtuarJÁ. E, no entanto, para que possam atuar JÁ, os índigos precisamser&amp;nbsp;reconhecidos. Pelos pais, pelos educadores, pelos professores, pelasociedade em geral. Não,não são pequenos extraterrestres azul-índigo que devemos procurar. Para quem écapaz de ver auras, bastará um olhar de fora. Todos os outros, no entanto,terãode olhá-los por dentro. Isabel Leal, terapeuta de Reiki e com um livro sobreestes meninos na forja, alerta: «Eles estão a nascer em todas as casas e vãoprovocar uma inversão total de valores. Só entendem a linguagem do amor, não sedeixam enganar&amp;nbsp;nem se desviam do seu caminho.Resistem aos padrões deeducação tradicional e dão nas vistas pelo seu comportamento.»&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Masqual é, afinal, o comportamento de uma criança índigo? Lee Carroll e JanTobber, autores de um livro que já vendeu milhares de exemplares em todo omundo apresentaram, nesse mesmo livro, as dez características mais comuns daCriança Índigo. São elas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;1.Vêm ao mundo com um sentimento de realeza (e, freqüentemente, comportam-se &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399;"&gt;como tal)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;2.Têm a sensação de que merecem estar aqui e surpreendem-se quando os outros nãosentem o mesmo;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;3. A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt; auto-estima não é alvode grandes preocupações e, muitas vezes, estas crianças sabem dizer exatamentequem são;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;4.Têm grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta, sobretudo aquela quenão dá explicações nem alternativas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;5.Há coisas que elas, pura e simplesmente, não são capazes de fazer, comoesperar&amp;nbsp;quietas numa fila;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;6.Sentem-se frustradas com sistemas repetitivos, que não requerem criatividade;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;7.Têm, muitas vezes, melhores formas de fazer as coisas, tanto em casa como na escola,o que as torna rebeldes e desintegradas, aos olhos dos outros;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;8.Se não houver outros com o mesmo nível de consciência, podem sentir que não há ninguémque os entenda e tornar-se anti-sociais; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;9.Não respondem à disciplina da culpa (‘Espera que o teu pai chegue a casa paraver&amp;nbsp;o que fizeste’ é uma fórmula ineficaz);&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;10.São, por vezes, tímidos a expressar aquilo de que necessitam. Embora LeeCarroll e Jan Tober sejam uma referência incontornável quando se fala de criançasíndigo (há ainda poucos livros publicados sobre este tema), é importante não serredutor na análise das características que ambos apontam. Ou seja, há seguramentealguma verdade nestas suas afirmações, mas a nossa procura – enquanto pais,professores, educadores – não deverá resumir-se a marcar cruzinhas na listaacima descrita. Os meninos índigo entendem, essencialmente, a linguagem do amor.E é com o coração que os devemos procurar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Aimportância dos pais e dos professores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;Seprocurá-los com o coração é o primeiro passo, muitos outros se têm de dar a seguir.Dentro de casa e na escola, os dois universos de referência nos primeiros anos devida, pais e professores precisam perceber que os velhos modelos não servem paraestes meninos. «Os pais têm de tomar consciência que há conhecimentos novos quenão são do seu tempo», alerta Nelson Lima. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;«Numasociedade em que a competitividade, o sucesso e a fama já não são apenasaspirações, mas valores, os pais querem a todo o custo que os filhos se tornemacadêmicos, técnicos, cientistas... Isto é, pessoas evoluídas culturalmente.Pouco lhes importa a filosofia ou a espiritualidade. E acabam por sercastradores.Porque canalizam os filhos no sentido de cumprirem o que eles nãoforam capazes.» &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Daíser tão importante, na opinião deste neuro-psicólogo, «dar a palavra àscrianças.» E acrescenta: «Saibamos nós, adultos, não reduzir tudo isto a nada,fazendo com que os nossos filhos recuem e dando assim continuidade aos nossosdisparates.»Quanto à escola, Nelson Lima é radical: «É urgente destruir aescola atual e edificar&amp;nbsp;uma nova.» Porquê? “Porque, tal como existe, aescola é um entrave à evolução destas crianças. Costumo dizer aos professores,a quem dou formação, que temos uma escola neurótica, uma escolaobsessivo-compulsiva. Neurótica, porque anda à deriva, sem rumo. E,obsessivo-compulsiva porque tem como objetivo ensinar, no mais curto espaço detempo, saberes que são considerados essenciais, mas que servem para muito pouco.”Não há dúvida, são precisos novos caminhos.André Louro de Almeida deixa umadica: «Quem é que chegou à escola e teve um educador que olhou para ele edisse: ‘Olha um dom! Vamos abrir a prenda e descobrir&amp;nbsp;qual é.’ Quemencontrou uma postura toda receptiva, que constrói uma atmosfera de segurança eautoconfiança na qual o dom possa começar a vir de cima? (...) “Temos de ter ainteligência emocional de acolher um ser destes [índigo] como um dom quechegou.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Principezinhosno meio do deserto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Odom, o dom de ser índigo, embora só agora comece a «dar nas vistas», existiudesde sempre nos seres humanos. São muitos os exemplos ao longo dos séculos, apesarde muito espaçados, era um aqui, outro ali, não se tratava ainda de uma geraçãointeira. Peguemos num que se manteve eternamente criança. Ao criar oPrincipezinho, Saint-Exupéry presenteou-nos, de certa forma, com a essência dosíndigos. É de meninos com essas características que devemos ir à procura.Meninos sensíveis, intuitivos, um pouco solitários, por vezes, sobretudo quandonão encontram eco nos outros. Meninos que resistem aos velhos padrões deenergia e não respondem nem se enquadram em estruturas rígidas oupré-estabelecidas. Que são incapazes de dissociar, isto é, que não conseguem,ao invés de tantos adultos, pensar e/ou sentir&amp;nbsp;uma coisa e depois fazeroutra, totalmente diferente. Que não pactuam com a mentira. Que não têm medo.Que não aceitam argumentos vazios de significado - «porque sim», «porque não» -nem explicações prepotentes - «porque eu estou a mandar» - nem padrões deresposta instituídos - «porque foi sempre assim». Meninos diferentes que serãocada vez mais, pois os Principezinhos de hoje já não vagueiam (apenas) pordesertos longínquos à espera que um aviador lhes desenhe uma ovelha. «Grandeshomens têm defendido uma nova humanidade», diz Nelson Lima. “E os índigostrazem, de fato, o germe dessa nova humanidade. Não podemos correr o risco dedeixar de aproveitar esta fase extraordinária da nossa história humana paradarmos o grande salto em frente. Estamos de tal forma prisioneiros de sistemas que nóspróprios criamos que, se não formos capazes de sair dessas jaulas, o fenômenoíndigo será um fenômeno meramente passageiro.” Ainda que o risco (teoricamente)possa existir, há uma evidência que já ninguém pode negar. Como diz Isabel Leal«eles estão a nascer em todas as casas». Existem, de carne e osso, em muitasfamílias. Existem e vão pedir-lhe desenhos de ovelhas (não, não é um elefantedentro de uma jibóia que eles querem!), vão contar-lhe as conversas que têm comos anjos, vão questionar tudo o que não faz sentido, vão descobrir quando lhesestiver a mentir, vão exigir a mudança, vão alterar&amp;nbsp;profundamente ospadrões de comportamento da sociedade em que vivem. Por favor, dê-lhes ouvidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="color: #333399; font-family: Verdana;"&gt;Fonte:http://www.terapiaquantica.com.br/TQ2004/Artigos%20Criancas%20Indigo.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-8604319338454791653?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/8604319338454791653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/as-criancas-indigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/8604319338454791653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/8604319338454791653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/as-criancas-indigo.html' title='As Crianças Índigo'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ygvfOwa2-2E/Tvh6XGG7TMI/AAAAAAAAAzQ/PKsMpspQDdU/s72-c/indigo262011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-1143873536586406194</id><published>2011-12-13T08:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T08:56:26.019-08:00</updated><title type='text'>A TERAPIA FLORAL COMO PORTAL PARA OS ÍNDIGO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Z9Yw5g-hEqQ/TueDCAVuQ6I/AAAAAAAAAzA/Ptsu31_QQb8/s1600/Floral+e+indigos_post.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="310" src="http://4.bp.blogspot.com/-Z9Yw5g-hEqQ/TueDCAVuQ6I/AAAAAAAAAzA/Ptsu31_QQb8/s320/Floral+e+indigos_post.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;   &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; &lt;/w:WordDocument&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt; &lt;/w:LatentStyles&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt;&lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Maríadel Carmen Vila&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;As flores simbolizam a entrega e cadauma delas, em sua abertura, libera um esquema que há de ser transmutado. Secuidardes delas, verificareis quanta Luz os assiste. As crianças conhecem suaverdade e protegem sem embaraço os lugares onde elas crescem. Não olhes para trás.Uma ponte de Luz se instala entre eles e o planeta.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Milhares de seres foram convocados pararecuperá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;a href="" name="OLE_LINK52"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Anikha, 1998:49.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Hádez anos experimento e divulgo a cura com essências florais elaboradas por mimem uma cidade da Argentina localizada no centro do país (Cordoba). O lugar ondetem me permitido canalizar estas novas essências, que chamei ANANDAFLORA ®, temas características de ativar as espécies vegetais em freqüências muito maisaltas do que as habituais. (Ler A Cura Planetária - as flores um veículo para aluz, Edit. Kier). Desta maneira, são Essências para a Humanidade Nascente,posto que estão entre nós, as crianças e adultos que conduziram nosso planeta auma nova dimensão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Osíndigos também precisam do alinhamento de seus corpos, posto que trazem umamarca difícil de se adaptar em um lugar com esquemas velhos. Sofrem mudanças naescola, pois não há uma educação oficial de acordo com seus conhecimentos, esua química é diferente, pois se alimentam menos e tem mais energia. Osalimentos para eles devem ser readaptados segundo suas necessidades e buscadosem lugares que já possuem qualidades energéticas altas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;AsEssências ANANDAFLORA ® transportam em suas gotas cristais de luz, códigos paraativação do DNA, e qualidades a desenvolver nesta Nova Humanidade como o Amor,a Temperança, a Bem-aventurança e a compaixão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Dareiuma visão o mais próximo possível a observação que tenho tido das NovasCrianças e em especial dos Índigo, posto que há outras crianças diferentes,dependendo das constelações de onde vieram dentro deste Universo. As criançasÍndigo trazem a memória do que foram em outras encarnações, logo, muitos temsofrido as mudanças neste planeta e tem elaborado sua própria adequação frenteao que se lhes apresenta. Alguns passam seis ou sete encarnações para adaptarseus veículos físicos ao plano terrestre. São as crianças azuis que por suamarca ou veículo lhes tem sido permitido entrar neste planeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Entreeles há uma distinção pelos veículos-joia (expressão em espanhol quecaracteriza um veículo com maior precisão) através dos quais expressam seusdons, suas qualidades de expressão:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;-Os cientistas de aro dourado e jóia azul Índigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;-Os artistas de aro rosa magenta e jóia ouro-rubí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;-Os curadores de aro azul e jóia ouro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;-Os sábios de aro ouro e joia rosa-ouro-rubí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;-Os curadores interplanos de aro ouro e jóia azul topázio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Estessão os índigos mais vistos; porem há outros, como há diversidades entre osseres que estão cumprindo sua missão neste planeta. Permitirei-me dar-lhesalgumas características básicas para sua identificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cientistas&lt;/i&gt;do futuro, os que trabalham na evolução deste planeta, dominam a física quântica,as matemáticas e a astrofísica. Eles traduzirão os novos padrões ou códigospara o avanço da ciência. São demonstrativos, ágeis, com muita atividade de seuhemisfério direito e uma estrutura óssea mais sólida que a dos Índigos mais sutis,os artistas. Tem um aro cor ouro com um cristal jóia de cor azul. Para mimestes aros aparecem como faixas tanto nas crianças como nos adultos. Isto mepermite conhecer sua missão e promover aqueles aspectos que devem desenvolversempre, que a alma está disposta a fazê-lo. No caso das crianças, nunca se devefazer uma mudança em sua marca se seu ciclo ou idade não o permite, pois hádisposições celestiais para cada ser e o tempo de cada um é diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Os&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Artistas, &lt;/i&gt;os que gostam de expressarseus dons com a musica e criar frequências vibratórias diferentes. São ágeis aofalar, estruturam frases com soltura, ainda quando tem dois ou três anos. São hábeispara manipular seus braços, e ativar com o movimento seus dois hemisférioscerebrais. Atuam como os golfinhos, dormem pouco, gostam de brincar muito efazer movimentos expressivos - dançar. As frequências destas crianças superam ados demais, apresentando-se em aparências frágeis, no entanto, aos cinco anosexpressam qualidades dos de sete. A cor do faixa que protege a estas crianças éum aro rosa magenta com um cristal jóia ouro-rubí, porque é a cor do manejo daenergia criativa neste plano. Eles trazem as freqüências sonoras de uma quintaou sexta dimensão, segundo seu acesso a estas fontes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Os&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sábios ou Crianças Adultas são&lt;/i&gt; osÍndigo maduros que atuam neste plano com um conhecimento adquirido em outrasvidas. Apresentam-se mais sérios, não gostam de brincar demasiadamente, sãomais silenciosos. Guardam informação certeira que traduzem em visões da auradas pessoas, conhece sua história álmica, sua missão e acedem alguns aosarquivos akáshicos. São os Índigo que sofrem mais porque sabem antecipadamenteo que vai acontecer. De estrutura física delgada, possuem pescoço longo, olhosgrandes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Precisamde ajuda para transmitir suas mensagens, pois há quem não os compreenda. Suatarefa é a de explicar aos demais por que estão aqui, de onde vem, qual é suamissão*. Seu aro é dourado com um cristal jóia magenta, pois essa cor ativaneles o amor em uma freqüência mais elevada, o Amor Incondicional a toda criação.Trabalham o desapego desde crianças e são maduros aos seis anos. Normalmentevem de escolas de conhecimento que se desenvolvem nas Plêiades ou Orion. Trazemem si mesmos o plano para o planeta e sua redenção. Graças a eles conheceremosnosso futuro como humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Os&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Curadores&lt;/i&gt; são os que usam os corposde luz da química oculta em cristais, plantas, notas musicais e mandalasutilizando novos arquétipos para a cura. Tem longos braços, figura etérea e trazuma faixa ou aro azul violeta com um cristal jóia de cor ouro. Eles podemconduzir energia desde outro plano e trazê-la para cá utilizando canais deacesso a outros planos (quarta, quinta e sexta dimensão). São os mestres dacura futura onde não se utilizarão mais objetos para curar, somente raios de luzinterdimensional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;OsC&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;uradores Interplanos&lt;/i&gt; se transladampara fazer suas tarefas a outros lugares dentro e fora do planeta. Quando bebêstendem a sair de seu corpo para proteger sua família, visitar amigos oucompartilharem com outras crianças brincadeiras, assim como ter conversações emoutro nível com almas gêmeas ou seus anjos guardiães.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Quandomaiores se transladam para fazer salvamentos no mar ou em terra, resgatandoseres de tragédias ou a animais para evitar sua extinção. Trazem consigo amarca de haver necessitado de ajuda em outras vidas e não tê-la obtido. Elesativam a energia da transmutação. Tem um aro de cor ouro-rubí com um cristalazul-topazio. São sensíveis as mudanças climáticas. De estrutura frágil e auto-suficientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;AsEssência florais ANANDAFLORA ®, nessas crianças são administradas em gotas parasua ingestão, em loções&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;para aplicação áurica,cremes e óleos. Existem ainda múltiplas maneiras de oferecer sua energia, poisestá comprovado que a entrega das flores é tão ampla que alem de incorporá-lasatravés da água podemos visualizá-las e transportá-las as zonas ou centrosenergéticos que precisam de sua contribuição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Aarte visual (fotos-mandalas-pinturas) nos fornece um amplo campo deexperimentação para crianças e adultos, pois através da arte se expande a almae a visão interna se torna mais nítida. Cada flor tem uma cor, uma geometriasagrada, um som, uma vibração energética, uma qualidade, seja estando napresença dela ou não. As crianças têm a capacidade de captar suas formas eenergia só de ver os frascos de essências, pois desde pequenos, as escolhem napresença do terapeuta. Tenho visto bebês tirar os frascos que necessitam antesde ser sugeridos na terapia floral. Outros precisam acomodar suas energias na famíliae quando são muito pequenos precisam da ajuda valiosa dos frascos com essênciascolocadas debaixo de sua cama ou em setores de seu quarto que atenuam osconflitos subjacentes em seu núcleo familiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Asessências adéquam neste plano aqueles Índigo que são muito sensíveis asmudanças, permitindo sua conexão céu e terra sem traumas. Há flores para oassentamento em terra como a Flor de Lis, específica para os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;curadores. &lt;/i&gt;Esta essência se usa muitoneste sistema para os que canalizam seja qual for sua forma de expressão, e porsua vez permite que as altas freqüências que descendem do alto possam serreadaptadas tanto no nível físico como veiculizadas ao entorno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Háessências que protegem o terceiro olho para aqueles que estão despertando ousofrem demasiadas visões, assim como os que passam por transformações em suascélulas e em seu ADNem grande velocidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Narealidade os processos de cura são amplos; só precisamos entrar em contato comcada ser, observar sua marca e aceder a seu mundo com amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;N.T. *Um belo exemplodeste tipo de Índigo é Matias de Stefano que tem todas estas características.Para saber mais sobre Matias acesse: &lt;a href="http://www.ghan.com.ar/"&gt;http://www.ghan.com.ar/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Tradução: &lt;a href="mailto:sandraferris@globo.com"&gt;sandraferris@globo.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Fonte: La Conciencia Índigo:Futuro Presente &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-1143873536586406194?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/1143873536586406194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/terapia-floral-como-portal-para-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/1143873536586406194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/1143873536586406194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/terapia-floral-como-portal-para-os.html' title='A TERAPIA FLORAL COMO PORTAL PARA OS ÍNDIGO'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Z9Yw5g-hEqQ/TueDCAVuQ6I/AAAAAAAAAzA/Ptsu31_QQb8/s72-c/Floral+e+indigos_post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-2777659402420007185</id><published>2011-12-13T05:28:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T05:28:32.439-08:00</updated><title type='text'>De Coração a Coração: MENSAGEM DOS ANJOS - O MÁGICO</title><content type='html'>&lt;a href="http://stelalecocq.blogspot.com/2011/12/mensagem-dos-anjos-o-magico.html?spref=bl"&gt;De Coração a Coração: MENSAGEM DOS ANJOS - O MÁGICO&lt;/a&gt;: O MAGICO  MENSAGEM DOS ANJOS  por Dror Ashuah  Tradução Marcia Daronch     Se você acredita em milagres, eles aparecerão.   Vocês todos são...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-2777659402420007185?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://stelalecocq.blogspot.com/2011/12/mensagem-dos-anjos-o-magico.html?spref=bl' title='De Coração a Coração: MENSAGEM DOS ANJOS - O MÁGICO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/2777659402420007185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/de-coracao-coracao-mensagem-dos-anjos-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2777659402420007185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2777659402420007185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/de-coracao-coracao-mensagem-dos-anjos-o.html' title='De Coração a Coração: MENSAGEM DOS ANJOS - O MÁGICO'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-2062751370729954767</id><published>2011-12-07T08:38:00.001-08:00</published><updated>2011-12-07T08:59:43.534-08:00</updated><title type='text'>MUDAR O MEDO - por Mia Couto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4aSY_37-HTg/Tt-bXF2laAI/AAAAAAAAAy4/7Xsg-QXRiRI/s1600/medofome.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="http://2.bp.blogspot.com/-4aSY_37-HTg/Tt-bXF2laAI/AAAAAAAAAy4/7Xsg-QXRiRI/s320/medofome.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, os anjos atuavam como uma espécie de agentes de segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambientes que reconhecemos. Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura, do meu território. O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeria o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional: os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência do país, e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo. Os chineses abriram restaurantes junto à nossa porta, os ditos terroristas são governantes respeitáveis e Karl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência. O preço dessa narrativa de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo cometeram-se as mais indizíveis barbaridades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em nome da segurança mundial foram colocados e conservados no Poder alguns dos ditadores mais sanguinários de toda a história. A mais grave herança dessa longa intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos. A Guerra-Fria esfriou mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo, a Oriente e a Ocidente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para responder às novas entidades demoníacas não bastam os seculares meios de governação. Precisamos de investimento divino, precisamos de intervenção de poderes que estão para além da força humana. O que era ideologia passou a ser crença, o que era política tornou-se religião, o que era religião passou a ser estratégia de poder. Para fabricar armas é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos é imperioso sustentar fantasmas. A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para enfrentarmos as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania. Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de “eles”. Aos adversários políticos e militares, juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: a realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a humanidade é imprevisível. Vivemos – como cidadãos e como espécie – em permanente limiar de emergência. Como em qualquer estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Todas estas restrições servem para que não sejam feitas perguntas incomodas como estas: porque motivo a crise financeira não atingiu a indústria de armamento? Porque motivo se gastou, apenas o ano passado, um trilhão e meio de dólares com armamento militar? Porque razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia, são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadaffi? Porque motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça? Se queremos resolver (e não apenas discutir) a segurança mundial – teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que seja preciso o pretexto da guerra. Essa arma chama-se fome. Em pleno século 21, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fração muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo. Mencionarei ainda outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi ou será vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida. É verdade que sobre uma grande parte de nosso planeta pesa uma condenação antecipada pelo fato simples de serem mulheres. A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome, e como militares sem farda deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e de discutir razões. As questões de ética são esquecidas porque está provada a barbaridade dos outros. E porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência, nem de ética e nem de legalidade. É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A chamada Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente, morreram mais chineses construindo a Muralha do que vítimas das invasões que realmente aconteceram. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção. Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo nos pode aprisionar. Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos. Mas não há hoje no mundo, muro que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós do sul e do norte, do ocidente e do oriente. Eduardo Galeano escreveu sobre o medo global: “Os que trabalham têm medo de perder o trabalho. Os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho. Quando não têm medo da fome, têm medo da comida. Os civis têm medo dos militares, os militares têm medo da falta de armas, as armas têm medo da falta de guerras. E, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br class="clear" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.pt/tag/mia+couto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-2062751370729954767?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/2062751370729954767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/mudar-o-medo-por-mia-couto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2062751370729954767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2062751370729954767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/12/mudar-o-medo-por-mia-couto.html' title='MUDAR O MEDO - por Mia Couto'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4aSY_37-HTg/Tt-bXF2laAI/AAAAAAAAAy4/7Xsg-QXRiRI/s72-c/medofome.jpg' height='72' 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href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/e-gota-d-agua-10-drop-of-water-10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2894004528730369729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2894004528730369729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/e-gota-d-agua-10-drop-of-water-10.html' title='É a Gota D&apos; Água +10 \Drop of Water + 10'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/educacao-para-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/9069079741883840900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/9069079741883840900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/educacao-para-vida.html' title='Educação para a vida - Satish Kumar'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-588985819793131178</id><published>2011-11-15T06:27:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T15:20:12.279-08:00</updated><title type='text'>Um currículo de autoconhecimento, re-educação interpessoal e cultivo espiritual</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ceLmtTuqAG0/TsJ2QFpA7OI/AAAAAAAAAyg/z_G0ZddrE9Q/s1600/phoenix_portuguese-post.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://2.bp.blogspot.com/-ceLmtTuqAG0/TsJ2QFpA7OI/AAAAAAAAAyg/z_G0ZddrE9Q/s320/phoenix_portuguese-post.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Por Claudio Naranjo &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“A pergunta que mais freqüentemente nosfazemos é ”que?”: Que matérias devemos ensinar? Quando a conversação se fazmais profunda, passamos a nos perguntar pelo como: que métodos e técnicas sãonecessárias para ensinar bem? Ocasionalmente, quando se faz ainda maisprofunda, chegamos a perguntar o por quê: Com que propósito e para que ensinamos?Porém raramente perguntamos pelo quem: Como pode a qualidade do meu ser determinara maneira como me relaciono com meus estudantes, meu tema meus colegas,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;meu mundo?”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;G. Leonard, Op. Cit.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Écostume começar dizendo que temos muito prazer de estar entre os presentes e, apesarde eu às vezes recorrer a fórmulas convencionais, a ocasião é tão especial paramim que não posso deixar de mencioná-lo. Quando recebi o convite telefônico deHugo Diamante, disse-lhe que o tema da educação me acalora e, agora, aoencontrar-me aqui, vejo que este é um dos congressos mais vivos dos que jáassisti, tanto pelo que está sendo dito como pela forma que se está recebendo oque é dito. Além disso, creio que a estas alturas da vida tenho algo importantepara compartilhar com os educadores, pois me sinto como quem, sem saber, estevetrabalhando durante muitos anos na elaboração de algo que, de pronto, aparececomo um invento socialmente útil de uma maneira diferente da que haviaimaginado. Explicando melhor: trabalhando na formação de terapeutas aperfeiçoeium programa altamente potente de desenvolvimento humano que bem poderiapreencher o vazio que tão lamentavelmente sofre a formação de professores notocante ao autoconhecimento, relações humanas e vida contemplativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Vouseguir o exemplo de alguns que falaram antes de mim, como o Dr. Janis Rozé e FernandoFlores, e contextualizando as idéias que vou expressar, contarei a história dotrabalho que venho fazendo, que começou como um trabalho psicológico eespiritual com buscadores, orientou-se posteriormente para a formação deterapeutas, e suspeito que vá alcançar sua máxima utilidade como complemento naatual formação de pedagogos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Possocomeçar esta história com a época em que me coube viajar para a Califórnia pelaprimeira vez e conhecer o Instituto Esalen. Eu era um jovem psiquiatra quetrabalhava em um novo departamento da Escola de Medicina da Universidade doChile, o Centro de Estudos de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;AntropologiaMédica, destinado a mitigar o conhecido processo de desumanização que a educaçãomédica tradicional produz nos estudantes. Porém, mais que nada, eu mesmo era o queme caracterizou através da maior parte da minha vida: um buscador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Hoje,o Instituto Esalen é bastante conhecido por sua notável história – intimamente ligadaà de Fritz Perls – e por sua influência sobre um grande número de centrosterapêuticos em todo o mundo. Em seu começo, durante a época dos anos sessenta,o Instituto pretendia implementar uma idéia que Aldous Huxley descreveu como deministrar as “humanidades verbais”. Isto requeria fazer &amp;nbsp;acoplamentos de várias contribuições aodesenvolvimento humano que naquele momento haviam surgido independentemente,como as diversas disciplinas orientadas para a consciência do corpo, trabalhosem grupo orientados para a consciência emocional, aplicações da arte aoconhecimento de si, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Atravésde Esalen conheci pessoas que foram importantes em minha vida, como Perls e Simkin,Alan Watts e Joseph Campbell, porém o estímulo deste centro inovador também foideterminante para que concebesse criar uma escola que, diferente de Esalen,lugar onde se recorria a atividades breves, oferecesse um currículo tal – um conjuntode disciplinas complementares que os estudantes pudessem integrar em umasíntese original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Istocomeçou com meu regresso ao Chile, depois de Esalen, e mesmo que a atividade quedesenvolvi não chegasse a ter um nome local, o catálogo de Esalen se referia aela com a expressão Esalen-en-Chile, e quando regressei posteriormente aosEstados Unidos, este trabalho constituiu a forma germinal do que tive querealizar mais tarde ali, assim como a base vivida do livro que naquele períodoescrevi (A Única Busca) acerca de metodologia comparada e aspectos subjacentesa muitos caminhos espirituais e terapêuticos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Aoregressar aos Estados Unidos, Esalen não só me convidou como gestaltista, masme deu a liberdade de prosseguir minhas iniciativas experimentais e, foi nestaépoca, que mais vivamente senti que convergiam em meu trabalho as influênciasrecebidas como buscador com aquelas recebidas no campo profissional. Tomouespecial relevo em meu trabalho a combinação entre o terapêutico e a meditação– o que naqueles tempos era novidade, e particularmente novo era o fato de quenão se tratava de uma simples justaposição de meditação e psicoterapia, mas deum trabalho de integração entre ambos: exercícios interpessoais através dosquais se pudesse levar a atitude meditativa a situações de comunicação verbal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porémtudo isto foi interrompido por mais de um ano por uma experiência que posso descrevercomo a principal peregrinação de minha vida – quando deixei minha casa, meu trabalhoe meus planos para reunir-me com um mestre espiritual então desconhecido, emquem reconheci um vínculo com a misteriosa e remota tradição espiritual quetanta influência teve sobre mim durante a adolescência através de Gurdjieff.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;O quecomeçou como um projeto pessoal, transformou-se em uma nova escola – pois ao perguntara Oscar Ichazo (assim se chama o referido mestre) se poderia estender umconvite semelhante a alguns amigos (originalmente John Lilly, Ram Das, StanleyKeleman e John Bleibtreu), o projeto despertou um insuspeitado interesse emoutros e terminei viajando ao oásis de Azapa (proximidades de Arica no extremonorte de Chile) em companhia de mais de quarenta companheiros, muitos deles doambiente de Esalen.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Dizerque a experiência foi para mim de profundo impacto espiritual seria pouco, poisconstituiu um verdadeiro nascimento para um nível de consciência previamentedesconhecido e o começo de um caminho de transformação profunda sem volta.Naturalmente, isto veio a se refletir em meu trabalho posterior, para o qualtudo até então me pareceu que havia sido uma simples preparação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Durantealguns anos este trabalho se concentrou em um grupo de umas sessenta pessoas(em Berkeley) e tomou a forma de uma contínua improvisação mais que a implementaçãode um programa premeditado. Com o tempo, entretanto, foi se cristalizando um programapropriamente e, para sua realização, tive a sorte de contar com a colaboraçãode mestres notáveis como do Rabino Zalman Schachter, Dhiravamsa, o tântricoHarish Johari e Ch’u Fang Chu – discípulo do último patriarca taoísta, quenaquele tempo chegou na Califórnia, vindo de Taiwan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Surgiuassim, outra nova escola, e quando foi necessário dar-lhe um nome (em motivo daconstituição de uma corporação educativa sem fins lucrativos) chamei-a SAT emtripla alusão à palavra sânscrita para SER e Verdade, às iniciais de SeekersAfter Truth (Buscadores da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;verdade)e (através do simbolismo fonético) a uma visão tripartida da mente e das coisasque transcorrem através do cristianismo esotérico transmitido por Gurdijeff eIchazo e caracteriza minha própria compreensão da vida psíquica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Assimcomo meu trabalho no Chile teve como resultado a forma germinal do que vim a realizarmais tarde nos Estados Unidos, meu trabalho nos tempos do programa SATnorteamericano resultou na forma embrionária do que uns quinze anos atrás vim aexecutar na Europa. Isto começou com o convite de realizar um curso de verãoorientado para a “formação pessoal e profissional” de psicoterapeutas, com oformato de três sessões (uma por ano) com um mês de duração cada; porém com otempo o formato do curso reduziu-se paulatinamente e sua forma atual consta detrês módulos de dez dias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Aforma como um módulo de três meses se transformou em outro muito mais compacto,de modo algum poderia ter sido antecipado na forma teórica; somente a evoluçãode uma prática no tempo permite a paulatina expressão da criatividade no cursode um processo emergente. Assim, ao longo de mais ou menos quinze anos e,graças à evolução destes cursos (mais práticos e vivenciais do que teóricos),parece-me que acabou de tomar forma algo que espero que possa servir como umfermento transformador no mundo da educação, depois de haver ajudado um grandenúmero de terapeutas em diversos países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Queroagora lhes apresentar brevemente o conteúdo do currículo, predominantemente vivencialque, realizado com a ajuda de valiosos colaboradores e refinado progressivamenteatravés dos anos, está tendo resultados tão satisfatórios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Aestrutura fundamental (que é algo como a bandeira sob a qual trabalhei desde sempre)é a de unir a meditação com a terapia, o que não é tão novidade agora comoquando introduzi esta prática em Esalen, há mais de trinta anos. Apesar do quedigam muitas escolas espirituais, que consideram o terapêutico irrelevante, eas escolas terapêuticas que consideram o espiritual como ilusão ou evasão darealidade (“ópio do povo”), creio que o âmbito interpessoal da mente e o âmbitotranspessoal ou espiritual não são senão aspectos de um fenômeno único – e acura ou reeducação emocional (que não é outra coisa senão o restabelecimento denossa capacidade amorosa) não é nem inseparável da realização espiritual nemdispensável na Grande Viagem da Alma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Acombinação da meditação (o velho caminho contemplativo) com a psicoterapia (o “yogainterpessoal” que constitui o principal aporte de nossa cultura para o caminhode realização) tem uma potência muito particular. Quando digo meditação, não sóme refiro a uma dimensão muito grande, mas a uma realidade multifacetada, poisa meditação reúne em si muitos elementos, alguns dos quais são exaltadospreferentemente em uma ou outra cultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Minhamaneira de ensiná-la, como se verá, é integrativa, ainda que coloque em relevoa contribuição do budismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Falarde meditação no sentido mais amplo da palavra, praticamente coincide com falar deespiritualidade, já que as diferentes técnicas de meditação conhecidasconstituem os principais exercícios espirituais da humanidade. Porém quando sefala de espírito e de espiritualidade às vezes se tem uma idéia muito vaga oufragmentária do que são, e um conhecimento amplo da meditação pode ser a melhorforma de preencher esta lacuna em nossa educação, pois a dimensão espiritual davida, como a meditação, é multifacetada, e cada um dos aspectos desta últimaconstitui uma via de acesso a essa profundidade da mente à qual às vezes sealude simplesmente como “consciência superior”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Quandono mundo ocidental se afirma que é importante a consciência espiritual, o que aproximadamentese quer dizer é que é importante o sentimento do divino, ou uma orientação parao divino. Como resultado de uma confusão entre a vivência do divino e aideologia ou mera crença, entretanto, assim como da crescente secularização dascrenças, pode-se dizer que o ideal espiritual assim concebido perdeuatualidade, e que as formas tradicionais de oração são consideradas por muitoscomo um resíduo supersticioso do passado. Por isto, parece-me importanteresgatar o aspecto vivencial do divino, que não depende de ideologia alguma nemde uma visão teísta das coisas; sua essência é o sentido do sagrado, que secultiva através de um tipo de meditação em que se dirige a atenção paraconteúdos simbólicos que têm por objeto a evocação de um valor supremo. (Mesmoque tal valor supremo não se embase propriamente no âmbito de objetos ouqualidades, podemos dizer que pode ser projetado sobre imagens, sons, cores einclusive conceitos – tais como o eu, o nada, a consciência suprema ou odivino).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porém,por intrínseca que seja a capacidade sacralizante para a maturidade espirituale desejável que seja o “reencantamento do mundo” através de seu cultivo, nãodevemos confundir o sentimento do sagrado, e menos a intuição de uma divindadetranscendente, com o espiritual, pois estas constituem facetas ou manifestaçõesdo Espírito. Igualmente relevante para a consciência superior é a aprendizagemimplicada por uma forma de meditação onde a pessoa, aparentemente, faz ocontrário da evocação da sacralidade, pois não dá atenção a conteúdos simbólicos,mas ao sensorial, e em vez de gerar uma experiência do misterioso valor supremoque envolve o mundo das coisas sem lhe pertencer, dirige seu empenho para uma percepçãosimples ou pura do “aqui e agora”, como é típico do budismo Thevarada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Emambos os casos, a meditação guarda relação com a orientação da atenção. Elapode apontar para os “dados imediatos da consciência” de que falava Bergson (oque toco, o que vejo, o que escuto, as emoções, as sensações corporais do momento)cujo conjunto podemos considerar a superfície da consciência (e é sumamenteimportante que possamos recuperar a capacidade de contato com o imediato quetivemos quando crianças e que talvez perdemos ao estarmos demasiado imersos emnosso mundo simbólico), ou até a profundidade da mente, que é assento dasvivências do ser, do eu e do divino. Já que esta profundidade da mente não é acessívelà consciência ordinária, todavia é evocada (ou invocada, às vezes) através dotipo de meditação já referido, em que se apela para a concentração no materialsimbólico, que serve para o desenvolvimento da imaginação criativa e a evocaçãode significados – e cujo fruto característico é a experiência da sacralidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Estesdois aspectos da meditação constituem aspectos complementares da vida em geral econvém observar como se fazem particularmente presentes na psicoterapia, semque isto signifique que sejam mais relevantes no terapêutico que na educação.Bem sabemos que um aspecto importante da terapia é precisamente o de recuperara capacidade de “presença” ou de estar no “aqui e agora”, como tãofreqüentemente se diz desde os tempos de Fritz Perls.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Hojeem dia se recorda Perls como o criador de um sistema terapêutico, porém, não sesabe que foi uma pessoa de estatura profética quanto ao impacto que exerceusobre a sociedade de seu tempo; pode-se dizer que foi o profeta do aqui eagora, que através de seu impacto pessoal fez sentir àqueles que o acercavamque havia algo como um caminho do estar presente, uma via de desenvolvimentopessoal que passa pela capacidade de pôr-se na atitude de que o passado já nãoexiste e o futuro, todavia não existe (até agora não fomos tão fundo a ponto decomeçar a duvidar também do presente). Se adotarmos a atitude de tomar opresente como a única coisa que existe, isto leva a um aprofundamento daexperiência do momento, mais remota&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;e porsua vez mais rica do que estamos acostumados a crer. Isto nos parecerá como se tivéssemosperdido em boa medida tanto a capacidade de tomar contato com a experiência do momentocomo de admiti-la ou confessá-la. Quantas vezes, no curso de uma conversação,não nos sentimos aborrecidos, molestados, descontentes com o que se passa, semsaber como sair de uma situação quando a saída estaria em poder simplesmente dizer:“Neste momento, não gosto do que está se passando”; ou “Não sei o que está sepassando, mas não gosto”. Só esta liberdade de falar da experiência do momento,apesar de vago, mudaria o rumo da conversação. Porém não sentimos que estáentre os cânones da vida social falar do que se passa no instante, ou, secomeçamos a explorar o assunto, encontramos muitas dificuldades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Éprecisamente a tomada de contato com o presente, junto à comunicação da experiênciapresente, o que mudou o espírito das terapias contemporâneas quando começou a fazerparte delas. Antes, a psicanálise havia convidado muito à reflexão sobre opassado, sobre o que se passou na infância da origem dos problemaspsicológicos. Já com Reich começou-se a observar mais o que acontece no presente,e Perls foi quem pôs ainda mais ênfase nele, chegando a propor que basta oindivíduo trabalhar com o presente para que recupere a capacidade e o direitode sentir o que sente, de saber o que sente, de saber o que pensa, de saber oque está fazendo e de dar-se conta do óbvio. Porém assim como é importante essarecuperação da capacidade de experiência, podemos dizer que a patologiadescansa nesta perda da capacidade de saber o que sentimos, e o que chamamosinconsciente descansa neste não ter direito de saber o que se passa em nós, quepor sua vez vem ao lado de nos tornarmos cúmplices de uma mentira social. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porém,assim como o que medita nem sempre dirige sua atenção para a experiência do momento,também no mundo do terapêutico, que se move na linguagem, não só é importante arecuperação do simples presente. Também é importante a recuperação da dimensãomágica da vida e, quando se fala do transpessoal em psicoterapia, em grandemedida tem a ver com a recuperação disso que nos trazem as concepções religiosasdo mundo, desdenhadas pelo cientificismo de uma psicologia nascente: osensinamentos espirituais, os mitos e os contos de fadas, que sendo como dedosque apontam para a lua, não devem ser confundidos com a própria lua. Neles serecorre ao simbólico para ir além do simbólico – ao centro da mente em si – paraevocar algo que transcende os conteúdos específicos da mente e que podemosconceber como a própria consciência, a essência divina da mente e a fonte dasacralidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Afirmeique o desenvolvimento espiritual é multifacetado e que tão relevante para esteé o cultivo do sentimento religioso, como o cultivo da atenção para a realidadeimediata, que tão pouco espiritual parece a partir de uma perspectiva cristãtradicional. Outra via de acesso para a maturidade espiritual (que introduzimosno segundo &amp;nbsp;módulo do programa depois dehaver começado pelo vipassana), é o que se vê representado por formas demeditação em que se procura deter a mente para transcendê-la. Isto se consegue,por sua vez, através da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;concentração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Osensinamentos tradicionais de diferentes culturas nos dizem que só quando amente se aquieta pode refletir algo que está além dela mesma. Necessitamosinibir nossa mente passional e as vozes interiores que vêm do egóico, inibirnossas necessidades neuróticas e aprender assim a deixar o pensamento em umpacífico silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Aindamais, se a meditação é saber parar quieto, também é certo que é o contrário; oumelhor, o complementar: deixar a mente fluir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Existemvárias complementaridades na mente, e a &amp;nbsp;meditação só pode ser explicada de formaparadoxal. É como ter um pé em cada aspecto do paradoxo para colocar a cabeçaem outra dimensão. Assim como constituem uma polaridade as práticas em que sedirige a atenção para a superfície da mente ou, alternativamente, para suamisteriosa profundidade (através de representações simbólicas), assim ocorrecom o cultivo da quietude e aquele aspecto da meditação que consiste em umaeducação da espontaneidade interior: o deixar que a mente vá aonde quiser, afrouxandoseu controle voluntário limitante. Claro que o paradoxo é tal, que quandoalguém afrouxa o controle de seus próprios processos mentais, é provável queestes se aquietem; e também o contrário: se alguém sabe realmente ficar quietoocorre algo análogo como deixar-se ir em um barco e deixar de remar: a água oleva. E se alguém se deixa levar, as correntes mais sutis e profundas dopróprio ser começam a se fazer sentir. E assim como quando se calam os alunosna sala de aulas pode-se escutar o que diz o professor, também dentro de si seas vozes pequenas se calam, pode-se ouvir uma voz que está em outro nível. Evice-versa: quando se manifesta nossa mente profunda, é mais fácil calar-se.Isto pode levar inclusive a um momento solene em nosso desenvolvimento: quandose expressa um novo nível de &amp;nbsp;vida em nóse começa a morrer dentro de nós o que então nos parece como banal ou trivial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Estesdois aspectos da meditação – a quietude e a espontaneidade – têm a ver com a açãoe suas respectivas consignas, podem se comparar às luzes vermelha e verde dosemáforo, com seu significado de deter-se ou avançar. Assim, tanto a quietudecomo a espontaneidade são aspectos da vida que merecem ser apreciadas ecultivadas, e são, também, componentes da psicoterapia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Pode-sedizer que muitas das teorias da psicoterapia formuladas pelos originadores das escolastradicionais giram em torno de algumas idéias mais ou menos certas, porém nãochegam a proporcionar uma explicação universal. Se buscarmos uma teoriaabrangente &amp;nbsp;transistêmica da psicoterapia,certamente um dos princípios gerais que encontramos é precisamente o cultivo daespontaneidade profunda, o deixar-se levar. Ainda que se trate do psicodrama deMoreno, que falava explicitamente do cultivo da espontaneidade, da associaçãolivre da psicanálise ou de grupos de encontro, obviamente é isso o que entra emjogo: desestruturar para que, ao romper as formas mais superficiais dopensamento e da comunicação se manifestem estruturas mais profundas, e possamassim aflorar as verdades menos óbvias. Isto é especialmente aparente no casoda Gestalt, que é uma importante manifestação do espírito dionisíaco do mundo contemporâneo– desse espírito que implica na fé no espontâneo e natural, e que Nietzsche proclamoucomo a única salvação possível de nossa cultura ocidental (tão desvitalizada e desumanizadapor efeito de um milenar autoritarismo religioso e sua “moral de escravos”).Além de ter um apreciável componente gestáltico, o programa SAT inclui doiselementos que se prestam especialmente para a educação da espontaneidade: umconjunto de exercícios psicológicos baseados na associação livre de idéias (quedescrevi em meu livro Entre Meditação e Psicoterapia), e uma disciplina novasurgida da dança: o “movimento autêntico”, ensinado originalmente por MaryWhitehouse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Assimcomo contrapus o “pare” e o “siga” da meditação, e descrevi uma polaridadeentre os gestos interiores de verter a atenção para a profundidade sagrada damente ou até os conteúdos concretos desta, podemos compreender a dimensãoafetiva da mente (não menos relevante para a meditação) em termos de umacomplementaridade. Muitas formas de meditação têm como assunto de base odesapego: um dar um passo atrás, desidentificando-se do que está se passando,sentindo ou desejando. Estamos nos tomando demasiado a sério, pode-se dizer, estamosdemasiado imersos em nossa dor ou em nossas preferências, em nossas opiniões e especialmenteem nossas cicatrizes – quer dizer nos melindres do que nos aconteceu alguma veze que, todavia, recai sobre nós como uma sombra ou como um fantasma,separando-nos do presente. O que os orientais chamaram Karma não é outra coisasenão o peso do passado sobre o presente (que não precisa necessariamente serde outras vidas). Em vista do apego que caracteriza nosso estado habitual (emuito mais as perturbações emocionais) necessitamos dar um passo, às vezes emforma de humor, às vezes simplesmente de forma serena. Naturalmente tal“atitude filosófica”, característica da sabedoria, pode ser alcançada com o tempoatravés da experiência da vida, porém é parte intrínseca de certas práticas demeditação cujo fruto é o que propus chamar uma “indiferença cósmica”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Pormais que seja um ideal da vida chegar a uma atitude amorosa, não são incompatíveiso amor e o desapego; e não só não são opostos, como também constituem uma misteriosacomplementaridade: é mais fácil a chegada ao amoroso se somos capazes do desprendimento,pois não se pode dar quando se está demasiado apegado ao que se é ou ao que setem. E é também difícil conseguir o desapego sem uma atitude generosa, sem entusiasmo,amor à vida, amor ao outro, amor a algo. Esta complementaridade é similar à da vidae da morte, que tão entrelaçadas aparecem em certas obras literárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Se aterapia tem que ver mais com o pólo do amor, a meditação aponta mais ao desapego,porém também é certo que, tanto na teoria da terapia como na teoria dameditação, necessitamos considerar ambos os assuntos e compreender suacomplementaridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porém,quão distante está de nossa prática educativa a idéia de que o silêncio mentalou a desidentificação das paixões (desapego) possam constituir capacidadesfundamentais do ser humano e seu cultivo uma importante via para a consciênciaespiritual. E quanto mais distantes estamos de levarmos a sério essa capacidadede entrega, de sintonia com a profundidade da vida, de acordo com o todo! Hojeem dia apenas se propõe combinar a instrução com uma “educação dos valores”,porém na prática só se traduz, no melhor dos casos, em uma valoração de taisvalores. As capacidades que aqui proponho como facetas essenciais da vidaespiritual requerem, pelo contrário, muito mais que entusiasmo e retórica:cultivam-se através de uma prática transformadora e requerem a presença deguias que, através da disciplina correspondente, tenham chegado a encarná-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Outrotanto se pode dizer do aspecto da meditação que se orienta para o desenvolvimentoda capacidade sacralizante, que parece haver se tornado irrelevante em nosso desencantadomundo pós-moderno. Acaso então os gênios religiosos da humanidade foram merossonhadores ao nos recomendar o amor a Deus como o mais importante dospreceitos? Suspeito que a deterioração coletiva da consciência seja resultadode nosso espírito excessivamente mercantil, ao que não convém que se invoquemvalores que possam competir com as ganâncias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porémdeixo aqui o tema da meditação e passo para a consideração do elemento terapêuticoneste currículo de desenvolvimento humano que estou propondo como complemento paraa atual formação de educadores. Ao anunciá-lo como um currículo (suplementar)de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“autoconhecimento,reeducação interpessoal e cultivo espiritual” já aludi implicitamente ao terapêuticoatravés de dois fatores intimamente conexos: o do conhecimento de si ouinsight, e o de promover uma mudança voluntária nas relações humanas. E assimdisse que no programa SAT se combinam meditação e psicoterapia, no entanto, émais preciso dizer que nele se combinam a meditação, o autoconhecimento e areparação interpessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Começopor explicar o referente ao autoconhecimento, que constitui o objetivo dasassim chamadas psicoterapias de insight ou “psicoterapia profunda”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Oautoconhecimento foi reconhecido desde sempre como uma via de transformação. A eleprofessamos certa veneração coletiva ao “Conhece-te a ti mesmo” que tantoassociamos com a figura e missão de Sócrates e com o Oráculo de Delfos; porémnisto somos coletivamente hipócritas, pois caso contrário o autoconhecimentoteria lugar fundamental em nossa prática educativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Os quesofrem psicologicamente, quer dizer, os que não podem desconhecer seu mal emocional,descobriram que necessitam do autoconhecimento para corrigir seu estado disfuncionale a necessidade de cura coletiva alimentou o desenvolvimento do novo caminho detransformação que é a psicoterapia moderna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Enquantoque as escolas espirituais tradicionais abordaram a superação do ego através daprática da conduta virtuosa e da contemplação espiritual, a psicoterapia esperaem primeiro lugar que a transcendência dos condicionamentos infantis sobrevenhaatravés da compreensão de si mesmo. E ainda que se possa argüir que apsicoterapia não trouxe tanta luz ao mundo como as grandes religiões com seussantos e profetas, não se pode desconhecer sua contribuição, formidável e talvezindispensável para o nosso tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Oempreendimento de encaminhar-se para a compreensão de si mesmo compreende diversasfacetas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;1. – Atomada de contato com a própria experiência no aqui e agora, que implica não sóna capacidade de aceitação e reconhecimento da própria experiência que secultiva na prática da meditação (e especificamente com a técnica do vipassana),mas numa educação da capacidade de ser testemunha de si mesmo, quer dizer, deviver o mais conscientemente possível em lugar de andar pela vida “no pilotoautomático”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;2. – Aretrospecção, quer dizer, a tomada de contato, através da recordação, com aexperiência passada. Tal clarificação retrospectiva é estimulada e facilitada,por sua vez, pela expressão, seja através da escrita ou da comunicação oral. Emnosso programa, põe-se a escrita a serviço da compreensão da própria vida, porum lado, e, por outro, a comunicação oral sistemática, através da associaçãolivre em um contexto meditativo, serve para o esclarecimento e análise das experiênciascotidianas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;3. –Outra faceta do autoconhecimento é a compreensão da experiência do momento no contextoda experiência total. A compreensão de si mesmo vai além de saber o que sesente e o que se pensa em um momento determinado: o que na psicoterapia sechama insight, implica na organização de nossas observações de nós mesmos emuma configuração coerente, o que implica entender, por exemplo, os padrõesrepetitivos em nossa vida relacional, assim como a relação de nossasexperiências presentes com as do passado. Implica, também, entender nossa personalidadee como ela influi em nossa vida. O maior estímulo para a compreensão de nós mesmosnos é proporcionado pelo diálogo com quem, em virtude de seu próprio autoconhecimento,é capaz de entender o que nos sucede. No programa SAT este diálogo tem lugar nocontexto de diversos exercícios psicológicos interpessoais e em laboratóriosterapêuticos com gestaltistas e outros profissionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;4. – Atudo o que disse deve agregar-se um componente adicional do processo de autoconhecimento,como é a clarificação da compreensão através de formulações teóricas ou mapasde referência. Cada escola psicológica interpreta as experiências do indivíduoa partir de uma teoria algo diferente, e aquela na qual nos apoiamos não são nenhumadas conhecidas no mundo acadêmico, mas uma versão da psique desenvolvida apartir de uma inspiração esotérica da Ásia central.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;O mapapsicológico mais satisfatório e esclarecedor que conheci até agora não é nenhumdos propostos até hoje no campo da psicologia acadêmica, mas um que nos chegoude uma tradição esotérica asiática, que desenvolvi no que chamo “Psicologia dosEneatipos”. Refiro-me à aplicação do Eneagrama ao estudo da personalidade –algo que até agora encontrei pouca ressonância no mundo profissional, talvezporque a abundante literatura produzida pelos divulgadores deixa tanto adesejar que o entusiasmo popular pelo tema é interpretado pelos acadêmicos comosinal de mediocridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;FoiGurdjieff quem introduziu o Eneagrama no Ocidente, e quem quiser saber maissobre seu pensamento a respeito, pode encontrar algo em um livro muitointeressante de um jornalista russo da época – Ouspensky – intitulado Em Buscado Milagroso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Gurdjieffconstituiu uma das influências principais em minha vida, mas as aplicações psicológicasdo Eneagrama foram algo que aprendi com um boliviano a quem &amp;nbsp;mencionei a propósito do meu ano deperegrinação em Arica: Oscar Ichazo, que sob o nome de protoanálise apresentouante o colégio de psicólogos do Chile, em 1969, um conjunto de noções nas quaisse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;podereconhecer a continuidade com uma tradição cristã muito antiga, da qual adoutrina dos pecados capitais é um eco; há muitos séculos o que constituiu umapsicologia prática no tempo dos Pais do deserto e hoje em dia sobrevive comodogma da Igreja, perdeu-se como&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;conhecimentovivo no Ocidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Emnossos dias podemos reformular a doutrina dos pecados capitais dizendo que, portermos todos sofrido durante a infância em maior ou menor medida uma frustraçãoamorosa, desenvolvemos uma maneira específica de tentar conseguir o que nosfaltou; e assim, por exemplo, desenvolvemos uma paixão pelo aplauso, pelo&amp;nbsp; conhecimento, pela intensidade, pelo quequiserem, etc. Enfim: aprendemos muitas manobras para conseguir amor, e nãoconheci melhor mapa para entender a variedade destas manobras do que oEneagrama, coerente com aquele de que se utilizava Dante ao classificar ospecadores no inferno ou no purgatório. Em alguns a dinâmica fundamental é oorgulho, em outros a inveja, etc., e existem psicólogos que se interessaramprincipalmente por uma ou outra destas emoções básicas (como Melanie Klein com ainveja; Karen Horney, que fez do orgulho o centro de toda a compreensão dopsíquico; ou Freud com a angústia e o medo). Porém o Eneagrama permite ter umavisão global dos tipos humanos e se começa a perceber que não existe umapsicologia, mas nove; cada uma com sua loucura implícita, com suas idéiasdisfuncionais e com suas necessidades particulares exageradas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Passoagora para o tema da educação interpessoal, que mais que nenhum outro aspecto daeducação, implica necessariamente no re-aprender, na reparação relacional, notrabalho encaminhado para a mudança de conduta. &amp;nbsp;Podemos dizer que, como no caso da compreensãode si mesmo, esta reeducação vai mais além de fórmulas ou técnicas,constituindo um aspecto potencial de cada momento de nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Nocurrículo do SAT, um componente especialmente importante deste propósito de reparaçãoé o trabalho encaminhado para a recuperação do vínculo amoroso original com os pais.Desenvolvi este trabalho muitos anos atrás, inspirado pelo que então levava acabo de forma individual um clarividente norte-americano, Robert Hoffman, quepor sua vez, refinou o processo grupal proposto por mim, originando o assimchamado “Processo Hoffman da Quadrinidade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Já queincluí neste livro o capítulo escrito anos atrás acerca de Hoffman e de seu enfoqueterapêutico na “A Agonia do Patriarcado”, chamando a atenção sobre o potencialdesta notável contribuição para a reeducação da capacidade amorosa para umaeducação futura, só direi aqui que o processo que implementamos no programa SATnão é idêntico ao que oferecem os representantes do Instituto HoffmanInternacional, mas as idéias básicas são as mesmas. Já que o vínculo amorosocom o pai e a mãe se vê afetado na maior parte dos indivíduos, pela interferênciade um ressentimento, consciente ou inconsciente que requer ser sanado e isto,por sua vez, requer a tomada de consciência completa da dor, assim como acatarse da raiva&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;reprimida.Somente desta forma pode-se pretender chegar, através da compreensão e compaixão,ao perdão e à benevolência espontânea.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Dorestante das relações de nossa vida, nenhuma é comumente mais importante que a relaçãode casal, e as relações amorosas também recebem uma atenção específica noprograma SAT através de um curso dedicado ao aproveitamento das dificuldadesnas relações de parceria para o trabalho de evolução pessoal. E complementam ostrabalhos mencionados aqueles em que se atende à elaboração de outras situaçõesinterpessoais pendentes – o que se realiza através de oficinas de Gestalt e dolaboratório de psicoterapia integrativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Oprograma oferece suficiente oportunidade de experimentar a terapia gestáltica ede aprendê-la, se há interesse, como um curso de aperfeiçoamento para muitosgestaltistas já formados. Esta ênfase em uma escola determinada de psicoterapiabem poderia parecer arbitrária em uma época em que as escolas depsicoterapeutas se multiplicaram e a Gestalt perdeu a proeminência que teveumas três décadas atrás, porém, por mais que a Gestalt constitua uma de minhasespecialidades, creio que a escolha desta modalidade terapêutica (acima da PNLou da AT, por exemplo), justifica-se plenamente por sua universalidade, sua utilidadepara terapeutas ecléticos e, muito particularmente, por sua relevância naeducação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Justamenteporque a Gestalt é um meio muito plástico e muito criativo de abordar a vida emocional,já foi eleita como complemento terapêutico mais relevante para a instrução por GeorgeBrown, que há décadas atrás foi decano da Escola de Educação da Universidade da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Califórniaem Santa Bárbara. Brown foi fundador, muitos anos atrás (com o apoio daFundação Ford) de um projeto que chamou Confluent Education (Educação Confluente)no qual se adotou a Gestalt para a preparação de mestres que tivessem, além dacapacidade de ensinar, a de haver-se com o que ocorre humanamente no aqui eagora, tanto em si próprios como com os estudantes. Para poder, por exemplo,perguntar a alguém de cara feia, o que se passa, sem medo de não saber o quefazer com a realidade de sua experiência. Isto implica em uma formação (caracteristicamenteposta em relevo na Gestalt) que lhe permita entrar em um encontro verdadeiro;de poder fazer um parêntese no processo de instrução quando for necessárioatender a realidade afetiva e interpessoal do momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Querosublinhar a grande relevância da terapia Gestalt para a educação assinalandoque, quando Perls ensinava nos EUA através do Instituto Esalen, muitas vezesnão anunciava suas oficinas como psicoterapia, mas falava de “educação daexpressividade”, “educação atencional”,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“educaçãodo estar presente”, etc. A capacidade que a Gestalt pretende educar é tãouniversal que nem sequer a apreciamos devidamente: saber o que se passa conoscoe ser capazes de “estar aqui”. E, não obstante é algo tão difícil que só osbuscadores avançados, as pessoas que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;já têmum certo caminho andado apreciam devidamente e compreendem cabalmente o que é issode cultivar o estar presente. Muitas vezes perguntei às pessoas nos grupos comque trabalho “O que você busca?”, “O que conseguiu?”, “Onde está?” E comprovoque só os mais maduros respondem que seu empenho é estar mais presentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Olaboratório de psicoterapia integrativa a que me referi é um dos aspectos mais significativose originais do programa SAT, pois através dele os participantes adquirem rapidamenteuma capacidade de ajuda que não se apóia em conhecimentos teóricos, mas na experiência,na compreensão de que as capacidades humanas tais como a de escutar, compreendero que se diz e querer o bem do outro. À parte o benefício que isto possa trazerpara outros, o exercício terapêutico dos aprendizes ao longo da série graduadade exercícios terapêuticos que compreende este programa prático, resultou umapreciável benefício dentro do próprio grupo, estruturado de tal maneira quecada pessoa recebe terapia de um companheiro e a oferece a outro em umasituação supervisionada. Além do benefício terapêutico que se consegue para cadamembro do grupo nesta situação, a experiência deste laboratório – com suassessões grupais de comentários que promovem um clima generalizado detransparência – contribui significativamente para a formação de uma verdadeiracomunidade. E é assim como freqüentemente, ao finalizar o programa, ouve-sedizer aos que compartilham suas impressões retrospectivas que sua vida não seráa mesma depois de terem se sentidos tão aceitos, acolhidos, compreendidos ouqueridos por seus companheiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Esteaspecto do programa me parece uma de minhas&amp;nbsp;contribuições mais inovadoras e surpreendentes por sua efetividade,apesar de que, passo a passo, durante sua elaboração, longe de sentir-meoriginal, apenas tentei formular exercícios inspirados nos aspectos mais universaisda psicoterapia. Só ao tomar consciência de que não existe (que eu saiba) um programatão breve e efetivo, pareceu-me original, e está claro que o centro destaoriginalidade consiste em que se possa aprender a fazer psicoterapia sem maisque breves formulações teóricas – levando adiante a proposta de Rogers de queos aspectos determinantes na atividade do terapeuta são a empatia, abenevolência e a autenticidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;A mimparece que a psicoterapia complicou-se muito; mistificou-se muito ao colocar emrelevo coisas que não são as fundamentais. E penso que as determinantes fundamentaisde uma boa psicoterapia são principalmente pessoais, e não técnicas nemteóricas. Talvez a principal seja que o terapeuta entenda o que se passa com ooutro; se o terapeuta entende o que se passa com o outro, não é necessáriosequer que o diga, porque isto tem um efeito quase mágico: o outro sabeintuitivamente e se sente entendido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Tambémé importante que o terapeuta se interesse pelo bem do outro, que seja benevolente.E também isto o fará sentir, independentemente de que o expresse com fórmulas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;dotipo “Sim, estou contigo, te escuto” ou não o expresse; talvez seja de melhorgosto não expressá-lo, quando é um excesso fazê-lo. Não menos importante é aautenticidade; faz-se terapia pela verdade e através de um chamamento à verdadedo outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Porémestas três coisas – a capacidade do terapeuta de ser autêntico para assiminduzir a autenticidade do outro; a capacidade do terapeuta de interessar-sepelo outro; e a capacidade do terapeuta de entender o outro – são coisas quenão se cultivam nas universidades. Não se cultivam lendo livros nem se cultivamatravés de laboratórios &amp;nbsp;técnicos:cultivam-se através de um processo pessoal e creio que esta é a hora de mudarde orientação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Enumereialgumas influências que se fazem sentir fortemente no programa SAT – como Gurdjieff,Ichazo, Perls, Hoffman e Rogers -, sem mencionar que boa parte do ensinamentoda meditação através dos módulos sucessivos do programa se ajusta às trêstradições fundamentais do Budismo: a antiga tradição Theravada (representadaprincipalmente pelo Vipassana), o Mahayana (representada pelo Budismo Zen), e oVajrayana ou Budismo Tibetano. É justamente a concepção pedagógica da EscolaNyingmapa, do Budismo Tibetano, que inspira o programa de meditação em seuconjunto – desde seu começo com o Vipassana, sua continuação com o Shamata oupacificação da mente, como fundamento para a indagação vivencial acerca da essênciada consciência, só que, tendo sido discípulo de um mestre altamente criativo –Tarthang Tulku Rimpoche –, permitiu-me também certa criatividade no relativo aoutros aspectos da meditação (como a visualização, o devocional e odesenvolvimento da compaixão) ao substituir as formas tradicionais poraplicações inovadoras da escuta musical, como bem se poderia esperar dasaplicações para a meditação e para a psicoterapia de alguém que foi músicoantes de ser médico – o que explica que outro dos componentes que se faz sentiratravés do programa SAT seja a música.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Seriademasiado longo explicar aqui cada um dos elementos que integram o programa SAT,se bem que alguns dos que apenas mencionei são originais e mereceriam um livroà parte – como, por exemplo, o laboratório de psicoterapia que desenhei não sócom um propósito de treinamento, mas como uma forma de configurar um sistemagrupal auto-reparador. Outra disciplina que surgiu no desenvolvimento de nossoscursos – como um encontro entre minha iniciativa e a perícia de algunsdiscípulos colaboradores – foi uma forma de teatro terapêutico que integratanto o elemento gestáltico como a psicologia dos eneatipos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Umcomponente adicional do programa foi o trabalho psicocorporal, cuja essência éa consciência do corpo e que leva tanto à correção postural como à melhora nafluidez do movimento, que abunda em implicações tanto psicológicas comoespirituais. Através de muitos anos de experimentação, recorri a elementosmuito variados que vão desde o yoga e o tai chi até a eutonia, privilegiandoultimamente o método de Rio Aberto e o movimento autêntico. Também pertence aoâmbito psicocorporal um trabalho desenvolvido por discípulos mexicanos(Chalakani&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;eKretzschmer), que combina a técnica do “renascimento” com a regressão a estesestados que Grof propôs chamar “matrizes pré-natais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Deixoaqui o comentário acerca dos principais componentes do programa SAT – comentárioque naturalmente, não basta para dar uma idéia do que o conjunto gera, ao ser postoem prática, um processo de fecundas interações e, portanto, um sistema vivo quevai além de suas partes. A partir de um ponto de vista diferente, poderia terfalado deste processo como “uma máquina de moer egos”, uma iniciação para umcaminho de desenvolvimento espontâneo que jaz em nós mais além de ideologiaalguma, ou uma escola viva, cuja essência se encontra mais nas pessoas queensinam do que num currículo explícito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Existemaqueles que falaram da escola SAT como uma escola de amor, como um lugar em quese aprende a ser mais humano e mais verdadeiro. Para muitos, significa um descobrimentoda dimensão espiritual da vida. Um grande número de participantes deixa para trásvelhas maneiras de sentir e de ver as coisas, e sentem que sua vida toma outrorumo. É para a maioria, uma entrada num caminho de transformação e para os maiscomprometidos, um atalho considerável do caminho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Umaspecto importante do Programa SAT é de natureza psicossocial: o grupo de participantesse torna um grupo de verdade no qual cada um pode mostrar-se como é, explorar condutasalternativas e descobrir que é aceito e querido além de seus papéis habituais.Porém o programa SAT não somente é um processo em que as pessoas se sentem aceitase validadas, pois existe também um forte elemento de confrontação e eu diriaque estão bem equilibrados o aspecto nutritivo com a proposta de uma “guerrasanta contra o ego”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Emalguma ocasião convidei um grupo de colegas a compartilhar o que a “experiênciaSAT” havia sido para eles, e me chamou a tenção a ênfase que deram a como haviasido um presente para os participantes ter o exemplo de docentes que “trabalhamsobre si mesmos” ao invés de isolar-se por trás de um rol profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Quandohoje em dia se reconhece amplamente que a psicoterapia depende mais da relaçãodo que da técnica ou mesmo do insight, no fundo do que se fala é da &amp;nbsp;benevolência do terapeuta, que permite que ele“acolha” seus pacientes de uma forma que seus pais não souberam fazê-lo. Menosamplamente se reconhece o valor terapêutico da autenticidade, que me parece, umingrediente fundamental desta escola viva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Observou-sereiteradamente como a prática terapêutica oferecida no Programa SAT interessa eserve tanto para terapeutas de alto nível como a principiantes, e que cada umdos cursos é “quase um milagre” pelo muito que ocorre e pelo muito que seaprende. Parece-me que, efetivamente, assim o é, e considero tal êxito umaconfirmação experimental de minha convicção inspiradora: que para ajudar osoutros não são necessários longos estudos, mas a experiência da própria viageminterior através do autoconhecimento e do esforço realizado: um treinamentoprático vivencial relevante, uma visão clara de certas coisas fundamentais e a capacidadede encontro com o paciente. Pela proeminência desta última na práticaeducacional que desenhei, falamos às vezes de aprendizagem graças a uma “curapela verdade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Terminocom uma consideração acerca de como nosso mundo enfermo e em crise necessita doapoio para a transformação individual: a sociedade saudável se faz comindivíduos saudáveis, e não podemos esperar que a necessidade deauto-realização venha a ser satisfeita mais que em parte pelas viastradicionais. Faz-se desejável algo assim como uma democratização dapsicoterapia ou, mais amplamente, uma educação em como trabalhar espiritual e psicologicamenteem si mesmo, e em como ajudar-nos uns aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Dificilmentepodemos esperar um mundo melhor sem mudar nossa educação, tornando-a algorelevante para o desenvolvimento psicoespiritual. E para mudar a educação énecessário injetar algo novo na formação de educadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Expliqueicomo surgiu o Instituto SAT em resposta ao interesse de um grupo de buscadoresna Califórnia durante os anos 70, e como renasceu, anos depois na Europa, em respostaao interesse dos terapeutas. Muitos educadores assistiram aos cursos, porém só ultimamenteas instituições começam a se interessar, e isso me enche de alegria, porque me parecehaver desenvolvido algo que, através do auspício dos educadores, promete ser degrande utilidade pública; e sonho que meu “invento” possa algum dia contribuirpara que tenhamos um mundo mais favorável para os que vêm depois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Imaginoque a maioria estará de acordo que, se queremos um mundo diferente, dificilmentevamos consegui-lo somente com política, ou meramente através do progresso espiritualou terapêutico de indivíduos isolados. E nem sequer através da formaçãopsicoespiritual independente de mestres: será necessário o compromisso deuniversidades e o financiamento de programas dirigidos às equipes de docentesde escolas específicas, para que, transformando-se em grupos verdadeiros,cheguem a constituir um ambiente favorável ao exercício de capacidades atualmentedesaproveitadas dos docentes, assim como a expressão e livre desenvolvimentodos alunos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Queisto não acontece agora me é visível pelo fato de que muitos professores que passarampor nosso programa me dizerem que, apesar do grande benefício pessoal que lhes trouxee das novas capacidades assistenciais adquiridas, de pouco lhes serve o queaprenderam e viveram quando retornam aos seus ambientes de trabalho. E nãoduvido que muitos demonstraram no curso do trabalho grupal uma grandecapacidade de ajuda para o desenvolvimento dos demais; porém sentem que oambiente das escolas é incompatível com uma expressão plena da humanidade e quenão favorece a manifestação de suas capacidades, como se o sistema estivesselutando com a consciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030" name="OLE_LINK2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030" name="OLE_LINK1"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Suspeitoque, apesar de constituir uma aberração pouco visível para a consciência do grandepúblico, o fracasso da educação é a maior tragédia de nosso tempo. Critica-se ocapitalismo e o complexo militar-industrial, e isto é bom, porém também caberesponsabilizar o sócio invisível do complexo militar-industrial, que é ainércia institucional do sistema educativo.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Étrágico porque a educação, dentre todas as instituições humanas, deveria ser a responsávelpor velar pelo desenvolvimento humano. E não só atravessamos um momento históricoem que nosso estancamento psicoespiritual tornou-se crítico, mas, além e,sobretudo, estamos no mundo para florescer e frutificar, quer dizer, paradesenvolver nossa consciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;É deestranhar então, que nosso subdesenvolvimento em matéria de humanidade se expressenum sem fim de distúrbios e sintomas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Os queleram meu livro “A Agonia do Patriarcado” conhecem minha opinião de que a criseuniversal que caracteriza nosso tempo, abarcando desde as finanças até aecologia e a qualidade de vida, é no fundo uma crise pela escassez de amor esabedoria – o que equivale a dizer um descuido do desenvolvimento. Oseducadores parecem albergar muito boas intenções, porém seu afã nos oculta aresistência da instituição à mudança radical. No Chile fui secretário privadode um Ministro de Saúde no começo de minha carreira, e me dei conta do quãofácil é perder-se na política, mesmo com as melhores intenções. Convém terpresente que, assim como existe uma patologia individual, existe também umapatologia do sistema; uma espécie de espírito do sistema, o ego social maligno.E assim como acontece no caso do ego individual, sua destrutividade repousa emuma inconsciência. Como Cícero observava (não me recordo de suas palavrasexatas): “Cada senador é um grande homem, porém o Senado em seu conjunto é um idiota.”Assim, pois, e apesar de que muitos políticos tenham as melhores intenções, apolítica é uma máquina infernal, e nem sequer as melhores intenções bastam paramover montanhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Talvezocorra assim com a educação, não sei. Porém, a inércia institucional que faz daeducação um imenso “elefante branco” é maior e, sobretudo, muito mais temíveldo que se pensa, e o fato de que esta “inércia burocrática” não pareça sê-lo,somente a torna ainda mais poderosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Creioque o público em geral e os educadores em especial devam adotar uma atitude revolucionária,pois já não há lugar para outra. Espero que entre todos possamos influir paraque as autoridades empreendam outro rumo. A educação serve para odesenvolvimento humano, por muito que se queira usar para outras coisas também,e por muito que a inércia de nossa plutocracia pseudodemocrática exija umaeducação para a docilidade automática e para a produção, creio que uma educaçãopara a livre realização de nossas potencialidades evolutivas e criativas podeser crítica para nossa sobrevivência coletiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Mudar a educação para mudar o mundo – cap.6&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;a href="http://www.claudionaranjo.net/pdf_files/sat_education/education_ch_6_portuguese.pdf"&gt;http://www.claudionaranjo.net/pdf_files/sat_education/education_ch_6_portuguese.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FskHuBtSZlY/TsJ14FX7DlI/AAAAAAAAAyY/iCSNgVl0PV4/s1600/phoenix_portuguese-post.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FskHuBtSZlY/TsJ14FX7DlI/AAAAAAAAAyY/iCSNgVl0PV4/s1600/phoenix_portuguese-post.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-588985819793131178?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/588985819793131178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/um-curriculo-de-autoconhecimento-re.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/588985819793131178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/588985819793131178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/um-curriculo-de-autoconhecimento-re.html' title='Um currículo de autoconhecimento, re-educação interpessoal e cultivo espiritual'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ceLmtTuqAG0/TsJ2QFpA7OI/AAAAAAAAAyg/z_G0ZddrE9Q/s72-c/phoenix_portuguese-post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-5703674040022532283</id><published>2011-11-14T03:16:00.001-08:00</published><updated>2011-11-14T03:16:52.472-08:00</updated><title type='text'>Mais Alem da Educação Convencional</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/29948523?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="300" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-5703674040022532283?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/5703674040022532283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/mais-alem-da-educacao-convencional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5703674040022532283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5703674040022532283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/mais-alem-da-educacao-convencional.html' title='Mais Alem da Educação Convencional'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-390345289775590151</id><published>2011-11-14T02:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T02:52:21.039-08:00</updated><title type='text'>Aprender a aprender</title><content type='html'>&lt;iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/Pz4vQM_EmzI?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-390345289775590151?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/390345289775590151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/aprender-aprender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/390345289775590151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/390345289775590151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/aprender-aprender.html' title='Aprender a aprender'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' 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type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/3953261581163794457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/poema-para-uma-nova-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3953261581163794457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/3953261581163794457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/poema-para-uma-nova-educacao.html' title='Poema para uma Nova Educação'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' 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grupos. É esta motivaçãoo que principalmente determina que matérias são ensinadas, que conhecimento éoferecido e que conhecimento é ocultado e que determina ademais que hábitosmentais se espera que os pupilos cultivem. Praticamente nada se faz em funçãodo desenvolvimento interior da mente e do espírito; com efeito, aqueles quereceberam mais educação sofreram com freqüência uma atrofia mental eespiritual.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;BertrandRussel, em Grace Llewelyn, Op. cit.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;“Mais vale pouco conhecimento de coisassuperiores do que muito conhecimento de coisas inferiores.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Fala-se muito hoje em dia de uma“mudança de paradigma” na ciência e, mais geralmente, no modo de compreender omundo e o ser humano. Qual é esse novo paradigma, que invocam tanto a novafísica como a psicologia contemporânea, e como, de um modo mais ou menosimplícito, está afetando praticamente todos os campos do saber e do fazer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Podemos chamá-lo “holismo” ou“integralismo”: um enfoque centrado no todo. Esta é a perspectiva que subjaz ainspirações tão diversas como a teoria geral de sistemas, o enfoque sistêmicoda ciência da administração e a gestão de empresas, o estruturalismo, e apsicologia da forma. A característica mais chamativa de nossa época é uma novamaneira de conceber as estruturas, a organização, a inter-relação das partes emum todo. A vida e o universo se nos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;apresentam hoje em dia comometa-estruturas evolutivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Há uns dois mil e quinhentos anos, oBuda contava a história de alguns cegos que faziam uma idéia do que era umelefante tocando-o. Assim, um o comparava a uma palmeira, outro a uma corda,outro a um leque, etc., segundo suas mãos exploravam uma pata, o rabo, umaorelha, ou outras partes do animal. Esta história, adotada mais tarde pelossufís, tornou-se particularmente popular hoje em dia e com razão, pois,expressa o florescimento no espírito de nosso tempo de uma compreensão cada vezmais generalizada de que o todo é, efetivamente, algo além da soma de suasdiversas partes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Esta mudança de perspectiva sobre omundo é, sem dúvida, reflexo de um processo vivo: se no âmbito intelectualestamos em uma época de holismo, em termos mais gerais pode-se dizer queestamos numa era de síntese. Não só nos tornamos mais interdisciplinares, maisecumênicos, mais interculturais, mas também, cada vez mais, vamos sentindo anecessidade de nos tornarmos pessoas completas em um mundo unificado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;A educação holística, como o enfoqueholístico da realidade em geral, é parte dessa tendência sintetizadora que estáem marcha. Foi Rousseau, pai do romantismo e avô da revolução francesa, oprimeiro a chamar a atenção sobre a importância capital da educação dossentimentos. Em seguida outros, como Dewey, Maria Montessori e Piaget, puserama ênfase na aprendizagem através da ação. Por outro lado Steiner e as EscolasWaldorf, nascidas de sua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;obra, insistem no desenvolvimento daintuição e no que agora chamamos educação transpessoal. Mais recentemente, oMovimento do Potencial Humano induziu a experimentação na educação do “âmbitoafetivo”. A Educação Holística se propõe a reunir todas essas vozes dispersas,como projeto que pretenderia abarcar a&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;totalidade do indivíduo: corpo, emoções, intelecto e espírito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Apesar de poder chamar-se holística nosentido de pretender educar a pessoa inteira, creio que a educação deveria serholística também em outros aspectos: por exemplo, por perseguir uma integraçãodos conhecimentos, por seu interesse a integração intercultural, por sua visãoplanetária das coisas, por seu equilíbrio entre teoria e prática, por colocar aatenção tanto no futuro como no passado e no presente. Um assuntoparticularmente crítico há de ser, naturalmente, o equilíbrio dos aspectos “paternos”,maternos” e “filiais” do indivíduo. Por isso inclino-me a falar de “educaçãointegral” em referência ao holismo educacional que está surgindo, e ao que pessoalmenteme vinculo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Enquanto nos EUA as coisas foramevoluindo desde a “revolução da consciência” até o conservadorismo crescente dadécada de oitenta, a idéia de uma educação integrativa e compreensiva podedeparar-se com a pergunta de se acaso isto não constitui um luxo. Sem referir-seespecificamente à educação, por exemplo, Yankelevich escreveu em seu livro, publicadorecentemente, New Rules, que a situação mundial está se tornando tão crítica ea situação individual vai tornar-se tão difícil, que já não é tempo decontinuar buscando a “autorealização”. Os dias do Movimento do PotencialHumano, segundo ele, devem ser considerados como coisa do passado, como reflexoda situação da abundância transitória que existia quando surgiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Creio que devemos nos guardar desemelhante ponto de vista, que não é mais que uma regressão à atitudeexcessivamente prática e “realista” que está na origem da problemática atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;É precisamente a urgência dos problemascom os quais nos vemos hoje em dia confrontados como espécie, o que converte emimperativo, e não em um luxo, o acometer sob um novo enfoque a tarefaeducativa. Como dizem Botkin e outros em seu Informe ao Clube de Roma No Limits toLearning1:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: center; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;“Depoisde uma década discutindo temas gerais, alguns sinais de mudança se fazem notarnos debates. A maioria dos participantes em extensas conferências centradas em propornovos modelos de construção do mundo sentiu que faltava nos diálogos um elementarsentido crítico. A preocupação pelo aspecto material da problemática mundial haviadiminuído efetividade nas considerações. Agora se faz evidente uma nova preocupação:a de voltar a colocar o ser humano no centro dessa problemática. Isto supõe umamudança, no sentido de deixar de considerar os problemas globais como manifestaçõesde problemas físicos de sobrevivência material (Life Support Sistem), para começara aceitar a importância proeminente do aspecto humano de tais problemas”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Estes escritores falam da “brecha”(Human Gap) com a qual se vê enfrentado o ser humano – a distância entre acrescente complexidade dos problemas e sua capacidade para lhes fazer frente –e acreditam que essa brecha pode ser preenchida utilizando-se como ponte a aprendizagem:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: center; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;“Aaprendizagem, neste sentido, vai além de ser um tema geral a mais. O fracasso nestecampo constitui atualmente, de um modo fundamental, o tema central da problemáticamundial. Em resumo, aprender se converteu em um assunto de vida ou morte.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Eu prefiro, pessoalmente, insistir no“desenvolvimento” e dizer que continuamos como lagartas, recusando-nos a nosconvertermos em borboletas, acabaremos destruindo nosso meio ambiente edevorando-nos uns aos outros. Falando de outro modo, não podemos nos permitir continuardeixando de lado, como mera possibilidade, essa transformação do ser humano quese deu de fato em outras épocas. O que em outros tempos foi só destino de unspoucos e pode parecer um luxo no passado, agora se apresenta comcaracterísticas de urgência coletiva. Hoje&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;em dia o crescimento do poder de que pode dispor o ser humano amplifica osefeitos das falhas que comete em seu exercício, e as conseqüências resultaminevitáveis para uma população que ameaça superar os limites da capacidade doplaneta. Em tudo isto, não podemos deixar de ver a expressão de uma psiquedesenvolvida só de um modo muito incompleto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;A psicologia do ser humano ordinário – apsicologia que tenderíamos a chamar “normal” – é, psicanaliticamente falando,regressiva. Sob a capa de pseudo-abundância que mostramos ao mundo, e com aqual talvez nos identifiquemos, nossa motivação brota geralmente do que nos falta:somos cobiçosos, sentimo-nos insatisfeitos, dependentes. Em outro tempo, nostempos de nossos antepassados Cromagnon, éramos canibais, porém a julgar pelamarcha dos assuntos internacionais continuamos sendo implicitamente. Os gastosmilitares do mundo em 1979 excederam a quantidade de bilhões de dólares pordia, e em anos posteriores, em que a escassez e a superpopulação se tornarammais ameaçadoras, não fizeram mais que aumentar. Isto seria necessário se nãofôssemos a nível inconsciente uma sociedade paranóide e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;canibalística? Não seria razoáveldedicar esta soma a um programa de restauração da terra, que incluísse comomais urgentes as necessidades de atenção ecológica e de desenvolvimento da consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Nossa vida coletiva, já na aurora dapré-história, conheceu metas que estimularam nossos antepassados a evoluir,porém também traumas que nos precipitaram em um “abismo” de patologiapsicossocial. A motivação carencial – e a conseqüente exploração do próximo, danatureza e de si mesmos que dela se deriva – perpetuou-se por contágio,infectando uma geração após a outra, o psiquismo dos seres humanos que nosprecederam, de modo que atualmente nos vemos empurrados por ela para umiminente naufrágio, do qual só poderemos nos salvar se soubermos nadar, eutilizo a metáfora de “nadar” para nomear a nova consciência capaz de nosdeslocar “daqui” para ”lá”, do condicionamento milenar e obsoleto de queestamos padecendo, frente a uma nova ordem mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Longe de constituir um luxo, uma novaeducação – uma educação da pessoa inteira para&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;um mundo total – é uma necessidadeurgente, e é também nossa maior esperança: todos os nossos problemas sesimplificariam enormemente só com o poder alcançar uma verdadeira saúde mental,já que esta traz consigo uma autêntica capacidade de amar. Como diziaKrishnamurti há&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;anos atrás, “a paz individual é a basesobre a qual se assenta a paz do mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Hoje, no entanto, vive a maior parte daspessoas que formaram parte de uma geração de buscadores talvez só comparável àdaqueles que conheceram os primeiros tempos do cristianismo ou o surgimento deoutras grandes religiões. Este fenômeno cultural, que explodiu nos EstadosUnidos há uns trinta anos, atravessou um período de expansão entusiasta e outrode apagamento desencantado, e isto reflete a estrutura de um processopsicológico. Passado todo aquele bem conhecido entusiasmo ao iniciar o caminho,quando parecia que logo o mundo inteiro estaria transformado, uma fraçãoconsiderável daquela juventude norte-americana avançou até a igualmente bemconhecida etapa de dar-se conta que – como Gurdjieff costumava&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;dizer – “no começo são rosas, rosas,rosas; em seguida, espinhos, espinhos, espinhos”. Toda uma geração, praticamentefalando, embarcou naquela busca; não obstante, até agora não temos visto comoresultado uma sociedade transformada, mas somente um punhado de aprendizes debruxo em diversos graus de desenvolvimento: indivíduos só aparentemente transformados,que têm alguma contribuição a dar a partir de sua experiência e que agora sabemque a viagem é muito mais dura e longa do que haviam pensado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Se for tão difícil transformar umadulto, pode resultar mais proveitoso começar com os jovens. Se pensarmos em termosde uma perspectiva global, tendo em conta as necessidades mais vitais que nosacossam como habitantes desta terra, a educação, e em particular toda ajuda quepossa ser prestada ao crescimento dos indivíduos humanos durante sua etapa demaior plasticidade, sobressai dentre todas as estratégias possíveis como a maisadequada para poder intervir conscientemente em nossa própria transformaçãoevolutiva. Certamente, é também a mais econômica, em um tempo onde o fatoreconômico é crucial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Hitler descobriu, em seu momento, quecontrolando a educação podia controlar a sociedade. Poderíamos resgatar averdade que se esconde nesta percepção, assentando-a sobre uma base verdadeira,pois não é através de um “controle” que poderemos alcançar o fim que perseguimos,mas através de atitudes de atenção, habilidade e afeto, e mais que nada pela qualidadedo próprio ser. Somente dotando os jovens da possibilidade de converterem-se emseres humanos completos podemos esperar um mundo melhor. Se temos que“controlar” a educação, necessitamos entender que este controle deve colocar-sea serviço da liberação dos indivíduos – na realidade, seria um contra-controle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Para muitos de nós é familiar o slogan:“Formar os homens que a pátria necessita”. Se atentarmos ao sentido implícitodesta expressão, formação aqui vem a ser sinônimo de socialização em termosgerais, quer dizer, educação concebida como veículo de condicionamento social.Porém se falamos de formar homens que o mundo necessita, devemos admitir queentão, necessariamente, não se tratará de educar a partir e para o conformismo,mas para a liberdade e autonomia, pois um “mundo” verdadeiro só será possívelse contar com autênticos indivíduos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Escrevendo depois de Darwin, HerbertSpencer comparava a sociedade a um organismo – idéia que geralmente deixaram delado os sociólogos posteriores. Realmente, nossa sociedade dista muito de serum organismo, e nisto temos avançado menos que as abelhas e as formigas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Uma sociedade que fosse com respeito aoindivíduo o que o cérebro é para as células que o constituem, teria quecimentar-se na existência de seres humanos maduros, isto é, seres integrados eem vias de auto-realização, e não essa espécie de robôs humanóides que a partirde sua cegueira e outros males fomenta nossa sociedade. Pode-se dizer que umaeducação orientada para o indivíduo inteiro está por si só orientada para umatotalidade mais vasta, é “uma educação para um mundo unificado”, e quis pôr emrelevo esta idéia incluindo-a no título deste capítulo. Em primeiro lugar parasublinhar a tese de que “uma educação da pessoa inteira é uma educação para omundo total”, e também pelo quão saudável pode resultar o acentuarespecificamente a finalidade metapessoal. Além disso, esta é uma idéiainspiradora: se nos tornamos conscientes do quanto necessitamos de uma educaçãoorientada para a paz e para a unidade mundial, talvez essa consciência possa suscitara capacidade de contribuição criativa correspondente a esta finalidade. Umindivíduo não pode verdadeiramente considerar-se completo se carece de umavisão global do mundo, se não possui um sentimento de irmandade. Necessitamosuma educação que leve o indivíduo até este ponto de maturidade e no qual,elevando-se acima da perspectiva isolada do próprio eu e da mentalidade tribal,alcance um sentido comunitário plenamente desenvolvido e uma perspectiva planetária.Necessitamos uma educação do eu como parte da humanidade, uma educação do sentimentode humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;O despertar espiritual que forma partede nosso destino potencial não supõe somente o nascimento do “eu”, mas também oparto do “tu”. O nascimento do Ser supõe o nascimento do eu-tu, o dar a luz dosentido do “nós”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Como a educação pode contribuir paracriar o sentido do nós? Não somente através de uma atitude distante de todo obairrismo e aberta para uma visão universal das coisas, mas, antes de tudo esobretudo, por meio de uma capacitada aplicação de técnicas de liderança comunitária,isto é, prestando uma assessoria experimentada acerca dos processos de formaçãode grupos no verdadeiro sentido da expressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Para Carl Rogers, os grupos sãopossivelmente o invento mais significativo do presente século. O futuro dirá.Porém em todo caso, constituem um recurso muito importante, e creio que todoeducador deveria adquirir um repertório de habilidades que incluem, entreoutras, a capacidade de facilitar uma comunicação sincera entre seus alunos –responsabilizando-se por suas conseqüências -, a &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;capacidade de reconhecer e expressar aspróprias percepções, tanto de si mesmo como dos outros, e a de desenvolver suaprópria empatia e manter-se afastado dos jogos do ego. Este processo nãodeveria, entretanto, limitar-se à celebração de grupos de encontro ou outros deíndole semelhante, mas constituir melhor o contexto de uma situação educativa.Existem duas classes de grupo que por representar outras tantas formaspoderosas de atividade comunitária quero sublinhar especialmente. Um é o grupode tarefas, que oferece uma situação ideal para a aprendizagem do trabalho emcolaboração assim como para desenvolver a consciência de tudo o que adificulta. O outro, os grupos de tomadas de decisões, que além de oferecer aosparticipantes um claro reflexo de seu caráter, constituem talvez o instrumentomais fundamental de que dispomos em direção a uma educação para a democracia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Ao aplicar todos esses recursos, devemoster presente que, na situação que atravessamos, crescimento e cura sãoinseparáveis. Só artificialmente cabe separar o campo da educação do dapsicoterapia e das disciplinas espirituais, pois realmente não existe mais queum único processo de crescimento-cura-iluminação. O tabu que se opõe àintrodução da psicoterapia na educação deve ser entendido como o sintomaregressivo e defensivo que é na realidade: se continuarmos desatentos ao campoafetivo na educação, continuaremos devolvendo ao mundo indivíduos fixados empautas infantis de conduta, sentimento e pensamento e, certamente, estaremosnos afastando do objetivo de educar as pessoas para que possam desenvolver-seem plenitude.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Depois de haver dito com tanto luxo depalavras que, em verdade, chegou a hora de pôr em prática a idéia de umaeducação integral, quero agora expor, mesmo que parcialmente, qual é minhavisão do que poderia ser a educação do futuro. E ao começar a fazê-lo, nãoposso deixar de recordar o ensaio que Aldous Huxley dedicou ao tema: “Sobre aeducação de um anfíbio”. As observações e sugestões que seguem não são outracoisa que uma atualização do convite pioneiro que Huxley lançou em prol de umaeducação holística há mais de trinta anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Não é preciso dizer que a nova educaçãoserá dirigida ao corpo e às emoções, à mente e ao espírito. Porém de quemaneira e valendo-se de que instrumentos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Com respeito à educação física, sabemoshoje em dia o suficiente para reconhecer que à parte o treinamento desportivo eoutros meios de manter uma adequada forma física, existem outras formas maissutis de trabalho corporal. É o campo do que o Dr. Thomas Hanna designou como“Novas Somatologias”. Poderíamos falar de um trabalho corporal externo einterno, seguindo a aplicação que destes termos se faz nos esportes. O novo queé preciso adicionar à educação física tradicional tem a ver com a atitude e aatenção, e, além disso, isto seria aconselhável incorporar ao currículo algumasformas de treinamento sensório-motor. Podem resultar excelentes e apropriadas,não somente certas técnicas de trabalho com base no movimento corporal, como ada “Autoconsciência pelo Movimento” de Feldenkreis, a “Eutonia” de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Gerda Alexander ou a educaçãopsicomotora relacional, com também outros enfoques mais tradicionais como oHatha Yoga e o Tai Chi Chuan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Outro campo, relacionado também com avertente física do complexo humano, e também necessitado de atenção, é orelativo ao que poderíamos chamar destrezas, seja no campo do cuidadodoméstico, da arte culinária ou do artesanato em geral. Se o lado psicopatológicointerfere com a capacidade de mobilização para cumprir qualquer tarefa, é claroque o cultivo de uma atitude saudável com respeito à própria atividade possuium indubitável valor terapêutico. O trabalho manual oferece também uma ocasiãovaliosa para desenvolver virtudes profundas como são a paciência e a capacidadede auto-satisfação, só com que se nos saiba fazer captar o valor interior que escondequalquer forma de arte e aprendamos a usar a situação exterior para o própriocrescimento como pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Passemos agora para a educação dossentimentos. Em primeiro lugar, temos que dizer que resultaria artificialseparar demasiado a educação afetiva do que pertence à educação das relaçõesinterpessoais e, igualmente, tampouco podemos separar do todo o campo afetivo interpessoaldo tema do autoconhecimento. Segundo isto, quero assinalar que tudo o que está contidosob a rubrica da educação interpessoal, chame-se autoconhecimento, auto-estudoou autocompreensão – esse alto ideal ardentemente assumido e predicado porSócrates -, é algo que os atuais modelos educativos marginalizam sistematicamenteem tempos que contamos com recursos suficientes para fazer de outro modo. Éhora de contar em nossos currículos com laboratórios de comunicação humanamodernamente concebidos onde se fomente e facilite a capacidade deautocompreensão, em um contexto de conscientização interpessoal e aprendizagemcomunicativa, partindo dos muitos recursos disponíveis hoje em dia, desde o exercíciode livre associação que Freud introduziu, até os últimos refinamentos surgidosdentro do movimento humanístico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Certamente, necessitamos desenvolver, senão recobrar, a capacidade de identificar os próprios sentimentos, assim como ade expressá-los de forma autêntica e adequada. Não podemos nos permitir passardesatenta a contribuição que representam as técnicas de dramatização e, maisgeralmente, de expressão para o desenvolvimento da vida emocional. Também éimportante neste aspecto um recurso procedente da concepção liberal daeducação: o contato com o patrimônio literário e artístico do mundo inteiro,feito com o guia apropriado, constitui um legado recebido de coração a coração,assim como a ciência e a filosofia são uma herança que se transmite de mente amente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;O mais importante que tenho a dizer, nãoobstante, com respeito à educação no campo afetivo, poderia ser a necessidadeque temos de reconhecer que seu objetivo central é o desenvolvimento dacapacidade de amar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Não cabe a menor dúvida de que a saúde etodas as suas virtudes naturais concomitantes são inseparáveis da capacidade deamar-se a si mesmo e amar aos outros. Assim, pois, temos necessidade de umapedagogia do amor. Contamos com informação suficiente para poder desenvolvê-la;talvez o que estava faltando era um sentido de direção e a ocasião para aplicá-laem um contexto educativo. Sabemos, por exemplo, que apesar da necessidade de proporcionarcalor, compreensão e segurança psicológica, e dar também ocasião para desenvolvero sentimento comunitário, é necessário ocupar-se adequadamente da ambivalência infantilcom que cresce a maioria das pessoas em nossa sociedade como resultadoinevitável de ter tido como pais seres que foram tudo menos emocionalmentemaduros, felizes e produtivos. O potencial amoroso do indivíduo permanecevelado por seu ódio a si mesmo e por sua destrutividade, consciente ouinconsciente, coisas todas surgidas em sua mais tenra história. Liberar-se delas,como a estas alturas demonstra claramente a experiência psicoterapêutica, exigealcançar uma compreensão intuitiva mais que puramente intelectual no re-exameda própria vida, e ventilar toda a dor e frustração associadas às impressões dopassado para assim poder soltá-los. Certamente, tudo isto requer normalmente umlongo processo psicoterapêutico, todavia, ainda assim, hoje em dia pode serrealizado em um tempo muito mais curto do que na época dominada pelainvestigação psicanalítica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Eu creio que tudo isto se deve em grandeparte ao tabu existente no campo educativo com respeito ao terapêutico, assimcomo com respeito ao tema religioso. Estima-se que o campo educativo deve serdistinto e não deve ser invadido por estes outros campos. É uma concepção umpouco territorial, inundada na realidade por complicações compreensíveis, comoas que se produzem quando uma criança começa a falar no colégio de coisas quese passam em casa. Estasnão são coisas que se possam manejar a nível local, a nível do próprio colégio.Os professores, os diretores escolares, inclusive os burocratas da educação,necessitariam contar com um apoio muito mais forte para poder tomar ainiciativa de implantar na escola elementos que formam parte da metodologia –da tecnologia poderíamos dizer – de que hoje dispomos para desenvolver e/ousanar as relações afetivas. Se a crise que padecemos é antes de tudo uma crise derelações, uma crise em relação com a capacidade amorosa do ser humano, nãopodemos continuar mantendo essa separação entre o terapêutico e o educativo,nem podemos continuar identificando educação com uma instrução freqüentementeirrelevante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Talvez o recurso procedente do campo daPsicologia Humanística que mais se tentou aplicar no contexto educativo, aomenos nos Estados Unidos, foi o enfoque gestáltico (com o nome de “educaçãoconfluente”). George Brown, professor de educação no campus de Santa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Barbara da Universidade da Califórnia, etambém gestaltista, conseguiu o apoio do Instituto Esalen e da Fundação Ford hámais de vinte anos, e esteve distribuindo formação gestáltica a educadores deum modo sistemático em todos estes anos, não tanto com a intenção de convertera terapia gestáltica em uma parte adicional do currículo, mas com o objetivo dedotar os professores de uma maior capacidade de aproximação experiencial daverdade, de uma maior compreensão da condição humana, e uma maior habilidade demanejar-se como pessoas frente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;a outros seres humanos – tudo o quesupõe estar trabalhando no terreno fronteiriço entre o terapêutico e odidático. Creio que a Gestalt merece ser recomendada como um recurso de primeiraordem pela economia que representa: um contato ainda que breve, com a Gestaltpode aumentar na pessoa este tipo de habilidades, ao desenvolver-lhe acapacidade de estar aqui e agora. A maioria das pessoas vive sob um implícitotabu que as impede de expressar o que está acontecendo no momento, de modo quequando adquire a capacidade de tornar-se mais consciente e de assumir aresponsabilidade de sua experiência no aqui e no agora podem surgir mil coisasnovas. Esta é uma liberação impregnada de conseqüências. Quando alguém pode interrompero que está acontecendo a nível discursivo para dizer, por exemplo, “Algo mecheira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;mal”, ou “Me sinto incomodado”, “Estasituação está me aborrecendo”, deslocando assim a comunicação ao nívelinterpessoal, é possível superar muitos estancamentos estéreis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Algo semelhante poder-se-ia dizer daA.T. (Análise Transacional), do Psicodrama, e de outras diversas terapiascontemporâneas. Mereceriam formar parte de um mosaico ideal de experiências econtribuiriam tanto para o processo de desenvolvimento pessoal como para a formaçãoprofissional dos educadores. Porém ao sonhar com uma possível educação dofuturo, quero sublinhar muito especialmente o enorme potencial que encerra paraa educação um enfoque terapêutico, todavia não muito conhecido nem sequer noâmbito da terapia e que se conhece com o nome de Processo Fischer-Hoffman. Nãose originou no mundo acadêmico, mas no espiritual, e lhe concedo uma singularrelevância como remédio frente aos males patriarcais, pois constitui um métodoespecificamente dirigido para conseguir a integração do “pai”, da “mãe”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;e o “filho” dentro do indivíduo. Tambémé conhecido com o nome de “Processo da Quadrinidade”, por perseguir aharmonização do corpo, das emoções, intelecto e espírito do indivíduo. Há maisde dez anos, em um dos congressos internacionais de Gestalt realizado nos EstadosUnidos, eu o recomendei como algo sumamente apropriado para a formação de gestaltistase em geral como instrumento recomendável na formação de qualquer tipo de terapeutas.Porém creio que o principal potencial deste método está no campo educativo. Conseguecom relativa facilidade plantar em pouco tempo uma semente de cura no queconstitui&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;a especialidade deste método: o campodas relações do indivíduo com seus pais estejam estes vivos ou mortos. A idéiaé a mesma do quarto mandamento, já que o desamor, a ambivalência amorosa emrelação aos pais, a agressão consciente ou reprimida contra eles, perturbatodas as relações da pessoa com o mundo, e é o que (para usar a linguagempsicanalítica) está por trás da “compulsão de repetição”, o transferirinterminavelmente para o presente atitudes aprendidas no passado. Ao serestabelecer o vínculo amoroso com os pais (um vínculo amoroso que a maior partedas pessoas nem sequer suspeita de haver perdido) se restabelece apossibilidade de outro nível de amor por si mesmo e, por extensão, pelosdemais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Se quisesse dizer que aspecto estariamais necessitado de reforma dentro do âmbito da educação do intelecto, serianecessário apontar para algo bem diferente de tudo quanto se revisa e seapresenta de ano para ano nos inumeráveis congressos de educação a nívelnacional e mundial, e ao qual se dedicam enormes somas. Tanto nos EstadosUnidos como em outros países, investem-se milhões de dólares em reformaseducativas que não tratam senão de reformar o currículo, a maior parte dasvezes com base em simples variações sobre os mesmos temas. O que se necessitanão é tanto modificar quanto condensar de um modo significativo o currículotradicional, com base em uma séria tarefa de seleção que apenas se começou arealizar, e implantar o que eu chamaria uma ética de economia tanto derecursos, como do tempo dos estudantes, de modo que a situação escolar possaser usada em proveito da criança de um modo mais frutífero a partir de umaperspectiva mais atenta aos valores humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Caberia esperar que com respeito àvertente cognitiva da educação, haveria menos a dizer ou fazer em prol de suapossível melhora, já que até agora a educação veio se centrando quase queexclusivamente neste aspecto. Não obstante a educação, em seu aspectointelectual necessita ir muito mais além da mera transmissão de informação,tanto se o objetivo é compreender melhor o mundo como se o que se pretende écapacitar o indivíduo para levar a cabo tarefas especializadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;O estender a educação além dos conteúdoscognitivos, segundo estou sugerindo, nos confronta com a necessidade dedesenvolver a vertente informativa da escola de um modo muito mais eficiente doque se vem fazendo até agora, simplesmente porque haveria muito menos tempopara dedicar-se a isto. Necessitamos aproveitar ao máximo todo o potencial queencerram os puzzles e os jogos, que constituem um meio ideal para aaprendizagem precoce das matemáticas, estender toda a riqueza dos recursos audiovisuais,explorar as possibilidades dos organizadores, etc&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3fff; font-family: Tahoma;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Creioque, antes de tudo necessitamos o que se poderia chamar uma ética de brevidade:não podemos permitir sobrecarregar a capacidade de armazenamento de nossos cérebroscom informações detalhadas sobre coisas ou aspectos não essenciais, mas devemosnos concentrar ao máximo em questões realmente significativas, seja com respeitoà visão do mundo ou relativas à própria vocação ou preparação para o serviço noseu meio. A sede de compreensão faz parte da natureza humana e necessitaalimentar-se de uma visão panorâmica do conhecimento. Seria, pois, aconselhávele sábio pôr em obra um tipo de educação que unisse um equilíbrio entregeneralismo e especialização; isto é, uma educação capaz de promover habilidadesespecíficas sobre uma base de conteúdo geral. Isto em si implicaria uma certa educaçãodo chamado pensamento integrativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;O que o panorama atual mostra comoinsuficientemente recalcado na educação tradicional é o desenvolvimento dehabilidades cognitivas, como tais, mais além dos conteúdos da aprendizagem.Além de aprender, precisamos, sobretudo, aprender a aprender. Inclusive se adotamosuma atitude mais pragmática que humanista, chegamos à mesma conclusão. “A quantidadede conhecimentos que alguém adquire em uma área qualquer de conteúdo não tem relação,em geral, com um melhor desempenho da ocupação correspondente”, escreve o professorKilpatrick no Boletim da AHHP (Architectural History and Historic PreservationDivision). “A maioria das ocupações só requerem que o indivíduo esteja dispostoe seja capaz... O que distingue o indivíduo eficaz no desempenho de sua funçãonão é tanto a aquisição nem o uso de conhecimentos, mas as capacidadescognitivas desenvolvidas e exercitadas no processo de aquisição e empregodesses conhecimentos”. Aqui também necessitamos mudar nosso foco do externopara o interno, do aparente para o sutil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Para o desenvolvimento das capacidadescognitivas existem novos recursos que a educação poderia incorporar hoje emdia, instrumentos que vão desde os exercícios de pensamento lateral De Bono e otreinamento da análise das pressuposições implícitas&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,até o pensamento dialético e a educação não-verbal de Feuerstein e outros.Quero destacar, não obstante, dois deles que, ainda não sendo novos, não devempor isso cair no esquecimento. Refiro-me em primeiro lugar às matemáticas. Estaé uma área de conteúdos de extraordinário valor na educação do raciocínio comotal, como bem sabiam os educadores do passado. Se aspiramos conseguir umequilíbrio entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, temos que termuito cuidado para não descartar as matemáticas como se se tratasse de umexercício acadêmico próprio do passado, tal como parece inclinada a pensar anova cultura centrada no hemisfério direito. Em segundo lugar, refiro-me àmúsica. Toda expressão criativa, através do meio que seja, pode ser consideradacomo um meio para desenvolver a intuição, porém entre todas elas, a música sesobressai, como de modo semelhante, entre todas as ciências sobressaem asmatemáticas. A música, como disse, Polanyi, é “matemática sensível”, e pode fazerpor nosso cérebro intuitivo o que as matemáticas podem fazer em favor do nossocérebro racional. Neste aspecto, pode ser que tenhamos algo que aprender com oshúngaros que, sob a direção de Zoltan Kodali, há algumas décadas, foram ospioneiros no campo da educação musical e na observação de seus benéficosefeitos sobre as crianças, com resultados mensuráveis quanto ao desenvolvimentode sua inteligência. Existem também outros recursos disponíveis neste sentido,dos quais poderiam tirar partido nossas escolas, tais como o sistema Orff e aEurritmia de Dalcroze.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Outro aspecto de uma educação centradano desenvolvimento da capacidade amorosa é o transpessoal ou espiritual. Ametade do quanto podemos fazer neste aspecto consistiria em promover odesmoronamento do “ego”, ensinar a transcender o próprio caráter e oferecerajuda para atravessar o processo de liberação dos obstáculos interiores. Aoutra metade deveria centrar-se no cultivo daquelas qualidades que constituem oobjetivo de toda forma de meditação, pois é bem sabido, e assim o predicamtodas as religiões, que o amor flui naturalmente da experiência mística.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Isto se enlaça com o tema da educaçãotranspessoal, isto é, a educação deste aspecto da pessoa que está além docorpo, da mente e das emoções, e ao que tradicionalmente se dá o nome de“espírito”. Começarei por referir-me à questão controvertida de se a religiãodeve ou não ser ensinada em sala de aula. Houve um tempo em que a religião erauma matéria obrigatória. Logo, a educação secular reclamou sua independênciafrente à igreja, e isto supôs um passo avante no desenvolvimento da sociedademoderna. Porém uma coisa é tornar-se independente da autoridade de umadeterminada hierarquia religiosa, e outra é o tema da educação espiritual. Avertente religiosa é um aspecto da natureza humana, e nenhuma educação podepretender chamar-se holística se não a toma em consideração. Oespírito de nossa época não se dispõe já com inculcar nenhum tipo de dogmas nemcom atitudes individualistas: chegou a hora de um enfoque transistêmico etranscultural no campo do espírito. Como uma vez escutei dizer ao bispo Myersde San Francisco em uma reunião de prospectiva “Não podemos nos permitir menosdo que nos tornarmos herdeiros do acervo cultural completo da humanidade”. Oque necessitamos, obviamente, é uma “aula de religião” onde se apresente a essênciados ensinamentos espirituais do mundo inteiro e que enfatize a experiênciauniversal comum que todas elas simbolizam, interpretam e cultivam de maneirasdiferentes &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Quero também tocar na questão de quandouma criança deve ser iniciada no ensinamento religioso. Existem certaspráticas, dotadas de um significado espiritual em certo modo equivalente ao dameditação, que resultam &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;apropriadas paracrianças pequenas, como são o contato com a natureza, as artes, o artesanato, adança, o trabalho corporal, e, sobretudo, a narração de histórias e a fantasiadirigida. Não obstante, em minha opinião, a época ideal &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;para começar a educação espiritual explícita éna puberdade, e não antes, a menos que nos proponhamos a levar a cabo umalavagem cerebral. As culturas primitivas que, como bem sabemos hoje, podemestar espiritualmente muito evoluídas, costumam introduzir seus membros nossímbolos e revelações de sua tradição por ocasião de um rito de iniciação naadolescência e na vida adulta. Antes disso, os assuntos religiosos são tratadoscomo mistérios para os quais haverão oportunidades e guias adequados paraquando for o momento. Creio que esta prática, muito propagada, encerrasabedoria, já que é na adolescência que surge a paixão pela compreensãometafísica, que converte muitos jovens em filósofos naturais. O que é mais importante:a adolescência marca o começo do anseio, o despertar da energia que move o buscadorem seu caminho. Este é, portanto, o tempo biologicamente adequado para falar aoindivíduo em crescimento acerca da “viagem” e de seu objetivo, e acerca dasajudas, dos veículos, os instrumentos e os talismãs de que pode dispor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;É desnecessário dizer que uma autênticaeducação espiritual não deveria limitar-se ao terreno teórico, pois osensinamentos espirituais oferecem um contexto adequado para a prática. Se há defigurar no currículo uma “aula de religião”, esta deveria ser complementada poruma introdução vivencial às disciplinas espirituais, por uma espécie de“laboratório de religião” que incluiria uma introdução à meditação e outraspráticas semelhantes, de modo que o indivíduo, ao deixar a escola, estariadotado das ferramentas básicas necessárias ao seu próprio progresso espiritualna vida cotidiana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Terá que transcorrer algum tempo antesde poder contar com indivíduos capazes de montar uma aprendizagem relativa àsdisciplinas espirituais baseada na experimentação e desenhada a partir daperspectiva transcultural e integral. Entretanto, a melhor opção pode ser ofereceraos estudantes um período de tempo durante o qual possam “provar” entre umaseleção das principais disciplinas espirituais concebidas de acordo com oselementos naturais e objetivos de todo ensinamento espiritual e com os aspectosdo processo psíquico implicados nela. É claro, por exemplo, que uma formanatural de iniciar um programa semelhante poderia basear-se na prática daconcentração, já que todas as formas de meditação, de culto e de reza descansamna capacidade de concentrar-se devidamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Mesmo que este tema, que é um dos meuscampos de especialização, mereça um desenvolvimento muito mais extenso,basta-me dizer que as variedades existentes de esquemas de prática espiritualse reduzem, em minha opinião, a uma série de formas puras, ou a uma combinação,de um número limitado de “ações internas”, e creio que assim como a educação físicarequer exercitar as diferentes possibilidades de movimento do corpo, assimtambém deveríamos tratar de cultivar as diferentes “posturas psicológicas” queimplica a experiência espiritual; com efeito, esta atitude ótima de consciênciaque todas as disciplinas espirituais perseguem como meta, acarreta um estado eumas experiências multifacetadas, que abarcam qualidades e sensações diversas comoclareza, calma, liberdade, desapego, amor, sacralidade. E ainda que o cultivode cada uma destas qualidades constitua por si um caminho, algo se poderia ganharatravés de um enfoque integrativo que, acima do que cada uma delas representa, apontassepara o objetivo ao qual convergem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Não obstante as razões de eficácia, umprograma concebido com base na compreensão das dimensões subjacentes a qualquertipo de prática espiritual teria a vantagem de conduzir à conciliaçãoexperimental de muitos paradoxos e acabar com a estreiteza mental que supõe discutiracerca de qual é o caminho “verdadeiro”. Outro fruto adicional seria aespontânea compreensão da essência de todas as tradições religiosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Desenvolvi até aqui minha visão acercado que chamo uma educação integral, isto é, uma educação do corpo, das emoções,da mente e do espírito, que se baseia em uma contemplação equilibrada de seusdiferentes aspectos, e que seja capaz de devolver ao mundo seres capazes decompreender tal visão e de servi-la com generosidade. Que podemos fazer em favorde tão nobre iniciativa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Certamente, a questão decisiva é aexpansão e difusão dessa forma de compreensão. Um maior progresso nacompreensão por parte de todos é suscetível de conduzir a ulteriores desenvolvimentos,mais criativos que os produzidos até o momento no seio do ensino privado, e issojá é algo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Porém o passo seguinte para converter osonho em realidade reside, não obstante, na educação dos educadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Isto muitos educadores já vêm fazendopor si mesmos, guiados por um afã de crescimento próprio e amor por suaprofissão procurando novas experiências e informações necessárias através dedistintas formas de educação contínua e autodirigidas. É de se esperar, contudo,que dentro de não muito tempo os próprios centros de formação de educadores possamhaver assimilado suficientemente a forma holística de compreensão a que nosreferimos, de maneira que no momento de deixar a universidade os professorestenham desenvolvido, junto com a maturidade e profundidade necessárias, aperspectiva e a série de habilidades que requer uma educação integral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;À expansão e maturidade da consciênciana população, e de um modo especial entre os profissionais, seguirá de um modonatural a reforma do sistema educativo oficial: a revolução de hoje é o“establishment” de amanhã. As instituições sociais possuem sua própria inércia característica,e o crescimento tem lugar como resultado de ultrapassar tal inércia através da visãoprospectiva: “O poder domesticador do pequeno”, na linguagem do I Ching. O establishmenteducativo mereceu ser comparado, por sua inércia, com um elefante branco, e os serviçosque presta resultam obsoletos e irrelevantes até um ponto completamenteinjustificável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;A indisciplina escolar, não me restadúvida, é neste sentido um fenômeno reativo, uma espécie de greve contra ainutilidade, uma súplica em prol de uma educação que seja relevante para os temposcríticos e os problemas reais que devemos enfrentar, uma educação que realmentepossamos considerar sábia e que verdadeiramente nos ajude a sermos melhores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Confio ter transmitido, através do queprecede, uma certa consciência acerca da negatividade e irrelevância do nossoatual sistema educativo, patriarcal e anti-holístico com respeito à situaçãohumana real de hoje em dia, e espero haver deixado claro que este é um tema querequer uma urgente atenção. Nossa educação é tão absurda como potencialmente “salvadora”.É absurda até o ponto de que muitos chegaram a falar de desmantelar as escolas comosolução mais adequada (Ivan Illich via no desmantelamento das escolas o passo fundamentalpara a grande liberação necessária frente ao autoritarismo em geral). Muitos pensamque a educação atual não só deixou de cumprir com sua função, mas inclusive,por omissão nos prejudicou. Ao dizer isto me vem a imagem de um cartaz que&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;apresentasse a foto de um grupo de criançascheios de vida, ao lado de outras pessoas em um ônibus, com cara de robôs eexpressão aborrecida, e uma frase embaixo que dissesse: “O que aconteceu?”. Nahora de encontrar resposta para este processo de adormecimento, de embotamentodas faculdades humanas, não cabe dúvida de que haveríamos de aplaudir àintervenção de um processo educativo como o atual, tão oposto ao que com ele sedeveria tratar de conseguir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;A situação global que atravessamos mefaz considerar “urgente”, e não somente importante, encontrar uma solução paraeste problema, já que, apesar de que a crise que padecemos é conseqüência dofracasso de nossos planos nas relações humanas, estamos descuidando totalmenteda aprendizagem da dimensão transpessoal no âmbito educativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Depois de ter circulado durante muitosanos a expressão “problemática mundial”, como referência ao grandemacroproblema que engloba todos os problemas que escapam à capacidade deencontrar soluções dos especialistas isolados, Alexander King, co-fundador doClube de Roma, alcunhou em seu livro A Primeira Revolução Mundial, recentementepublicada, a nova expressão “resolútica”, como contrapartida daquela, e em suaproposta de uma via complexa de saída para&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;a situação, destaca junto à datecnologia, a importância da educação. Segundo ele, a educação deveriacompreender os seguintes objetivos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Adquirir conhecimentos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Estruturar a inteligência e desenvolveras faculdades &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;críticas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Desenvolver o conhecimento de si mesmoe a consciência das próprias qualidades e limitações;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Aprender a vencer os impulsosindesejáveis e o comportamento destrutivo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Despertar permanentemente as faculdadescriativas e imaginativas da pessoa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Aprender a desempenhar um papelresponsável na vida da sociedade;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Aprender a comunicar-se com os demais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Ajudar as pessoas a se adaptarem e a seprepararem para a mudança;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Permitir a cada pessoa a aquisição deuma concepção global do mundo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;-Formar pessoas para que possam seroperativas e capazes de resolver problemas&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftn3" name="_ftnref3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: #041694; font-family: Tahoma;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;essoalmente celebro e compartilho das afirmações de King, porémsinto, não obstante, que em sua linguagem de pura objetividade tomado do mundoda economia, da política e da engenharia, perde-se algo vital substancial: parece-mesignificativa a ausência de palavras como&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;“amor” e “compaixão”. São palavras quenosso mundo, baseado no desenvolvimento do hemisfério cerebral esquerdo,considera implicitamente proibidas, de um modo semelhante a como entre ospersonagens replicados do Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley se consideravade mau gosto falar da incubadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Quero agora me referir ao fato de queuma das razões por que não se avançou mais até agora, nem sequer na formulaçãodesses objetivos adicionais que a educação deveria perseguir, é a implícitaconvicção de que tentar consegui-los resultaria em um excesso de custos. Parecenatural pensar que uma mudança tão radical em torno dos objetivos da educação –e não digamos nada quanto aos meios a serem empregados para isto – teria quesupor a correspondente relevância no pessoal encarregado de levá-lo a efeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Todavia, acredito que o problema não étão insolúvel como parece. A chave definitiva, certamente, se apoiaria em ummodelo diferente de formação dos educadores, que atualmente recebem um excessode bagagem intelectual e uma insuficiente educação emocional e espiritual. Porexemplo, no campo da psicologia se ensina muito a respeito de condutismo porémnada que realmente ajude a mudar as pessoas; quer dizer, aprende-se a mudarcomportamentos concretos, porém muito pouco a mudar a forma de vida. Por quê?Porque o condutismo é científico, e como tal só se ocupa do que pode sermedido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Uma vez um de meus professores naFaculdade de Medicina, Ignacio Matte-Balnco, psicanalista chileno emigrado àItália há muitos anos, contou-me de um amigo seu que havia desejado estudarmedicina porque lhe atraía como vocação ocupar-se do ser humano, compreender amente humana. Com o tempo chegou a dar-se conta do quão impossível era pretenderconstruir uma autêntica ciência da mente e, por fim, dedicou sua vida ao estudoda transmissão dos impulsos nervosos e a polarização da membrana do eixoneuronal do calamar. Creio que a todos nós aconteceu algo assim: que por sermoscientíficos limitamos o campo de nossos interesses ao que a ciência podeabarcar e medir, ficando assim presos em um dos jogos patriarcais, ocientificismo, que não é, certamente, o mesmo que a ciência, mas apenas uma caricaturado espírito científico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Trago para a discussão o tema daeconomia a este respeito, porque estou convencido de que essa necessáriamudança de orientação da educação é possível, está facilmente ao nosso alcancee seria muito menos custoso do que podemos imaginar. Só contando com osuficiente grau de consciência, seria uma revolução tão alcançável como osimples gesto de girar um interruptor. Basta fazer uma analogia com a RevoluçãoFrancesa, onde uma mudança radical de orientação na educação (de uma visãohumanista para uma concepção científica) pode ser levada a efeito só porquehouve um governo forte que decidiu fazê-la. “Bem, – disseram as autoridades–vamos atrair os cientistas para as escolas”. As pessoas que entendiam deciência eram aqueles que andavam metidos nos laboratórios, como Lavoisier eseus discípulos. Era a época do nascimento da ciência e foram atraídos para asescolas, para ensinar, pessoas que não tinham experiência pedagógica, mas quetinham muito a comunicar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Acredito que agora se deveria fazer algosemelhante: dar um espaço limitado para as matérias que atualmente formam ocurrículo (na realidade, a maior parte do quanto aprendemos, aprendemos fora domeio escolar), condensar boa parte do que hoje em dia se faz nas escolas, e darespaço para pessoas que estiveram se ocupando de seu próprio e mais elevado desenvolvimentointerior, gente envolvida no crescente movimento experiencial terapêutico e espiritualque floresce ao nosso redor. Estas duplas vertentes de busca, psicológica eespiritual, respondem à sede de respostas despertada no homem na mesma medidaem que a cultura – esta nossa cultura patriarcal, não só já obsoleta e emcrise, mas agonizante – deixou de dá-las. Já Nietzsche, proclamou que Deusestava morto, porém referia-se na realidade à imagem que as pessoas faziam deDeus em suas mentes; essa imagem, tão ligada à mentalidade patriarcal, sim, morreu.Para que renasça o espírito é necessário falar outros idiomas, abrir-se de novopara a sede e deixar de sentir-se alheios a esta reocupação tão humana. E istoestá ocorrendo à nossa volta nestes tempos. De um modo especialmente genuíno,esta busca e esta preocupação foi caracterizando os diversos grupos etendências englobados no seio da Psicologia Humanista, nascida nos EstadosUnidos como “Movimento das Potencialidades Humanas” nos anos sessenta, edesenvolvida mais tarde sob o nome de Psicologia transpessoal, que bem poderiaser considerada um novo xamanismo emergente. Trata-se de um processo &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;contagioso o que transborda por sua própriadinâmica o marco do acadêmico, mais além de sua inegável e vigorosa capacidadede fecundá-lo. Creio que dentro desse &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;movimentogeral caberia recrutar um número suficiente de educadores psicoespirituais e asinstituições educativas teriam que lhes dar espaço desde já em seu seio, mesmoem caráter experimental e complementar. Isto inicialmente, já que a mudançaideal e definitiva haveria de requerer, como é lógica, uma nova educação dos educadores:a vida só procede da vida, e a maturidade somente de pessoas que por sua vez jáamadureceram, sobretudo quando o que se trata de transmitir é uma formaçãointegral e estritamente humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;O que se acha de menos nas escolas deformação de educadores hoje em dia é a capacidade de dotar os professores emestres de toda série de habilidades e conhecimentos no âmbito terapêutico e noespiritual, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;quando, em minha opinião,seria relativamente pouco custoso incluir estes ensinamentos nos programas respectivos.Digo isto baseado em minha própria experiência, já que eu mesmo levei a cabo programasde formação semelhantes, se bem que diretamente dirigidos a terapeutas e nãotanto a educadores. Penso que através de programas intensivos e breves que nãorequerem um tempo excessivo, seria possível oferecer uma ajuda eficaz a professoresque se sentem “queimados”, aborrecidos, incapazes de se relacionarem de verdadecom seus alunos, desmotivados e condenados a continuar fazendo algo em que deixaramde acreditar, sem nenhuma saída para esta situação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Freqüentemente tive oportunidade defalar deste tema diante de auditórios escolhidos e especializados e semprecaptei neles uma ressonância que me dá motivos para sentir-me otimista quanto àdifusão e propagação do conteúdo e das idéias precedentes. Entre estas ocasiões,duas foram especialmente significativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Uma teve lugar no II Congresso HolísticoInternacional, celebrado em Belo Horizonte, em 1991, onde o auditório aprovou porunanimidade uma moção de recomendação para a UNESCO no sentido de levar emconta a urgência de incorporar os fatores emocional e espiritual na educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;A segunda foi no Simpósio Internacionalsobre o Homem, celebrado em Toledo, Espanha, também em 1991, no curso do qualrealizei uma pequena enquete entre os componentes do auditório que assistiaminha conferência. Quase a metade eram educadores e, também nesta ocasião, aresposta foi completamente unânime no sentido de apoiar minha proposta em favorde uma educação mais holística, que deveria nutrir-se dos aportes da “Revoluçãoda Consciência” e do movimento humanístico em geral, e que privilegiasse oaspecto afetivo e o crescimento espiritual dos educandos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;a href="http://www.claudionaranjo.net/pdf_files/education/education_ch_5_portuguese.pdf"&gt;http://www.claudionaranjo.net/pdf_files/education/education_ch_5_portuguese.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;NoLimits to Learning: Bridging the Human Gap&lt;/i&gt;, James W. Botkin, MahdiElmandjara &amp;amp; Mircea&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;Maletza, Pergamon Press, 1979.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Cfr.,por exemplo, o livro de Abercromlie, &lt;i&gt;Anatomy of Thinking, &lt;/i&gt;e o deMayfield, &lt;i&gt;Thinking for yourself.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftnref3" name="_ftn3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;TheFirst World Revolution &lt;/i&gt;de Alexander King y Bertrand Schneider.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-7066962353462661417?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/7066962353462661417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/uma-educacao-do-individuo-inteiro-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7066962353462661417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7066962353462661417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/uma-educacao-do-individuo-inteiro-para.html' title='Uma educação do indivíduo inteiro para um mundo unificado.'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4VI5RyJBTIQ/TrfKaci3UWI/AAAAAAAAAyM/aU57ObSp6SQ/s72-c/mundounificado_post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-1657834766905205036</id><published>2011-11-04T07:23:00.000-07:00</published><updated>2011-11-05T05:09:21.561-07:00</updated><title type='text'>Uma educação para a evolução pessoal e social</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-H5gZbNEjITs/TrP0oww13cI/AAAAAAAAAyE/MyugLwsf4Os/s1600/claudioNaranjo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-H5gZbNEjITs/TrP0oww13cI/AAAAAAAAAyE/MyugLwsf4Os/s1600/claudioNaranjo.jpg" /&gt;  &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;“Respostas corretas”, especialização, estandardização, competência estreita, aquisição ávida, agressão, desapego. Sem elas, nos pareceu que a máquina social não poderia funcionar. Não devemos culpar as escolas de crueldade quando só cumpriram o que a sociedade lhes pediu. Porém a razão pela qual necessitamos de uma reforma radical da educação é que as demandas da sociedade estão mudando radicalmente. Não cabe dúvida de que as características humanas que hoje em dia se inculcam deixarão de ser funcionais. Já se tornaram inapropriadas e destrutivas. Se a educação continua sendo como é, a humanidade acabará se destruindo cedo ou tarde.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;G. Leonard, Op. cit.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;Claudio Naranjo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O tema já foi anunciado e é praticamente uma tese: já é hora de termos uma educação para o desenvolvimento humano. Acarreta também a convicção implícita de que sem uma educação para o desenvolvimento humano, dificilmente chegaremos a ter uma sociedade melhor. Até aqui, temos vivido uma longa história de nobres propostas e revoluções encarniçadas pela mudança social que descuidavam da mudança individual e parece que já é hora que entendamos que, se queremos uma sociedade diferente, necessitamos de seres humanos mais completos: não se pode construir algo desta natureza sem os elementos apropriados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Este é um tema que me vem interessando há muitos anos. Interesse que despertou ao&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;começar a intuir o valor político da educação do indivíduo e, por isso, utilizo o termo “político” no grande sentido da palavra, que alude ao bem público e não ao maquiavelismo da política de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;poder. Pensava então que a compreensão do potencial da educação para a evolução social seria uma coisa muito fácil de transmitir a pessoas receptivas no sistema educativo, que por sua vez poderiam fazer o necessário para que a educação se tornasse mais relevante à mudança. Porém já há uns quinze anos estou me dando conta de que acontece algo muito estranho na educação: trata-se de uma instituição muito bem intencionada, uma associação em que, em cada país, fala-se continuamente de reformas possíveis e particularmente de currículos complementares ou alternativos, realizam-se conferências, investe-se muito dinheiro e nada fundamental se modifica, pois domina uma grande inércia institucional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Para mim isto é trágico, como também me parece trágico que entre todos os males do mundo, este seja um quase invisível. Penso que o desenvolvimento humano é fundamental não só para conseguirmos uma sociedade viável, mas também para a felicidade do indivíduo, pois não acredito que estamos neste mundo simplesmente para sobrevivermos e penso que seria conveniente pensarmos mais em nosso planeta como em uma espécie de purgatório onde chegamos para fazer um trabalho interior: cultivar nosso espírito e abandoná-lo sendo melhores do que quando chegamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Até um materialista empedernido ou um agnóstico doutrinário pode reconhecer que “não só de pão vive o homem”. Porém como é possível que depois de milênios de reflexão acerca do destino humano, da felicidade que traz a virtude e da perfectibilidade de nossa condição, exista o mundo civilizado uma instituição que se chama “educativa” e que não se ocupa mais que de coisas relativamente insignificantes? Pois é evidente que em lugar de ocupar-se de ajudar às pessoas a serem boas para que assim tenhamos um bom mundo, ocupa-se de ensinar matérias que, supõe-se, vão servir em nossa vida de trabalho ou que, supõe-se, vão servir à educação de nossa mente, porém que nem sequer servem de grande coisa na preparação dos estudantes para uma vida de serviço, senão apenas para a educação de certos aspectos da mente em detrimento de outros. Mais do que nada, a educação atual serve para passar em exames e assim conseguir um lugar privilegiado no mercado de trabalho, pelo que é exato dizer que o órgão social ao qual corresponderia velar pelo desenvolvimento humano ocupa-se de irrelevâncias, esquecido de sua função – e isto, justo quando o desenvolvimento humano tornou-se sumamente urgente no estado atual do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Hoje em dia se fala de crise na educação. Por que se fala da crise? Porque os educandos jovens não querem a educação que lhes é oferecida. E, porque é isso fundamentalmente o que leva a instituição a falar de “crise”, bem se poderia dizer que o que tem lugar é uma crise de marketing, interpretada muito unilateralmente e compreendida pela metade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Culpa-se a juventude, principalmente. Pensa-se: “Estamos em crise porque a juventude&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;já não se interessa como antes pelos estudos”, “os jovens já não são tão sérios como em outros tempos”, “os jovens tomam drogas e por isso não são capazes de escutar as pessoas sérias que querem trazer estas matérias tão importantes para a aula”. E não se pensa que talvez seja o contrário: bem poderia ser que os jovens estejam adquirindo uma consciência mais desperta do que os docentes que foram programados para ensinar de forma tradicional e, que aos jovens basta um contato breve com a escola para dar-se conta de que não lhes interessa. Inclusive o efeito das drogas (às quais joga-se tanto a culpa nos Estados Unidos e, por eco da polícia norte-americana, no resto do mundo) tem sido principalmente o de abrir questões existenciais, dar um sentido aos jovens de que existem muitas coisas na vida que são urgentes e que em aula são ignoradas como irrelevantes. Nela os assuntos existenciais se vêem sistematicamente oprimidos por uma situação em que falta o encontro humano, o diálogo em torno do que se passa nas mentes, famílias e entorno dos alunos, aos quais se exige estar quietos em suas cadeiras e se treina a obediência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A propósito, atualmente está provado que a inibição do impulso lúdico causa um considerável dano cerebral, pois existem sinapses que são especificamente estimuladas pelo jogo e depois se perdem. Eu penso que ir ao colégio, hoje em dia, é como comer areia – comer algo que não alimenta – quando se intui que existe outra coisa que, isto sim, seria relevante. É criminoso fazer tanta gente perder tempo, energia, anos de vida com suposições de que é isto ou aquilo que necessitam. O que se necessita é outra coisa: algo que ajude o desenvolvimento humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O desenvolvimento humano é muito mais que informação e, sobretudo, muito mais que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o tipo de informação que agora ocupa os educadores, que não é nem sequer para a vida, senão, como dizia, para obter um papel que indique que se tem direito de entrada para o próximo curso. Ao dizê-lo não pretendo que se despreze a evolução da aprendizagem ou se deixe de lado o processo de seleção nas universidades ou no mercado de trabalho. Só quero chamar a atenção ao aberrante que se tornou a educação já que a aprendizagem se faz mais a partir da consideração das boas ou más qualificações do que a partir do interesse em aprender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;É tão difícil mudar algo na educação que, diferente de outros tempos em que eu era otimista, estou chegando a pensar que assim como se falou de um complexo militar-industrial no qual se confundem a violência consciente e a tirania do dinheiro, talvez devamos nos perguntar se a educação, com pleno conhecimento ou não, não é o braço secreto deste sistema opressor: uma instituição cúmplice do sistema econômico, que ao invés de ajudar a consciência humana e o equilíbrio da sociedade, está servindo para a perpetuação do status quo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 6.5pt;"&gt;1 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;e, por sua vez, hipocritamente, para a ignorância (ignorância no sentido mais profundo da palavra, que não guarda relação com a alfabetização, mas com o entender o que nos acontece e o que acontece em torno a nós). Aquele que compreende a fundo o que se passa não pode deixar de comover-se e de sentir que existe uma tragédia implícita na disfunção do nosso sistema educacional. A mim, de imediato, o que percebo me leva a falar mais e mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A crise da educação, que não é a crise dos estudantes, manifesta um mal muito antigo, porém, pouco visível e tem seu lado positivo, pois é bom que agora o mal se faça presente. É como uma dor de ouvido que nos faz notar que devemos ir ao médico. Ainda que levemos muito&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; tempo perpetuando uma educação obsoleta, já não se pode educar à força a geração vindoura e isso é bom. Isto lembra algo que atualmente é citado com freqüência: como a palavra “crise” no livro chinês dos oráculos (o I-Ching, em que existe um hexagrama que leva este nome e compõe-se de dois ideogramas sobrepostos, que significam “perigo” e “oportunidade”, respectivamente). Tal é a natureza da crise. Não se trata só de algo mau, mas que nela existe um potencial: o de descobrir que é necessário mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Naturalmente a crise da educação não é algo isolado, mas um aspecto do funcionamento de uma sociedade em que praticamente todas as instituições estão em crise. Já reiterei o escrito há uns dez anos em “A Agonia do Patriarcado” acerca de como nossa crise não é só do capitalismo, da mentalidade industrial (como havia proposto Willis Harman anos antes) ou um assunto de exploração como propunha Marx. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A crise, então, está resultando da quebra de algo muito mais antigo – um velhíssimo sistema que foi durante algum tempo funcional -, porém que se tornou perigosamente obsoleto. Podemos chamá-lo o sistema patriarcal ou o sistema de autoridade patriarcal – um sistema eminentemente hierárquico – a diferença do que poderia ser um sistema heterárquico como o que algumas empresas estão começando a explorar, distribuindo a autoridade de tal modo que distintos departamentos a exercem, com respeito a coisas distintas, em uma rede mais horizontal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Meu trabalho sempre foi inspirado por esta visão, que me ocorreu quando era jovem tanto através de um chileno, um homem de conhecimento que havia alcançado “o equilíbrio dos três” em si mesmo, como através de Gurdjieff, que falava de uma falta de integração entre nossos três cérebros e, hoje em dia, não posso deixar de sentir que convém ter presente que nossa problemática educação é essencialmente uma educação patriarcal, o que implica não só que está a serviço de um implícito autoritarismo – que perverte nossas intenções democráticas - e implica em uma tirania do racional sobre o afetivo e o instintivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A aspiração de harmonizar e equilibrar as partes intelectual, emocional e instintiva de nossa natureza recebe hoje em dia ampla aceitação, e talvez seja isto o que principalmente se quer dizer ao falar de um programa holístico. A idéia de integrar as instâncias psíquicas freudianas, por outro lado, não é menos relevante ao ideal de transformar nossa tirania interior em uma heterarquia trifocal, e hoje em dia se vê apoiada por terapias derivadas da psicanálise como, por exemplo, e notavelmente, a Análise Transacional, apesar de sua nomenclatura um pouco diferente – pai, criança e adulto. Ainda que a noção de um equilíbrio interno de sub-personalidades, relacionadas com o pai, com a mãe e com o filho, seja algo familiar para muitos psicoterapeutas que observam o processo de cura, não só recebeu pouca atenção até agora, mas não foi considerada como propósito explícito da educação ou da terapia. Creio que é, não obstante, uma idéia fecunda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Dizia que a educação patriarcal, que é que conhecemos desde sempre, é uma educação predominantemente intelectual em que os demais aspectos do ser humano são desprezados. É este claramente o caso da função materna interior, que tem a haver com este cérebro límbico, ligado ao amor, que compartilhamos com nossos antepassados mamíferos. É pouco dizer que esta função se vê muito descuidada, pois hoje em dia sabemos que a forma como a medicina dispôs nossa entrada no mundo, começando pelo próprio nascimento (desnecessariamente traumático em uma medida que se desconhece) e seguindo pelo período de aleitamento (em que não se respeita suficientemente o estabelecimento do vínculo natural entre a mãe e o filho), causa danos ao sistema subcortical. A forma tradicional e estabelecida de criação acarreta uma grande insensibilidade e a escola vem a arrematar esta postergação do afetivo, pois, nada necessitaríamos tanto como uma educação afetiva ou interpessoal, uma educação dessa capacidade amorosa que é a base da boa convivência e da participação na comunidade – e que tão criticamente está faltando no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Nestes momentos o Dalai Lama está recorrendo ao mundo dizendo em palavras muito comoventes – porque são palavras muito simples, mas também muito profundamente experientes, apoiadas em sua sabedoria pessoal – que precisamos ser mais bondosos, que precisamos ser pessoas melhores. E ele o diz com tanta integridade, com tanta convicção e a partir de tal clareza, que esta idéia tão simples e nada original chega a ter impacto. E isto é uma grande coisa, porque parece que por atender a muitas coisas complicadas, estamos desatendendo algo tão simples. Porém para que possamos sobreviver à atual crise do mundo depende muito de que alcancemos uma dose um pouco maior de benevolência, um nível mais apreciável de compaixão e simples bondade. Sem essa bondade, toda a informação técnica possível não vai muito longe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A recuperação da qualidade amorosa tem muito a ver com a psicoterapia, necessita-se de uma reeducação emocional e por isto precisamos de algo que a educação atualmente rechaça: os educadores não querem ouvir falar de terapia, e sobre isto falarei mais adiante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Porém antes quero assinalar que também a educação necessita voltar a ocupar-se da dimensão profunda do ser humano. Esta dimensão profunda é o espiritual e originalmente a educação era para isso: as primeiras escolas em nossa cultura (e com “nossa cultura” me refiro à civilização cristã ocidental) surgiram na Idade Média ao redor das igrejas, e as primeiras universidades ao redor das catedrais. As escolas se orientavam, sobretudo, para que o indivíduo recebesse uma influência que o tornasse uma pessoa melhor, o que no cristianismo antigo se interpretava obviamente como ser um cristão melhor. Ser uma pessoa melhor, então, era ser alguém que segue um caminho de amor e busca servir à vontade de Deus enquanto combate seus excessos egoístas. Mas, com o passar do tempo, a religião foi se transformando mais e mais em algo contaminado pelo mundo, em um sistema de poder patriarcal, como todas as demais instituições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;E, quando chegou o Renascimento, com as pessoas já bastante fartas dos excessos do cristianismo, surgiu uma grande fome de saber e um desejo de recuperar o nexo com o espírito das culturas greco-romanas, eclipsadas durante os séculos mais recentes. Assim surgiu o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Humanismo, que foi uma grande inspiração para muitos. Houve gente como Erasmo, e antes dele, Picco de la Mirandola, Marsilio Ficcino e outros, na grande cultura florentina que inspiraram um redescobrimento da antiguidade, com o que voltamos a estudar os clássicos com o desejo de entender a sabedoria dos velhos filósofos e literatos; entender tantas coisas que sabiam os antigos e que haviam sido esquecidas ou abandonadas por uma cultura demasiado austera em seu desejo de alienar-se do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Então surgiu uma educação muito rica em que se integrava pela primeira vez o legado das duas civilizações das quais a nossa é herdeira, a judaico-cristã e a greco-romana. Porém esta educação também foi decaindo, foi se transformando em uma coisa inerte e repetitiva, em um luxo, um adorno, em algo encaminhado ao prestígio da cultura, como tipicamente na educação de um gentleman – a educação dos cavalheiros –, vaidade enfim. E assim, pouco a pouco, as pessoas chegaram a estar mais interessada em ler latim e grego do que em poder absorver a sabedoria dos antigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A educação se transformou novamente ao chegar a Revolução Francesa em um momento que coincidiu com o apogeu da ciência na cultura. A ciência experimental havia tido um tempo de incubação desde Bacon, e os que chegaram ao poder com a Revolução Francesa, naquele momento com uma grande capacidade de fazer coisas radicalmente diferentes, chamaram às escolas pessoas que não tinham experiência em ensinar, mas que sabiam química, sabiam paleontologia, biologia. Chamaram as pessoas da escola de Cruvier, da escola de Laplace, etc. À medida que as ciências entraram no currículo, as humanidades perderam peso. Fazia falta, até certo ponto, pois como temos dois hemisférios cerebrais, esquerdo e direito, com funções analíticas e sintéticas respectivamente, pode-se conceber como desejável um equilíbrio entre o científico e as humanidades. Porém de acordo com o espírito da cultura circundante (quer dizer, do mundo tecnológico, com sua fé no progresso científico e sua implícita equação que iguala este com o bem futuro do mundo), a ênfase se deslocou para o científico e é isto o que pedem os bancos aos governos quando financiam melhoras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;E chega logo na história da educação o momento em que se produz a separação do&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Estado e da Igreja: uma grande liberação em vista do fator limitante do poder eclesiástico desse momento, porém também uma perda agudamente descrita com uma frase inglesa, para a qual falta um equivalente em outras línguas. Fala-se em inglês de “Jogar fora a criança junto com a água do banho”. Assim como ao jogar fora a água do banho pode-se descuidadamente jogar também o bebê (“Throwing out the baby with the bath water”). Algo assim ocorreu com a educação: a idéia de espiritualidade estava tão unida através dos séculos com a idéia de espiritualidade própria da igreja cristã, que não se concebia outra educação espiritual que não fosse a das antigas classes de religião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Porém esta idéia não é correta. Temos à nossa disposição um vasto legado espiritual procedente de todos os tempos e lugares e, em certa ocasião ouvi o bispo Myers – a quem conheci de perto – dizer o seguinte: “Não podemos nos permitir menos do que nos tornarmos herdeiros do acervo cultural completo da humanidade”, e o escutei com assombro, porque nunca o havia escutado um líder cristão falar algo semelhante e isto equivale a dizer que já não se justifica que por um sectarismo limitante desconheçamos o pensamento de Lao-Tsé, Buda ou Maomé. Devemos aspirar a uma cultura universal na qual há de se destacar a mensagem dos grandes gênios espirituais, os fundadores das religiões, os grandes mensageiros, os grandes inspirados, os grandes profetas de todas as culturas, pois eles foram os máximos professores, e uma educação sensata tem que fazer muito mais do que informar sobre guerras e combates. Mais que a exaltação patriótica, necessitamos compreensão da história da cultura, e especialmente da cultura espiritual universal. E não só isso, mas uma cultura apoiada na experiência, uma cultura em que pudesse haver oficinas onde os jovens pudessem experimentar os exercícios espirituais básicos, as formas de meditação características das distintas culturas. Assim aquele que passasse por um estabelecimento educativo, sairia sentido que algo o tocou, que gostaria de investigar mais algo em especial, que algo pode servir para o seu desenvolvimento ulterior. E assim, ao sair para a vida, poderia buscar mais disso. Como nos lugares onde se elabora vinho e se oferece a oportunidade de provar vinhos de diferentes colheitas, por que não na educação? Isto poderia dar a conhecer os sabores de diferentes experiências religiosas, de distintas práticas espirituais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Até agora isto não foi feito porque o tabu com respeito à espiritualidade não o permitiu: não se permitiu re-importar a espiritualidade de forma criativa e inovadora. Algo semelhante, em minha opinião, ocorreu no mundo terapêutico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Atualmente existe na escola um grande tabu ao terapêutico, um tabu que às vezes toma a forma de “não querer complicações”, “que acontece se os alunos começam a falar do que ocorre em casa e logo os pais vêm se queixar”, “seguramente alguns pais não vão gostar que se compartilhe na escola, coisas de sua vida familiar”, e todo tipo de desculpas; porém está pesando o fato de que os professores sentem que não têm a capacidade de fazer frente à caixa de Pandora que se abriria, e o temor de que o caos potencial que poderia resultar de fazer frente a este tipo de verdades interferiria com sua tarefa de instruir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Eu acredito que o antecedente histórico deste conflito é o interesse por parte dos educadores em aprender algo da psicanálise quando esta fez sua entrada no mundo com a pretensão de haver descoberto as grandes verdades do mundo psíquico. Porém, hoje em dia sabemos que a psicanálise se excedeu muito em suas pretensões, que foi uma formulação muito dogmática e que podemos, retrospectivamente, ver que o mundo, ingenuamente, aceitou esse dogmatismo e logo se desiludiu. Houve experiências radicais, como por exemplo, Summerhill, de A. S. Neill – reichiano entusiasta que levou até níveis pouco conhecidos a permissividade. Porém só com permissividade e idéias freudianas não se chega muito longe. A educação é algo mais complexo e eu acredito que os educadores tiveram bom senso ao estabelecer uma distância com respeito a uma possível invasão por parte da autoridade psicanalítica. Porque a psicanálise é um sistema muito autoritário, como uma igreja que se move sobre uma base de fé. Isto está se tornando plenamente visível só agora quando esta escola, que era um bloco monolítico, desmembrou-se em muitas e o grau de discrepância entre os ramos ou variedades da psicanálise atual é tal que já não se pode dizer que nenhuma das idéias fundamentais características (como o instinto de morte ou o complexo de Édipo) tenha sobrevivido em termos de aceitação generalizada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Houve outros intentos de trazer a psicoterapia para a escola na década de sessenta e eu fui testemunha disso nos Estados Unidos porque me tocou fazer parte desse movimento humanista. Houve entusiastas que levaram os grupos de encontro rogerianos ou o "sensitivity training", às escolas, porém os resultados tampouco foram convincentes. Abriam-se mais problemas do que se solucionava, e algumas pessoas interessavam-se muito, enquanto outras ficavam feridas ou se mostravam antagônicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Eu diria que estes intentos de trazer o psicológico de forma prematura para a educação, produziram uma reação de decepção, desconfiança e rejeição frente a novos intentos. Agora temos melhores meios e recursos, todavia não chegaram aos educadores, nem sequer às universidades, porque estas chegam geralmente tarde e existem mais coisas que são descobertas fora da universidade do que dentro dela. Um dos meus professores dizia, Eduardo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Cruz Coke, um homem muito inspirado que ensinava bioquímica na escola de medicina e também era um político chileno: “Quando se descobrir um remédio contra o câncer, seguramente não vai ser em nenhum das centenas de institutos para investigação sobre o câncer, vai se descobrir fora, nos interstícios do institucional”. Existe muita verdade nisto, e na psicologia já se confirmou, pois o mundo acadêmico é o último que se inteirou dos aportes para o desenvolvimento humano que verdadeiramente valem a pena. Também porque o mundo acadêmico sofre as perversões do mundo patriarcal. Ler Freud ultimamente – para mim, que fui um dia um freudiano fervoroso, já que minha primeira formação foi psicanalítica, antes de passar para a gestalt e outras coisas – me faz sentir uma combinação de admiração e vergonha, porque em sua mania teórica existe uma grande desconexão do óbvio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O cientificismo patriarcal de nosso meio acadêmico me recorda o famoso chiste do alemão que tinha uma forma muito sistemática e extremamente rápida de aprender idiomas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Com seu marcado sotaque alemão explicava o método a um amigo: “Em primeiro lugar, um dia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;para o verbo; depois, um dia para o substantivo; o terceiro dia para o adjetivo e o quarto para as preposições, conjunções e interjeições. E, por último, vários dias dedicados exclusivamente ao vocabulário: muito, muito vocabulário, para metê-lo todo – e apontando a própria cabeça – na bunda”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O inconsciente dogmatismo que nos faz rir nesta personificação de um intelectualismo rígido não difere em essência do que contamina hoje a psicologia oficial: fala - como Freud, apesar do seu notável legado – com a certeza própria de quem se sente dono da verdade e esta mesma certeza lhe permite proclamar erros fundamentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Creio, portanto, que a educação necessita superar estes dois tabus: o tabu contra o terapêutico e o tabu contra o espiritual. Isto já é um grande obstáculo. Porém ainda que se superem estes tabus, resta um outro obstáculo: basta que se faça presente o ideal de uma educação holística para alguém que trabalhe na burocracia da educação para que nos diga de uma ou outra forma: “Mas, de onde vamos tirar o dinheiro para uma reforma tão fundamental?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Porque se precisamos ter uma educação orientada ao desenvolvimento humano, deveremos passar do monopólio do intelecto para uma pedagogia muito econômica no tocante à teoria; uma educação muito cuidadosa para evitar a redundância, que se apóie dentro do possível nos ordenadores ou no audiovisual para não desperdiçar os mestres incumbindo-lhes, como hoje se faz, uma função quase mecânica. Os mestres precisariam desenvolver uma função propriamente humana da educação interpessoal e a ajuda ao desenvolvimento das comunidades (funções apenas esboçadas pela atual noção de uma educação dos valores, apesar das boas intenções que esta apresenta). E a proposta de nos encaminharmos para uma educação verdadeiramente mais relevante para a vida teria que privilegiar o autoconhecimento, o que significaria, junto ao propósito de uma educação para uma convivência feliz, uma reeducação importante dos educadores. Pois não devemos nos enganar: o autoconhecimento é algo a que rendemos homenagem só de palavras. Já que nos consideramos herdeiros do oráculo de Delfos, de Sócrates e do resto dos filósofos antigos, todos estamos de acordo que a preocupação exclusiva pelo conhecimento do mundo externo no início da filosofia foi superada quando o homem, capaz de auto-reflexão, começou a interessar-se pelo conhecimento de si mesmo. Porém, como se toma em conta este alto ideal do autoconhecimento na educação que se oferece atualmente? Nem sequer quando se oferece um ramo designado como “psicologia” trata-se em realidade de uma disciplina de autoconhecimento, mas de uma exposição de várias teorias dos condutistas, da psicologia dinâmica, o construtivismo e outras escolas; porém não uma psicologia viva que ajude os alunos a se enfrentarem com sua realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;E, não obstante, é possível incorporar o autoconhecimento ao currículo; e à objeção de que complementar a atual formação de profissionais seria muito custoso, posso responder – e isto é o mais importante que posso dizer – que me consta que não é assim. Sei muito bem que se pode fazer de forma econômica, porque comprovei várias vezes que aquilo que falta nos atuais programas de formação de professores pode ser concentrado em um currículo suplementar de autoconhecimento, reeducação interpessoal e cultura espiritual que não requer mais que uns dez dias ao ano, em três módulos sucessivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Por que o digo com tanta segurança? Não porque tenha feito o experimento com um grupo homogêneo de educadores, mas por haver feito algo muito semelhante com terapeutas. E desenvolvi uma maneira de ensinar os terapeutas – em formação ou já formados – a servir mais eficientemente, através de uma aprendizagem que não é somente técnica, mas que se apóia principalmente em experiências pessoais relevantes – começando pela compreensão de si mesmos -, que é o fundamento indispensável para compreender aos demais e também uma das bases para desenvolver um interesse benévolo pelos demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Muitos educadores têm vindo aos meus cursos e todos saem sentindo que isto é o que a educação necessita: uma injeção espiritual universalista e não-dogmática que inclua práticas concretas que sirvam ao cultivo da mente profunda – começando pelo cultivo da atenção – e um processo de autoconhecimento guiado que leve não só a mudanças de conduta, mas também a esta transformação mais profunda que é a essência da maturidade propriamente humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Talvez haja quem se pergunte qual foi o segredo? E eu o explicarei em breve: que se possa conseguir um profundo impacto transformador e humanizador em tão curtas intervenções deve-se em parte à existência de recursos até agora desconhecidos (como a psicologia dos eneatipos) ou não aproveitados (como a meditação ou a terapia gestáltica); em parte a recursos novos (como certo tipo de teatro terapêutico que se apóia na psicologia dos eneatipos ou em nosso laboratório de psicoterapia integrativa); assim com também parcialmente à organização de tais recursos em um todo cujo efeito vai mais além da soma de suas partes. Tem sido, até certo ponto, o resultado da evolução de um processo vivo e a crescente experiência, tanto minha quanto das pessoas que têm colaborado comigo como docentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Seria longo descrever o mosaico que integra o programa de autoconhecimento e reeducação interpessoal que já há uns doze anos venho realizando em forma de encontros fechados em três módulos anuais consecutivos. Basta dizer que tem sido descrito como um processo de humanização e abertura para o amor, e que, de outro ponto de vista, bem poderia ser descrito como um “moinho de moer egos” pois se inspira na visão de um caminho espiritual como um despertar, através da consciência do ego, para a consciência do ser e se implementa através de um processo grupal guiado de insight (interpessoal e intrapessoal), confrontação da própria personalidade, cultivo da neutralidade e inibição voluntária das necessidades neuróticas (os pecados ou obstáculos das vias tradicionais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A parte teórica que complementa a combinação de trabalho meditativo e terapêutico no programa compreende, entre outros aspectos, a aplicação do eneagrama à personalidade – herança de Oscar Ichazo que fui refinando no decorrer dos últimos trinta anos e que se faz fortemente presente na mente dos participantes como mapa de trabalho aplicado a diversas circunstâncias – e se serve de uma série de elementos como exercícios terapêuticos interpessoais, teatro, vida em comunidade e trabalho psicocorporal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A influência fundamental através da evolução de minha atividade tem sido a de Gurdjieff, que destacava o trabalho em todos os níveis (ou centros): a ação, a emoção e o intelecto – assim como o cultivo da atenção: o estar presente e desperto aqui e agora. Foi natural, portanto, que o utilizasse para o aspecto motriz os “movimentos” criados por ele mesmo, Gurdjieff. Deixei-os, não obstante, pouco depois da chegada à Califórnia do mestre taoísta Ch’u Fang Chu, de Taiwan, cujo alto nível de competência no Tai Chi e práticas associadas quis aproveitar. Depois de sua morte, contei com a colaboração de Gerda Alexander (originadora da Eutonia), de Graciela Figueroa (bailarina e mestra de Rio Aberto) e outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O mais relevante, não obstante, é que, assim como os aparatos eletrônicos que com os anos vão se tornando cada vez menores e mais eficientes, este programa começou com a duração de três meses (espaçados em três anos) e se reduziu a três reuniões anuais de dez dias precedidas por um programa introdutório de cinco – tornando-se cada vez mais potente em seus resultados, tanto assim que na Espanha, comentou-se a influência favorável do programa SAT (Seekers After Truth – Buscadores da Verdade) em nível de competência profissional do país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Na Espanha, como no Brasil, a lei de educação introduziu o conceito de “transversalidades” em referência a uma educação ética orientada para valores universais que se espera que os professores possam repartir através da forma em que põem em prática o currículo tradicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Magnífica concepção, na verdade – que reflete a intuição de que a educação se faz através de um contágio pessoal de sabedoria e amor em parte espontâneo. Na prática, não obstante, só quem encarna os valores sabe aproveitar as circunstâncias para inculcá-los; e, para chegar a encarná-los, não basta essa combinação de instrução e sermão que se chama “educação dos valores”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Para chegar efetivamente a ser mais solidário ou generoso, por exemplo, não basta albergar a convicção de que a solidariedade ou a generosidade são importantes, e por isso a mera exortação não vai muito longe e a inspiração que se pode transmitir através de razões ou belas palavras é limitada. Assim como a vida procede só da vida, a consciência só pode ser despertada pela consciência. Necessita-se, portanto, de um terceiro elemento entre os ramos do currículo clássico e dessa educação nos valores que se pretende levar a cabo através das transversalidades: a transformação do educador – para o que é necessário que atravesse o processo de desidentificação de seus condicionamentos infantis (o “ego”) e libere seu ser essencial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;O mais importante que posso abordar, no momento, é a notícia de que isto pode ser feito de forma relativamente breve e econômica – pois o digo por trás de uma dúzia de anos em que comprovei que a maioria das pessoas que passam por nossos cursos não só saem com maior capacidade de ajudar os outros, mas sentindo-se em um nível de vida diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Aos setenta anos de idade, estou naturalmente em retirada e começo a delegar meu trabalho para meus discípulos. Há anos venho sentindo a satisfação reiterada de poder ajudar efetivamente a muitos e sentir-me banhado em sua gratidão, justo no momento em que sinto que o programa SAT, refinado de ano em ano, chega à condição de um fruto maduro, parece-me como se, desprendendo-se da árvore onde cresceu, quisesse cair em um terreno diferente do de sua origem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Alegra-me pensar que a profunda experiência de transformação que serviu aos terapeutas para um melhor desempenho de seu ofício possa algum dia servir também aos educadores e que, através disso, sirva igualmente para transpassar ou transformar as limitações de um sistema implicitamente opressor que, perpetuando nossa ignorância fundamental, milita contra a saúde de nossas relações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Mudar a Educação para Mudar o Mundo: cap. 4 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.claudionaranjo.net/content_phoenix_portuguese/education_portuguese.html"&gt;http://www.claudionaranjo.net/content_phoenix_portuguese/education_portuguese.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5937820566491205030#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 6.5pt;"&gt;&amp;nbsp;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A idéia de que a função principal do sistema educativo seja o de reproduzir o sistema social já foi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;formulada por Pierre Bourdieu e outros, décadas atrás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-1657834766905205036?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/1657834766905205036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/1657834766905205036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/1657834766905205036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title='Uma educação para a evolução pessoal e social'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-H5gZbNEjITs/TrP0oww13cI/AAAAAAAAAyE/MyugLwsf4Os/s72-c/claudioNaranjo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-7686560472110236262</id><published>2011-11-03T15:15:00.000-07:00</published><updated>2011-11-03T15:15:56.856-07:00</updated><title type='text'>A Educação</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/L3dK17QPNTM?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-7686560472110236262?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/7686560472110236262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7686560472110236262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7686560472110236262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/11/educacao.html' title='A Educação'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/L3dK17QPNTM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-8116880124339999304</id><published>2011-10-28T10:24:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T10:24:40.408-07:00</updated><title type='text'>Quantum kids-  Light worker Lee Carroll &amp; KRYON</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/lXVfnt1JXgs?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-8116880124339999304?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/8116880124339999304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/quantum-kids-light-worker-lee-carroll.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/8116880124339999304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/8116880124339999304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/quantum-kids-light-worker-lee-carroll.html' title='Quantum kids-  Light worker Lee Carroll &amp; KRYON'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/lXVfnt1JXgs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-2332918908265019107</id><published>2011-10-27T04:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T04:50:29.011-07:00</updated><title type='text'>Eckhart Tolle: Qual é a minha responsabilidade?</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/diyORTjY2c4?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-2332918908265019107?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/2332918908265019107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/eckhart-tolle-qual-e-minha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2332918908265019107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2332918908265019107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/eckhart-tolle-qual-e-minha.html' title='Eckhart Tolle: Qual é a minha responsabilidade?'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/diyORTjY2c4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-7587304572449338659</id><published>2011-10-27T04:02:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T04:02:53.102-07:00</updated><title type='text'>1er congreso Aprendemos Todos: La Aventura de SER Maestr@</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/pbuiNS-FuZU?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-7587304572449338659?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/7587304572449338659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/1er-congreso-aprendemos-todos-la.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7587304572449338659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7587304572449338659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/1er-congreso-aprendemos-todos-la.html' title='1er congreso Aprendemos Todos: La Aventura de SER Maestr@'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/pbuiNS-FuZU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-4103292289717519280</id><published>2011-10-25T15:38:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T15:38:52.841-07:00</updated><title type='text'>CRIANÇAS ÍNDIGO, PAIS E FLORAIS DE BACH</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uJBtNtKvRlI/Tqc1cUmFmVI/AAAAAAAAAx0/lKNErkPuzw4/s1600/floraisdebach_post.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-uJBtNtKvRlI/Tqc1cUmFmVI/AAAAAAAAAx0/lKNErkPuzw4/s1600/floraisdebach_post.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; &lt;w:WordDocument&gt;  &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;  &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;  &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;  &lt;w:PunctuationKerning/&gt;  &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;  &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;  &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;  &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;  &lt;w:Compatibility&gt;   &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;   &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;   &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;   &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;   &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;  &lt;/w:Compatibility&gt; 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Desde 1936 tem sido utilizada em todo o mundo.Bach tinha uma concepção holística do homem e entendeu que “o desequilíbrioemocional constituía o primeiro momento da enfermidade e que se dirigisse osesforços terapêuticos para equilibrar emocionalmente o paciente se conseguia acura”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Foram tipificados 38 estadose alterações da personalidade, cada estado com seu correspondente tipo de flore classificou em sete aos maiores estados emocionais e psicológicos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Os medos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A insegurança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A indiferençapelas circunstancias atuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A solidão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Ahipersensibilidade a influencias e idéias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;O desalento ou adesesperança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A super-proteçãoou ansiedade pelo bem estar dos demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Para prepararestas essências o Dr. Bach utilizou dois métodos: um por ebulição e outro, aque chamou “Método do brilho solar” (Sunshine Method), no qual o astro éfundamental. As flores eram selecionadas em um dia sem nuvens no pontoculminante de sua floração, escolhendo e separando cuidadosamente as flores deuma mesma espécie para depois colocá-las em água de vertente natural expondo-asao sol por longas horas. Este processo carrega a água com a energia da flor.Esta água conservada em conhaque é a essência floral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;As flores desenvolvidas, quetem qualidades curativas amplamente reconhecidas, incorporam a sua preparaçãoos quatro elementos: a terra, o ar, o fogo e a água. A terra é o lugar ondecrescem as flores e sobre a qual se coloca o recipiente potenciador. O arrodeia as flores durante todo o processo, o fogo do sol está presente já que osolo se pode potenciar todo em um dia claro e sem nuvens, e também estápresente a água clara e limpa de uma fonte de primavera. Sua apresentação é umKit com as 38 essências em frascos de 10 ml. mais um frasco de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Rescue Remedy, &lt;/i&gt;que contem cinco essênciasdo kit e se usa para primeiros socorros, situações de susto, choque eacidentes. É um equilibrador dos ciclos vitais e tem muitos usos. Também seapresenta em creme para uso tópico&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Para preparar a formula, oterapeuta porá duas gotas de uma ou mais essências escolhidas, em umfrasco&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;com goteiro de vidro de 30 ml.Posteriormente o encherá com água mineral sem gás. Exercem ação física e suapropriedade é a vibração ou a força vital de cada flor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Devido a isto, resultauma excelente medicina complementar para associar tanto a alopatia como aoutras medicinas as quais não se substitui. As essências podem ser guardadasindefinidamente, em lugar fresco, fora da luz solar ou calor artificial e nãotem data de vencimento. Podem ser tomadas por pessoas de todas as idades, e nãotem efeitos colaterais nem contra indicações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Os remédios florais de Bachestão aprovados pelo Departamento de Saúde do Reino Unido e pela Food e DrugAdministração dos EE.UU., entre outros organismos internacionais. A terapia comas Flores de Bach é baseada em um diagnóstico determinado por uma entrevista naqual se realiza uma estrutura emocional do paciente, descartando, se fornecessário por meio de exames físicos, qualquer patologia funcional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;As crianças Índigo têm característicasespeciais, como sabemos. Elas, ao não encontrar seu espaço e um entornoapropriado para desenvolver-se, manifestam atitudes de rebeldia, isolamento,profundas depressões ou frustrações, hiperatividade, déficit de atenção eoutros transtornos psicofísicos e são erroneamente rotulados como “criançasproblema”, que devem ser atendidos por um especialista ou simplesmente tiradosdo colégio, já que causam muitos conflitos. Tudo isto implica num estado dedesequilíbrio emocional nos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;pais, &lt;/i&gt;aqueles&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;que devem suportar as pressões docolégio, das crianças; o qual desenvolve ao final quadros típicos de stress.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Como terapeuta de Florais deBach tenho tido também oportunidade de trabalhar com estes grupos de pessoas,pais, filhos, educadores, com excelentes resultados. Muitos destes pais chegamangustiados e com sentimentos de culpa, porque recorreram a maltrato físico ecastigos de toda ordem, que obviamente a única coisa que produz é a quebratotal da comunicação muito difícil de recuperar sem ajuda externa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Nestes casos a metodologia émuito simples. Realizo a primeira entrevista na qual se elabora um diagnósticoprofissional, como explicado anteriormente, tanto da criança como dos pais (setrabalha individualmente, ainda que a entrevista seja feita em grupo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;O passo seguinte é abordarterapeuticamente o estado mental e anímico do paciente, através da palavra (naentrevista), já que por esta o homem pode descrever o sintoma psíquico e físicoque experimenta, até os matizes mais refinados, desde o inicio de sua existência,se existem bloqueios emocionais, se há problemas com a companheira (o), se háafeto nesta família, se esse afeto é exteriorizado e compartilhado, se acriança tem a suficiente liberdade para seu desenvolvimento ou está sendolimitada, se existe amor, se o colégio ou escola a valoriza como pessoa,traumas e toda a informação que se possa obter para alcançar assim a sabedorianecessária e estabelecer num diagnóstico qual há de ser o alívio do malque&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a aflige.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Os florais de Bach tratam acada paciente como um ser individual e único. E cada preparação de uma fórmulafloral não pé aplicável a outra pessoa. A dose é de acordo com o estado dopaciente e ao que o terapeuta determine. Normalmente se dá a tomar quatrogotas, quatro vezes ao dia. Estas se tomarão diretamente do frasco oumisturadas em chá, suco, leite, águas aromáticas, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Em quanto tempo uma pessoapoderá ver resultados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Isto depende de cadapaciente, mas os efeitos em geral são muito rápidos. É imprescindível aingestão das essências por um tempo mínimo prudente de quatro meses, para mudarou modificar esse padrão de&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;conduta ouestado emocional, que produz a alteração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;As crianças Índigo, por suavibração mais alta, aceitam felizes estas terapias porque são naturais e elesamam a natureza. Aos adultos é mais demorado mudar ou modificar certos padrões,mas igualmente se consegue se voluntariamente o desejamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A seguir exponho dois casos atendidos.Obviamente, mudamos os nomes por razões de ética profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Uma mãe angustiada edesesperada chegou ao meu consultório. Veio com seu filho Ramiro, de quatroanos e dois meses de idade, inquieto e observador. A mãe angustiada já nãosabia o que fazer, chamavam-na toda semana ao jardim de infância pela rebeldia,agressão e “hiperatividade” do menino. A criança acordava chorando a meia noitecom pesadelos. Trouxe-me um exame em que se dizia que Ramiro não apresentavaproblemas neurológicos, pelo que descartamos qualquer exame físico. Por seutrabalho, a mãe não podia passar muito tempo com o filho, que ficava com suababá e no jardim de infância. Foi realizada uma série de perguntas para chegara um diagnóstico de toda a situação familiar. Ficou determinado falta de afetoe compreensão, problemas de relacionamento, solidão e repressão. A criança noconsultório, era muito observadora e apenas chegou me perguntou pelas essências,se pôs a brincar e não incomodava, mas cada vez que eu dizia a sua mãe quedevia dedicar-lhe mais tempo e carinho, falar com ele, dar-lhe seu espaço, omenino se voltava e a olhava, como que dizendo: “não se esqueça, é isso quedeves fazer”. Pedi-lhe que seu pai também viesse a consulta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Para este caso, demosflorais ao menino para sua ira, sua irritação e violência. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Holly,&lt;/i&gt; cuja característica é expressar o amor incondicional atravésdas emoções. Também lhe demos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Rock Rose, &lt;/i&gt;suacaracterística é a transcendência e o valor, nos libera. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Impatiens, &lt;/i&gt;sua característica é a paciência, especialmente com osdemais, mas também consigo mesmo. Esta essência foi dada também a mãe. A elademos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Olive,&lt;/i&gt; sua característica é aregeneração; combate o esgotamento físico, mental, emocional e espiritual.Durante a terapia, que durou aproximadamente três meses com Ramiro e seis mesescom a mãe, mudamos algumas essências pro outras, de acordo com o que iam progredindo.Agora ela assegura que “o clima de minha casa é outro, há muito amor, respeito,a educadora esta contente com o avanço de Ramiro, não voltou a chamar-me aescola, o filho agora se diverte e é um apaixonado pela musica”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Os pais de Anita, que temseis anos, chegaram preocupados porque na escola lhe diziam que tinha deficitde atenção, não gostava de participar e sofria problemas respiratórios. Depoisde avaliar o caso e pedir informações médicas, falei com ela e com seus pais emseparado, me dei conta que eles não a deixavam fazer nada, para que não se machucasse,não se resfriasse, não ficasse doente, e ela optou por não fazer nada. A mãefoi dado &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Chicory&lt;/i&gt;, cuja característicaé o amor entre pessoas. Este floral é receitado quando há uma conduta extremaentre o se dar a outros ou cuidar deles, muitas vezes em excesso. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Impatiens&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; ePine,&lt;/i&gt; para combater sentimentos de culpa. Ao pai, alem disso, lhe demos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pine e Red Chesnut, &lt;/i&gt;para o temorexcessivo do que pudesse acontecer a seus seres queridos, e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;White Chesnut, &lt;/i&gt;para determinadospensamentos que dão voltas e voltas pela cabeça gerando stress.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Para Anita, receitei &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Holl e Clematis, &lt;/i&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que favorece a que a pessoa tenha uma presençaplenamente fundada no “aqui”, quando se resisti a estar com os “os pés sobre aterra”. Houve uma positiva resposta de Anita ao tratamento com os florais deBach. O passo seguinte da terapia foi tratar o problema respiratório dacriança, produzido pela super-proteção de seus pais, que não a deixavam ser,nem respirar, nem tinha seu espaço para viver. Os pais compreenderam isto eagora cuidam dela, mas não a&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;super-protegem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Fonte: Consciência ÍndigoFuturo Presente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 16.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Tradução:sandraferris@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-4103292289717519280?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/4103292289717519280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/criancas-indigo-pais-e-florais-de-bach.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4103292289717519280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4103292289717519280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/criancas-indigo-pais-e-florais-de-bach.html' title='CRIANÇAS ÍNDIGO, PAIS E FLORAIS DE BACH'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' 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/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/7862262863539224895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/segundo-psicologo-inteligencia-vai-alem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7862262863539224895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7862262863539224895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/segundo-psicologo-inteligencia-vai-alem.html' title='Segundo psicólogo, inteligência vai além do QI (Parte 1 de 3)'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image 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e profissionais das mais diversas áreas, necessitam analisar suas próprias posturas para educarem/conviverem melhor com essas crianças cujo comportamento ainda não foi classificado pela psicologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma obra séria e de cunho científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor aborda esta questão com muita seriedade e responsabilidade, desenvolvendo, a partir da sua prática, teorias e orientações que merecem respeito, crédito e estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expõe de maneira bem didática sua metodologia:&lt;br /&gt;- inicia pela reflexão quanto aos papéis que competem à escola e à família;&lt;br /&gt;- desenvolve sua teoria sobre a questão fisiológica;&lt;br /&gt;- esclarece quem são as crianças índigo;&lt;br /&gt;- lista 134 características dos índigos (baseada em seu trabalho com eles)&lt;br /&gt;- avaliação do índigo;&lt;br /&gt;- os índigos em relação às inteligências múltiplas;&lt;br /&gt;- biotipologia;&lt;br /&gt;- analisa correntes pedagógicas como a Waldorf e Montessori;&lt;br /&gt;- apresenta-nos a pedagogia de valores baseada na paidosofia;&lt;br /&gt;- sugere técnicas para o desenvolvimento desta pedagogia;&lt;br /&gt;- inclui vários questionários que visam identificar potencialidades/ necessidades dos índigos; condutas parentais positivas/negativas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão fisiológica, uma das fundamentais, elaborada pelo pesquisador, refere-se ao DNA:&lt;br /&gt;"O DNA capacitado do índigo é um dos maiores desafios para a ciência pesquisar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A expressão que adotamos DNA capacitado, significa simplesmente que esse DNA apresenta um potencial a ser desenvolvido. O índigo não é, portanto, um ser superior, mas uma criatura que dispõe de um grande potencial que pais e educadores devem ajudar a desenvolver".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O índigo constitui, pois, um novo tipo de criança que vem ao mundo com um DNA diferente, com predisposições cromossômicas para manifestar comportamento diferente e superior a tudo o que conhecemos como próprio do ser humano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O índigo não é um doente inadaptado, psicológica ou socialmente. Essas crianças chegam com uma saúde psíquica jamais vista".&lt;br /&gt;O autor parte do pressuposto de que "Mudar o código genético do qual depende a natureza dos humanos é possível".&lt;br /&gt;Sobre essas crianças ele ainda afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Suas células são diferentes, o código genético é diferente; e a psique é diferente porque sua biologia também é diferente. Sua condição antropológica é diferente, a energia é diferente, a freqüência vibracional é diferente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão tão importante quanto a anterior refere-se à pedagogia de valores que é baseada na paidosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você provavelmente nunca ouviu falar em paidosofia, ou já?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, o emérito doutor explica-nos de maneira muito simples e de fácil compreensão o significado dessa abordagem, sobre a qual mencionaremos só o mais importante:&lt;br /&gt;"A paidosofia ensina que o objeto da educação é a conduta humana em sua inter-relação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na educação paidosófica o índigo aprende a utilizar sua Inteligência emocional para lidar com os próprios valores, conhecimentos e acontecimentos, com também aprende a lidar com os conhecimentos, valores e fatos referentes a condutas dos outros. Isto, para os paidosóficos, é educar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, desenvolve-se a pedagogia de valores que tem como principal valor a justiça, derivando dele outros vinte e sete valores complementares, como por ex: honestidade, verdade, liberdade, amor, poder, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de explicar o que é cada valor, o autor sugere formas para se trabalhar com eles, porém existe flexibilidade para que se possa criar outras maneiras que melhor se adeqüem às necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes itens que aqui citei são apenas alguns pontos desse maravilhoso trabalho que não está fechado, segundo o próprio autor deixa evidente. É uma pesquisa genuinamente brasileira, elaborada a partir da prática do Dr. Egídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que estejamos atentos para sabermos tratar com bom senso e respeito essa questão, sem valorização excessiva ou então banalização. Em relação a isso, o autor faz questão de desmistificar "fantasias divulgadas sobre a natureza e o comportamento dos índigos, para as quais não existe nenhum fundamento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler, estudar, avaliar as teorias desenvolvidas neste livro, é apenas o começo do conhecimento que ainda será adquirido sobre a natureza destes seres. Estamos todos de certa maneira envolvidos; então vamos aproveitar esta oportunidade e aprendermos a partir deles, contribuindo com a nossa parte de amor, assim como o próprio autor disse tê-lo escrito.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Valdeniza Sire Savino&lt;/b&gt; é psicóloga clínica licenciada em pedagogia, diretora da área de assistência psicológica do Grupo Espírita Geam (SP).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.espacoespirita.net/modules/smartsection/item.php?itemid=240&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.jornaldosespiritos.com/2006.12/col32.htm" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="float: left;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-5433906458216142277?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/5433906458216142277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/educando-criancas-indigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5433906458216142277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/5433906458216142277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/educando-criancas-indigo.html' title='Educando Crianças Índigo'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ppK3_Vambi0/Tpy5wATfptI/AAAAAAAAAxo/QdIQOudTtZ0/s72-c/Valdenise.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-402302522684008835</id><published>2011-10-17T11:58:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T11:58:21.523-07:00</updated><title type='text'>Mensagem dos golfinhos para este tiempo</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/NixusyFBedI?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-402302522684008835?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/402302522684008835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/mensagem-dos-golfinhos-para-este-tiempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/402302522684008835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/402302522684008835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/mensagem-dos-golfinhos-para-este-tiempo.html' title='Mensagem dos golfinhos para este tiempo'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/NixusyFBedI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-135460727462565352</id><published>2011-10-17T04:43:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T04:48:04.936-07:00</updated><title type='text'>Um Cão Chamado Faith (Fé)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iUQ4lHkJbAQ/TpwQv0OroYI/AAAAAAAAAwQ/i1bxGt0tB_g/s1600/Fe_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-iUQ4lHkJbAQ/TpwQv0OroYI/AAAAAAAAAwQ/i1bxGt0tB_g/s1600/Fe_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Duas almas: uma do cão, outra da dona - maravilhosas!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Apresento-lhes um cachorro chamado FAITH (Fé)!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Este cachorrinho nasceu na Véspera de Natal no ano de 2002.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Nasceu apenas com as duas patas traseiras.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% white; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Como está claro, não conseguia andar, e até a sua própria mãe o rejeitou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fBh69EfCBaM/TpwRF9SwZUI/AAAAAAAAAwY/F_M7QkmKMRA/s1600/Fe_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://3.bp.blogspot.com/-fBh69EfCBaM/TpwRF9SwZUI/AAAAAAAAAwY/F_M7QkmKMRA/s320/Fe_2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% white; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Seu primeiro dono também pensou que ele jamais conseguiria andar, e considerou "pô-lo a dormir"....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Nessa altura, a sua atual dona, Jude Stringfellow, conheceu-o e pediu para ficar com ele.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Determinada, foi ela quem ensinou e treinou este pequeno cão a andar por si só.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Chamou-lhe 'Faith', ou Fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EqjtnbHs_ng/TpwRVOnoHhI/AAAAAAAAAwg/WTtPRmynVW4/s1600/Fe_3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="190" src="http://2.bp.blogspot.com/-EqjtnbHs_ng/TpwRVOnoHhI/AAAAAAAAAwg/WTtPRmynVW4/s320/Fe_3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break;" /&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break;" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;De princípio, ela colocou-o numa prancha de skate, para que sentisse o movimento...usou depois manteiga de amendoim para atrai-lo, e como recompensa para que ele se levantasse e saltasse, apenas nas duas pernas. Ao fim de apenas 6 meses, o "Fé" começou a aprender a equilibrar-se nas pernas traseiras, e a saltar para a frente, movendo-se assim.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Depois de mais treinos na neve, ele pode "caminhar" como um ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gVE-F4cXh4k/TpwRntdhkfI/AAAAAAAAAwo/pW774x42yG4/s1600/Fe_4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://4.bp.blogspot.com/-gVE-F4cXh4k/TpwRntdhkfI/AAAAAAAAAwo/pW774x42yG4/s320/Fe_4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break;" /&gt; &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Faith adora movimentar-se por todo o lado agora.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Onde quer que ele vá, atrai sobre si todas as atenções.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt;"&gt;Tornou-se famoso na cena Internacional, e já apareceu em programas de Televisão e em Jornais.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Está para ser publicado um livro sobre ele entitulado "Com um pouco de Fé".&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Considerou-se ainda incluí-lo num dos filmes de Harry Potter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DgoC7Jc1I6Y/TpwSI9Od4sI/AAAAAAAAAww/iVVykobWn-M/s1600/Fe_5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://3.bp.blogspot.com/-DgoC7Jc1I6Y/TpwSI9Od4sI/AAAAAAAAAww/iVVykobWn-M/s320/Fe_5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-N_4i5BO1hsc/TpwSXaFJNKI/AAAAAAAAAw4/W_JvpzxfTPg/s1600/Fe_7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break;" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Sua dona, Jude Stringfellew , deixou o trabalho como Professora, e planeja levá-lo numa volta ao mundo, pora mostrar que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-N_4i5BO1hsc/TpwSXaFJNKI/AAAAAAAAAw4/W_JvpzxfTPg/s1600/Fe_7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" src="http://3.bp.blogspot.com/-N_4i5BO1hsc/TpwSXaFJNKI/AAAAAAAAAw4/W_JvpzxfTPg/s320/Fe_7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lupV_S9Dm3A/TpwS6cDpz_I/AAAAAAAAAxA/XWG1mp7ud20/s1600/Fe_8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://1.bp.blogspot.com/-lupV_S9Dm3A/TpwS6cDpz_I/AAAAAAAAAxA/XWG1mp7ud20/s320/Fe_8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4wvVPHS_0PE/TpwTJiW1ZzI/AAAAAAAAAxI/24EZKeJ3_6g/s1600/Fe_9.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://4.bp.blogspot.com/-4wvVPHS_0PE/TpwTJiW1ZzI/AAAAAAAAAxI/24EZKeJ3_6g/s320/Fe_9.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BzV7bqFdis8/TpwTR1JpdJI/AAAAAAAAAxQ/kcUjCBqj9tU/s1600/Fe_10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://2.bp.blogspot.com/-BzV7bqFdis8/TpwTR1JpdJI/AAAAAAAAAxQ/kcUjCBqj9tU/s320/Fe_10.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UGuqyQCxh0c/TpwTZPcKiqI/AAAAAAAAAxY/wrK3hsYuhOg/s1600/Fe_11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-UGuqyQCxh0c/TpwTZPcKiqI/AAAAAAAAAxY/wrK3hsYuhOg/s320/Fe_11.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-urgAb1fEADo/TpwTdneKlHI/AAAAAAAAAxg/d-FDX7klVnk/s1600/Fe_13.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://4.bp.blogspot.com/-urgAb1fEADo/TpwTdneKlHI/AAAAAAAAAxg/d-FDX7klVnk/s320/Fe_13.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Na Vida, existem sempre coisas que não desejamos, porém, basta olhar a vida noutra perspectiva para que nos sintamos melhor. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Espero que esta mensagem traga para as pessoas, novas maneiras de pensar e que possam sentir e agradecer cada novo dia como uma benção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;O "Faith" é a demonstração contínua do valor e maravilha que é a Vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c21212; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;Um pequeno pedido apenas: que esta história não deixe de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c21212; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;circular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #c21212; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Fonte: Recebido por email de Wanda Lucia de Paiva&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-135460727462565352?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/135460727462565352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/um-cao-chamado-faith-fe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/135460727462565352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/135460727462565352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/um-cao-chamado-faith-fe.html' title='Um Cão Chamado Faith (Fé)'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-iUQ4lHkJbAQ/TpwQv0OroYI/AAAAAAAAAwQ/i1bxGt0tB_g/s72-c/Fe_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-4190934719978592071</id><published>2011-10-15T08:04:00.000-07:00</published><updated>2011-10-15T08:04:03.659-07:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA: Eckhart Tolle</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; 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font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon - As pessoas ao seu redor devem pensar que você é um pouco lunático. Em sua experiência interior, você nunca questionou o que aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart - Não. Era tão claro e não havia nenhuma pergunta sobre uma realidade que era tão óbvia. Uma vez eu disse que mesmo se tivesse encontrado o Buda e ele me apontasse “não, não é isso”, eu diria – “que interessante, mesmo Buda pode estar errado”. Isto não é algo do ego, é só para deixar claro como essa realidade é tão óbvia que nenhuma questão mental, nenhuma pergunta adiantaria. Por exemplo, se alguém me desse uma maçã e dissesse “não, não é uma maçã”, eu diria “não, eu sei que é”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon - Você aponta que seu estado de consciência implicou numa redução de 80% na atividade de sua mente pensante. Isso criou alguma espécie de carência ou algo parecido?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart- Bem, não tanto para mim, mas para as pessoas ao meu redor (risos). Isso é certo, pois as pessoas que me conheciam, especialmente a família, pais, alguns amigos, pensaram que algo errado tinha acontecido comigo – isto porque por algum tempo, após a mudança, eu prossegui com as estruturas externas de minha vida. Apenas prosseguia como se nada houvesse acontecido, porque ainda havia um “momentum” e continuei seguindo-o durante três ou quatro anos. Então percebi que essas estruturas externas estavam totalmente fora do alinhamento com meu ser – no mundo acadêmico totalmente dominado pela mente, o ego dominado completamente. Então aconteceu um momento em que deixei tudo para trás...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Foi aí que as pessoas pensaram que eu estava realmente louco – abandonado uma promissora carreira acadêmica e indo sentar-me em um banco do parque, sem fazer mais nada. Era bem estranho, porque eu não tinha nenhuma orientação espiritual, ninguém para dizer-me “você não precisa viver no banco do parque, você pode continuar funcionando no mundo”. Eu defini isso por mim mesmo. E isso levou bastante tempo, para que então eu pudesse de novo continuar funcionando no mundo. Por uns tempos, o estado da presença, do ser, era tão satisfatório, belo e completo que perdi todo o interesse no futuro... quanto mais ter ambição ou viver para adquirir isto ou aquilo. Se o momento presente era tão preenchedor, por que precisaria do futuro? Mas naturalmente, no nível prático o futuro ainda opera, e saber disso às vezes ajuda. Você precisa tomar um avião daqui a alguns dias, ou aprender algo que leva certo tempo, aprender uma língua, ou o que quer que seja. Mas, eu não mais necessitava do futuro, internamente, e passaram-se anos antes que eu começasse a ser capaz de lidar com o mundo novamente, sem necessitar dele – era quase como uma forma de brincadeira. Iniciar coisas, fazer coisas e, miraculosamente, também um bom tanto de coisas vinham a mim... Mesmo enquanto estava sentado no banco do parque, com quase nada em meu bolso, geralmente no último momento alguma ocorria ou alguém vinha e novamente eu tinha algo com que viver, por enquanto. Milagrosamente isso sempre acontecia, e gradualmente, então, eu comecei a funcionar no mundo de novo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Devo dizer que duas ou três vezes tentei voltar às estruturas do mundo, sentia que meu tempo no banco do parque estava terminando, então me dizia: “Ok, é melhor eu fazer alguma coisa”. Uma vez me candidatei a um emprego, e isso é bem engraçado, um emprego num banco mercantil na cidade de Londres (riso). Durante a entrevista, ouviram-me com interesse, mas não me deram o lugar. Depois candidatei-me a um emprego acadêmico e houve outra entrevista, só que devo ter dito algo, embora tenha procurado evitar a linguagem espiritual, mas... havia seis ou sete professores ao meu redor e ao final da entrevista um deles me perguntou: o que você realmente quer fazer? (riso). E na realidade não havia nada que eu realmente quisesse fazer, então essa foi a minha última entrevista – eu percebi que na realidade não queria voltar às estruturas do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Foi então que gradualmente as pessoas vieram e passaram a me fazer perguntas, começando com situações de ensino informal. Algo um pouco mais estruturado surgiu e então eu me tornei um professor espiritual aos olhos do mundo (risada), foi isso que aconteceu. Não ganharia um emprego se colocasse no meu currículo “não mais preciso pensar”, mas realmente é o que acontece. O próprio poder de ensinar vem desse estado, da consciência. Não sou eu, e sempre que começo a falar tenho essa sensação de que não tenho nada, absolutamente nada, a dizer. Assim, não é realmente esta pessoa que está fazendo qualquer coisa. Todo o ensinamento que tem causado um certo impacto no mundo vem desse estado de não-pensamento, não tem nada a ver com esta pessoa aqui... (riso)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;Eu ouvi você várias vezes citar o mestre indiano Ramana Maharshi. Como se mede o progresso espiritual? É pela ausência do pensamento? Você acredita nisso realmente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart - Sim, sim. No grau da ausência de pensamento, sim, está certo. É simples, muito simples.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A mente pode dizer: “ok” – mas isto significa que não fiz nenhum progresso, porque estou pensando o tempo todo. Talvez você não saiba que já há ausência de pensamento em si, talvez algum breve momento, mas não importa... Você respondeu à beleza? Deve haver ausência de pensamento em você, porque de outra forma não veria a beleza. Esse momento é ausência de pensamento. Pode haver muitos momentos de ausência de pensamento – de repente você percebe: “Gente, há ocasiões em que o pensamento está ausente”. Ou você pode exclamar: “Oh! Eu não estou pensando!” (riso). E você já está pensando de novo. Algumas vezes você sabe que não está pensando e ainda não está pensando (riso). Mas é bom não tentar provocar esse estado, porque poderia ser um esforço muito grande. A forma mais rápida de tornar-se livre de pensamento é ainda render-se ao momento, aceitar este momento como ele é, porque se você observa o processo de pensar compulsivo, descobre que sempre está associado à não-aceitação. A não-aceitação é a característica essencial do estado egóico criado na mente – a não-aceitação do agora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E toda a compulsão realmente é uma fuga, é o negar da beleza e da vida do agora. Quando você vê a verdade disso, pode aceitar este momento como ele é. É um estado de grande força – não de fraqueza, como a mente pode dizer-lhe, exceto que há um efeito colateral dessa aceitação, a mente deixada de fora, porque quando você não está lutando com o que é, a compulsão para pensar cessa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Isso é algo que requer continuidade da prática espiritual. Muitas vezes você não aceita o que é e então percebe que está novamente negando o agora. E essa percepção está certa, quando você vê a não-aceitação, já está livre dela. Quando você não vê a não-aceitação, então fica novamente preso em todo o ruído mental, porque não está aceitando o que é.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Assim, a mais poderosa prática espiritual é aceitar este momento como ele é. Aceitação descomprometida deste momento como ele é. É por isso que grandes mestres às vezes parecem tão aterradores, embora sejam gentis internamente, na realidade. Olhando velhos retratos ou fotos de grandes mestres, seus olhos são tão aterradores. Sim, descompromissado agora, sim, não movendo, estando aberto. E este estado é tanto gentil quanto aterrador, ambos ao mesmo tempo. Então essa é a prática espiritual mais poderosa e é realmente a única prática espiritual que não lhe dá tempo (riso). Há tantas práticas espirituais que lhe concedem tempo para tornar-se um bom adepto, praticar mais e mais, gradualmente. Mas aceitar este momento como ele é, você só pode fazê-lo agora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon - Freqüentemente temos ouvido você falar sobre a nova consciência que está emergindo e como esse estado está disponível cada vez para um número maior de pessoas. Mas, honestamente, não estou convencida de que isso não seja uma projeção de sua experiência. Não tenho dúvida de que você floresceu como ser humano, mas não vejo evidência, ao meu redor, de que muitas pessoas passarão por isso. Pergunto: você tem alguma premonição de que isso vai acontecer em 5, 10, mil anos? Como isso realmente transformará o mundo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart - Certo. Admito que pareço estar no epicentro da onda de transformação porque isso é o que eu faço e as pessoas chegam para estar em contato comigo. Todos que encontro estão sofrendo transformações e às vezes, quando ligo a televisão, sou repentinamente lembrado – “Oh! Não está acontecendo com todo mundo”. Por causa de minha posição peculiar, admito que certas vezes parece, para mim, que o mundo inteiro está se transformando. Ao mesmo tempo, recebo mesmo imensa massa de correspondência de pessoas que estão relatando mudanças na consciência e enorme diminuição do sofrimento, etc. Isso eu vejo em toda parte; porém não, não tenho uma escala do tempo, tudo que eu sei é que há uma aceleração de algo. Também sinto que o planeta provavelmente não sobreviverá outros cem anos se a velha consciência predominar por muito tempo no planeta, com tudo que isso significa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;É impossível que a natureza do planeta possa suportar isso. Assim, pela primeira vez na história humana essa transformação tornou-se uma necessidade, até mesmo para a sobrevivência da espécie. E talvez seja somente assim, em qualquer evolução e transformação, talvez seja apenas quando a espécie alcança um ponto crítico em que a sobrevivência fica ameaçada se ela continuar sem transformar-se – aí então essa transformação acontece em nível coletivo. Eu acredito – e posso dizer que é quase um fato – que se os velhos padrões de fazer as coisas continuarem por mais cem anos, e naturalmente esses padrões ficarão ainda mais ampliados, os meios de destruição serão maiores e o planeta não será mais capaz de sustentar a vida humana por mais cem anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Assim, pela primeira vez na história humana chegamos a um ponto em que a transformação da consciência não é mais um luxo. Talvez tenha havido no tempo de Buda os primeiros florescimentos, também no tempo de Jesus, já apontando para algo novo, uma maneira de ver o que estava acontecendo. Os primeiros sinais disso e depois algumas flores aqui e ali, mas nunca tinha sido uma necessidade para a sobrevivência do planeta e o fim da loucura humana. Mas depois veio a tecnologia, veio a ciência – sim, também manifestações de grande inteligência –, e ainda assim ampliaram a loucura em larga escala. Antes as pessoas tinham sorte se conseguiam matar uns poucos, agora podem matar centenas, milhões com um só aparelho (riso). Não há mudanças, simplesmente amplia-se o efeito da inconsciência. E é uma boa coisa, porque vemos mais claramente que nunca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;É chocante para as pessoas que a primeira guerra criou armas poderosas de destruição, provindas da tecnologia, e aí pensamos: o que foi que fizemos? Milhões e milhões de jovens morrendo nas trincheiras inutilmente – Oh, meu Deus – foi uma abertura da visão da loucura, lá no começo do século XX. Mas agora sabemos também o que aconteceu no restante do século.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Está em seu rosto agora, é tão óbvio. Eu sei que o trabalho que faço, qualquer que seja, é uma manifestação da nova consciência e há muitas pessoas atravessando isso. Para salvar o planeta? Eu não sei, talvez não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon - Então, pode-se dizer que você é uma espécie de necessidade da evolução, de certa forma?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart - Sim, na realidade é isto que está acontecendo. É quase como se a espécie estivesse se tornando algo novo, uma nova espécie está evoluindo da velha. E, novamente, não é algo do ego, dizendo eu sou da nova espécie, e você não (riso). Mas sim, é bem como se uma nova espécie estivesse chegando, e está chegando porque a velha espécie não é mais capaz de sobreviver, a menos que mude (riso).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Jenny Simon - E você pode descrever a nova espécie, quais seriam suas características?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Eckhart - A nova espécie não necessita de inimigos, drama ou conflito para dar-lhe um sentido de identidade e assim, torna-se livre, em grande escala, do conflito e do sofrimento causado pelo homem, que é uma característica da velha consciência. Buda teve uma bela perspectiva disso, quando disse, para descrever o estado de consciência da liberação, que ela é livre do sofrimento – você não sofre mais. Pode ainda haver dor, porque enquanto houver corpo físico haverá dor, você pode ter uma dor de dente. Mas o sofrimento psicológico é causado pela entidade do eu na cabeça. Você não mais causará sofrimento para si próprio através das estruturas do pensamento. E quando você não mais causa sofrimento para si, não mais causa sofrimento para outros. A interação entre seres humanos não será mais coberta pelo medo, como é agora – o medo e o desejo, dois movimentos de estado inconsciente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A interação humana será caracterizada pelo amor e compaixão. E o amor não será do tipo “preciso de você, não ouse abandonar-me, porque eu não sei o que vou fazer se você me deixar”, o amor da chamada velha consciência. Amor é simplesmente reconhecer o outro como sendo você próprio, o reconhecimento da unidade é amor. E todas as interações, quando se reconhece o outro como você próprio, não mais acontecem através da formação de uma imagem, uma identidade da forma, de quem aquela pessoa é. E porque você vai além da identificação da forma em si própria, não mais constrói pequenas armadilhas e pequenos conceitos de outras pessoas... então o amor reina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Não se pode conceber o que seria o mundo se uma grande parte da humanidade vivesse nesse novo estado de consciência. Eu não faço, geralmente, considerações sobre esse fato. Minha suposição sobre isso é de que não seria possível reconhecer a estrutura da natureza humana. Seria muito diferente. Potencialmente este planeta poderia ser o paraíso – é um paraíso, mas as pessoas se esforçam muito para torná-lo um inferno, contudo ainda é um belo paraíso. Não estou dizendo que no nível da forma não haverá limitação, sim, as formas ainda vêm e vão. Mas ainda assim a harmonia é possível, viver em harmonia com a natureza. Viver em um estado de amor, amando a essência de cada forma, pois a vida se manifesta através de milhões de formas de vida. Amando uma vida da qual milhões de formas são manifestações temporárias, amando-as como a si próprio, sendo elas – esse é o novo estado de consciência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Fonte:&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://portalcrescimento.blogspot.com/2011/05/conhecendo-eckhart-tolle-o-poder-do.html"&gt;http://portalcrescimento.blogspot.com/2011/05/conhecendo-eckhart-tolle-o-poder-do.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-4190934719978592071?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/4190934719978592071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/entrevista-eckhart-tolle.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4190934719978592071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4190934719978592071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/10/entrevista-eckhart-tolle.html' title='ENTREVISTA: Eckhart Tolle'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-w6Kfz8U8b5Y/Tpmgmb32SNI/AAAAAAAAAwI/jwdqzegQXz4/s72-c/eckharttolle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-8744908598710081952</id><published>2011-10-10T05:12:00.000-07:00</published><updated>2011-10-10T05:12:03.002-07:00</updated><title type='text'>O Som do Coração (August Rush - O Som do Coração)</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/d4CaGsmtcJs?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' 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Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/d4CaGsmtcJs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-6015034366934956765</id><published>2011-09-29T05:57:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T05:57:02.499-07:00</updated><title type='text'>A Profecia Celestina</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/DoAQK_YW360?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/DoAQK_YW360/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-4922489966230463577</id><published>2011-09-29T05:51:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T05:51:10.454-07:00</updated><title type='text'>Eckhart Tolle recebe Neale Donald Walsch - legendas em português</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/UFr3OvPdpb8?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/UFr3OvPdpb8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-2945121141241370544</id><published>2011-09-29T05:49:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T05:49:32.278-07:00</updated><title type='text'>Meditação com Eckhart Tolle - legendas em português</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/rUdeXWhj4Xk?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-2945121141241370544?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/2945121141241370544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/meditacao-com-eckhart-tolle-legendas-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2945121141241370544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/2945121141241370544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/meditacao-com-eckhart-tolle-legendas-em.html' title='Meditação com Eckhart Tolle - legendas em português'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/rUdeXWhj4Xk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-7985443034389887910</id><published>2011-09-22T11:49:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T11:49:21.516-07:00</updated><title type='text'>Matias De Stefano - Espanha - Abril 2011</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/dydqsHVtl-c?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-7985443034389887910?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/7985443034389887910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/matias-de-stefano-espanha-abril-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7985443034389887910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/7985443034389887910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/matias-de-stefano-espanha-abril-2011.html' title='Matias De Stefano - Espanha - Abril 2011'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/dydqsHVtl-c/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-4968927582280207907</id><published>2011-09-16T18:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-16T18:26:21.951-07:00</updated><title type='text'>Educação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ImH4OI8tUmo/TnPz4W_nJEI/AAAAAAAAAwE/3N4iGP2UfVI/s1600/greve-dos-professores_post.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="183" src="http://2.bp.blogspot.com/-ImH4OI8tUmo/TnPz4W_nJEI/AAAAAAAAAwE/3N4iGP2UfVI/s320/greve-dos-professores_post.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 36pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 36pt;"&gt;Educação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Desonrada seja a terra onde os professores morem na pobreza e na miséria. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Desonrados sejam aqueles que sabem que seus filhos estão sendo ensinados por um homem na miséria.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Não se importar com os professores de sua futura geração é não só uma desonra para uma nação, mas também um sinal de sua ignorância. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se confiar crianças a um homem deprimido? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se ignorar a emanação produzida pelo infortúnio?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se não saber que o espírito deprimido não inspirará entusiasmo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se considerar o magistério como uma profissão insignificante?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se esperar a iluminação do espírito das crianças, se a escola é um lugar de humilhação e afronta? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se sentir que algo se constrói durante o ranger dos dentes? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Pode-se esperar os fogos do coração quando o espírito está calado? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Assim Eu digo, assim Eu repito, que o povo que esqueceu seus professores esqueceu seu futuro. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;Não percamos uma hora para dirigir o pensamento em direção à alegria do futuro. Cuidemos para que o professor seja o membro mais valorizado das instituições do país. Está chegando a hora em que o espírito deve ser iluminado e alegrado pelo verdadeiro conhecimento. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt;"&gt;O Fogo está no limiar!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt; line-height: 115%;"&gt;(Mundo Ardente 1,§ 582, Mestre Morya)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Vivaldi; font-size: 22pt; line-height: 115%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.nitnet.com.br/%7Efcavatar/Educacao.html"&gt;http://www.nitnet.com.br/~fcavatar/Educacao.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5937820566491205030-4968927582280207907?l=mensageirodosonho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/feeds/4968927582280207907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4968927582280207907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5937820566491205030/posts/default/4968927582280207907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensageirodosonho.blogspot.com/2011/09/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title='Educação'/><author><name>Sandra Ferris</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05287362858600476006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qL5vkECx0iM/Sx5ciXzrZrI/AAAAAAAAAQI/E2bPuZxoQAs/S220/sandrex.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ImH4OI8tUmo/TnPz4W_nJEI/AAAAAAAAAwE/3N4iGP2UfVI/s72-c/greve-dos-professores_post.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5937820566491205030.post-6778436999205289737</id><published>2011-09-16T17:51:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T03:45:52.363-07:00</updated><title type='text'>A NOVA CONSCIÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dO71hb5RdIA/TnPurZf0YWI/AAAAAAAAAwA/qvp-WOxaG-Q/s1600/anovaconscienciadaespiritualidade_post.2
